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Juan O'Gorman: O mais recente de arquitetura e notícia

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Guia de Arquitetura da Cidade do México: 38 projetos de Tenochtitlán ao século XXI

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A Cidade do México é uma vasta metrópole de temporalidades sobrepostas, onde a arquitetura atua como uma negociação contínua entre uma história profundamente enraizada e uma intensa mutação urbana. Construída sobre os vestígios aquáticos de Tenochtitlán, a malha urbana é um diálogo contínuo entre eras: a escala monumental do Templo Mayor pré-hispânico e a arquitetura vice-reinal da Catedral Metropolitana coexistem com os impulsos modernos e contemporâneos que definem seu perfil urbano. Essa justaposição densa cria um cenário urbano único, onde a geografia sagrada, a imposição colonial e a ambição do século XX se cruzam.

Os meados do século XX marcaram uma era definitiva de experimentação, forjando um modernismo mexicano que sintetizou com maestria o racionalismo estrutural internacional com a identidade e a materialidade locais. Essa síntese é simbolizada pela vasta integração plástica entre arte e arquitetura na Ciudad Universitaria, pela poesia estrutural das cascas paraboloides hiperbólicas de Félix Candela e pelo brutalismo cru e monumental de Teodoro González de León e Abraham Zabludovsky. Paralelamente, o domínio íntimo e introspectivo de Luis Barragán e Juan O'Gorman redefiniu o espaço doméstico, experimentando com a luz, as cores vernáculas e a honestidade tectônica para criar espaços de profunda quietude espacial.

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Clássicos e boa arquitetura: a habitação moderna no continente americano entre 1930 e 1960

Grande parte da produção da arquitetura moderna no continente americano foi baseada no modelo dos arquitetos europeus que, com suas obras, lançaram as premissas e ideias fundamentais para a vida moderna. Estes pilares da arquitetura foram transferidos, e consequentemente adaptados, ao território americano, introduzindo, ao mesmo tempo, suas próprias características de acordo com o contexto territorial, sócio-cultural e econômico. 

Entendemos que uma boa arquitetura é aquela que serve como modelo para resolver problemas inerentes ao campo em geral. É por isso que certas referências que consideramos hoje como "clássicos" são exemplos de boas práticas arquitetônicas que foram apropriadas por outros arquitetos, a partir da adoção de elementos pertinentes e necessários para alcançar um resultado de acordo com cada contexto particular. 

Curso livre "Arquitetura Moderna no México através de Juan O´Gorman, Luis Barragán, Mario Pani e Félix Candela"

A arquitetura moderna no México pode ser compreendida a partir de suas diversas vertentes. O curso busca estudar e discutir, através de aulas teóricas e expositivas, a obra de quatro grandes arquitetos desse período no México: Juan O´Gorman (1905-1982), Luis Barragán (1902-1988), Mario Pani (1911-1993) e Félix Candela (1910-1997). As aulas abordarão os contextos históricos, políticos e culturais no México neste período, além de apontar paralelos com a obra de Le Corbusier e com outros artistas como José Clemente Orozco, Mathias Goeritz e Jesús “Chucho” Reyes. Deste modo, o curso busca compreender não apenas o discurso e prática destes arquitetos, bem como a própria construção da Arquitetura Moderna no México.

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Clássicos da Arquitetura: Casas-Museu de Frida Kahlo e Diego Rivera / Juan O´Gorman

As casas gêmeas de Diego Rivera e Frida Kahlo, atual sede do Museu Casa Estúdio, foram encomendadas em 1931 para o jovem arquiteto e amigo da família, Juan O'Gorman. Esta importante obra foi uma das primeiras construções funcionalistas da América Latina, incorporando o estilo orgânico mexicano de maneira muito natural. O conjunto abrange uma casa para Frida e outra para Diego, com um estúdio em cada uma delas.

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Baixe gratuitamente o livro "Arquitetura para Colorir" de Carmelina&Aurelio

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O Taller de Arquitectura Carmelina&Aurelio, de Tuxtla Gutiérrez no México, lançou um livro com ilustrações de obras famosas da arquitetura para colorir. A publicação em formato PDF está disponível gratuitamente para download e conta com obras de Oscar Niemeyer, Luis Barragán, Sordo Madaleno Arquitectos, entre outros.

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Arquitetura ou revolução: as casas de Frida Kahlo e os 90 anos do movimento funcionalista

Formas geométricas, paredes de concreto armado aparente, instalações elétricas à vista, grandes janelas que priorizam luz e ventilação naturais, jardins que prezam por plantas autóctones. As primeiras construções do arquiteto mexicano Juan O’Gorman, construídas entre 1929 e 1932, trazem uma estética que pode ser vista nos dias atuais, mas na realidade são a pura expressão de uma das correntes do movimento modernista do século 20, o funcionalismo.

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Além dos Mestres Modernistas: Arquitetura Contemporânea na América Latina / Felipe Hernández