
A 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa está por começar, o evento que conta com uma série de atividades começa no dia 05 de Outubro até o dia 11 de Dezembro.


A 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa está por começar, o evento que conta com uma série de atividades começa no dia 05 de Outubro até o dia 11 de Dezembro.


Até o dia 1º de outubro, o arquiteto Daniel Dillenburg, aluno do Mestrado em Arquitetura e Urbanismo da UniRitter, mostra seus croquis na exposição gratuita “Urban Sketching: Desenhos Urbanos”. A mostra é aberta para visitação no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, na Sala O Retrato (Rua dos Andradas, 1223).

Próximamente inaugura-se a 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa o evento que conta com uma série de atividades começa no dia 08 de Outubro até o dia 11 de Dezembro.


Na próxima semana inaugura-se a 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa com uma programação intensa às diversas actividades vão até o dia 11 de Dezembro.
Os poderosos processos de urbanização que ganharam forma durante o século XX concederam aos arquitectos material para construírem abordagens ideológicas tomadas directamente da cidade e da sua acelerada transformação.

A artista e escritora Yayoi Kusama criou uma instalação na Casa de Vidro em comemoração ao 110° aniversário de Philip Johnson e ao 10° aniversário de abertura da famosa casa ao público.
Até o dia 26 desse mês, Dots Obsession – Alive, Seeking for Eternal Hope estará à mostra, cobrindo a envoltória da Casa de Vidro com um padrão de bolinhas. "Os visitantes que forem à casa nesse período terão a experiência única de, simultaneamente, ver o mundo através dos olhos de Philip Johnson e Yayoi Kusama.”

A exposição "Utopias Cariocas", montada durante a Semana Design Rio, no Armazém 6, na Zona Portuária do Rio, convida o visitante a conhecer projetos de sonhos para o Rio de Janeiro. A revitalização da Ilha das Cobras, na Baía de Guanabara, a construção de ilhas satélites e a implantação de um sistema de transporte aquático ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas, além de teleféricos acima das árvores que fariam a ligação dos parques da Zona Sul à Floresta da Tijuca, estão entre os esboços elaborados por dez renomados escritórios de arquitetura cariocas.

Quais são suas referências? É uma pergunta que escutamos durante toda a carreira. Imagens de projetos e arquiteturas que admiramos convertem-se no ponto de partida para muitos estudantes e arquitetos no momento de enfrentar um papel em branco. São ferramentas úteis para lidar com novos programas e tipologias, mas, também, podem ser uma faca de dois gumes, cortando a criatividade e criando projetos pouco originais que margeiam o plágio.
Mas, estas referências devem ser sempre do mundo arquitetônico? Estudando outras disciplinas as referências se tornam menos literais e podem se tornar um exercício mais rico e subjetivo.
Aqui apresentamos uma seleção de artistas cujos trabalhos respondem as mesmas problemáticas que enfrentamos na arquitetura. Atmosfera. Composição. Espaço. Estrutura. Geometria. Luz. Materialidade. Sociedade. E caso você conheça outras referências interessantes para compartilhar, deixe suas contribuições nos comentários ao final.

O Festival Multiplicidade comemora 12 anos de realizações ocupando pela primeira vez na sua história todas as áreas expositivas do Oi Futuro Flamengo, com a mostra MULTIPLICIDADE_IMAGEM/ SOM/ INUSITADOS, que tem curadoria de Batman Zavareze.

Novas imagens do HOUSE VISION Tóquio 2016 foram divulgadas desde que o evento foi inaugurado ao público há algumas semanas. O tema deste ano, "Co-Dividual: Dividir e Conectar / Separar e Juntar", explora como a arquitetura pode criar novas conexões entre os indivíduos e como as habitações japonesas podem adaptar variações culturais através de implementações tecnológicas.
A exposição deste ano irá apresentar projetos residenciais de renomados arquitetos japoneses, como Sou Fujimoto, Kengo Kuma, Shigeru Ban e Atelier Bow-Wow, cada um deles em parceria com alguma grande companhia que os auxiliará a implementar novas estratégias em projetos habitacionais.
Confira, a seguir, as imagens do evento e dos pavilhões.

O escritório FGMF Arquitetos, composto pelo trio Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz - que vem se consolidando como um dos principais escritórios de arquitetura no cenário nacional, por sua produção com identidade investigativa e inovadora – é tema da mostra FGMF: Arquitetura Contemporânea Brasileira, que estará em exposição a partir do dia 4 de agosto, no Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA).

Na sua primeira exposição em Portugal realizada na Galeria Baginski, o arquiteto e artista plástico FELIPE ARTURO (Bogotá, 1979) apresentou duas instalações Variations of unifinished concrete chairs e Verso Anverso, que dá nome à exposição.

