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Arquitetos: studio mk27 - marcio kogan
- Área: 1115 m²
- Ano: 2017
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Fabricantes: Artefacto, Jader Almeida
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Enquanto um espaço eminentemente hegemônico, em que os homens brancos cisgênero representaram ao longo do tempo e ainda representam a maioria nas posições de maior prestígio — desde as lideranças de grandes escritórios às premiações internacionais, como o Prêmio Pritzker —, a prática arquitetônica tradicionalmente tem invisibilizado a trajetória e experiência profissional de muitas arquitetas.

O Prêmio da União Europeia para a Arquitetura Contemporânea, Prêmio Mies van der Rohe, acaba de anunciar as primeiras 449 obras para concorrer na sua edição de 2022. Selecionados em 279 cidades de 41 países, os projetos foram nomeados por especialistas europeus independentes, associações nacionais de arquitetura e pelo Comitê Consultivo do Prêmio.

De maneira alguma a pretensão deste texto é refutar ou desmerecer o artigo Vida e morte das Tiny Houses, recentemente publicado, mas sim oferecer ao leitor outras perspectivas e uma expansão quanto ao tema, um dos princípios básicos do trabalho que envolve a crítica de arquitetura. Para isso, este texto se estrutura em dois eixos que analisam alguns pontos levantados pela autora do texto original.

Projetar uma casa é um dos exercícios que certamente todos os arquitetos já experienciaram ao longo de sua carreira (ou pelo menos, na jornada acadêmica). No entanto, seja pelo orçamento reduzido ou limitações físicas do terreno, desenvolver um projeto residencial com metros qudrados escassos pode ser um interessante desafio na busca por soluções que maximizem o espaço, cumpra o programa de necessidades requerido e ainda ofereça o máximo conforto aos futuros moradores. Com isso em mente, reunimos de nossa biblioteca de projetos, 21 residências brasileiras com menos de 100 metros quadrados construídos acompanhados de suas plantas. Veja a seguir:

Em projetos de arquitetura, a divisão dos ambientes com funções diferentes pode ser feita de inúmeras formas e ir além do uso das tradicionais barreiras verticais, como as paredes, divisórias, painéis e cobogós. A diferenciação dos espaços por meio da disposição dos pisos em múltiplos níveis, seguindo uma lógica de divisão a partir de planos horizontais elevados ou rebaixados, possui a vantagem de permitir uma maior permeabilidade entre os ambientes.


As escadas de madeira podem apresentar um aspecto próprio em cada projeto, graças não apenas às diferentes disposições que podem ocupar no ambiente, mas também à variação de cores e texturas proporcionadas pelas diferentes espécies e cortes das peças e às diferentes maneiras de arranjo de degraus.
Hoje, o Open House Worldwide (OHWW) realizará seu primeiro evento colaborativo: um festival de eventos, discussões, tours e outras atividades, com 48 horas ininterruptas de duração. Como parceiro de mídia, o ArchDaily transmitirá todo o evento.

New Generations é uma plataforma europeia que analisa os escritórios emergentes mais inovadores do continente, proporcionando um novo espaço de troca de conhecimentos, teoria e produção. Desde 2013, a New Generations já envolveu mais de 300 práticas em um programa diversificado de atividades culturais como festivais, exposições, chamadas públicas, vídeo-entrevistas, workshops e formatos experimentais.

Na semana passada, Paulo Mendes da Rocha anunciou a doação de todo o seu acervo de projetos à Casa da Arquitectura, instituição portuguesa com sede em Matosinhos que se dedica a manter a exibir coleções de arquitetura. A notícia foi divulgada na data pelo ArchDaily e causou comoção entre arquitetos, docentes, pesquisadores e instituições brasileiras – em especial a FAUUSP, que lamentou a decisão de Rocha.


Após a doação do acervo completo de Paulo Mendes da Rocha à Casa da Arquitectura, em Portugal, houve uma grande discussão por parte dos brasileiros com um pesar em ver partir para Portugal a documentação física da obra intelectual e construída de Paulo Mendes da Rocha. Através de uma carta aberta divulgada hoje, o Diretor-Executivo da Casa da Arquitectura, Nuno Sampaio, propõe protocolos de colaboração institucional com entidades brasileiras.

Elementos vazados como cobogós e muxarabis são comumente utilizados para proteger os espaços internos de um edifício da radiação solar direta sem bloquear a ventilação, uma característica favorável sobretudo a locais de clima predominantemente tropical, como o Brasil. Menos comum é o uso destes elementos em interiores, mas nestes casos os elementos vazados permitem flexibilizar a divisão entre os ambientes internos, sem segregá-los completamente.

Este artigo faz parte da série colaborativa “Arquitetura do Leste Europeu: 50 Edifícios que Definiram uma Era”, desenvolvida em parceria entre o The Calvert Journal e o ArchDaily. Celebrando alguns dos principais ícones da arquitetura do leste europeu, publicaremos periodicamente uma lista com cinco projetos construídos no então Bloco de Leste.

No município de Bazoches-sur-Guyonnes, a cerca de 40 quilômetros a sudoeste de Paris, encontra-se uma das mais importantes casas particulares desenhadas por Alvar Aalto: a Maison Louis Carré. O cliente, Louis Carré, era um negociante de arte francês proeminente que também tinha muito interesse em arquitetura. Ele desejava uma casa que fosse capaz de acomodar muitos convidados para exibições de arte, mas que também incorporasse um componente privado. Encomendou a Aalto para projetar sua casa em 1956, e Louis Carré e sua esposa, Olga, mudaram-se para sua nova casa três anos mais tarde.

Algumas obras consagradas da arquitetura são reconhecidas por seus detalhes ou por elementos específicos pensados com tamanho cuidado e inventividade que passam a ser a referência imediata que vem à cabeça quando pensamos nestes projetos.
Um desses elementos que frequentemente se torna protagonista nas propostas é a escada, que presente em alguns clássicos, como o Solar do Unhão de Lina Bo Bardi, com sua escada de madeira singular que organiza todo o espaço livre e faz da estrutura sua medida, ou, ainda, a icônica escada helicoidal do Palácio do Itamaraty desenhada por Oscar Niemeyer com as curvas precisas que caracterizam sua obra.