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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

“NYFi”: Uma proposta para reinventar o telefone público em Nova York

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Por Constanza Martínez Gaete. Via Palataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Há alguns meses, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou o concurso “Desafio para redesenhar os Telefones Públicos”, com a ideia de revitalizar os clássicos telefones das calçadas e convertê-los em equipamentos que possam ser mais úteis e funcionais às atuais necessidades dos cidadãos. Consideraram-se cinco categorias: criatividade, conectividade, funcionalidade, impacto na comunidade e projeto visual, sendo que em cada uma houve um vencedor. Logo, as cinco propostas foram submetidas a uma votação pública pelo Facebook, resultando no ganhador do projeto “NYFi”.

“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália

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“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália - Arquitetura Cultural“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália - Arquitetura Cultural“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália - Arquitetura Cultural“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália - Arquitetura Cultural“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália - Mais Imagens+ 10

Texto por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

A artista neozelandesa, Tiffany Singht, criou o “Drums Between the Bells” com o propósito de que as pessoas caminhem pelo centro de Melbourne, toquem os materiais que compõem a intervenção e se tornem elas mesmas um elemento fundamental da intervenção. Feita com 12 mil pequenos sinos amarrados com fitas brancas em um olmo centenário localizado no centro da cidade, a intervenção também busca, através de sua presença visual e tátil, diminuir a interferência causada pelos ruídos dos automóveis.

Perspectivas sobre Tóquio: Estratégias para o novo desenvolvimento urbano.

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Por Dr. Arq. Guillermo Tella, Doutor em Urbanismo, Martín Muñoz, Urbanista e Martín M. Muñoz, Urbanista. Via Palataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Por sua condição de capital, Tóquio é o centro da política, da economia, educação e cultura do Japão. É sede do governo nacional e da residência imperial. Atualmente é área da Tóquio-Yokohama, que conforma a maior aglomeração urbana do planeta, com uma população de 35 milhões de habitantes. O governo metropolitano foi constituído juridicamente em 1943 e administra 23 distritos especiais, mais 39 municipalidades na parte oeste da prefeitura e duas da série de ilhas externas.

“Cidade Escandinava de 8 milhões”: A conectividade terrestre como sinônimo de posicionamento global

Texto escrito por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Atualmente, no corredor de 600 quilômetros que vai de Oslo (Noruega), passando por Gotemburg e Malmö (Suécia) até Copenhague (Dinamarca), vivem 8 milhões de pessoas. Viajar desde a capital norueguesa até sua parceira dinamarquesa demora oito horas, entretanto, se está estudando a possibilidade de conectar em 2025 ambas cidades com um trem de alta velocidade que demore somente 140 minutos, dando origem a "Cidade Escandinava de 8 milhões".

Esta região, composta por quatro cidade metropolitanas - duas delas capitais - de três países, encontra-se em uma das regiões mais dinâmicas e inovadoras da Europa. Não obstante, apesar de que diversos indicadores a nível europeu e mundial refletem que nestas cidades serão desenvolvidas atividades econômicas positivas, sua baixa densidade populacional levou a situação de que as concentrações de massa deem lugar a um novo desafio: competir em escala global para atrair e reter talento.

Por isso, o corredor que dará origem a Cidade Escandinava de 8 milhões não somente busca melhorar a conectividade entre suas cidades e converter-se em um transporte atrativo a nível mundial, mas também paralelamente, dezenas de estratégias para converter-se em um dos corredores mais competitivos do mundo, mantendo as qualidade ambientais e sociais que já o fazem um lugar único do planeta.

Mais informações a seguir.

OMA Masterplans Airport City em Qatar

OMA Masterplans Airport City em Qatar - Urbanismo
Cortesia de OMA

Depois de vencer uma competição internacional, o OMA foi escalado para projetar o plano diretor do Airport City com 10 km² para uma população de 200.000 pessoas, ligando o novo Aeroporto Internacional Hamad com a cidade de Doha, Qatar. O projeto do OMA é composto por uma série de quatro distritos circulares ao longo de uma espinha paralela às pistas HIA, com a pretensão de criar uma forte identidade visual e distritos com características únicas A primeira fase do planejamento de 30 anos, que coordenará o desenvolvimento do espaço aéreo e do solo para negócios, logística, varejo, hotéis e residências, estará quase completo a tempo para a Copa do Mundo de 2022, que acontecerá no Qatar.

Rem Koolhaas comentou: "Estamos contentes e honrados por participar do excitante crescimento de Doha em um projeto que talvez seja o primeiro esforço real de qualquer cidade do mundo para integrar um aeroporto internacional e a cidade que este serve".

Mais sobre OMA's airport city após o intervalo...

