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Arquitetos: NOMO STUDIO
- Área: 230 m²
- Ano: 2022

Realizado nos dias 25 e 26 de maio, o II Seminário Canteiro Experimental em Arquitetura e Urbanismo: Ensino de Construção para uma Arquitetura Social, promovido pelo LEMC Canteiro Experimental, Grupo PET Canteiro Experimental e Comunidades, e GEPARQ (Grupo de Pesquisa do PROARQ/UFRJ).
O intuito do Seminário é apresentar práticas pedagógicas em canteiro experimental e projetos de pesquisa e extensão que se identifiquem com a vivência construtiva, além das experiências de professores e profissionais arquitetos e urbanistas, que hoje trabalham com experiências construtivas em uma arquitetura social em seu exercício profissional.

A arquitetura, entendida como qualidade espacial e de projeto, é muitas vezes vinculada diretamente à riqueza, quase um artigo de luxo destinado a ser aproveitado por poucos em nossa sociedade, sobretudo quando nos referimos a projetos habitacionais em países com grande desigualdade social. Apesar da amplitude que a análise de projetos habitacionais pode ter, este texto pretende refletir sobre a produção de habitação coletiva atual, que tem na qualidade do ambiente construído um resultado derivado da compreensão da moradia como mercadoria e não como direito.

O crescimento das cidades brasileiras sem o devido acompanhamento dos poderes públicos acarretou em uma série de problemas relacionados à falta de moradia digna na nossa sociedade. Desde a década de 1980, associações populares e acadêmicos se juntaram na luta para pressionar o poder público a desenvolver políticas habitacionais que pudessem, não somente construir novas habitações e novos bairros, mas também garantir outros direitos como educação e saúde. Hoje, 40 anos depois desse levante, observamos a ausência de políticas públicas habitacionais nas três escalas de governo que atuem frente à população mais vulnerável, ao mesmo tempo que percebemos a popularização das iniciativas de Assessorias Técnicas para Habitação de Interesse Social, conhecidas como ATHIS.

Objetivo: ampliar o conhecimento sobre as políticas habitacionais e as estratégias para a Assistência Técnica Habitacional (ATHIS).
Perfil do aluno: Profissionais e acadêmicos graduados que desejam atuar como agentes de transformação social, em projetos que favoreçam o direito à cidade e à moradia.



Como empreender em arquitetura social? O CAU compilou dez dicas valiosas para arquitetas e arquitetos que buscam trabalhar em uma das áreas mais gratificantes de nossa disciplina.

De acordo com dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU, 2017), a população mundial atingiu 7,6 bilhões de habitantes, sendo que mais da metade (54%) vive em áreas urbanas. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010) são 84,4% de pessoas morando em cidades.

A Secretária Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional e o Conselho Nacional de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR) definiram, em reunião realizada esta semana em Brasília, a criação de métodos que permitam a arquitetos e urbanistas participarem diretamente de financiamentos imobiliários em todo o país. O acordo, no entanto, ainda não foi firmado e os procedimentos deverão ser desenvolvidos conjuntamente com agentes financeiros.

Estão abertas as inscrições para o II Pré-Fórum Regional de ATHIS e EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

O WRI Brasil lançou uma publicação online gratuita com informações sobre os benefícios, custos e barreiras da adoção de medidas de sustentabilidade em empreendimentos habitacionais de interesse social. Produzida conjuntamente por Lara Caccia, Henrique Evers, Luana Betti e Camila Schlatter, a pesquisa examina ações e tecnologias simples e de baixo custo relacionadas a redução de consumo de água e energia elétrica nas edificações.

A cidade de Barcelona permanece firme em sua luta contra os processos especulativos e a gentrificação que atualmente estão aumentando a desigualdade de oportunidades que a população encontra para acessar uma moradia digna e economicamente viável.
Neste sentido, a Comissão de Ecologia, Urbanismo e Mobilidade da cidade de Barcelona aprovou inicialmente dois novos instrumentos urbanísticos para abordar o problema do acesso a moradia digna e proteger o equilíbrio social dos bairros, respondendo às demandas promovidas por entidades como a Federação das Associações de Moradores e Vizinhanças de Barcelona (FAVB), Plataforma de Atingidos pela Hipoteca (PAH), Observatório DESC, Assembleia de Bairros de Turismo Sustentável (ABTS) e Sindicato dos Inquilinos.

Construir e crescer, duas ações que deveriam ser mais levadas em conta. É assim que o concurso de habitação social "Construye para Crecer 2017" 2017, com projeções para diferentes estágios de crescimento, procura estabelecer bases que sustentem um modo de vida flexível. O local era o bairro de Belém, localizado na cidade de Iquitos, em um terreno de 3,7 hectares. O projeto atual que obteve o primeiro lugar propôs localizar 120 casas progressivas como uma alternativa que permita aos usuários modificarem e expandirem suas residências de acordo com suas necessidades e possibilidades econômicas. Em suma, um modo de vida, tanto elementar como livre, através de um núcleo sólido formado por uma estrutura que apóia atividades diversas.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF) estendeu o prazo das inscrições para o Concurso Público Nacional de Projeto de Arquitetura para Habitação de Interesse Social. Os interessados poderão se inscrever até o dia 31 de julho.
O concurso está divido em três grupos: habitação unifamiliar econômica, casa sobreposta e habitação coletiva econômica. É o 10º concurso promovido pela Companhia que, com a iniciativa, pretende elevar a qualidade das construções no DF, incentivando a participação de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo e engenharia.

MUTUO é uma plataforma online que reúne profissionais em arquitetura e pessoas que necessitam construir uma habitação, garantindo, assim, que esses projeto sejam realizados por pessoas capacitadas.
