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Inclusão Social: O mais recente de arquitetura e notícia

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Além da habitação acessível: integrando infraestrutura cívica em empreendimentos de uso misto nos EUA

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Durante grande parte do século XX, a habitação social nos Estados Unidos foi concebida como uma categoria residencial distinta, moldada por estruturas de financiamento e práticas de incorporação que segregavam a moradia para populações de baixa renda das funções cívicas e comerciais mais amplas da cidade. A legislação federal de habitação e as políticas subsequentes de renovação urbana contribuíram para a construção de grandes conjuntos residenciais que, frequentemente, eram financiados e geridos de forma independente da infraestrutura urbana circundante. As consequências dessa abordagem — que incluem a concentração da pobreza, a deterioração das edificações, a desigualdade no acesso a serviços e a posterior demolição de importantes projetos de habitação pública — estão amplamente documentadas.

Hoje, a provisão de habitação social está estreitamente vinculada a mecanismos econômicos e regulatórios que determinam sua viabilidade, desde o valor da terra e custos de construção até leis de zoneamento e subsídios públicos. Os programas de crédito habitacional desempenham um papel significativo no financiamento do aluguel social, ao passo que a alocação de recursos em regime de concorrência e a pressão para maximizar a entrega de moradias impõem uma forte ênfase na conformidade regulatória.

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Projetando o entre-lugar: da visão de bairro à política urbana em Barcelona

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Na Europa, as cidades enfrentam o desafio de adaptar as condições urbanas existentes às mudanças climáticas e a verões cada vez mais quentes ao mesmo tempo em que buscam melhorar o acesso à natureza, a espaços públicos de qualidade e aos recursos necessários para a vida diária. O ReGreeneration, uma iniciativa do programa Horizon Europe que atua em nove cidades europeias, aborda esse desafio por meio de estratégias de renaturalização urbana em escala de bairro. Ao conectar diretrizes para bairros completos, espaços comunitários e soluções baseadas na natureza para cidades, o projeto em Barcelona analisa como a adaptação climática pode ser integrada aos espaços residuais e periféricos do cotidiano. Como parte de uma série que acompanha o ReGreeneration pelas cidades participantes, este artigo se volta para Barcelona, onde o projeto atua no bairro de Trinitat Nova para explorar como pequenos espaços urbanos, frequentemente negligenciados, podem contribuir para modelos de regeneração mais amplos.

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A Cozinha Pública: Como os Mercados Asiáticos Transformam o Ato de Comer em Vida Cívica

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In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.

Hong Kong's Municipal Services Buildings and curbside dining are where food is understood not only as culture, but as urban organization. The cooked-food center in the city folds eating into a larger civic machine of wet markets, libraries, and sports halls. The dai pai dong and street-side table, meanwhile, transform the curb into a temporary dining room. Looking beyond Hong Kong, similar questions emerge across the region. How do cities make room for social eating? Where does cooking happen when domestic space is limited? What kind of architecture supports the mess and heat of everyday food?

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Espaços públicos socialmente justos são cruciais para sociedades prósperas

Uma das instâncias mais radicais de transformação do espaço público aconteceu recentemente. Durante os primeiros meses da pandemia de Covid-19, o espaço público se transformou em "um recurso médico, centro de distribuição, espaço de transbordamento, local de protesto e resistência, academia, centro para idosos, centro comunitário, creche, pátio escolar, boate, via de transporte, restaurante ao ar livre, shopping center, parquinho infantil, teatro aberto, espaço de música, refugio natural e um lugar de pertencimento, de 'sentir-se em casa'".

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AWBQ lança guia para promover práticas inclusivas nas cidades

A organização Arquitetura Sem Fronteiras Quebec (ASFQ) divulgou o catálogo Architecture + Homelessness: Inclusive Practices for a Supportive City. A publicação, disponível em inglês e francês, foi criada para incentivar escritórios de arquitetura e design a contribuirem para o bem-estar das pessoas em situação de rua. O catálogo faz parte de um projeto de pesquisa em andamento iniciado pela ASFQ e apoiado pelo Governo de Quebec e pela Cidade de Montreal.

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Diversidade regional e novas práticas nas premiações de arquitetura no Brasil

Neste episódio, o Arquicast conversa com o júri do 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake Akzonobel sobre os bastidores dessa importante premiação nacional de arquitetura, os critérios aplicados na seleção dos projetos, além de conhecer um pouco do perfil de cada jurado, que contribuiu para a construção da identidade desta edição do prêmio.