Vídeo: Bicycled "Uma bicicleta feita de carros"

Vídeo: Bicycled "Uma bicicleta feita de carros" - Imagem de Destaque
Imagem capturada do vídeo Bicycled » A bike made out of cars [NEW]

Algo está mudando no mundo e pode-se dizer que este vídeo é uma metáfora disto e, por sorte, também uma realidade.

Os carros geram bastantes problemas nas cidades, dos quais já conhecemos bem como as emissões de CO2, o trânsito, a necessidade de espaços destinados a estacionamentos, etc. Mas além disso, quando ficam em desuso geram um problema extra, já que muitas cidades devem destinar espaços a verdadeiros cemitérios de carros.

10 elementos a se considerar para implantar uma boa rede de estacionamentos para bicicletas na cidade

Por Claudio Olivares Medina, Ciclismourbano.info, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Intervenção Urbana: "Frota de Promessas Eleitorais Incumpridas"

Como motivo da celebração da Fiesta Nacional de España no último 12 de dezembro, o coletivo local Luzinterruptus optou por festejar de um modo distinto durante a noite. Ao invés de limpar as ruas como manda a tradição como parte dos preparativos da festa, os integrantes decidiram lançar 20 baldes de água com detergente para criar um rio pelas ruas de Madrid.

As 10 cidades mais felizes do mundo

Texto por Francisca Codeceo via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Ontem publicamos "As 10 cidades com melhor infraestrutura do mundo". Porém, isso não as torna, necessariamente, as cidades mais felizes do mundo. Confira a seguir a lista das 10 cidades mais felizes do mundo.

Toronto: nove passos para efetivamente diminuir as emissões de CO2

Toronto começa a esboçar políticas para redução das emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas. As autoridades da cidade propuseram: tornar mais “verde” a rede elétrica, proibir as lâmpadas incandescentes, promover a construção de tetos verdes em edifícios comerciais e a ampliação de normas mais restritas de eficiência energética para a construção civil. Quanto aos transportes, pretende-se ampliar a rede de ciclovias e a infraestrutura de ruas e rodovias, tudo isso enquanto antecipa que os veículos elétricos serão mais comuns.

Cinco princípios para uma boa convivência entre pessoas e cidades

Texto por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

“A relação entre as pessoas, os aspectos históricos, os elementos socioculturais – entre muitos outros – são componentes essenciais que, dependendo de sua conjugação e apresentação, definem os modelos atuais de cidade” é o que afirma Chuck Wolfe, advogado e acadêmico especializado no uso do solo, direitos e permissões ambientais e desenvolvimento de técnicas sustentáveis.

Wolfe, há algum tempo tempo, trabalha em seu livro “Urbanismo sem esforço”, que através de curtos capítulos postulará princípios que pretendem vincular a carga histórica das cidades, seu planejamento urbano atual e os projetos futuros, sem deixar de lado o progresso. 

 Na continuação encontrará cinco ideias de seu livro.

Perspectivas sobre Xangai: Da cidade híbrida a cidade global

A cidade de Xangai está estrategicamente posicionada no Extremo Oriente como um novo centro financeiro mundial de primeira ordem, também como um novo modelo de cidade moderna. Neste quadro, enfrenta o desafio de acolher um crescimento populacional urbano de 15 milhões de pessoas para 2015, fruto do crescimento demográfico e da migração interna campo-cidade, atraída pelo acelerado desenvolvimento chinês.

"Especialização em Cidades: Gestão Estratégica do Território Urbano" oferecido pela Unisinos

O curso visa qualificar profissionais da área de Planejamento e Gestão Urbana para sua atuação em consultoria, elaboração e implementação de projetos de gestão do território.

Projeto "Hydropolis": Uma cidade aquática para o vale do Nilo, Egito

O projeto “Hydropolis” foi projetado pelas estudantes MArgauxLeycuras, Marion Ottmann e Anne-HinaMallette, da escola de arquitetura de Nantes, e ganhou recentemente um dos prêmios do concurso organizado pela Fundação Jacques Rougerie. “Hydropolis” é uma cidade aquática localizada no Vale do Nilo, Egito, que pretende explorar a seu favor o fenômeno do aumento do nível das águas ao invés de sofrer as consequências e reagir posteriormente.

Mais imagens e a descrição do projeto dada pela equipe de projeto, a seguir.

A interrupção dos fluxos no espaço público

A construção do território se manifesta no espaço físico a partir dos valores dominantes que se promovem a partir do poder, configurando a vida cotidiana e o comportamento social. A este respeito, a urbe como construção ideológica do território baseia-se em um contexto mercantilista focado principalmente em objetos de transação material sobre o espaço, o que pode denominar-se como o fluxo de bens e serviços (mercadorias).

