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Bienal de Veneza de 2021: O mais recente de arquitetura e notícia

Pavilhão "Restroom" explora o banheiro como um território de disputas políticas e sociais na Bienal de Veneza

“Quando usamos um banheiro, embora fechemos a porta ao entrar, nunca estaremos sozinhos. Muito pelo contrário. Ao adentrar nesse espaço, nos embrenhamos em uma rede de diferentes corpos, infraestruturas, ecossistemas, normas culturais e códigos sociais”. Embora banheiros sejam muitas vezes negligenciados, tratados apenas como uma infra-estrutura banal e necessária, eles são, na verdade, um território onde questões de gênero, religião, etnia, higiene, saúde e também economia são claramente definidas e expressas. Pensando nisso, Matilde Cassani, Ignacio G. Galán, Iván L. Munuera e Joel Sanders desenvolveram o projeto de dois pavilhões para a 7ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, nos quais eles exploram o banheiros como um território de disputas políticas e sociais.

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O melhor dos pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021

Respondendo ao tema, “Como viveremos juntos” de 115 maneiras diferentes, a Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 deu as boas-vindas, fisicamente, ao grande público, em 22 de maio de 2021. Ao se abrir para o mundo, o tema atemporal, porém sensível ao contexto, gerou um coletivo imaginário, destacando um mundo que prefere viver junto a ficar separado. Construindo uma narrativa arquitetônica do presente, que reflete sobre um futuro resiliente, o interrogatório, feito pela primeira vez em 2019, ganhou mais relevância com a pandemia, que paralisou o mundo. Com muito otimismo e amor a arte, a mostra de arquitetura abriu as portas a um público ansioso e revelou qualidades recorrentes nas intervenções apresentadas.

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"Proximamente: Visões a partir do território mínimo": Pavilhão do Uruguai na Bienal de Veneza 2021

Este é um breve adiantamento de "Próximamente: Visões a partir do território mínimo", o Pavilhão do Uruguai para a XVII Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, que acontece entre 22 de Maio e 21 de Novembro deste ano.

Pavilhão da Croácia na Bienal de Veneza explora as múltiplas narrativas dos espaços de convívio

O Pavilhão da Croácia para a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, intitulado “Togetherness / Togetherless”, explora como a reciclagem e o reaproveitamento de estruturas arquitetônicas existentes pode ajudar a transformar a maneira como nos relacionamos com o espaço e com as outras pessoas. Com curadoria de Idis Turato, o Pavilhão Croata é composto por uma série de elementos reutilizados, aos quais são atribuídos novos significados e funções, permitindo a construção de um espaço completamente novo e aberto a diferentes formas de apropriação.

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Escombros do passado e futuros possíveis: entrevista com Carlos Alberto Maciel sobre o Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza

Quando foi escolhido pela Biennale di Venezia para dirigir a 17ª Exposição Internacional de Arquitetura, Hashim Sarkis desafiou os curadores nacionais a responderem uma pergunta urgente e nada fácil: como viveremos juntos? Nem ele, nem os curadores, nem ninguém esperava o que estaria por vir. Passado um ano e meio de pandemia global, a pergunta assume novos significados e apresenta, certamente, desdobramentos outros que extrapolam qualquer noção previamente vislumbrada pela organização do evento.

Neste contexto de incertezas globais, informada por um país marcado pela desigualdade social, Utopias da vida comum – título da participação brasileira elaborada pelos Arquitetos Associados em colaboração com o designer visual Henrique Penha – busca estabelecer um diálogo entre o passado moderno e um futuro possível (e melhor) para as cidades brasileiras. Tivemos a oportunidade de conversar com o arquiteto Carlos Alberto Maciel sobre a mostra que ocupará o Pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza. Leia a seguir:

Pavilhão da Turquia na Bienal de Veneza aborda mudança climática através da imaginação arquitetônica

Intitulado "Arquitetura como medida", o Pavilhão Turco, da 17ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, busca explorar o que e como a arquitetura pode contribuir para o meio ambiente, tendo em vista, a atual crise climática, além da atual dependência tecnológica. Com curadoria de Neyran Turan, o pavilhão estará em exibição em um local de longo prazo, o Sale d'Armi no Arsenale, de 22 de maio a 21 de novembro de 2021.