Depois da exposição de Joan Miró, o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) fechou nova parceria com o Instituto Tomie Ohtake, e Florianópolis será a primeira cidade do país a receber a exposição Gaudí, Barcelona 1900, do arquiteto catalão Antoni Gaudí. A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 30 de outubro. A exposição conta com patrocínio da Arteris, com apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).
O Pivô Arte e Pesquisa e a Storefront for Art and Architecture apresentam a exposição Cartas ao Prefeito: São Paulo, com curadoria dos arquitetos Bruno de Almeida e Fernando Falcon.
A exposição faz parte de um projeto mundial concebido pela Storefront for Art and Architecture e intitulado Letters to the Mayor, uma mostra itinerante que já aconteceu em cidades como Nova Iorque (E.U.A.), Atenas (Grécia), Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina), Cidade do Panamá (Panamá), Cidade do México (México), Taipei (Taiwan), entre outras. Em cada uma destas cidades foi exposto um conjunto de cartas que cinquenta arquitetos locais escreveram para o seu Prefeito, expressando suas ideias, opiniões e expectativas para a cidade.

Após o sucesso do primeiro HOUSE VISION Tóquio em 2013, a exposição está programada para voltar novamente neste verão sob o tema de "Co-Dividual: Dividir e Conectar / Separar e Juntar". Mais uma vez com curadoria deKenya Hara, designer e diretor criativo da marca Muji, o evento de um mês de duração tem o objetivo de "pensar como criar novas conexões entre indivíduos", bem como construir a partir dos tópicos explorados pela edição anterior, definindo como as habitações japonesas poderiam se adaptar à recentes mudanças demográficas, tecnológicas e culturais e a visão da casa como a intersecção entre indústrias.
A exposição deste ano irá apresentar projetos residenciais de renomados arquitetos japoneses, como Sou Fujimoto, Kengo Kuma, Shigeru Ban e Atelier Bow-Wow. As casas serão construídas em escala real, permitindo que os visitantes do evento experimentem e reflitam inteiramente sobre cada projeto.

Atualmente em exposição no Museu de Arte Moderna da Filadélfia, o premiado arquiteto africano Diébédo Francis Kéré criou Colorscape, uma instalação feita com aço e fibras de cores vivas, para acompanhar sua primeira exposição nos Estados Unidos. A exposição é intitulada A Arquitetura de Francis Kéré: Construindo com a Comunidade, mostra uma retrospectiva da carreira do arquiteto, que inclui artefatos materiais, ferramentas e maquetes criadas para projetos de destaque na África e Europa.

A Caixa Cultural São Paulo apresenta, entre 16 de julho e 25 de setembro de 2016, a exposição "Cinema Lascado", que faz um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista e pesquisadora Giselle Beiguelman, um dos principais nomes nacionais e internacionais de artemídia. Sob curadoria de Eder Chiodetto, a mostra é composta por vídeo instalações, projeções e 22 imagens inéditas, resultantes de suas pesquisas sobre imagem digital, estéticas da obsolescência tecnológica e paisagens urbanas arruinadas. A entrada é franca e o patrocínio é da Caixa Econômica Federal.
Utilizando-se de softwares, ferramentas e aparatos eletrônicos de várias gerações, a produção de Giselle Beiguelman problematiza a tecnologia no campo estético. Seus vídeos fazem o espectador viajar pelo tempo entre a “paleoweb” e o pós-cinema, e suas imagens entre o Low-tech e o Hi-tech. São viagens por paisagens urbanas que choram, que explodem, que passam rapidamente pelos olhos e se fixam na memória, que discutem, em paralelo, ainda, o consumo desenfreado de tecnologia e a obsolescência programada.

“A grande tentativa de fazer do Desenho Industrial a força regeneradora de toda a sociedade faliu”. Com essa afirmação, explica o curador Renato Anelli, Lina sinalizava o impasse do design contemporâneo a partir da década de 1960.
“As formas geométricas abstratas do design moderno haviam perdido seu significado transformador original, tonando-se simples produtos de consumo descartável. A partir de então Lina deixou de projetar para a produção em série industrial, passando a desenvolver mobiliário com técnicas e materiais simples, vinculado a seus projetos arquitetônicos”, completa Anelli.
A exposição “O Impasse do Design: Mobiliário de Lina Bo Bardi: 1959 - 1992" reúne até 31 de julho na Casa de Vidro cerca de 13 peças originais do mobiliário produzido pela arquiteta, com ênfase nas peças para o Masp, o Museu de Arte Moderna da Bahia e o Sesc Pompeia.

Com formação em arquitetura e urbanismo, Leonardo Finotti se tornou um dos principais fotógrafos brasileiros de arquitetura. Sua exposição realizada pelo Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, mostra 80 obras inéditas sobre a cidade do Rio de Janeiro.
Diferentemente do usual formato de proporção 2:3 e colorido, com o qual o fotógrafo mais trabalha, as fotografias desta exposição são em P&B e quadradas, nas dimensões 80 cm x 80 cm. Esse recorte estabeleceu uma nova relação entre Finotti e seu acervo de imagens coletadas no Rio de Janeiro, que se iniciou em 2007 e é composto de quase 5 mil fotos. Seu acervo é largamente caracterizado pelo uso da cor. Nesta série, porém, o P&B incita novas descobertas fora do padrão explícito colorido, revelando diferentes aspectos da cidade que encontramos com esse novo olhar.