É um fato conhecido que arquitetos, quase sem exceção, adoram o filmeBlade Runner, de 1982. Arquitetos também adoram modelos em escala. Então o que poderia ser melhor do que ver foto dos modelos usados no filme sendo produzidos? Acesse esse álbum do Imgur, com 142 fotos dos bastidores, postado recentemente pelo usuário minicity. A seguir, veja nossa seleção de fotos dos detalhados modelos da Tyrell Corporation em construção.
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Aviário no Zoológico de Munich. Image Courtesy of Atelier Frei Otto Warmbronn
Desde 2012 o documentário Frei Otto: Spanning The Future está em produção com colaboração do canal de televisão PBS CPT12. O filme busca traçar o perfil do arquiteto de renome internacional e engenheiro, Frei Otto, laureado com o Prêmio Pritzker 2015. Meio século atrás, Otto, que faleceu ontem durante a noite, tornou-se mundialmente famoso como o primeiro a utilizar estruturas tensionadas feitas de estrutura metálica e membranas leves.
Em 2013 e 2014 apresentamos uma seleção de documentários imperdíveis para arquitetos e este ano não será diferente. No começo de 2015 submergimos novamente no fascinante e distinto mundo dos documentários para coletar uma série de títulos de interesse para os apaixonados pela arquitetura e urbanismo.
Estreias ou clássicos, teóricos ou curiosos, a seleção deste ano apresenta diversos filmes brasileiros, portugueses e internacionais, que abordam conteúdos sobre a habitação, biografias de grandes arquitetos e diversos outros temas como a decadência urbana de Veneza ao se ver consumida pelo turismo, a experiência de um casal que habita a polêmica “8 House”, projetada pelo BIG, e até mesmo um documentário da NatGeo que nos mostra como funciona a impressionante fábrica de Lego.
Em ordem aleatória, apresentamos 30 documentários que devem ser vistos em 2015.
O minimalismo apresenta certos desafios e a protagonista deste filme, uma garota de sete anos, opina que isto não é algo para crianças. Indicado ao Melhor Curta-metragem de Animação na 87ª edição do Oscar, Me and My Moulton captura a vida pouco convencional de três filhas e seus pais arquitetos.
Assista o trailer acima e veja os cincos sinais que, segundo o diretor Torill Kove, comprovam que teus pais sejam arquitetos, a seguir.
Interiors é um jornal online sobre cinema e arquitetura publicado por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Sua coluna no ArchDaily analisa e cria diagramas espaciais de cada filme abordado. Sua loja oficial coloca à venda alguns desses diagramas.
Muito já foi dito e escrito sobre o uso de longos planos em Birdman, de Alejandro González Iñárritu, e como o diretor costura diversos planos sequenciais na tentativa de fazer a maior parte do filme parecer uma cena contínua. O filme segue (literalmente) seu protagonista, Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que já passou seu auge, enquanto ele planeja retomar sua carreira com uma produção teatral.
Emmanuel Lubezki parece o colaborador ideal para a proposta do diretor. O diretor de fotografia, conhecido por seus planos estendidos em filmes como Y Tu Mamá También (2001), Children of Men (2006) e Gravity (2013), fez uso dessa técnica como meio de aproximar o público da ação. Birdman é o ápice de sua experimentação com a forma, reunindo essas ideias e criando uma experiência imersiva com um sentido de urgência.
O filme, é claro, emprega efeitos digitais de edição como meio de criar sua ilusão. Os cortes de Birdman estão ocultos entre momentos de escuridão, tornado possível através do trabalho do designer de produção Kevin Thompson, que começou seu trabalho mapeando o filme todo em uma planta dos cenários.
A arquitetura do confinamento é uma área fascinante. Os espaços utilitários espartanos das prisões estão entre os mais sofisticados e caros que existem. É incomum para os projetistas criar espaços para pessoas que os experienciarão contra suas vontades (bem, na maioria dos casos) e há um complicado equilíbrio entre criar lugares sensíveis e positivos para reabilitação e a expectativa do que deveria ser uma punição. Há diferentes abordagens em todo o mundo: os EUA assumem uma postura particular, a Noruega outra. Hollywood, é claro, tem sua própria interpretação, livre de trivialidades como a Convenção de Genebra.
Em 1954 o escultor britânico Hanry Moore foi contratado para projetar e instalar um grande relevo na parede do novo bouwcentrum[Centro de Construção] de Joost Boks em Roterdã, Países Baixos. O projeto, constituído por aproximadamente 16 mil tijolos produzidos à mão, permanece como única obra concluída do autor feita com este humilde material. Em um documentário produzido por ARTtube, o historiador de arquitetura Wouter Vanstiphout narra a fascinante história por trás de Wall Relief No.1.
