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Arquitetos: André Guerra Arquitetos, Douglas Vicentini
- Área: 400 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Reka Iluminação




As escadas costumam ser um elemento inevitável no DNA de uma edificação. Hoje em dia, elas não apenas cumprem uma função prática, mas também se tornaram verdadeiros elementos de destaque, especialmente quando combinadas com uma cor que certamente atrairá olhares. Entre as cores quentes, o vermelho é considerado a mais poderosa. Se, por um lado, evoca sensações de alegria e energia, por outro, remete a alerta e perigo. O vermelho é capaz de estimular uma ampla gama de emoções e, por isso, seu uso deve ser cuidadoso, delicado e bem planejado.

Como proteção contra as baixas temperaturas, os tapetes surgiram há cerca de 3.500 anos e, com o passar do tempo, tornaram-se uma verdadeira arte, alcançando um alto nível de especialização a partir do século XVI. Tapetes e tapeçarias de diversas formas, cores, texturas e padrões são utilizados nos diferentes ambientes das residências com o objetivo de satisfazer as necessidades de seus habitantes e proporcionar conforto aos espaços, estendendo-se, por vezes, além da finalidade para a qual foram originalmente concebidos.

Qual é o papel das florestas no nosso dia a dia? De que maneira elas podem se tornar espaços habitáveis? Quais estratégias podem ser implementadas para reduzir o impacto ambiental das nossas construções? No âmbito do Dia Internacional das Florestas, celebrado a cada 21 de março, o objetivo deste ano é conscientizar sobre os vínculos que se estabelecem entre as florestas e o nosso cotidiano. Mesmo com o avanço do desmatamento, as florestas representam uma fonte de grandes benefícios econômicos, sociais e ecológicos.

Ao final de mais um ano, a equipe do ArchDaily reúne os destaques da arquitetura em uma série de obras que buscam relembrar o conteúdo apresentado ao longo de 2022. Como parte desta iniciativa, nossa equipe de projetos apresenta uma das categorias mais populares entre o público leitor: a arquitetura residencial, com o objetivo de reunir os projetos que representam o melhor de uma vasta produção arquitetônica sob a ótica do nosso público.
Em um período marcado pela expectativa em relação ao futuro da arquitetura, mas também pela reflexão sobre o que foi produzido durante o ano que se encerra, apresentamos as 50 casas mais vistas no ArchDaily em espanhol durante o ano de 2022, mantendo o compromisso constante de oferecer ferramentas, inspiração e conhecimento para todas as pessoas que trabalham por um ambiente construído melhor.

Poucas tipologias arquitetônicas são tão atemporais quanto as padarias. Uma prática que se estende por milhares de anos, a arte da panificação possui raízes diversas. Hoje, as padarias combinam áreas de convivência, socialização, compras e trabalho. Embora a industrialização e a comercialização tenham transformado a arte da panificação e os produtos assados, as padarias continuam sendo importantes espaços comunitários para encontros e para a definição da identidade dos bairros.

Nos últimos anos, o trabalho remoto tornou-se cada vez mais comum, criando a necessidade de espaços domésticos que acomodem tanto a vida profissional quanto a pessoal. Isso se aplica especialmente a artistas, para quem a integração entre moradia e espaços de trabalho é essencial. Muitas vezes, esses locais também precisam funcionar como áreas de exposição para a produção artística, como pinturas, esculturas, cerâmicas e outras criações.
Essa fusão entre ambientes de trabalho e de moradia tem influenciado as tendências de arquitetura e design de interiores, priorizando a flexibilidade, a multifuncionalidade e uma estética que estimule tanto a criatividade quanto o conforto. Plantas livres, móveis modulares e soluções de iluminação adaptáveis tornaram-se elementos fundamentais em projetos que buscam harmonizar o cotidiano pessoal e profissional de forma fluida.

A casa carrega múltiplas identidades, funcionando como abrigo, santuário, local de trabalho e palco para rituais diários. Nos últimos anos, seu papel expandiu-se de maneiras sem precedentes. A pandemia, notadamente, forçou a casa a agir como um local de extraordinária adaptabilidade para absorver funções outrora delegadas a escolas, escritórios, academias e estúdios. Essa transformação mudou a forma como imaginamos a vida doméstica, instando-nos a pensar no lar não apenas como um cenário para atividades, mas como uma estrutura dinâmica para viver, produzir e criar. Diante dessa compreensão ampliada, artistas se deparam com uma nova questão: como a casa pode oferecer a flexibilidade necessária para a prática criativa?

Embora se tenha assumido por muito tempo que os recém-nascidos não enxergam cores, estudos mais recentes mostram que eles conseguem, de fato, distinguir diferentes tonalidades. E mesmo que as mentes jovens ainda não compreendam totalmente o que estão vendo, a impressão e o impacto de um estímulo visual vibrante geram uma resposta potente. Isso permanece válido ao longo de toda a vida: as cores podem influenciar nossos sentimentos de maneira profunda. Profissionais de arquitetura e design há muito utilizam essa relação a seu favor, especialmente em espaços internos. Seja para destacar elementos arquitetônicos específicos, criar determinadas atmosferas, delimitar áreas em layouts de conceito aberto ou iluminar um ambiente através dos acabamentos, as cores são ferramentas fundamentais para os/as profissionais durante todo o processo de projeto. Em especial, a combinação de múltiplos tons vibrantes — técnica conhecida como color blocking — pode ser um verdadeiro sucesso se bem executada.

A 23,5 graus ao norte e 23,5 graus ao sul da linha do Equador, respectivamente, situam-se os trópicos de Câncer e Capricórnio. A faixa de cerca de 4.800 quilômetros de largura entre eles, que envolve a Terra, é carinhosamente conhecida como o "cinturão do café". As condições climáticas tropicais e subtropicais dentro desse cinturão, bem como a alta porcentagem de terras localizadas a mais de 1.000 metros acima do nível do mar, criam as condições perfeitas para o desenvolvimento do cafeeiro.
Nessas regiões das Américas Central e do Sul, África e Ásia, o café é uma das principais exportações nacionais, tornando-se parte fundamental de muitas identidades locais. Assim, os interiores das cafeterias nativas desses países conseguem ser tão ricos e bem equilibrados quanto os grãos ali cultivados. Para quem vive no cinturão do café, a bebida é mais do que apenas um hábito diário: trata-se, literalmente, de uma fonte de sustento e vida. E, nesses estabelecimentos, o café é tratado com essa exata relevância.

A arte e a arquitetura passam por uma série de processos interpretativos anteriores à sua criação que envolvem o reconhecimento de uma capacidade de maravilhamento, experimentação, comunicação e imaginação. Compartilhando sensibilidades e buscas criativas, são capazes de modificar a vivência do mundo em resposta a um coletivo de ideias que, por vezes, desenham, pintam e escrevem sobre temáticas relacionadas à relação com a natureza, ao papel da sociedade no ambiente construído, aos sentidos que os espaços transmitem, entre outros.



