
Venha vivenciar uma experiência especial durante a SEMANA DE DESIGN DE SÃO PAULO - DW! 2021.

Venha vivenciar uma experiência especial durante a SEMANA DE DESIGN DE SÃO PAULO - DW! 2021.

Arquitetura & Jogo é uma exposição a propósito de brincadeira e imaginação, de experiências construídas e narrativas mitológicas. Centra-se na ideia de «Criação de Mundos» e aproxima duas personagens: o arquiteto e a criança. Os jogos infantis sempre foram um terreno fértil para a invenção de «Mundos». Do mesmo modo, os arquitetos também imaginam novos «Mundos». Estes mundos, e os mecanismos de invenção de que dependem, são a essência da exposição, que aborda temas tão variados como a infância e a educação, o planeamento urbano, o espaço público, a história, a arquitetura, a arte e a invenção, com o objetivo de traçar a história tanto dos «Mundos» imaginários, quanto dos imaginados.

As maquetas e desenhos são um instrumento privilegiado para compreender a arquitetura: mostram a forma e a expressão física dos edifícios. Esta exposição reúne um conjunto de maquetas que, após terem sido expostas no passado para representar arquiteturas, ficaram à guarda do Centro Cultural de Belém. Tal como os edifícios construídos, cuja forma repetem em miniatura, o tempo passa por elas e deixa as suas marcas. Vinte anos depois de terem sido apresentadas, são como tesouros que mostram mais do que reflexos de uma época.

Um pavilhão de madeira sustentável de reflorestamento formado por 24 painéis fotográficos e tipográficos, em plena Praça Mauá, irá receber, de 8 de setembro a 17 de outubro, a exposição Futuro Agora – Revisitando a Arquitetura em Terra, contribuindo com novas formas de pensar e entender os desafios da arquitetura contemporânea, com questões urgentes. A mostra proporciona uma experiência arquitetônica unindo o conhecimento do que se tem de mais novo na alta tecnologia a um dos primeiros materiais usados na construção, a terra (como a argila e o barro), e suas aplicações contemporâneas.

Concebida a partir do acervo do museu MAXXI em Roma, a itinerância de Em Casa, na Garagem Sul, Centro Cultural de Belém em Lisboa, é complementada por exemplos portugueses, expandindo leituras e significados potenciados pelos materiais apresentados. A exposição parte da pequena escala do abrigo e vai até à grande dimensão da habitação coletiva, revelando experiências híbridas e complexas que são testemunho de novos modos de relação entre o indivíduo e a comunidade.

A Galeria da Cidade recebe a exposição Artacho Jurado no Desenho da Cidade, sobre o arquiteto autodidata que projetou e construiu marcos da São Paulo moderna como o edifício Bretagne, Cinderela, Louvre, entre outros. A abertura para o público ocorre no dia 4 de setembro, sábado, data que celebra os 114 anos de seu nascimento.
Avesso aos códigos rígidos do modernismo corrente na época, Jurado desenvolveu um estilo próprio, com detalhes requintados e muitas cores, além de uma generosidade dos espaços e dos programas, abrindo quase sempre o térreo de seus edifícios para a cidade. Graças à sua linguagem extrovertida, foi comparado, pelo crítico Décio Pignatari, ao arquiteto catalão Antoni Gaudí.

Novos Talentos Brasileiros – Design & Arte recebe inscrições para a edição de 2021, e esse ano com uma nova categoria: "Objetos Decorativos".
De 10 de setembro a 26 de setembro de 2021 o CasaShopping sediará a 6ª edição do projeto, promovido pela Morar Mais Cultural, com o objetivo de ser uma vitrine para novos talentos e impulsionar o mercado de design.

O escritório Zaha Hadid Architects foi convidado a expor na 17ª Exposição Internacional de Arquitetura — A Bienal de Veneza de 2021. Intitulada de ‘Ecologias Urbanas de Alto Desempenho’- ‘High-performance Urban Ecologies’. A instalação responde ao tema das Comunidades Resilientes, exibindo o Alis Meeting Pod, uma estrutura modular projetada para o Masteplan da Unicorn Island, que está atualmente em construção em Chengdu, na China. A instalação está exposta no Giardino delle Vergini, na entrada do Pavilhão italiano.

Dentre os escritórios mais amplamente difundidos e consolidados no mundo, o OMA - Office for Metropolitan Architecture, fundado na década de 1970 por Rem Koolhaas, Elia Zenghelis, Madelon Vriesendorp e Zoe Zenghelis, definitivamente faz parte do panteão dos mais famosos. Fato curioso é que, embora receba grandes comissões e já tenha construído obras emblemáticas em diversos países, o escritório é frequentemente associado a uma abordagem menos centrada no projeto arquitetônico, extrapolando os limites rígidos do campo disciplinar e englobando outras áreas de atuação.

O Memorial da Resistência de São Paulo, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, inaugura no sábado, dia 26 de junho de 2021, a mostra biográfica “Yona Friedman: Democracia”. Com curadoria de Ana Pato, coordenadora do Memorial, a mostra apresenta um recorte da produção do arquiteto, artista, sociólogo e antropólogo franco-húngaro Yona Friedman (1923-2020), apresentando animações, manuais desenvolvidos com a ONU, instalações dentro e fora do edifício, intervenções urbanas em parceria com coletivos da região central, além de encontros públicos em parceria com o Sesc Bom Retiro.

