O mais recente marco da China, o Museu Marítimo Nacional está agora aberto ao público. Seis anos em construção, o projeto é o primeiro de seu tipo. Projetado pela COX Architecture, depois de vencer o concurso internacional de design em 2013, o museu está localizado em Binhai New Area, uma área de expansão urbana recente no distrito da cidade de Tianjin.
Os espaços internos de museus, por meio de exposições, constroem narrativas que atribuem lógica e sentido (em outros contextos talvez não existentes) aos objetos expostos. Isto é, os recursos utilizados em uma mostra são capazes de conferir significados à medida em que são estabelecidas as conexões não só entre as peças expostas, mas também entre o projeto expográfico e a obra de arte.
A AMO, o laboratório de ideias do Escritório de Arquitetura Metropolitana (OMA), cofundado por Rem Koolhaas, e liderado por Samir Bantal, anunciou uma recente colaboração de pesquisa com a Volkswagen. Focada nas áreas rurais e no campo, a parceria analisará o futuro da mobilidade rural, através de um primeiro estudo conceitual sobre tratores elétricos.
A partir das formas de narrar, as exposições de arquitetura promovem a difusão de conhecimentos e questionamentos inseridos na teoria e prática da disciplina. Para além da apreensão de determinado objeto ou conjunto arquitetônico a partir da vivência naquele espaço, as exposições de arquitetura apresentam conteúdos estabelecidos por meio de percursos narrativos, classificações, aproximações ou contraposições, expandindo o conhecimento sobre a arquitetura, se não pela experiência in loco, pela forma de expor as peças gráficas. Nesse sentido, a curadoria e a prática expográfica podem construir novos questionamentos no campo da arquitetura, incitando no visitante o exercício da crítica.
Marte faz parte do imaginário das pessoas há décadas, servindo de tema a ficções literárias e cinematográficas que fascinaram diferentes gerações. Também tem sido objeto de desejo de ambiciosos empresários como Elon Musk e Jeff Bezos, que iniciaram uma corrida bilionária para ocupar o planeta vermelho. Mas a humanidade tem mesmo o direito de colonizar Marte? E, caso positivo, a quem interessa essa ambiciosa tarefa?
O Bjarke Ingels Group (BIG) inaugurou recentemente a sua última exposição de projetos de arquitetura no Danish Architecture Center. Chamada de “Formgiving - Uma História Arquitetural do Futuro, do Big Bang à Singularidade”, a exposição nos convida à refletir sobre a evolução da arquitetura ao longo dos últimos anos.
O Museu de Arte Contemporânea de Chicago vai apresentar uma exposição com curadoria da AMO dedicada ao trabalho do artista e designer ultramoderno eVirgil Abloh. Intitulado “Virgil Abloh: Figures of Speech”, o espaço imersivo foi projetado pelo curador-chefe do Museu, Michael Darling, e Samir Bantal, diretor do setor de pesquisa do OMA, focando no processo criativo e o trabalho colaborativo de Abloh que redefine moda, arte e design.
Ainda que o livro A Arquitetura da Felicidade não tenha causado muito alvoroço logo após a sua publicação no início dos anos 2000, o conceito defendido pelo seu escritor, Alan de Botton, de que a arquitetura é um elemento fundamental para a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas, parece estar ganhando cada vez mais força e seguidores ao longo dos últimos anos. Pensando nisso, o Canadian Centre for Architecture de Arquitetura (CCA), em parceria com o curador Francesco Garutti, está apresentando uma exposição questionando as maneiras pelas quais a "indústria da felicidade" tem passado a explorar e controlar a vida das pessoas depois da crise financeira de 2008.
Our Happy Life, Architecture and Well-being in the Age of Emotional Capitalism (Nossa Vida Feliz, Arquitetura e Bem-estar na Era do Capitalismo Emocional) é uma exposição de projetos de arquitetura, obras de arte e fotografias. Samuel Medina, editor da Metropolis Magazine, conversou com Garutti para esclarecer os conceitos por trás da exposição do CCA, o impacto das mídias sociais em nossas vidas e o significado da arquitetura nos dias de hoje.
O Centre Pompidou de Paris está inaugurando uma novíssima exposição que contará com duas esculturas dinâmicas desenvolvidas através de novas tecnologias de inteligência artificial. A primeira delas, intitulada “La Fabrique du vivant”, apresentará “H.O.R.T.U.S. XL Astaxanthin.g”, uma criação desenvolvida pelo ecoLogicStudio em colaboração com o Synthetic Landscape Las da Universidade de Innsbruck e o Grupo CREATE / WASP Hub da Universidade do Sul da Dinamarca. A segunda estrutura vida, denominada "XenoDerma", foi concebida pelo Urban Morphogenesis Lab, coordenado por Claudia Pasquero no "The Bartlett" da University College London.
Entre os dias 20 de fevereiro e 15 de abril, ambas estruturas estarão abertas ao público, questionando os significados de “vida” na era digital, e nos convidado a refletir sobre as novas interações entre a ciência, a neurociência e a biologia sintética nos dias de hoje.
