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Barry Bergdoll: O mais recente de arquitetura e notícia

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Aprendizado pela Prática: Por que estudantes de arquitetura participam de concursos

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Em tese, participar de um concurso de arquitetura é um dos maiores desafios na trajetória de um/a estudante de arquitetura. O grande atrativo para os/as estudantes é a oportunidade de experimentar, abordando um programa vagamente definido que abre espaço para testar ideias não convencionais e ferramentas desconhecidas fora do ritmo do semestre letivo. Esse distanciamento das avaliações formais é um desdobramento relativamente recente, já que os concursos outrora desempenhavam um papel central no ensino de arquitetura.

Na École des Beaux-Arts, o ensino dividia-se entre o ateliê — onde os/as estudantes desenvolviam projetos sob a orientação de um/a arquiteto/a atuante — e o concurso, no qual um júri de professores/as avaliava o trabalho sem ter acompanhado seu desenvolvimento. Esse modelo foi posteriormente levado a escolas como o MIT, a Penn, e a Cornell por docentes com formação francesa. Com o tempo, a maioria das escolas manteve o ateliê, que se transformou no estúdio de projeto, e relegou os concursos às margens do currículo acadêmico.

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Deborah Berke e Barry Bergdoll são os mais novos jurados do Prêmio Pritzker

O Prêmio Pritzker de Arquitetura nomeou Deborah Berke e Barry Bergdoll como os mais novos membros do júri. Substituindo Richard Rogers e Ratan N. Tata, as novas nomeações de Berke e Bergdoll marcam a próxima edição de 2020 do Prêmio Pritzker e o 42º aniversário do prêmio. O Pritzker é conhecido internacionalmente como a maior honra da arquitetura.

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Como a arquitetura do hip-hop está conquistando seu espaço

Como a arquitetura do hip-hop está conquistando seu espaço - Image 1 of 4
PHAT (Nathaniel Belcher, Stephen Slaughter) Harlem Ghetto Fabulous, 2003. Imagem via revista Metropolis. Imagem Cortesia de Cortesia PHAT (Nathaniel Belcher, Stephen Slaughter)

Este artigo foi publicado originalmente em Metropolis Magazine como "Hip-Hop Architecture's Philip Johnson Moment".

Mais de 40 anos depois de ter emergido das festas do South Bronx, o hip-hop tornou-se uma força esmagadora que remodelou a cultura global. Mas no seu aspecto mais elementar e fundamental, o hip-hop é um confronto direto e poderoso com o ambiente construído. "Vidros quebrados em todos os lugares / Pessoas mijando nas escadas, você sabe que eles simplesmente não se importam", Grandmaster Flash and the Furious Five cantaram em sua faixa seminal de 1982 "The Message". "Eu não aguento o cheiro, não aguento o barulho / Não tenho dinheiro para sair, acho que não tenho escolha.” (Broken glass everywhere / People pissing on the stairs, you know they just don’t care / I can’t take the smell, can’t take the noise / Got no money to move out, I guess I got no choice.”)

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Barry Bergdoll e a crescente "fascinação gringa" pela América do Sul

Após a muito bem sucedida exposição Latin America in Construction, Architecture 1955-1980 no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA), tivemos a oportunidade de conversar com o curador Barry Bergdoll durante sua visita ao Chile. Professor de história da arte no departamento de História da Arte e Arqueologia da Columbia University e ex-curador-chefe do departamento de Arquitetura e Desenho do MoMA, Bergdoll se aproximou da disciplina a partir da história cultural e sociologia das profissões, focando na história e problemáticas de exibir a arquitetura.

Na ocasião, Bergdoll nos falou sobre a importância de viajar, enfatizando sua dívida pessoal com a América Latina e reconhecendo-se como parte de uma crescente "fascinação gringa" pela América do Sul. Após sete anos de pesquisa para esta exposição, Bergdoll nos traz um olhar externo ao recente ressurgimento e crescimento do subcontinente e como hoje ele apresenta uma cultura arquitetônica internacionalmente reconhecida. 

Críticas e comentários sobre o Prêmio Pritzker de Shigeru Ban

Ontem convidamos alguns críticos ilustres e colegas de Ban a refletir sobre a conquista do Prêmio Pritzker pelo arquiteto japonês. Curadores, arquitetos, e escritores elogiaram a abordagem e convicção de Ban, descrevendo o que seu trabalho significa para a comunidade arquitetônica. Leia a seguir comentários do co-fundador da Architecture for Humanity Cameron Sinclair, curadores do MoMA Barry Bergdoll e Pedro Gadanho, colegas de classe da Cooper Union, Nanako Umemoto e Jesse Reiser, de Reiser + Umemototo, Ruy Ohtake, entre outros.

Bienal de Veneza 2012: Design Onscreen Film Festival