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"La casa infinita": Pavilhão da Argentina na Bienal de Veneza aborda as habitações populares

Desenvolvido pelo arquiteto Gerardo Caballero, com a colaboração de Paola Gallino, Sebastian Flosi, Franco Brachetta, Ana Babaya, Leonardo Rota, Emmanuel Leggeri, Sofia Rothman, Gerardo Bordi, Edgardo Torres e Alessandro De Paoli, La casa infinita, um projeto inspirado nas casas tradicionais argentinas, representará o país na próxima exposição internacional de arquitetura da Bienal de Veneza. O projeto refletirá sobre a identidade da casa popular argentina e sobre a história da habitação coletiva no país, explorando exemplos tanto públicos quanto privados. La casa infinita buscará estender os limites do doméstico e enfatizar a importância do coletivo sobre o individual, determinando que uma casa pode ser muito maior que a própria moradia: "pode ser a cidade, o campo e até mesmo o mundo".

Pavilhão da Hungria na Bienal de Veneza revisita seu patrimônio arquitetônico socialista

O Pavilhão Húngaro da 17ª Bienal de Veneza explora a arquitetura socialista, muitas vezes desafiadora, e analisa como essa herança poderia ser reconsiderada e ter um novo futuro. Intitulada Othernity - Reconditioning our Modern Heritage, a exposição com curadoria de Dániel Kovács apresenta doze edifícios icônicos modernos de Budapeste e as visões de doze firmas arquitetônicas da Europa Central e Oriental para seu recondicionamento. O projeto do Pavilhão Húngaro estuda como a arquitetura pode construir a partir de seu passado para fomentar a resiliência, sustentabilidade e fortes identidades culturais.

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Pavilhão de Kosovo da Bienal de Veneza aborda relação entre natureza e humanidade

Intitulado "Containporary" o Pavilhão de Kosovo da 17ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza avalia o papel da urbanização global e o processo de planejamento e criação de ambientes sustentáveis. Curado por Maksut Vezgishi, o pavilhão estará exposto de 22 de Maio a 21 de Novembro de 2021.

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Pavilhão de Singapura na Bienal de Veneza explora a arquitetura das relações humanas em tempos de Covid-19

Intitulado “To Gather: the Architecture of Relationships”, o pavilhão de Cingapura para a 17ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, explora as diferentes maneiras como os cingapurianos se apropriam dos espaços públicos em sua pequena cidade-estado. Com curadoria da Universidade Nacional de Cingapura (NUS), o pavilhão será aberto visitação no próximo dia 22 de maio, dia em que se inaugura a 17ª Bienal d Arquitetura de Veneza.

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Pavilhão da Rússia na Bienal de Veneza explora ambientes digitais e o futuro das instituições culturais

O Pavilhão da Federação Russa para a Bienal de Veneza de 2021 explora o papel das instituições culturais através dos espaços físicos e digitais. Intitulado Open, o programa investiga o tema em múltiplas frentes, desde a renovação de sua arquitetura física até a pesquisa sobre o papel social dos ambientes virtuais e um conjunto de perspectivas sobre as novas formas de pensar no âmbito institucional. A contribuição se baseia no projeto Open?, que teve início em maio de 2020 e seguiu durante todo o ano como uma plataforma virtual para criativos e pensadores.

