
Nos dias 26 e 28 de junho, Gironès falará sobre seus projetos e tese de Doutorado, cujo tema é a interpretação da paisagem da Catalunha. Eventos gratuitos e abertos ao público

Nos dias 26 e 28 de junho, Gironès falará sobre seus projetos e tese de Doutorado, cujo tema é a interpretação da paisagem da Catalunha. Eventos gratuitos e abertos ao público

A escola não é uma ilha. Inserida em um território, ela espelha a cultura local dentro das salas de aula e também influencia sua comunidade. A integração entre território e espaço escolar pode se dar de diversas formas e se transforma em processo educativo a partir do momento que propicia oportunidades de aprendizado para crianças e jovens.
Confira, a seguir, algumas experiências no Brasil têm conseguido reverter o cenário de isolamento da escola, garantindo uma educação significativa para seus estudantes.

As escolas de arquitetura são um longo e árduo percurso e todos nós sabemos disso. No entanto, como muitos concordarão, é válido por todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos (sem mencionar as amizades que se formam nas maratonas de projeto). A educação de arquitetura é mais do que aprender a desenhar espaços incríveis e, mesmo que você não perceba na época, as escolas de arquitetura também ensinam outras lições para a vida. As habilidades abaixo são aquelas que você provavelmente desenvolverá incidentalmente durante sua jornada estudando arquitetura, mas que serão um ganho tremendo também fora da academia.

Este artigo foi originalmente publicado na The Architect's Newspaper como "Phil Bernstein pens inaugural column on technology, value, and architects’ evolving role."
Esta é coluna inaugural "Valores Práticos", uma nova série bimensal pelo arquiteto e tecnólogo Phill Bernstein. A coluna irá focar no papel evolutivo do arquiteto na intersecção do projeto e construção, incluindo temáticas como sistemas de entrega alterativos e geração de valores. Bernsstein já foi vice presidente da Autodesk e agora leciona na Escola de Arquitetura de Yale.
Este semestre estou dando uma aula chamada “Explorando Novas Proposições de Valores para a Prática que é baseada na premissa que o papel dos arquitetos na indústria da construção requer que pensemos criticamente sobre nosso valor como projetistas neste sistema. Depois de estudar a estrutura e dinâmica de modelos de negócio práticos, a cadeia de fornecimento e outros exemplos de empresas de design inovadoras, os alunos terão que criar um plano de negócios para um escritório de arquitetura da "próxima geração". Sou agnóstico quanto ao que essa prática faz per se, desde que funcione em algum lugar na constelação de coisas que os arquitetos podem fazer, mas há uma restrição - a empresa proposta não pode receber em pagamentos fixos ou taxas cobradas por hora. Têm de criar valor (e lucro) através de alguma outra estratégia.

Este artigo de Kurt Nelson foi originalmente publicado no Medium.
Depois de ler o artigo do ArchDaily sobre as horas em que os estudantes de arquitetura trabalham fora da sala de aula, fiquei curioso. Concluí o Bacharelado em Arquitetura e atualmente estou matriculado no programa de Mestrado em Arquitetura na Universidade da Pensilvânia, então quanto tempo além das 22,2 horas por semana apresentadas pelo artigo eu passo trabalhando em casa? Os dados que eles apresentaram representavam apenas estudantes de primeiro ano, mas poderia ainda ser uma comparação interessante. Com isso em mente eu comecei a registrar uma semana do meu tempo, assim como você faria em um trabalho fora de casa. A seguir estão os resultados que obtive.
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Estudantes de arquitetura há muito tempo reclamam (ou se gabam) sobre as longas jornadas de trabalho exigidas pelo curso. Certamente, todos nós já pensamos em algum momento que nenhuma outra profissão exige tanto tempo de dedicação quanto a nossa, não é mesmo?
Agora, graças aos resultados do National 2016 Study of Student Engagement (NSSE) da Universidade de Indiana, essas afirmações foram respaldadas com alguns números: estudantes de arquitetura trabalham média de 22,2 horas por semana, mais de 2,5 horas a mais do que qualquer outro curso.
Frank Gehry foi convidado pela plataforma de ensino online MasterClass para oferecer um curso interativo de arquitetura e projeto sobre seu processo criativo. O curso contará com 15 aulas em vídeo e uma crítica do próprio arquiteto sobre o trabalho de um aluno selecionado.
A um custo de US$ 90, as aulas irão tratar da carreira e abordagem arquitetônica de Gehry, ilustradas por croquis e modelos do arquivo privado do arquiteto. Cada aula terá como base um caderno para download com anotações e informações para a semana.