Devido à complexidade e ao academicismo de seu conteúdo, poucas vezes os conflitos urbanos foram matéria prima para a trama de filmes hollywoodianos (que não sejam documentários). No entanto, o coletivo espanhol Left Hand Rotation criou em "Ficción Inmobiliaria" um relato cinematográfico sobre 16 filmes comerciais baseados em tramas urbanas aparentemente tão distintas quanto zumbis consumidores de espaço urbano (Cockneys vs Zombies), a resistência de adultos mais velhos diante da renovação urbana (Homebodies), a ameaça das rodovias em uma cidade de lápis e papel (Uma Cilada Para Roger Rabbit) ou a corrupção política e a especulação imobiliária na Itália dos anos 60 (As mão sobre a cidade).
Em 21 minutos, Ficción Inmobiliaria levanta16 leituras contemporâneas sobre esses conflitos urbanos, tão presentes porém tão travestidos nos dias de hoje. Segundo seus criadores, "nessa colagem de ficções, nas quais a cidade e seus habitantes são os protagonistas, se escode o registro dos conflitos urbanos associados ao modelo socioeconômico de uma época."
Um diretor de cinema pode ser um bom arquiteto? Esta pergunta nos fizemos há alguns meses ao analisar a estreita relação existente entre Alfred Hitchcock e a arquitetura, e hoje a relembraremos nesta copilação de filmes nos quais a cenografia possui um papel fundamental dentro da trama.
O espaço cenográfico é onde se desenvolve a ação e sua morfologia pode determinar totalmente a forma como o espectador recebe a mensagem: uma moradia com dimensões asfixiantes para transmitir a loucura do protagonista, o exagero na utilização de cores para definir a qualidade ambiental de uma cena ou a fabricação de grandes maquetes para simular estruturas e cidades impossíveis. Confira alguns incríveis exemplos, a seguir.
O cinema frequentemente faz troça da arquitetura. Fachadas de vidro são despedaçadas por rajadas de metralhadora, crimes macabros acontecem contra uma paleta modernista branca, escadas desconstruídas são a causa de sérios acidentes ou palhaçadas ridículas, e temos certeza que uma cobertura têxtil será destroçada assim que 007 passar por ela.
Há, no entanto, um elemento arquitetônico que tem se beneficiado de suas aparições no cinema, e, surpreendentemente, é um elemento "sustentável". Coberturas verdes e outros espaços verdes têm aparecido frequentemente em filmes comerciais na última década: sucessos de bilheteria como Para Sempre(2012) e Contra o Tempo (2011) utilizam em suas cenas os espaços verdes do Jay Pritzker Pavilion de Frank Gehry no Millenium Park; ano passado o Centro de Convenções de Vancouver apareceu em Godzillae Robocop; e o documentário My Playground, de Kaspar Schroder, mostra as Mountain Dwellings do BIG em Copenhague. E não podemos nos esquecer de duas das maiores franquias da história do cinema: Senhor dos Anéis e O Hobbit, ambas de Peter Jackson, mostram coberturas verdes em sua representação de Hobbiton - lar dos virtuosos e incurruptíveis Hobbits.
Há vários anos o cinema tem se perguntado como serão nossas cidades no futuro e, na maioria dos casos, o panorama não é muito otimista. As projeções do que estamos fazendo hoje não parecem entregar um melhor pronóstico; a natureza tem sido devastada e a tecnologia ultrapassou o homem, as cidades aparecem desordenadas e caóticas... o ser humano está em segundo plano e foi minimizado frente a grandes arranha-céus e vias elevadas.
Até que ponto as cidades reais e as fictícias se aproximarão? Está nas nossas mãos a possibilidade de mudar o rumo?
Interiors é uma revista online dedicada ao cinema e à arquitetura, publicada por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. A Interiorsé responsável por uma coluna exclusiva para o ArchDaily, na qual analisa e diagrama diversos filmes e sua relação com espaço arquitetônico. Na sua loja oficial é possível encontrar desenhos exclusivos relacionados a este post.
Em seu primeiro trabalho juntos como escritor e diretor, John Hughes e Christopher Columbus produziram Esqueceram de Mim (1990). Este filme de natal é um excelente exemplo de um "filme filmado em casa" - uma casa que se tornou famosa por ser palco das travessuras do seu protagonista.