A sede da Cooper Union em Nova Iorque receberá uma nova exposição que pretende ilustrar o impacto das novas tecnologias nos processos de representação de arquitetura. Chamada de “Drawing codes: experimental protocols of architectural representation: volume II” a exposição explora a maneira como “as novas tecnologias de projeto e construção tem impactado nos processos criativos de representação dos arquitetos e como estas novas ferramentas tem transformado a maneira como percebemos e concebemos nossos projetos."
A exposição contará com mais de vinte projetos experimentais desenvolvidos por escritórios de arquitetura como o Aranda \ Lasch, o Höweler + Yoon e o Outpost Office. Os arquitetos foram desafiados à transpor o conceito de “regra” ou "código" naquilo que se refere a um projeto de arquitetura e sua representação. Por outro lado, um conjunto bastante restritivo de elementos deveria ser respeitado, incluindo a representação em preto e branco e apenas bidimensional.
De masterplans a design de produto, o escritório Zaha Hadid Architects vem explorando o formalismo na arquitetura a partir de métodos inovadores de projeto há mais de 40 anos. Em 2006, uma colaboração dos arquitetos com designers de mobiliário levou a criação do Zaha Hadid Design, grupo que serviu tanto como um processo iterativo como resultante de um projeto arquitetônico contínuo.
Uma exposição pop-up, localizada no térreo do premiado edifício de ZHA no High Line de Nova Iorque, tem como objeto de exposição maquetes em escala do próprio edifício. Para honrar e apresentar o trabalho do escritório nas últimas quatro décadas, a Zaha Hadid Gallery expõe uma série de projetos em uma ampla gama de mídias, incluindo os Silver Models, que representam oito dos principais trabalhos da empresa.
Possivelmente a maior exposição dedicada á arquitetura brasileira realizada fora do país desde Brazil Builds, exibida em 1943 no MoMA, é inaugurada na Casa da Arquitectura em Matosinhos - Portugal. O Centro Português de Arquitetura ainda apresenta a exposição “Duas Casas”, de Paulo Mendes da Rocha , que receberá o título de Sócio Honorário da Casa da Arquitectura em cerimônia que será realizada no dia 30 de setembro. Nesta exposição serão exibidas as Casas Gerassi e Casa da Rua do Quelhas, em Lisboa, que foi desenhada em coautoria com arquiteta portuguesa Inês Lobo.
https://www.archdaily.com.br/pt/902863/inaugura-hoje-a-exposicao-infinito-vao-nil-90-anos-de-arquitetura-brasileiraPedro Vada
"O verdadeiro amor é vão, estende-se infinito, Imenso monolito, nossa arquitetura." - Gilberto Gil, Drão
Há pouco mais de dois anos a Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura deu início a um enorme esforço que tinha como objetivo reunir um acervo de obras significativas dos últimos 90 anos da história da arquitetura brasileira. Além de aumentar o já imponente acervo da Casa - que conta, entre outros itens, com centenas de maquetes originais de Souto de Moura - o acervo de mais de oito mil documentos da arquitetura brasileira dará corpo à exposiçãoInfinito Vão, com curadoria de Guilherme Wisnik e Fernando Serapião.
A "Fun House", exposição temporária interativa que faz parte da programação de verão no Summer Block Party do National Building Museum, foi inaugurada dia 4 de julho e traz uma série de estruturas temporárias dentro do Salão Principal. Mais de 1500 pessoas visitaram a exposição em seu dia de abertura.
Hide & Seek by Dream The Combine para o MoMA e MoMA PS1 Young Architects Program 2018, de 28 de junho a 3 de setembro, 2018. Imagem cortesia de MoMA PS1. Foto por Pablo Enriquez.
O Museu de Arte Moderna (MoMA) abriu sua exposição Young Architects Program 2018 no MoMA PS1 em Long Island City, Nova York. Agora, em sua 19ª edição, o Young Architects Program oferece aos talentos emergentes no mundo da arquitetura a oportunidade de “projetar e apresentar projetos inovadores, desafiando os vencedores de cada ano a desenvolverem ideias criativas para uma instalação externa temporária que forneça sombra, assentos e água. "
A exposição contempla as coreografias urbanas, travessias, confluências, incursos, percursos, demarcações, disseminários e celebrações realizadas pelo Terreyro entre 2014 e 2017
Exposição “Ao Público o que é Público” e Lançamento da Publicação “Mitológicas do Terreyro Coreográfico”
O escritório Morphosis divulgou imagens de seu projeto para o OCMA, Orange County Museum of Art, na Califórnia. Segundo os arquitetos, o projeto pretende criar uma "presença urbana aberta e envolvente no maior centro de artes e cultura de Orange County."
Com mais de 4.000 m² o museu possibilita que o OCMA organize exposições e instalações temporárias. O museu abrigará aproximadamente 2.300 m² de galerias, o que representa um aumento de 50% de área expositiva quando comparado com a organização atual em Newport Beach.
O centro Valenciano, Espai Alfaro, inaugurou a exposição "AlfaroSiza", apresentando um dueto entre o arquitecto Álvaro Siza e o escultor Andreu Alfaro, co-comissariado por Fran Silvestre e António Choupina.