Após séculos de colonização portuguesa e recente conquista da independência, Moçambique passa por um período com novos desafios, como o combate à pobreza e ao déficit de infraestrutura frente à expansão urbana descontrolada. No âmbito da arquitetura, é possível notar o reflexo desses desafios nas diretrizes de projetos moçambicanos, como na previsão da necessidade de expansão do edifício no futuro, na adoção de medidas para controle climático de forma passiva e na utilização de técnicas construtivas vernaculares adaptadas ao contexto local (como forma de minimizar o consumo energético nas diferentes fases de construção do edifício e os custos provenientes delas).
O Paraguai que conhecemos hoje já não é mais aquele de outrora, e assim como o país se transformou ao longo do último século, sua arquitetura passou por um radical processo de mudança durante os últimos cem anos. A herança cultural indígena do povo Guaraní esteve, por muito tempo, onipresente em todo território e como a principal referência na produção e organização do ambiente construído do país. Mais tarde, o colonialismo viria para transformar para sempre as relações entre o povo e seus assentamentos urbanos. Há alguns anos porém, este pequeno país latino-americano começou a redescobrir o seu próprio passado através de novas práticas de arquitetura, principalmente, em projetos de pequena escala.
Está aberta a Chamada de Artigos para o congresso internacional Critic|all IV, dedicado aos temas relacionados à crítica e à teoria da arquitetura e do urbanismo. O Critic|all é organizado pela ETSAM-UPM (Madri) e sua quarta edição será em parceria com a FAUUSP e o Grupo de Pesquisa PC3.
Com programas variados e flexíveis, os centros culturais são edifícios de uso público de relevância na promoção, como o nome sugere, da cultura de um lugar. No intuito de estimular o uso cotidiano e permanente do espaço, voltado aos moradores de uma região específica, seus projetos arquitetônicos podem incluir um programa vasto, com biblioteca, cinema, auditório, espaços para exposições, salas para oficinas, espaços de convivência, entre outros.
Em 1897 foi instituída a Cidade de Minas Gerais, que em 1901 passou a ser chamada de Belo Horizonte. O projeto urbanístico de Aarão Reis para a capital mineira deu origem à primeira cidade moderna planejada no Brasil. A malha ortogonal que define quarteirões, grandes corredores e diferentes zonas urbanas foi inspirada em outros modelos de cidades, como Paris e Washington, com a presença de ideais modernizantes e republicanos que inspiraram a hierarquização do território.
Eleita Capital Europeia da Cultura em 1994 e Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, Lisboa tem sido destino de turistas de muitas partes do mundo nos últimos anos. Com uma programação cultural pujante, a cidade é sede de importantes acontecimentos relacionados à arte, à música, ao cinema, e, como não poderia faltar, à arquitetura. A Trienal de Arquitectura de Lisboa e o Open House - evento que organiza visitas guiadas gratuitas a edifícios marcantes de cidades ao redor do mundo - são alguns desses acontecimentos de relevância no campo arquitetônico, responsáveis por divulgar, debater e refletir questões ligadas à área.
Além de programações ligadas à arquitetura, Lisboa tem visto nos últimos anos o surgimento de novos equipamentos, como museus, centros culturais e teatros, além da requalificação de espaços públicos. A construção ou requalificação dessas estruturas, relacionadas direta ou indiretamente à movimentação cultural na cidade, podem ser controversas, levantando questões como a gentrificação e o aumento do turismo de massa - tema de um artigo publicado anteriormente no ArchDaily Brasil.
O curso é estruturado a partir de visita a obras de arquitetura contemporânea, na cidade de São Paulo, sempre na companhia da arquiteta ou do arquiteto que desenvolveu o projeto. Será realizada uma aula inaugural pública, de apresentação do curso para explicar a dinâmica das visitas. A escolha da obra a ser visitada adota os seguintes parâmetros: local, escala, autor(a) e uso. Em todas as visitas são discutidos temas relacionados à vida prática da arquitetura nos escritórios, ao ensino, às novas tecnologias, ao processo de trabalho e à relação daquele projeto com a cidade.
Quando uma extensão em um edifício histórico é solicitada, os arquitetos geralmente optam por intervenções em vidro, transparentes e reflexivas. Alguns decidem permanecer neutros e sutis ao lidar com uma estrutura antiga, enquanto outros escolhem um design arrojado e aberto para manifestar seu caráter contemporâneo. Como cada projeto tem sua motivação e raciocínio conceitual, os resultados são diversos.
Continue lendo para conhecer alguns exemplos relevantes, cada um respondendo a um programa diferente.
Será abordado o desenvolvimento, controle, viabilização e fabricação de geometrias complexas através da associação de parâmetros do projeto usando Grasshopper, o mais avançado software de modelagem generativa para Arquitetura e Design.
Esse curso é uma introdução sobre o desenvolvimento, controle e viabilização de geometrias complexas através da associação de parâmetros do projeto usando Grasshopper, o mais avançado software de modelagem generativa para Arquitetura e Design.
ALA e AOR são os convidados desta conferência que se realiza dia 11 de Abril de 2018 no Palácio Sinel de Cordes onde está sediada a Trienal de Arquitectura de Lisboa. Estes dois ateliers de arquitectura desenvolvem a sua actividade em contexto Finlandês, um país com um Índice de Desenvolvimento Humano (HDI - Human Development Index) muito alto, ocupando a posição número 23 no ranking mundial. Erkko Aarti, sócio fundador, apresentará o trabalho da AOR Architects, e Antti Nousjoki, mostrará as obras dos ALA Architects. A conversa será moderada por Paula Melâneo, editora-chefe do J—A Jornal Arquitectos.
O evento lança o livro “Rem Koolhaas nas metrópoles delirantes: entre a Bigness e o big business” de Paolo Colosso e, aproveitando a ocasião, discute ações coletivas que tem os grandes centros urbanos como pauta, mas também como lugar por excelência das interações inventivas, da refeitura de vínculos, da produção de contranarrativas e, ainda, das subjetivações políticas. Isto num momento em que a reativação de espaços públicos e da vida urbana encontram condições adversas, mas ao mesmo tempo marcam a entrada em cena de novos personagens, cujos papeis ainda não sabemos quais serão. Na conversa com o autor estarão Alana Moraes( PPGAS- UFRJ) e Guilherme Wisnik ( FAU USP)
Depois de 3 anos e meio do “Curso Livre Arquitetura Paulistana”, chegamos ao expressivo número de 50 obras visitadas. Acreditamos que é importante celebrar esse momento!
O ATLAS da Arquitetura Europeia Contemporânea reúne pela primeira vez todos os projetos nominados ao Prêmio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia - Prêmio Mies van der Rohe, desde sua primeira edição em 1988 até a décima quarta, em 2015.
2881 projetos que contam uma viagem através da multiplicidade e variedade de arquiteturas que configuraram o território europeu durante os últimos 30 anos.