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Projetando com Empatia: De Cidades Inteligentes a Cidades Sensíveis

O futuro das cidades tem sido definido há muito tempo pela inteligência: redes de sensores, dados e sistemas de engenharia. De algoritmos de fluxo de tráfego a painéis de controle climático, a cidade inteligente prometia tornar a vida urbana otimizada, mensurável e previsível. No entanto, em meio a essa abundância tecnológica, algo essencial parece ausente: a sensibilidade. As cidades estão se tornando cada vez mais equipadas para processar informações, mas menos capazes de perceber a atmosfera, a emoção ou o cuidado.

Como revelam os debates globais recentes sobre inovação urbana, o próximo desafio não é adicionar mais dispositivos, mas sim cultivar novas formas de consciência. Uma cidade sensível escuta seu clima, se adapta a seus habitantes e responde aos ritmos sutis do ambiente. Nessa transição da computação para a percepção, a arquitetura e o desenho urbano estão redescobrindo a inteligência como uma forma de empatia.

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Do Smart ao Inteligente: Evolução na Arquitetura e nas Cidades

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"Os limites da nossa linguagem de projeto são os limites do nosso pensamento de projeto". A declaração de Patrik Schumacher sugere sutilmente uma mudança em curso no ambiente construído, que vai além da mera integração tecnológica para incorporar a inteligência nos espaços e cidades que habitamos. O futuro aponta para a possibilidade de os edifícios desempenharem funções que vão além de abrigar a atividade humana, passando a participar ativamente na configuração da vida urbana.

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Bienal de Arquitetura de Tallinn começa em 7 de setembro sob o tema “A Arquitetura do Metabolismo”

Dedicada ao tema "Edible; Or, The Architecture of Metabolism", a 6ª edição da Bienal de Arquitetura de Tallinn (TAB) 2022 abre em 7 de setembro de 2022, em parceria com o ArchDaily e sob a curadoria de Lydia Kallipoliti e Areti Markopoulou, em colaboração com o consultor local Ivan Sergejev. Dividida em cinco eixos temáticos — Máquinas vivas, Ciclo de vida, Alimento e geopolítica, Sistemas alimentares e o Acordo alimentar do futuro —, a TAB convida o público a refletir sobre comida e arquitetura, além de reimaginar os sistemas alimentares globais e a capacidade da arquitetura de realizar processos metabólicos.

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Como resolver plantas circulares adequadamente

Frequentemente, quando as pessoas pensam em edifícios, elas costumam imaginar estruturas retangulares - ou, pelo menos, estruturas com plantas ortogonais e ângulos rígidos. Certamente, não edifícios com plantas circulares. A raridade da planta circular vem em parte do fato de que escolhas mal feitas de projeto podem levar a desperdício de espaço e arranjos internos inadequados, especialmente se os móveis e eletrodomésticos forem retangulares. No entanto, planos circulares bem projetados podem ter um efeito dramático, gerando configurações espaciais extraordinárias que atendem a uma variedade de necessidades estéticas e funcionais, enquanto desafiam o processo de especificação de materiais. Abaixo, listamos 18 edifícios com plantas circulares, considerando suas diversas estratégias de projeto.

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Cortina desenvolvida pelo ecoLogicStudio utiliza CO2 para produzir bioplástico

O escritório de arquitetura e urbanismo com sede em Londres, ecoLogicStudio, acaba de inaugurar uma instalação em forma de “cortina urbana”, uma estrutura para filtrar o ar e atenuar os impactos do efeito estufa. Chamada de “Photo.Synth.Etica”, a estrutura foi desenvolvida em colaboração com a Climate-KIC, uma das principais iniciativas lançadas pela União Europeia para melhorar a qualidade do ar nas grandes cidades e minimizar os efeitos do aquecimento global.

A primeira versão da Photo.Synth.Etica, atualmente em operação no Castelo de Dublin, na Irlanda, é capaz de fixar e armazenar até um quilo de CO2 por dia, algo equivalente à capacidade de fixação de CO2 de pelo menos vinte árvores de grande porte.

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