Entre os anos 1967 e 1968, Corita Kent escreveu as "Dez Regras para Estudantes, Professores e a vida" que, juntamente ao compositor e artista John Cage - discípulo de Arnold Schoenberg- ofereceram ao mundo um modelo para alimentar o espírito criativo e os processos de experimentação dos designers e artistas.
Um olhar crítico, experimental e reflexivo, tanto a respeito da formação, quanto dos formadores, pode ser traduzido perfeitamente no momento em que acontece a boa arquitetura e através da história de seus particulares autores, evidenciando uma abordagem comprometida com a disciplina, tanto no âmbito do aprendizado, quanto da prática.
Estas são as 10 regras para estudantes, professores e a vida, com as quais podemos nos aproximar aos processos do fazer arquitetônico.
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O fim da graduação costuma deixar um vazio na vida do arquiteto recém-formado. Não poderia ser diferente, afinal, após cinco anos (ou mais... geralmente mais) convivendo com os mesmos amigos, colegas e professores, é natural que a passagem da vida acadêmica para a profissional seja acompanhada de um sentimento de nostalgia das longas discussões nos corredores da faculdade, das noites de projeto, das festas e, sobretudo, da rotina de estudante.
O percurso mais comum após receber o diploma é enfrentar o selvagem (literalmente selvagem) mercado de trabalho. Estender o estágio e ser efetivado como arquiteto, procurar um emprego em um novo escritório, enfim, passar algum tempo conhecendo as entranhas dos estúdios, escritórios e empresas de arquitetura parece ser uma das opções que mais atraem o interesse dos novos arquitetos. A ideia de abrir um negócio próprio num futuro de longo prazo parece compensar esses anos de dedicação a projetos que nem sempre são do gosto ou estão alinhados com a visão daqueles que acabaram de sair da universidade.

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine.
Há muitos anos, a mudança climática tem sido uma grande preocupação para arquitetos e engenheiros - e com boas razões. Afinal, o ambiente construído contribui com mais de 39% de todas as emissões de CO2 e mais de 70% de toda a utilização de eletricidade nos Estados Unidos. Várias iniciativas de arquitetura e design baseiam-se em orientar a arquitetura para longe de uma prática prejudicial ao meio ambiente e para uma abordagem mais sustentável. Architecture 2030, uma iniciativa desse tipo, acredita que para incitar a mudança nos projetos, devemos começar em sua fonte: a formação em arquitetura.

A página DesignIntelligence divulgou recentemente sua lista anual das Melhores Escolas de Arquitetura dos EUA, tanto para graduação como pós-graduação. Este ano, CEOs, administradores e diretores de RH de mais de duas mil firmas foram convidados a criar uma lista das dez melhores instituições para as duas categorias.
As listas recebidas, juntamente com informações detalhadas dos programas de cada instituição, foram compiladas para criar o ranking 2017 das melhores escolas de arquitetura dos EUA. Além disso, 2.785 estudantes foram escolhidos para qualificar o programa da instituição onde estudam e questionados sobre seus planos de seguir na pós-graduação. As duas melhores escolas do ano passado, Cornell para graduação e Harvard para pós-graduação, mais uma vez ocuparam os primeiros lugares de suas categorias.
Conheça, a seguir, os 10 melhores programas de graduação e pós-graduação em arquitetura dos EUA.