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Pavilhão da China na Bienal de Veneza revisita os tradicionais pátios residenciais

Nomeado "Yuan-er, a Courtyard-ology: From the Mega to the Micro", o Pavilhão Chinês na 17ª Bienal Internacioal de Arquitetura de Veneza irá responder às questões de como arquitetura pode contribuir para igualdade, conectividade e unidade, ao resgatar as tipologias tradicionais familiares chinesas. Com curadoria de Zhang Li, o pavilhão irá estar exposto de 22 de Maio de 2021 à 21 de Novembro do mesmo ano.

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Kazuyo Sejima é nomeada presidente do júri internacional da Bienal de Veneza 2021

O Conselho de Administração da Bienal de Veneza de 2021, nomeou Kazuyo Sejima como presidente do júri internacional, encarregada de premiar o Leão de Ouro para a Melhor Participação Nacional, o Leão de Ouro para o Melhor Participante, bem como, o Leão de Prata para um jovem participante promissor. Além disso, o conselho também selecionou quatro outros membros para o júri, do Peru, Líbano, Gana e Itália. A cerimônia de premiação acontecerá em Veneza na segunda-feira, 30 de agosto de 2021.

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Pavilhão da Finlândia na Bienal de Veneza apresenta a história das casas pré-fabricadas de madeira

Para a 17ª Mostra Internacional de Arquitetura La Biennale di Venezia, o Pavilhão da Finlândia revisita um momento da história local em que uma crise de refugiados levou a novas formas de construção e reconfiguração do espaço doméstico, que acabou influenciando diferentes lugares do mundo. Intitulada New Standards, a exposição com curadoria de Laura Berger, Philip Tidwell e Kristo Vesikansa apresenta a história de Puutalo Oy, uma empresa especializada em edificações pré-fabricadas de madeira que estabeleceu novos padrões para o design residencial no século XX e criou a exportação arquitetônica mais difundida da Finlândia.

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Pavilhão da Arábia Saudita na Bienal de Veneza explora encontros sociais dentro de casa

Intitulado Acomodações, o Pavilhão da Arábia Saudita na 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza se propõe a analisar encontros sociais e espaciais de hospedagens e casas no território saudita, lugar onde histórias, protocolos e gestos estão entrelaçados. Com curadoria de Hussam Dakkak, Basmah Kaki, e Hessa AlBader, junto com os curadores de Brooklin, Uzma Z, Rizvi e Murtaza Vali, a exposição irá acontecer de 22 de Maio a 21 de Novembro de 2021.

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Pavilhão dos EUA na Bienal de Veneza explora a construção em madeira na arquitetura americana

Intitulado "American Framing", o pavilhão dos Estados Unidos na 17ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, explorará a onipresença e o poder criativo da estrutura de madeira na arquitetura americana, um elemento construtivo esquecido. Com curadoria de Paul Andersen e Paul Preissner, a exposição estará em exibição no Giardini della Biennale de 22 de maio a 21 de novembro de 2021.

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Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras

Intitulado “Oræ — Experiences on the Border”, (oræ, que em latim que significa “fronteiras”) o pavilhão suíço para a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras, investigando desde questões territoriais a assuntos políticos. Concebido por uma equipe multidisciplinar de arquitetos e artistas da cidade de Genebra, entre eles Mounir Ayoub e Vanessa Lacaille do escritório Laboratoire d'Architecture, o cineasta Fabrice Aragno e o escultor Pierre Szczepanski, o pavilhão apresenta uma série de projetos participativos desenvolvidos ao longo das fronteiras da Suíça, os quais evidenciam a diversidade do território helvético, de seus habitantes, da sua arquitetura e muito mais.

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Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade

Com o título de Composite Presence [Presença Composta em tradução literal], o pavilhão belga da 17ª Exposição Internacional de Arquitetura - A Bienal de Veneza, irá explorar a complexa relação entre arquitetura e as cidades de Flandres e Bruxelas, a partir do tema "a memória como uma prática arquitetônica". Com curadoria de Bovenbouw Architectuur, em colaboração com o Flanders Architeture Institute, o pavilhão nacional estará aberto para visitas de 22 de maio a 21 de novembro de 2021.

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