Como projetar escritórios eficientes e confortáveis: espaços de trabalho individuais

O jeito de trabalhar mudou, mas a maioria dos escritórios permanece igual. 

Construção em miniatura: maquetes da estrutura aos acabamentos

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Todos amam maquetes, mas nem todos amam fazê-las. Para alguns, precisar iniciar uma traz à tona a lembrança de dedos cheios de cola seca, cortes de estilete, materiais desperdiçados e grandes doses de frustração. Para outros, com a habilidade de materializar o que pensaram nos desenhos, confeccionar um modelo em escala reduzida pode ser até uma diversão. Mas, é claro, na internet sempre chegaremos a alguém que leva qualquer atividade a níveis inacreditáveis. É o caso do canal OUROBOROS ARQ, com quase 2 milhões de inscritos no Youtube, que documenta o processo construtivo de edificações em miniatura.

Sobreposto, embutido e flutuante: Quais os tipos de rodapés?

Arquitetos são conhecidos por retornarem das viagens com mais fotos de prédios do que de pessoas e terem um vocabulário com muitos jargões próprios. Claro, esses são clichês que nem sempre são verdades. Mas algo que une a maioria dos projetistas é prestar atenção em cada um dos detalhes que compõem um projeto. Seja o material que reveste a fachada, a junção entre os pisos, de que forma as portas abrem, o tipo da esquadria, como foram montadas as formas para uma concretagem, entre muitos outros. Mas um pormenor que geralmente passa despercebido para a maioria (e que faz uma diferença imensa no aspecto dos projetos de interiores) são os rodapés.

Perfis metálicos revestidos com lâminas de madeira: 7 opções para aplicá-los na arquitetura

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É difícil encontrar alguém que não se encante com a estética da madeira. Com uma enorme diversidade de espécies e variações de cores, pesos e texturas, é um dos materiais mais apreciados desde sempre. Entretanto, a exploração massiva de florestas para a utilização na construção civil traz enormes impactos ambientais, se precauções como o manejo sustentável, certificações sérias ou ações de reflorestamento não forem tomadas. Mas sendo um material orgânico, ao ser utilizada para a construção civil, a madeira sempre se adapta às condições de umidade, calor e às cargas, e suas fibras acabam por se adaptar e deformar com o tempo. Além disso, trata-se de um material que não responde bem a ambientes em que são encharcadas e secas repetidas vezes, o que pode causar o seu apodrecimento após algum tempo, se não estiverem muito bem impermeabilizadas. Portanto, há algumas situações em que utilizar a madeira pode não ser uma boa ideia. 

Como ampliar os espaços através de uma boa iluminação

Um dos aspectos mais essenciais do design de interiores é a iluminação - um elemento que pode melhorar ou piorar um espaço interno de quaisquer dimensões ou materiais. Ainda assim, uma boa iluminação pode ser especialmente importante para espaços menores ou abarrotados, fazendo-os parecer maiores e mais abertos, mesmo quando suas dimensões literais não se alteram. Por sua vez, espaços maiores com pouca iluminação podem parecer menores e menos acolhedores do que poderiam ser. Para fazer com que os interiores pareçam grandes e bem iluminados, designers contam com vários métodos testados e comprovados que aproveitam ao máximo o espaço, desde usar as sombras e tipos de luzes certos até colocá-los nos melhores locais e integrar outros elementos que melhor complementam iluminação existente. Essas estratégias, bem como vários exemplos de sua aplicação, estão listados abaixo.

Permeabilidade e leveza nas fachadas metálicas perfuradas

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O escritório nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro (DS+R) chamou atenção mundial em 2002 com o Blur Building, para a Expo Suíça daquele ano. O volume era formado através de 35.000 bicos de alta pressão que expeliam a água do lago sobre o qual se localizava, criando uma enorme nuvem artificial. Sua forma, limites, cores e translucidez se alteravam com o sol e a força do vento e produziam uma experiência imersiva aos usuários, adentrando um volume completamente permeável. Dez anos depois, Carla Juaçaba e Bia Lessa projetaram o Humanidade2012 para a exposição Rio +20, em que diversos volumes programáticos foram dispostos em uma enorme estrutura de andaimes. Com mais vazios do que cheios, suas extremidades se desmaterializavam no céu e durante a noite os volumes pareciam flutuar. Segundo as arquitetas, “a própria movimentação das pessoas no edifício transformava os visitantes em objetos de exposição visto de longe.” Os dois projetos temporários, mesmo com diferenças de escala e contexto, se unem no êxito ao trabalhar com as noções de translucidez, leveza, dissolução de limites e o movimento.