Mais segurança requer melhores espaços públicos

Mais segurança requer melhores espaços públicos - Imagem de Destaque
Copenhagen, Superkilen

É possível que um bom espaço público induza o comportamento social e possa fazer uma cidade mais segura? É possível contribuir com um problema tão complexo e urgente de diferentes perspectivas disciplinares? Algumas pessoas argumentam que arrumando  rapidamente as "janelas quebradas" e repensando as ruas são as melhores políticas preventivas.

Em 1969, Philip Zimbardo, professor na Universidade de Stanford, realizou um experimento no âmbito de suas pesquisas em psicologia social. Ele colocou um carro não licenciado com o capô levantado em uma rua negligenciada no bairro do Bronx, em Nova Iorque, e um carro similar em um bairro rico de Palo Alto, Califórnia. O carro no Bronx foi atacado em menos de dez minutos. Seu aparente estado de abandono permitiu o ataque. O carro de Palo Alto não foi tocado por mais de uma semana. Foi então que Zimbardo resolveu quebrar a janela do carro. Quase imediatamente, transeuntes começaram a pegar coisas do carro. Em algumas horas, o carro estava completamente danificado. Em ambos os casos, muitos dos que atacaram os carros não pareciam ser pessoas perigosas. Esse experimento levou os professores de Harvard George Kelling e James Wilson a desenvolver em 1982 a Teoria das Janelas Quebradas: "Se uma janela quebrada é deixada sem reparos, as pessoas concluirão que ninguém liga para ele e que não há ninguém o vigiando. Então mais janelas serão quebradas e a falta de controle se espalhará dos edifícios para as ruas, mandando um sinal que 'vale tudo' e que não há autoridade".

Seguindo isso Kelling foi contratado – muito antes que Rudy Giuliani e a sua Política de Tolerância Zero - pela Acessoria do Metro de Nova York, onde reinavam a insegurança e o crime. Seu primeiro desafio foi convencer o prefeito progressista da cidade, o democrata Ed Koch, que a solução não era reforçar o policiamento e fazer mais prisões, mas sim limpar e sistematicamente prevenir pixações no interior e no exterior dos vagões, garantir que todos pagassem seus bilhetes e erradicar a vadiagem no metro. Apesar das críticas, a transformação do Metro de Nova York começou através de símbolos concretos e detalhes que foram bastante visíveis e que re-estabeleceram ordem e autoridade. Até o célebre designer Massimo Vignelli, autor da sinalização, decidiu inverter as cores dos pôsters para tipografia branca sobre fundo preto para desencorajar as pixações. Hoje é um modelo de espaço público seguro e eficiente, além de um emblema que os nova-iorquinos não estão dispostos a se comprometerem novamente.

A idéia é simples mas poderosa: os maus hábitos se espalham rapidamente, mas os bons hábitos, com força e continuidade, podem desbancar os ruins. Como muitas coisas ao nosso redor estão em um estado crítico graças à nossa indiferença aos primeiros sinais de que algo não está certo? Quantas janelas quebradas nós vemos cada dia? Isso tem relação com a marcação de limites e a extinção dos maus hábitos com estratégias situacionais e preventivas que envolvem não só as autoridades mas também a comunidade na resolução de problemas através de participação ativa. É também o fato de revindicar o papel do Estado na regulação e controle de uma área onde interesses gerais sempre devem ter prioridade, pequenos ou grandes, com ou sem justificação. Em contraste ao que muitos clamam como perspectivas libertárias errôneas, coexistência democrática no domínio público requer a restrição de liberdades individuais para maximizar o bom uso e o disfruto coletivo dos espaços públicos

13 princípios para converter uma orla em um espaço público transitável e culturalmente ativo

Nossos amigos do Project for Public Spaces (PPS) elaboraram um guia com 13 conselhos que podem ser levados em consideração pelos municípios na melhoria dos espaços urbanos das cidades costeiras, a fim de torná-los lugares mais atrativos e que protejam a identidade da cidades e seus habitantes.

Na seqüência os 13 conselhos da PPS.

UV-Light, construir espaços tridimencionais com a luz / Jeongmoon Choi

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O artista Jeongmoon Choi utiliza luz e fio para criar instalações que trabalham com os aspectos da perspectiva e da ilusão. Com reminiscências de algo produzido em um espetáculo de luzes de laser, seus campos tridimensionais formados por linhas luminosas, estão instalados em um espaço ultravioleta para criar entornos interativos. Choi conta atualmente com uma exposição individual na Galeria Laurent Mueller em Paris até 26 de Janeiro.

Mais informações e imagens, a seguir.