“Quando usamos um banheiro, embora fechemos a porta ao entrar, nunca estaremos sozinhos. Muito pelo contrário. Ao adentrar nesse espaço, nos embrenhamos em uma rede de diferentes corpos, infraestruturas, ecossistemas, normas culturais e códigos sociais”. Embora banheiros sejam muitas vezes negligenciados, tratados apenas como uma infra-estrutura banal e necessária, eles são, na verdade, um território onde questões de gênero, religião, etnia, higiene, saúde e também economia são claramente definidas e expressas. Pensando nisso, Matilde Cassani, Ignacio G. Galán, Iván L. Munuera e Joel Sanders desenvolveram o projeto de dois pavilhões para a 7ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, nos quais eles exploram o banheiros como um território de disputas políticas e sociais.
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Respondendo ao tema, “Como viveremos juntos” de 115 maneiras diferentes, a Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 deu as boas-vindas, fisicamente, ao grande público, em 22 de maio de 2021. Ao se abrir para o mundo, o tema atemporal, porém sensível ao contexto, gerou um coletivo imaginário, destacando um mundo que prefere viver junto a ficar separado. Construindo uma narrativa arquitetônica do presente, que reflete sobre um futuro resiliente, o interrogatório, feito pela primeira vez em 2019, ganhou mais relevância com a pandemia, que paralisou o mundo. Com muito otimismo e amor a arte, a mostra de arquitetura abriu as portas a um público ansioso e revelou qualidades recorrentes nas intervenções apresentadas.

Quando foi escolhido pela Biennale di Venezia para dirigir a 17ª Exposição Internacional de Arquitetura, Hashim Sarkis desafiou os curadores nacionais a responderem uma pergunta urgente e nada fácil: como viveremos juntos? Nem ele, nem os curadores, nem ninguém esperava o que estaria por vir. Passado um ano e meio de pandemia global, a pergunta assume novos significados e apresenta, certamente, desdobramentos outros que extrapolam qualquer noção previamente vislumbrada pela organização do evento.
Neste contexto de incertezas globais, informada por um país marcado pela desigualdade social, Utopias da vida comum – título da participação brasileira elaborada pelos Arquitetos Associados em colaboração com o designer visual Henrique Penha – busca estabelecer um diálogo entre o passado moderno e um futuro possível (e melhor) para as cidades brasileiras. Tivemos a oportunidade de conversar com o arquiteto Carlos Alberto Maciel sobre a mostra que ocupará o Pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza. Leia a seguir:

GEO.graphias • desenhos de arquitectura
exposição coletiva com curadoria de Antonio Lettieri, Catarina Croft e Amílcar Nunes.
da MEMÓRIA ,
do CORPO,
do TEMPO,
da LINGUAGEM construída por 5 jovens ateliers portugueses, hoje.

Arquigrafias. Guido Guidi e Álvaro Siza é a exposição que assinala a reabertura ao público da Casa da Arquitectura, depois do confinamento. A mostra de fotografias do italiano Guido Guidi sobre obras do arquiteto Álvaro Siza tem curadoria de Paula Pinto e Joaquim Moreno e fica em cartaz na Galeria da Casa de 17 de abril a 3 de outubro 2021.
Os curadores selecionaram oito projetos situados em Lisboa, Porto e Matosinhos, que estão representados através de 97 imagens captadas pela lente de Guido Guidi. Arquigrafias oferece assim um “diálogo entre a obra fotográfica de Guido Guidi (Cesena, 1941) e a obra arquitetónica de Álvaro Siza (Matosinhos, 1933) e constitui um encontro singular entre duas figuras ímpares nos seus respetivos campos de trabalho”.

A 6º edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que acontecerá em 2022, traz como tema Terra. Com diferentes significados consoante a escala e o observador, Terra expressa o território, a urbe, a paisagem, o lugar ao qual pertencemos ou um continente visto do mar. Pode ser um planeta habitável ou matéria para cultivo. Pode estar em excesso ou fazer falta e pode ser um obstáculo ou um elemento na construção de comunidades. E é com o sentido de emergência que a Trienal 2022 convoca a reflexão sobre todas estas dimensões que estão intimamente relacionadas com a arquitectura.

Diante do cenário da pandemia de coronavírus, foi preciso repensar a relação entre as pessoas e o espaço à sua volta. Enquanto espaços fechados, que costumam reunir aglomerações de pessoas, os museus não tiveram outra saída a não ser fechar as portas à medida que o número de casos de infecções aumentava. A programação destes espaços, por outro lado, não necessariamente foi interrompida. Ainda que alguns grandes eventos na área de arquitetura e urbanismo tenham sido adiados para uma data em que espera-se que a pandemia tenha sido controlada (como é o caso da 17ª edição da Bienal de Arquitetura de Veneza), muitos museus, galerias e demais espaços expositivos viram o momento como uma oportunidade para estreitar suas relações com o formato virtual.

ATUALIZAÇÃO: A 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo estende o prazo de inscrições de propostas do Concurso de Co Curadoria até dia 31 de janeiro de 2021, às 23h59. As propostas podem ser enviadas pelo site da Bienal. Esta edição conta com uma comissão composta por 12 membros, que inclui representantes do IAB de outros Estados para conferir pluralidade no acompanhamento do evento de alcance nacional e internacional.