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espaços de lazer infantil: O mais recente de arquitetura e notícia

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Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos?

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Ao compreender o brincar como um transformador social e fator de influência na definição do espaço público, a vida urbana se vê atravessada por múltiplos sujeitos de diferentes idades, culturas, ideologias, afinidades, classes e grupos sociais. Pensar em como o brincar habita as cidades é pensar em todas as gerações, e na necessidade de construir espaços públicos com equipamentos urbanos pensados para durar e se manter ao longo do tempo.

O desempenho das estruturas lúdicas convida a revisar as diferentes etapas de seu ciclo de vida, juntamente com o seu impacto na configuração do ambiente urbano. Analisar o ciclo de vida dos brinquedos urbanos implica conhecer desde os materiais, durabilidade e manutenção até o papel das certificações e das tecnologias aplicadas em seu processo de produção, visando ambientes mais conscientes de seu impacto ambiental.

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Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

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O brincar, como atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e situa-se no plano arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propõe dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura oferecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de recreação o meio que conecta ambos. Desse modo, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

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Os arquitetos devem retomar o projeto de espaços recreativos para crianças

O que constitui um espaço ideal para o lazer e brincadeira das crianças? Em 1931, o arquiteto paisagista dinamarquês Carl Theodor Sorensen deu início a uma tendência no projeto de áreas recreativas infantis após observar como elas se divertiam em antigos canteiros de obra e ferro-velhos. Sua ideia era que as estruturas de lazer não apresentassem um uso determinado, mas que permanecessem abertas à criatividade das crianças, de modo que os equipamentos dos parques infantis apresentassem uma variedade de possibilidades de ação.