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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Baixa qualidade do transporte público abre espaço para transporte privado

Um dos focos de manifestações nas duas últimas semanas, a insatisfação com o transporte público também é combustível para o uso cada vez mais intensivo de veículos motorizados individuais nas grandes cidades, alimentando sucessivos recordes registrados pela indústria automobilística.

São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, palcos dos maiores e mais tensos protestos contra o aumento das tarifas de ônibus, não à toa, são também as cidades com as frotas de carros mais numerosas do país, que não param de crescer com os estímulos do governo ao consumo.

“Mapa de Empréstimo de Bicicletas”: 89 sistemas georreferenciados

O Centro de Análise Espacial Avançada (CASA), da Escola Universitária de Londres (UCL), se dedica a georreferenciar elementos que são parte do planejamento urbano de diversas cidades do mundo. Um de seus últimos trabalhos, realizado pelo pesquisador Oliver O’Brien, consistiu em identificar 89 sistemas de empréstimo de bicicletas existentes em distintas cidades ao redor do mundo.

Com os dados públicos dos mesmos sistemas de cada cidade foi criado o “Mapa de Empréstimo de Bicicletas”, que revela a localização exata de cada estação de bicicletas, a quantidade delas disponível e o número total existente em cada ponto, acompanhado de um gráfico mostrando o uso que se deu em cada estação nas últimas 24 horas.

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China desaloja camponeses para promover urbanização

Nos próximos 12 anos, a China pretende transferir 250 milhões de moradores de áreas rurais para cidades recém-construídas. É um acontecimento transformador que poderá detonar uma nova onda de crescimento econômico ou sobrecarregar o país durante várias gerações.

O governo, muitas vezes por decreto, está trocando as pequenas moradias rurais por arranha-céus, pavimentando grandes extensões de terras agrícolas e modificando drasticamente a vida dos moradores do campo. A escala é tão grande que o número de novos habitantes nas cidades chinesas será quase igual ao da população urbana dos EUA.

Como um enfoque compartilhado permite construir lugares atrativos?

A Organização Project for PublicSpaces (PPS) define o “Placemaking” como um processo acessível a qualquer pessoa que permite explorar a criatividade das cidades. Quando aberto e inclusivo, pode fazer com que as pessoas se sintam atraídas pelos lugares nos quais vivem e sintam-se mais propensas a envolver-se em suas comunidades.

Há pouco tempo a PPS publicou uma série de três artigos sobre esse processo. Este é o primeiro deles e apresenta distintas opiniões sobre a forma de fazer cidade, o papel das comunidades para que a criação de lugares funcione, a função da arte nos espaços urbanos e como estes podem se converter em lugares atrativos para as pessoas.

Da urbanização selvagem aos exilados urbanos

Nós que trabalhamos com as cidades, urbanistas, sabemos que apenas as leis de uso de solo, ordenamento territorial, seus códigos e regulamentações correspondentes e uma participação ativa dos cidadãos é que nos garante não ficar à mercê das conveniências politicas e interesses arbitrários e insaciáveis das incorporadoras.

Vemos, com tristeza, que neste mundo globalizado o destino de nossas cidades está nas mãos do mercado e não dos direitos do homem a ter acesso a uma melhor qualidade de vida.

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Timelapse Dubai

Dê uma olhada neste Vimeo Staff Pick, filmado por dimid, que registra a imponente cidade de Dubai e seus arranha-céus.

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Tarifa zero já existe há algum tempo em quatro cidades brasileiras

A reivindicação do Movimento Passe Livre contra o aumento das passagens e pela implantação da tarifa zero na capital paulistana pode parecer uma utopia, mas em pelo menos quatro cidades do interior do Brasil ela já é realidade. E, em alguns casos, há mais de uma década. Em Agudos e Potirendaba, no interior de São Paulo, em Porto Real, no Rio de Janeiro, e em Ivaporã, no Paraná, ninguém paga para andar de ônibus.

“The Future of Places”: Conferência prévia à Habitat III sobre o crescimento das cidades

A cada vinte anos, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos, mais conhecido como Onu-Habitat, realiza as conferências “Habitat”, onde se reúnem arquitetos, políticos, e representantes de diferentes organizações para analisar como se estão desenvolvendo nossas cidades e as repercussões que isso tem nos seres vivos.

New Cities Summit 2013: Vencedor e finalistas dos aplicativos urbanos para celulares

Por Constanza Martínez Gaete, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

No último New Cities Summit 2013, que aconteceu entre 4 e 6 de maio em São Paulo, foi anunciado o vencedor do prêmio AppMyCity! Criado pela fundação New Cities, a mesma que organizou o evento, que busca reconhecer os aplicativos para celulares que ajudam a melhorar a experiência nas cidades, que conectam as pessoas e tornam as cidades lugares mais divertidos, justos e sustentáveis.

Como era a vida dentro da cidade mais densa do planeta

Por Equipe Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Passaram-se 20 anos desde a demolição da cidade de Kowloon Por esse motivo, o jornal South China Morning Post produziu um infográfico que detalha os feitos e as cifras de como era a vida no interior daquele que foi o lugar mais densamente povoado do planeta.

Densidade versus Habitabilidade nas grandes cidades do mundo

PorConstanza Martínez Gaete, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

A densidade é um tema urbano que tem gerado forte debate entre seus principais expoentes.

Por um lado, um número crescente de economistas urbanos apresentam os benefícios de edificar arranha-céus como uma solução para vários aspectos, desde a inovação e a criação de emprego, até o acesso as habitações. Em 2011, Edward Glaeses – autor do livro “O triunfo das Cidades” –sinalizou que “os edifícios altos geram interações humanas que estão no coração da inovação econômica e do progresso em si”.

