Se tem algo que pode definir o espírito das cidades contemporâneas européias, este algo é a inter-conectividade. Dos sistemas de mobilidade urbana e transporte público à passarelas, calçadões e ciclovias, a conectividade do espaço urbano desempenha um papel fundamental na qualidade de vida de uma cidade. Ao longo das últimas décadas, arquitetos e urbanistas do velho continente têm se dedicado à construir cidades mais acessíveis, respeitando os tecidos históricos pré-existentes e abrindo espaço para novas tecnologias e soluções integradas de transporte urbano.
A New Generations é uma plataforma dedicada a descobrir e promover o trabalho de arquitetos jovens e emergentes no cenário europeu, proporcionando um espaço de troca e aprendizado, voltado tanto aqueles que se dedicam a prática quanto a teoria na arquitetura. Desde a sua fundação em 2013, a New Generations trouxe à público mais de 300 escritórios promissores de arquitetura, apresentando um cenário diversificado de studios e ateliês dedicados às mais diferentes atividades culturais, promovendo festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas e oficinas.
A New Generationslançou recentemente uma nova plataforma na qual oferece um espaço único onde arquitetos de toda Europa podem se reunir para trocar idéias, e por que não, construir novas redes de trabalho colaborativo. Projetos de todo o tipo, oportunidades de emprego, idéias, notícias e perfis de escritórios serão publicados todos os dias na nova plataforma da NG. A seção 'perfis' é um convite àqueles indivíduos e coletivos que pretendem se juntar à esta rede de escritórios emergentes, proporcionando uma oportunidade única para que estes se engajem e fortaleçam a comunidade européia de jovens arquitetos.
Pensando nisso, o ArchDaily decidiu apoiar a causa da New Generations, publicando a cada duas semanas uma seleção dos principais perfis de escritórios emergentes de arquitetura da New Generations.
A New Generations é uma plataforma dedicada a descobrir e promover o trabalho de arquitetos jovens e emergentes no cenário europeu, proporcionando um espaço de troca e aprendizado, voltado tanto aqueles que se dedicam a prática quanto a teoria na arquitetura. Desde a sua fundação em 2013, a New Generations trouxe à público mais de 300 escritórios promissores de arquitetura, apresentando um cenário diversificado de studios e ateliês dedicados às mais diferentes atividades culturais, promovendo festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas e oficinas.
A New Generationslançou recentemente uma nova plataforma na qual oferece um espaço único onde arquitetos de toda Europa podem se reunir para trocar idéias, e por que não, construir novas redes de trabalho colaborativo. Projetos de todo o tipo, oportunidades de emprego, idéias, notícias e perfis de escritórios serão publicados todos os dias na nova plataforma da NG. A seção 'perfis' é um convite àqueles indivíduos e coletivos que pretendem se juntar à esta rede de escritórios emergentes, proporcionando uma oportunidade única para que estes se engajem e fortaleçam a comunidade européia de jovens arquitetos.
Pensando nisso, o ArchDaily e a New Generations decidiram unir forças! A cada duas semanas publicaremosaquino ArchDaily uma seleção dos principais escritórios europeus emergentes de arquitetura.
O Centro Europeu de Arquitetura, Design e Estudos Urbanos e o Chicago Athenaeum anunciaram os vencedores do "Europe 40 Under 40" de 2019. O prêmio anual é promovido pelo Centro Europeu a fim de destacar e distinguir a próxima geração de arquitetos e designers que terão impacto nos futuros ambientes de vida e trabalho, cidades e áreas rurais.
Atualmente em construção e projetada por uma equipe multidisciplinar de três diferentes escritórios italianos de arquitetura – Iotti + Pavarani Architetti, Tassoni & Partners e Lauro Sacchetti Associati –, a RCF Arena, deverá se tornar em breve a maior estrutura para a realização de eventos ao ar livre da Europa. Localizada na cidade de Reggio Emilia, a estrutura terá capacidade para acolher até 100.000 pessoas durante a realização de shows e outros grandes eventos.
Após a Segunda Guerra Mundial, o brutalismo se espalhou pela Europa, redefinindo a arquitetura moderna e estabelecendo um novo estilo para moradias populares e edifícios comunitários. Embora a maior parte da atenção tenha se detido em monumentos nas principais cidades, os subúrbios europeus também abrigam muitos edifícios brutalistas excepcionais.
Para apresentar a arquitetura brutalista "despercebida" da Europa Central e Oriental, a editora Zupagrafika registrou e reuniu mais de 100 fotografias em um livro intitulado Eastern Blocks, convidando os leitores a explorar conjuntos habitacionais brutalistas em Moscou, Berlim Oriental, Varsóvia, Budapeste, Kiev e São Petersburgo.
O pesquisador britânico Darmon Richter lançou recentemente o Monumentalism, um estudo visual de mais de 200 fotografias que mostram projetos construídos pelos regimes socialistas do século XX em todo o mundo. Essas fotos foram feitas em mais de 30 países diferentes e retratam diferentes assuntos, desde desfiles militares na antiga União Soviética até memoriais revolucionários.
No dia 26 de abril completou-se 32 anos do desastre nuclear de Chernobyl ocorrido em 1986, com a explosão do Reator 4 da usina nuclear na Ucrânia, causando a morte direta de 31 pessoas, a dispersão de nuvens radioativas pela Europa e o desmantelamento efetivo de 30 km de terras em todas as direções desde o centro da explosão. Trinta e dois anos mais tarde forma-se uma leitura dual da paisagem: uma de extremos de engenharia e outra de inquietude e desolação.