10 Dicas para projetar edificações mais saudáveis

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Os seres humanos passam a maior parte de suas vidas no interior de uma edificação, seja para morar, trabalhar ou lazer. A COVID-19 evidenciou ainda mais esta questão durante o período de isolamento mostrando a necessidade de pensarmos projetos de edificações mais saudáveis e confortáveis.

Como funciona uma parede Trombe?

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O aquecimento solar existe na arquitetura desde os tempos antigos, quando as pessoas usavam paredes de adobe e pedra para reter o calor durante o dia e liberá-lo lentamente à noite. Em sua forma moderna, no entanto, o aquecimento solar foi desenvolvido pela primeira vez na década de 1920, quando arquitetos europeus começaram a fazer experiências com métodos solares passivos em habitações em massa. Na Alemanha, Otto Haesler, Walter Gropius e outros projetaram os apartamentos esquemáticos Zeilenbau, que otimizavam a luz solar e, após a importação das "habitações heliotrópicas" aos EUA, a escassez de combustível em tempo de guerra durante a Segunda Guerra Mundial rapidamente popularizou o aquecimento solar passivo. Variações desse sistema proliferaram em todo o mundo, mas foi somente em 1967 que a primeira parede Trombe foi implantada pelo arquiteto Jacques Michel em Odeillo, França. Batizado em homenagem ao engenheiro Felix Trombe, o sistema combina vidro e um material escuro que absorva calor para conduzi-lo lentamente para dentro da casa.

Edifícios em avaliação: 12 certificações de construção sustentável para conhecer

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O Relatório Brundtland, de 1987 -“Nosso Futuro comum”- trouxe a noção de que o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas". Desde então, o termo sustentabilidade tem sido cada vez mais popularizado e, muitas vezes, banalizado nos nossos cotidianos. Na indústria da construção civil isso não é diferente. Por mais que saibamos que para construir, precisamos destruir, de que forma é possível mitigar os impactos na construção, durante a vida útil e na demolição das edificações? Um edifício sustentável, na sua concepção, construção ou operação, deve reduzir ou eliminar os impactos negativos e podendo até criar impactos positivos no clima e meio ambiente, preservando recursos e melhorando a qualidade de vida dos ocupantes. Dizer que um edifício é sustentável é algo fácil e até sedutor. Mas o que torna, exatamente, uma construção sustentável?

Incorporando acústica adequada em projetos com estruturas aparentes

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O desafio de desenvolver projetos de conforto, sobretudo acústico, é um tanto quanto ingrato, uma vez que só prestamos atenção nele quando não funcionam adequadamente nos espaços. São muitas as queixas comuns: ouvir mais a conversa da sala ao lado do que a que ocorre no seu espaço, ter que gritar para ser entendido por alguém ao seu lado ou ouvir ecos excessivos nos ambientes que tornam o convívio exaustivo. Justamente esse último problema é bastante comum em espaços com estruturas aparentes, sem materiais de revestimentos. Por geralmente serem materiais pouco absorventes acusticamente, como concreto, vidros ou metais, é bastante comum que espaços com estéticas mais industriais apresentem tempo de reverberação alto. Isso quer dizer que um som emitido demora a desaparecer, pois continua refletindo nas superfícies do espaço e juntando-se aos outros sons produzidos, criando um ruído incômodo e reduzindo a compreensão das falas.

Guia básico: Como escolher uma torneira de cozinha ou banheiro?

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Uma torneira é uma válvula mecânica que serve para regular (liberar ou bloquear) o fluxo de um fluido (geralmente água) vindo de um encanamento. Ainda que abrir uma torneira seja algo quase banal hoje, geralmente não pensamos em todo o conhecimento e a tecnologia necessária para que possamos ter água, a qualquer momento, com um simples movimento das mãos. Mas entre a captação, tratamento e a distribuição até sua cozinha ou banheiro, a água percorre um caminho complexo. 

A Madeira Laminada Cruzada (CLT) é o concreto do futuro?

O concreto, um material de construção por excelência, nos ofereceu durante décadas a possibilidade de moldar nossas cidades de maneira rápida e eficaz, expandindo-se rapidamente em periferias urbanas ou atingindo alturas antes impensáveis pela humanidade. Atualmente, novas tecnologias de madeira estão começando a oferecer oportunidades semelhantes - e até mesmo superiores - às oferecidas pelo concreto, incluindo a madeira laminada cruzada (também chamada de Cross Laminated Timber ou CLT).