Por outro, os urbanistas Kaid Benfield (membro do Conselho de Defesa de Recursos Naturais) e Edward McMahon (integrante de Urban Land Institute), postulam que a se pode tirar melhor proveito da densidade sem a construção e arranha-céuas. Tal como McMahon comentou no ano passado, “a quadra de um bairro velho pode incluir um teatro comunitário, uma cafeteria, uma galeria de arte, dois restaurantes, uma loja de bicicletas, dez salas de ensaio de música, uma igreja, 20 departamentos e um par de bares, os que geram mais atividade e intensidade que um bloco de edifícios altos de escritórios”.

Mais detalhes a seguir.

Perspectivas sobre Cidade do Cabo: Estratégias que ampliam desigualdades

Por Dr. Arq. Guillermo Tella, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil

Cape Town ou Cidade do Cabo é a capital da Província do Cabo Ocidental, na África do Sul. Em uma área de 2,5 mil quilômetros quadrados, possui 3,5 milhões de habitantes, com uma densidade de 1,4 mil hab/km². Sua administração governamental é de caráter metropolitano e nos últimos anos reduziu os índices de desemprego e de criminalidade, e aumentou sensivelmente seu PIB.

Ranking 2013: As 10 megacidades de maior crescimento no mundo

Por Constanza Martínez Gaete, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Em 2050, sete de cada dez pessoas viverão em cidades, segundo estimativas das Nações Unidas. Como já é visível, a maior parte da população mundial se estabeleceu em áreas urbanas, salientando que certas regiões protagonizaram um crescimento demográfico explosivo nos últimos anos. Frente a isso, a consultora norte americana Demographia determinou quais são as dez cidades - com 10 milhões de habitantes ou mais - de crescimento mais rápido nos últimos anos onde.

A Cidade É Para Brincar / Basurama

O coletivo Basurama se dedica desde 2001 à gestão e produção de manifestações culturais variadas. Seus projetos enfatizam a importância do espaço público como ponto de encontro e interação nas cidades, propiciando a transformação social mediante estratégias lúdicas e participativas junto da necessidade de prolongar a vida útil de certos materiais para que estes não terminem no lixo.

A última intervenção do coletivo foi nomeada “A Cidade É Para Brincar. Sou Criança De 0 a 99 Anos” e ocorreu na Virada Cultural 2013 de São Paulo, no final de maio de 2013. Saiba mais na continuação.

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Desafios Urbanos da Cidade do Cabo como “Capital Mundial do Design 2014”

A cada dois anos, o Conselho Internacional de Sociedades de Design Industrial escolhe uma cidade dentre seus mais de 50 países membros como “Capital Mundial do Design”. Este reconhecimento é outorgado às cidades que, de alguma forma, implementaram o design como uma ferramenta para melhorar a vida cultural, econômica e social, a fim de converter os lugares em zonas mais atrativas, competitivas, eficiente e habitáveis. Com a criação de uma agenda composta por eventos relacionados ao design que se estende durante um ano, a menção também significa um desafio em detectar e remediar problemas urbanos que, em alguns casos, se arrastam por vários anos.

Em suas três versões passadas – Turim (2008), Seul (2010) e Helsinque (2012) – cada Capital do Design aproveitou para difundir suas realizações e criar novas estratégias junto a especialistas do Conselho, para servir de exemplo às demais nações. Nos próximos anos, as práticas surgidas nestes encontros estarão carregadas de história e segregação, porque serão provenientes da Cidade do Cabo, África do Sul, escolhida como a Capital Mundial do Design 2014.

Uma cidade sem calçadas ou semáforos

Já imaginou uma cidade sem calçadas ou semáforos? A primeira coisa que vem à mente é “caos”, mas foi o que a cidade de Poynton (Inglaterra) fez, apostando no efeito contrário: segundo o vídeo, tirar o controle de tráfego da sinalização e confiá-lo às pessoas faz com que elas prestem mais atenção e se respeitem mais. O resultado é que os motoristas dirigem mais devagar e os pedestres encontram menos obstáculos, o que é especialmente útil para deficientes visuais, físicos e ciclistas. A sinalização dos espaços por onde transitar é feita no chão, usando diferentes tons e texturas. Confira o vídeo na sequência:

Istambul: O grande protesto para salvar o último parque público da cidade

A destruição de um parque, ou melhor, a destruição do último grande parque do centro de Istambul foi o que gerou a manifestação de milhares de pessoas nesta e em outras cidades da Turquia.

O governo turco decidiu que o Parque Gezi – localizado junto à Praça Taksim, uma das principais praças de Istambul – seria substituído por um novo shopping center. Isso fez com que, um dia antes das máquinas chegarem ao local, um pequeno grupo de pessoas decidisse ocupar o parque para evitar sua destruição.

Bicicletas e pedestres: A importância de contar

Por Hernán Silva B. via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil

O Chile está começando a experimentar os benefícios dos projetos destinados a pedestres e bicicletas - Sistemas de Contagem Automática e Permanente de Fluxos. Trata-se de uma tecnologia inteligenteque pode ser utilizada em todo tipo de espaços públicos, como ciclovias, passeios de pedestres, praças, parques, orlas, núcleos urbanos centrais, vias interurbanas e rurais, bem como nas imediações de parques nacionais e áreas de proteção ambiental para aferir o número de pessoas praticando atividades como trilhas e mountain bike.