O filme se passa em torno de Kevin McCallister (Macaulay Culkin), uma criança que se vê, acidentalmente, sozinha em casa depois que sua família sai de férias. Nesta pequena cidade suburbana, sua casa está "marcada" por uma dupla de ladrões que, até o momento, cometeram uma série de roubos exitosos no bairro. Assim, a residência McCalliste se torna um espaço central onde se produz a maior parte da ação no filme.
A produção utilizou uma residência real como cenário. Seu endereço é Avenida Lincoln, 671 em Winnetka, Illinois, ao norte de Chicago. A maioria das cenas internas foram rodadas neste lugar, quase sempre no térreo da residencia, porém vários cômodos foram criados e filmados em um estúdio. A Interiors visitou o lugar em julho de 2014.
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Cena do Documentário: "Lina Bo Bardi" de Aurélio Michiles
Hoje comemoramos o centenário de nascimento de Lina Bo Bardi, para celebrar o dia apresentamos no Cinema e Arquitetura um documentário completo sobre a arquiteta, dirigido por Aurélio Michiles.
Esta semana apresentamos um filme nacional: “Um pouco mais, um pouco menos”, trata-se de um curta-metragem rodado em preto e branco, dirigido por Marcelo Masagão e co-dirigido por Gustavo Steinberg. O protagonismo cabe à cidade de São Paulo, seus números e neuroses.
Veja o curta-metragem completo e seu script, a seguir.
Halloween é uma tradição de origem anglo-saxã, apesar de não ser tão comum no Brasil, cada ano que passa torna-se mais comum as pessoas se fantasiarem dos mais diversos personagens das histórias de terror junto de decorações de abóboras, morcegos e teias de aranha na noite de 31 de outubro. Como não queremos ficar fora da celebração, preparamos um especial de Cinema e Arquitetura dedicado às cenas mais assustadoras dos clássicos de terror e suspense.
Uma boa cena, vem junto de um roteiro interessante, uma direção precisa e um desenho de atmosferas e espaços cenográficos que façam com que o espectador submerja na trama ao ponto de sentir arrepios. Pensamos, então, nos filmes clássicos de terror e suspense que pairam em nossas cabeças. Logo, escolhemos cuidadosamente as cenas que provocam um maior deleite a nossos olhos de arquiteto, sempre críticos da composição no plano, curiosos quanto ao uso das cores e a espera de um enquadramento perfeito.
A seguir, apresentamos o nosso especial do Dia das Bruxas.
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Cena do filme Manhattan de Woody Allen, 1979
Cada vez mais, falar de arquitetura nos leva a falar de outras coisas. Ou, no caso do ArchDaily Brasil, compartilhar assuntos de arquitetura com nossos leitores e leitoras parece nos levar a compartilhar trabalhos dos mais variados tipos, como instalações urbanas, murais de grafite, arte pública, esculturas, filmes, etc.
Detendo-nos sobre estes últimos – os filmes -, temos em nossa página uma seção dedicada exclusivamente aos filmes – Cinema e Arquitetura – onde compartilhamos sugestões de filmes de ficção e documentários que, além de interessantes por si só, contribuem de algum modo para a discussão da arquitetura.
Ficções e seus espaços imaginários que nos transportam para dentro da tela e nos fazem experienciar universos outros; documentários que nos aproximam das figuras dos arquitetos e urbanistas e apresentam de perto seus trabalhos e trajetórias; obras emblemáticas da história do cinema que nos apresentam a arquitetura do cinema e, por que não, o caráter cinematográfico da própria arquitetura.
Seja qual for a contribuição que o cinema traga à arquitetura, compilamos a seguir 45 filmes imperdíveis – muitos dos quais já publicados em nossa seção Cinema e Arquitetura - que nos ajudam a reconhecer e estabelecer laços entre esses dois campos.
Esta semana em Cinema e Arquitetura, apresentamos uma produção nacional: “Arquitetura, A Transformação do Espaço”, dirigido por Walter Lima Jr, o filme é dividido em três movimentos e nos apresenta uma síntese histórica da arquitetura brasileira, com depoimentos de grandes ícones como Burle Marx, Lina Bo Bardi e Gregori Warchavchik. Além disso, o diretor nos traz a visão de outros importantes arquitetos, peões, estudantes e transeuntes anônimos, brindando uma outra perspectiva sobre a concepção dos espaços e da Arquitetura.
Hoje no Cinema e Arquitetura apresentamos “Fogo e Paixão”, o filme foi dirigido por Isay Weinfeld e Marcio Kogan. Considerado por alguns críticos como um dos pontos altos do cinema brasileiro na década de 80.