Como curvar madeira?

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Desde o corte da árvore a tornar-se uma viga ou uma peça de mobiliário, a madeira passa por diversas etapas e processamentos. Recurso renovável e material de construção popular e antigo, a madeira é, também, muitas vezes apontada como uma das promessas da construção no futuro, um material adequado às novas demandas de sustentabilidade. Mas diferentemente do concreto, cujos moldes podem definir até curvas complexas, quando abordamos as estruturas de madeira é muito mais comum a utilização de peças retas, sobretudo para a arquitetura. Nesse artigo abordaremos algumas técnicas que permitem a criação de peças curvas de madeira de diferentes escalas, algumas mais artesanais e outras que prometem tornar o processo mais eficiente e inteligente.

Que tipos de pisos residenciais facilitam a circulação de cadeiras de rodas?

Uma das considerações de projeto mais importantes que os arquitetos residenciais têm a responsabilidade de abordar é a acessibilidade, assegurando que as pessoas com deficiência possam viver confortavelmente em sua própria casa sem impedimentos que bloqueiem a funcionalidade básica da casa. A acessibilidade para usuários de cadeira de rodas é uma preocupação arquitetônica particularmente importante devido a seus requisitos espaciais e materiais inalteráveis ​​e necessários. Como garantir o conforto de todos os usuários, incluindo pessoas com deficiência, é uma das obrigações essenciais de todos os arquitetos, o design para cadeirantes deve ser feito com o máximo cuidado e atenção, especialmente em ambientes residenciais. Abaixo, descrevemos uma série de estratégias para projetar pisos para circulação de cadeiras de rodas, ajudando os arquitetos a oferecer o máximo de conforto e acessibilidade

Fachadas leves: Como o drywall e as chapas cimentícias funcionam?

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Os sistemas de construção leve são basicamente constituídos por uma estrutura base de perfis de aço galvanizado, que pode ser coberta com painéis de gesso ou cimento. Dependendo de suas características particulares, cada painel permite que o sistema adicione maior resistência à umidade e ao fogo, além de diferentes níveis de isolamento térmico e acústico. Por que eles são eficazes quando aplicados em fachadas? Que possibilidades eles oferecem de acordo com sua composição? 

Como a digitalização e a construção remota mudarão nosso cotidiano na arquitetura?

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Arquitetos não constroem edifícios. Arquitetos fazem desenhos de edifícios. Mas é claro, alguém tem que construir o edifício. A indústria da construção é um dos maiores setores econômicos e todos interagimos diariamente com o ambiente construído, mas o trabalho real de obter um edifício do desenho à estrutura evoluiu pouco ao longo das décadas. Enquanto o restante do mundo esteja mudado para a Indústria 4.0, o setor da construção não acompanhou o ritmo. A arquitetura começou a adotar alguma digitalização. Afinal, a maioria de nós já não trabalha com compassos e nanquins sobre pranchetas. Assim, com o vínculo eterno do setor de arquitetura ao setor de construção, este último adotará alguns novos artifícios tecnológicos por associação? E quando isso acontecer, como isso mudará o papel do arquiteto?

Grandes projetos de construção geralmente levam 20% mais tempo do que o planejado e, quando finalizados, até 80% acabam estourando o orçamento. A construção é uma das indústrias com menor margem de lucro na economia de hoje. Nos últimos 75 anos a produtividade aumentou em até 1.500% nos campos de manufatura, varejo e agricultura. Nesse mesmo período, a produtividade na construção permaneceu quase a mesma. O campo emergente da tecnologia da construção, ou ConTech, visa mudar isso e trazer a construção para o século XXI.

Como arquitetos e profissionais da construção especificam materiais e produtos?

A aparência de uma obra de arquitetura ou projeto de interiores e sua manutenção ao longo do tempo são fortemente determinadas por sua materialidade e produtos utilizados. Se a escolha de materiais e produtos não for precisa, o trabalho poderá ser prejudicado estética e funcionalmente. 

Cozinhas monocromáticas: 3 estratégias projetuais com uma única cor

Um ambiente monocromático é um espaço em que a maioria de seus elementos é de uma única cor. E, embora seja muito comum as cores escolhidas serem em preto e branco, devido à sua neutralidade, é possível usar qualquer paleta de cores, aproveitando seus infinitos tons, subtons ou matrizes.