O ensino de arquitetura no Brasil completou na última sexta-feira, 12 de agosto de 2016, 200 anos de história. A arquitetura é uma das profissões mais antigas do mundo. As técnicas de construção foram transmitidas oralmente, de geração em geração entre os praticantes do ofício, ao longo do tempo. No país, o ensino acadêmico começou a partir da assinatura do decreto de criação da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, por D. João VI. De lá para cá, naturalmente, muita coisa mudou. Seja na forma de ensinar, de construir e até mesmo de pensar a arquitetura, seja na forma como a sociedade se organiza, habita e ocupa os espaços.

O CAU/BR recebeu em sua sede representantes do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Educação para discutir formas de agilizar a revalidação de diplomas de arquitetos brasileiros em Portugal. Desde 2013, o CAU/BR e a Ordem dos Arquitectos de Portugal possuem uma acordo de mobilidade profissional, porém o reconhecimento de diploma é um processo exigido por lei.
Os conselheiros federais José Roberto Geraldine Jr. e Fernando Costa, da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR, informaram que o registro de arquitetos portugueses no Brasil têm sido bem mais frequente que o inverso. Enquanto o CAU/BR já concedeu registro a 26 profissionais formados em Portugal, apenas sete arquitetos e urbanistas brasileiros conseguiram o registro no país europeu, principalmente pela dificuldade em revalidar o diploma.

A Arquitec- Escola de Arte e Design com a parceria dos Food Trucks - Amore Churros, Hausen Bier e Na Estrada, convidam para o Open Day.

Com as universidades de todo o mundo entrando em férias, muitos estúdios e disciplinas chegaram ao fim e resultaram na construção de estruturas, pavilhões, instalações e outros pequenos projetos. Ano passado, nós do ArchDaily e ArchDaily Brasil, com a ajuda de nossos leitores, compilamos uma série de estruturas experimentais criadas por estudantes de todo o mundo. O artigo resultante esteve entre nossas publicações mais populares do ano, demonstrando o enorme apetite de nossos leitores em ver o que está sendo produzido pela próxima geração de arquitetos.
É por isso que, mais uma vez, estamos nos unindo com o ArchDaily, ArchDaily en Español e ArchDaily China, e pedindo a nossos leitores que enviem seus projetos para que possamos apresentar os melhores trabalhos de estudantes de graduação de todo o mundo. Saiba como participar, a seguir.

A Autodesk disponibilizou gratuitamente para download boa parte de seus softwares voltados à arquitetura, engenharia e design, entre eles o AutoCAD, o Revit, o 3DS Max e o Maya , que passam a ser acessíveis para mais de 680 milhões de estudantes e professores em mais de 800.000 escolas e universidades em todo o mundo.

Aprender a desenhar é difícil. Isso exige que os alunos aprendam uma maneira inteiramente nova de pensar e ver o mundo. Ainda requer todo um novo vocabulário. Então, a educação arquitetônica é justamente dura. No entanto, a escola de arquitetura é conhecida por ser difícil pelas razões erradas; o atelie é considerado um lugar místico em universidades cheias de alunos privados de sono que estão projetando simplesmente porque professores decretaram que eles devem-tanto quanto quando um não-estudante de arquitetura encontra um estudante de arquitetura na Quad e ele imediatamente oferece suas condolências. Esta percepção existe porque a cultura do atelie ainda não evoluiu desde a sua hierarquia rígida, originária do método de ensino das Belas Artes [Beaux Arts], que prospera na competição e na intensidade e cria um terreno fértil para os estudantes insatisfeitos.

Este artigo foi escrito por Pedro Ribeiro Nogueira e originalmente publicado na página Portal do Aprendiz com o título "Cidades latino-americanas adotam educação e infância como medidas para pensar o espaço urbano" em abril de 2016.
Qual o denominador comum entre um parque em Santiago, uma praça em Medellín e uma favela em São Paulo? Pensar nas infâncias, na educação e na construção de espaços de convivência e de diálogo pode ser um caminho para cidades mais inclusivas, educadoras e igualitárias? Foi tratando dessas intersecções que o debate “O Desenho do Espaço Público” se desenvolveu nesta segunda-feira, 11/4, no SESC Campo Limpo, como parte do Seminário Internacional Espaço Livre na Cidade, organizado em parceria entre o SESC e a Escola da Cidade.