A medida que se transcorre o aniversário do desastre e suas consequências, exploramos o passado, o presente e o futuro da arquitetura de Chernobyl traçando o caminho de uma paisagem que ardeu no fogo, mas que ainda pode ressurgir das cinzas.
Em sua mais recente série de fotos intitulada "Viennametry", o fotógrafo e gravurista húngaro Zsolt Hlinka captura os vazios inexplorados na colcha de retalhos da arquitetura histórica e contemporânea de Viena. Depois de estudar os edifícios simétricos de esquina de Budapeste, Hlinka mudou-se para o norte, para a Áustria, em sua busca pela geometria e simetria na paisagem urbana.
Como um dos pioneiros do modernismo brasileiro, Oscar Niemeyer é célebre por suas formas ousadas e sinuosas e pelo uso da "curva livre e sensual". Paul Goldberger descreveu isso quando afirmou que Niemeyer não comprometeu os ideais utópicos do modernismo, mas, quando filtrado através da sua sensibilidade, o severo e implacável rigor da modernidade europeia tornou-se tão suave como a música brasileira.
Quando Georgio Mondadori, presidente da editora italiana Mondadori, encomendou a Niemeyer o projeto da nova sede da empresa em 1968, queria que o prédio parecesse ao Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos) em Brasília. Niemeyer concordou, mas, dado seu espírito brincalhão, desviou-se deliberadamente do projeto anterior e procedeu a construção do que mais tarde ele identificaria como sua obra favorita na Europa. Continue lendo para ver um conjunto impressionante de dezesseis fotografias do edifício Mondadori feitas pela fotógrafa e artista visual Karina Castro, com sede em Milão, que foi convidada por Mondadori para capturar sua sede 40 anos após a conclusão do edifício.
A obra intitulada "Skull in The Mirror" reativa um castelo cuja história aproxima França e Espanha: em 1936 o edifício fora comprado pelo grupo republicano da Guerra Civil Espanhola, tornando-se um ponto de acolhimento das crianças e, posteriormente, dos exilados políticos. Nos anos 1950, o estado franquista o recuperou e fez dele um ponto de colônia de férias. Duas décadas mais tarde, foi convertido em um colégio espanhol e em 1986 foi abandonado. Em 2002, foi adquirido pela prefeitura de Pressigny-les-Pins e uma empresa privada.
Nos últimos dois anos, mais de um milhão de pessoas fugiram do conflito sírio para se refugiar na Europa, testando exaustivamente a capacidade do continente de responder a uma crise humanitária em grande escala. Com a crise de refugiados síria ainda não resolvida, e campos de refugiados temporários agora firmemente estabelecidos nas fronteiras da Europa, arquitetos e designers dedicam energia para melhorar as condições de vida das pessoas que fogem da guerra e da perseguição.
Um exemplo emergente de arquitetura humanitária é a Maidan Tent, um centro social a ser construído em um campo de refugiados em Ritsona, Grécia. Liderado por dois jovens arquitetos, Bonaventura Visconti di Modrone e Leo Bettini Oberkalmsteiner, e com o apoio da Organização Internacional das Nações Unidas para Migrações, Maidan Tent permitirá que os refugiados se beneficiem do espaço público interno - uma área comunal para descontrair o trauma psicológico induzido pela guerra , perseguição e migração forçada.
No início de 2016 a Ministra de Ecologia e Energia da França, Ségolène Royal, anunciou a ideia de pavimentar mil quilômetros de rodovias com painéis solares nos próximos cinco anos.
Trata-se de uma estratégia do governo de promover a energia sustentável e aproveitar esta tecnologia para proporcionar energia a residências ou sistemas de infraestrutura pública, sobretudo em regiões onde a distribuição é mais complexa.
Na última sessão do Conselho Municipal de Paris, realizada nos dias 30 e 31 de janeiro, foi aprovada uma Estratégia Peatonal que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pedestres, ou seja, de todos que circulam a pé pela capital francesa.
Por um lado, o interesse da estratégia está focado em facilitar os deslocamentos e as condições dos pedestres, incentivando que mais pessoas caminhem, sendo que este já é o meio de transporte mais usado na cidade, totalizando 60% dos percursos. Além disso, quando se trata de deslocamentos para realizar compras, 79% dos trajetos são realizados a pé, quando apenas 4% deles são de carro.
"Nosso instinto poderia ser resumido pelas palavras de Peter Smithson: "as coisas precisam ser comuns e heroicas ao mesmo tempo", disse o presidente do júri, Stephen Bates. "Estávamos à procura de uma normalidade cujo lirismo discreto estivesse cheio de potencial".
Até abril, os membros do júri visitarão cada projeto finalista para avaliar os edifícios em primeira mão e ver como eles são usados pelo público. O vencedor do prêmio será anunciado em Bruxelas em 16 de maio.
Pode ser novidade para alguns, mas a bicicleta é a resposta para muitos problemas de mobilidade urbana das grandes metrópoles até pequenas cidades. Com cada vez menos espaços para acomodar tantos automóveis e com os níveis de poluição ultrapassando os limites legais estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), argumentar em prol de mais infraestrutura para bicicletas parece até óbvio. Porém, para estimular políticas integradas na União Europeia, a Federação Europeia de Ciclistas (ECF) divulgou um novo relatório mostrando que o ciclismo gera 513 bilhões de euros por ano aos 28 Estados-membros.
No início do ano a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, apresentou sua "lista de desejos para 2017", que inclui os principais projetos a serem desenvolvidos este ano.
Um deles tem como objetivo melhorar a mobilidade no centro da cidade e leva em consideração várias iniciativas baseadas na recuperação dos espaços públicos para as pessoas (em detrimento dos automóveis), a promoção de energias renováveis e o cuidado com o meio ambiente.