A iluminação como ferramenta de seguraça nos espaços públicos

A simples atividade de dar uma caminhada à noite pode facilmente se transformar de um passatempo relaxante em uma empreitada perigosa se retirarmos apenas um elemento da paisagem urbana: a iluminação pública. Embora nem sempre reconhecida como um aspecto fundamental dos ambientes urbanos, a iluminação artificial tem desempenhado um papel essencial nas cidades modernas. O controle do crime, o apelo da vida noturna, o surgimento da vitrine, movimentos revolucionários, utopias e ideais de equidade social são todos conceitos cujo desenvolvimento está estreitamente ligado à história da iluminação pública. Avanços tecnológicos ao longo dos últimos séculos vem moldando a aparência e o simbolismo dos postes de luz. Ainda assim, esse elemento permaneceu ao longo da história.

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Como Amsterdã usa a economia da rosquinha para criar estratégias equilibradas para pessoas e meio ambiente

Em 2020, em meio à primeira onda de bloqueios devido à pandemia, o município de Amsterdã anunciou sua estratégia para se recuperar dessa crise adotando o conceito de “Economia Donut” (traduzido também como economia da rosquinha). O modelo é desenvolvido pela economista britânica Kate Raworth e popularizado por meio de seu livro, Doughnut Economics: Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist, lançado em 2017. Ela argumenta que o verdadeiro propósito da economia não precisa igualar o crescimento. Em vez disso, o objetivo é encontrar um ponto ideal, uma forma de equilibrar a necessidade de fornecer a todos o que precisam para viver uma vida boa, uma “base social”, enquanto limitamos nosso impacto no meio ambiente, “o teto ambiental”. Com a ajuda de Raworth, Amsterdã reduziu essa abordagem às proporções de uma cidade. O modelo agora é usado para informar estratégias em toda a cidade em apoio a essa ideia abrangente: proporcionar uma boa qualidade de vida para todos sem colocar mais pressão no planeta. Outras cidades estão seguindo este exemplo.

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Cidades 8-80: como projetar espaços urbanos para pessoas de todas as idades?

Um dos maiores desafios que o planejamento urbano encontra hoje é como prever e sistematizar o inevitável crescimento de uma cidade. Os anos se passam e as grandes cidades continuam expandindo suas fronteiras em direção à periferia, e de fato, estima-se que 70% de todos os habitantes do planeta deverão estar vivendo em cidades até o ano de 2050. Neste contexto, como poderíamos construir cidades mais sustentáveis, saudáveis e equitativas para enfrentarmos os desafios do futuro?

III Seminário "Acessibilidade: Limites e Possibilidades", online

O III Seminário (online) Acessibilidade: Limites e Possibilidades é um evento organizado pelo Projeto de Extensão “Acessibilidade no espaço interior”, vinculado aos Grupos INTRA e LEAUD, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora (FAU UFJF), bem como ao Programa de Pós-Graduação em Ambiente Construído (PROAC), que acontecerá nos dias 24 e 25 de agosto de 2020, das 19h às 21h.

Morar Mais por menos

Nascida no Rio em 2004 com 77 edições realizadas em 14 capitais, o evento de arquitetura, decoração e design mais descolado e ousado da cidade estará de volta em Outubro de 2020.

Peru, Equador e Venezuela, vencedores do V concurso de desenvolvimento urbano e inclusão social da CAF

Um projeto cuja metodologia se concentra em meninos e meninas como agentes de mudança nos bairros de Lima é o vencedor da quinta edição do concurso de desenvolvimento urbano e inclusão social do CAF. O concurso buscava propostas em cidades latino-americanas que proponham uma melhoria integral do habitat nas comunidades, especificamente a melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos, e a integração de assentamentos espontâneos à cidade através da concepção e desenho de propostas inovadoras, relevantes, justificadas e viáveis.

Este concurso é uma iniciativa do Programa Cidades com Futuro do CAF, cujo objetivo é acompanhar as autoridades latino-americanas na criação de cidades cada vez mais inclusivas, conectadas, integradas espacialmente, econômicas e socialmente com acesso universal a serviços básicos, oportunidades de formação e ambientalmente responsáveis.

Estes são os projetos premiados: