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África: O mais recente de arquitetura e notícia

Residência Duiker / GSQUARED

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  • Arquitetos: GSQUARED
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  375
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2018
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  4ALL, GIOCOSO, OGGIE, QUADRO, TACTILE

Concurso de Estudantes Kaira Looro: Pavilhão da Paz na África

PEACE PAVILION em memória das vítimas inocentes da guerra na África

"A paz é um sonho, pode se tornar uma realidade ... mas, para construí-la, devemos ser capazes de sonhar" (Nelson Mandela).

TEMA
Hostilidade intercultural e a exploração de recursos no continente Africano tem engatilhado uma sucessão de conflitos armados que resultaram em milhões de vidas inocentes perdidas e refugiados com a esperança de uma vida melhor em algum lugar. Comunidades aniquiladas. Aldeias e cidades rasgadas no chão. Nações no caos.

Maior arranha-céu da África começará a ser construído no Marrocos

O arranha-céu mais alto da África terá suas obras iniciadas dentro de duas semanas. Projetado pelos arquitetos espanhóis Rafael de la-Hoz Arquitectos e pela empresa marroquina CHB Cabinet Hakim Benjelloun, o Bank of Africa Tower, de 250 metros de altura, conquistará o título de torre mais alta do continente, superando o Carlton Centre, em Joanesburgo. Visando as classificações LEED Gold e HQE, a torre começará a ser construída no dia 1 de novembro e deverá ser concluída em maio de 2022.

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Inauguração da exposição "Emerging Architecture Studios Based in Luanda"

Exposição Colectiva de Arquitectura "Emerging Architecture Studios Based in Luanda":

Projetado por Zaha Hadid, maior arranha-céu da África será construído no Egito

Depois de mais de uma década, o Egito retomou seu plano de construir o edifício mais alto da África. Localizado na orla do rio Nilo, no centro do Cairo, o arranha-céu foi projetado por Zaha Hadid em 2007. O presidente Abdel Fattah el-Sisi e o governo estão trabalhando com a incorporadora do projeto, a Living in Interiors, para criar a "Nile Tower", uma torre de 70 pavimentos. Com vista para o Cairo, o Nilo e as pirâmides, o projeto busca simbolizar o crescimento do Egito e o desenvolvimento do país.

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Estudantes de arquitetura da Somália preservam digitalmente o patrimônio construído de seu país - antes que seja tarde demais

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Estudantes de arquitetura da Somália preservam digitalmente o patrimônio construído de seu país - antes que seja tarde demais - Imagem de Destaque
via Somali Architecture

Desde o início da guerra civil em 1991, as paisagens política e arquitetônica da Somália, no Leste da África, têm sido instáveis. Enquanto os centros urbanos do país, como a capital Mogadíscio, ostentam um tecido diversificado de mesquitas históricas, cidadelas e monumentos ao lado de estruturas cívicas modernistas, as décadas de conflito resultaram na destruição de muitas estruturas importantes. E, embora a luta tenha diminuído substancialmente nos últimos anos, o futuro do patrimônio arquitetônico do país ainda está longe de alguma segurança.

Em resposta a isso, estudantes de arquitetura somali residentes no Reino Unido, Itália e Estados Unidos se uniram para criar o Somali Architecture, um projeto de pesquisa que arquiva e "reconstrói" digitalmente estruturas icônicas por meio de modelos 3D. O objetivo é “preservar a identidade e a autenticidade” da Somália por meio de sua arquitetura - existente e destruída. “Queremos que cada construção icônica do passado seja reinterpretada para um futuro mais coerente”, dizem os estudantes.

Veja a seguir uma seleção das estruturas que a Somali Architecture descobriu e reconstruiu até agora.

Equipe de mexicanas vence o Global LafargeHolcim Awards 2018 com proposta de gestão da água no espaço público

Os resultados foram anunciados para o 5º Prêmio Global LafargeHolcim para Construção Sustentável, com três equipes lideradas por mulheres premiadas com as medalhas de ouro, prata e bronze. O concurso pediu aos participantes que especulassem sobre os métodos futuros de equilibrar o desempenho ambiental, a responsabilidade social e o crescimento econômico, “exemplificando a excelência arquitetônica e um alto grau de transferibilidade”.

O concurso atraiu mais de 5.000 inscrições de 131 países. Tendo sido avaliados regionalmente por jurados na Europa, América do Norte, América Latina, Oriente Médio / África e Ásia-Pacífico, 55 propostas de sucesso foram inscritas para os prêmios globais, onde seis vencedores foram selecionados.

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Como escolas na África podem se beneficiar com um projeto inteligente e vegetação abundante

Muitas crianças na África são obrigadas a suportar estudar em escolas com pouca ventilação, que podem superaquecer facilmente sob o sol africano. A proposta de WAYAiR para uma nova escola em Ulyankulu aborda a questão do clima e fornece uma "vila educacional" respeitando o patrimônio local e a identidade da cidade. WAYAiR é um grupo de educadores com ideias semelhantes que, nos últimos 25 anos, desenvolveram seu singular programa educacional em Poznan, na Polônia, usando uma abordagem baseada na arte e agora desejam compartilhar seus conhecimentos em todo o mundo.

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TED Talk: Christian Benimana do MASS fala sobre abrir uma escola de design na África

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Vamos seguir um modelo de construção insustentável semelhante ao que presenciei na China, ou podemos desenvolver um modelo africano de desenvolvimento sustentável e igualitário? Estou otimista de que podemos.

Neste recente TED Talk, Christian Benimana fala sobre sua jornada como arquiteto - tendo crescido em Ruanda, estudado na China e, finalmente, retornando à África para presenciar o início de um boom na construção civil muito semelhante ao que ele testemunhou em Xangai. Neste contexto, ele explica por que ele e o MASS Design Group fundaram o African Design Center, um centro de ensino e inovação que pretende ser um catalisador para o desenvolvimento urbano no continente.

O descaso com a acessibilidade nas cidades africanas (e o que os arquitetos podem fazer à respeito)

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Este artigo foi originalmente publicado pelo Common Edge como "Africa’s Undeclared War on the Disabled."

Recentemente passei uma semana em companhia de um grupo multidisciplinar composto por pesquisadores da Europa, dos EUA e da África, em um workshop intitulado “The Practice and Politics of DIY Urbanism in Africa” (Práticas e Políticas do Urbanismo "Do It Yourself" na África). Jonathan Makuwira, professor da Malawi University of Technology, apresentou um artigo convincente sobre "Urbanismo e Acessibilidade em Malawi", destacando os inúmeros desafios que as pessoas com deficiência enfrentam durante a sua vida no continente, utilizando essa cidade como um estudo de caso.

Durante a sua conferência, reafirmei a minha percepção de que os espaços públicos urbanos acessíveis são insuficientes. Este é o tema central da proposta que apresentei em meu projeto de 2016 para a Bolsa Richard Rogers Fellowship da Harvard Graduate School of Design (GSD), onde eu me propus a desenvolver um projeto de design acessível adaptável para espaços públicos da cidade de Abuja .

Conheça os vencedores do primeiro Prêmio de Arquitetura Africana

Os vencedores do prêmio inaugural de arquitetura africana foram anunciados. Estabelecido por St. Gobain com o objetivo de "estimular conversas sobre a arquitetura africana, enquanto ela cimenta seu lugar em um contínuo global", o evento representa o primeiro programa de prêmios pan-africanos desse tipo, com mais de 300 projetos de 32 nações africanas sendo considerados por um painel de direção liderado pelo professor Lesley Lokko, o embaixador Phill Mashabane, o conselheiro Zahira Asmal e o arquiteto David Adjaye.

"Os Prêmios de Arquitetura da África são muito importantes", disse Adjaye. "Agora é o momento de promover a excelência e as melhores práticas no continente. Esse prêmio é particularmente importante porque este é o momento que muito está acontecendo no continente em termos de desenvolvimento, em termos de arquitetura que está sendo produzida".

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Conheça a arquitetura contemporânea africana além dos estereótipos

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A África é um continente diverso e com diferentes contextos que vão além dos estereótipos imaginados e propagados por aqueles que não a conhecem. Estes estereótipos também abrangem o campo arquitetônico. A arquitetura africana sempre é lembrada por seus belíssimos projetos vernaculares ou pelas obras realizadas por Keré, mas outras linguagens desenvolvidas por arquitetos no continente são praticamente esquecidas.

Por este motivo, a fim de aumentar o panorama da arquitetura contemporânea construída no continente africano, reunimos aqui uma seleção de edifícios que foram realizados em catorze países diferentes. Se inspire com os dezoito projetos selecionados, a seguir.

O custo humano trágico das novas megacidades da África

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Este artigo foi publicado originalmente por Common Edge como "Tale of Two Cities: Unravelling the Brutal Backstory Behind Africa’s Emerging Megacities."

Nas últimas duas décadas, a narrativa africana mudou fenomenalmente. A história extensa, em grande parte tecida em torno dos estereótipos da pobreza, doenças e de guerras civis sangrentas, foi substituída por uma que celebrava o crescimento econômico sem precedentes do continente e uma relativa estabilidade política. Esta nova narrativa é também sobre os arranha-céus brilhantes da África, os enormes shoppings e as cidades ambiciosas "inteligentes" sendo projetadas e construídas a partir do zero: Ebene Cyber City em Mauritius; Konza Technology City no Quênia; Safari City na Tanzânia; Le Cite du Fleuve na República Democrática do Congo; Eko Atlantic na Nigéria; Appolonia City em Gana, entre outras.

Atualmente, há pelo menos vinte dessas novas cidades em construção no continente e cerca de duas vezes esse número em obras. Esses empreendimentos alteraram permanentemente a perspectiva urbana do continente, e ofereceram algo diferente da mistura de pastiches da arquitetura colonial que já era conhecida. Como arquiteto, inicialmente fiquei entusiasmado com a qualidade de algumas arquiteturas, embora eu deva admitir que essas novas cidades são estranhas cópias idênticas de desenvolvimentos na China, Cingapura e até mesmo nos Emirados Árabes Unidos, e que eles são, em grande parte, privados de qualquer conexão cultural com a África.

2 Equipes brasileiras são finalistas no Concurso Internacional Kaira Looro de Arquitetura Sacra no Senegal

O concurso Kaira Looro para Arquitetura Sacra buscava projetos para um espaço de culto, com o intuito de, além de criar um novo marco, também dar origem a uma cultura comunitária, ser leve e gracioso para entender sua espiritualidade. Kaira Looro, que no idioma mandingo significa "Arquitetura para a Paz", não trata apenas de arquitetura, mas também representa o vínculo com uma cultura, uma espiritualidade e pesquisa de interioridade. O desafio dado foi celebrar a filosofia de culto, projetando uma arquitetura sustentável e culturalmente orientada, para um lugar carente de materiais e com baixa tecnologia.

O júri foi composto por Kengo Kuma, Azzurra Muzzonigro, Agostino Ghirardelli, Rainer Kasik, Ko Nakamura, René Bouman, Sebastiano D'Urso, Pilar Diez Rodriguez, Angelo Ferrara, Carmine Chiarelli, Ignazio Lutri, Walter Baricchi e Ibrahima Gomis. A proposta vencedora foi a da equipe LIAFINAND, da Polônia.

Conheça, abaixo, as propostas das duas equipes brasileiras que foram finalistas neste concurso internacional:

Mapas antigos mostram por que inventar coisas pode ser uma má ideia

É difícil imaginar um mundo inexplorado. Hoje, GPS e mapas de satélite nos guiam pelas cidades, sejam familiares ou novas, enquanto as técnicas de varredura e mapeamento estão gradualmente tirando último ar de mistério em relação aos territórios ainda inexplorados do planeta. No entanto, a elaboração de mapas nos séculos XVI e XVII era uma arte, ainda que bastante incerta e repleta de lacunas.

Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural

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O escritório Ingvartsen Architects voltou sua atenção para a "arquitetura do intercâmbio cultural" - não com o objetivo de explorar a identidade ou a estética, mas com um propósito prático em mente: minimizar a disseminação de doenças. O Projeto Magoda combina elementos asiáticos com métodos construtivos tradicionais africanos na vila de Magoda, na região de Tanga, Tanzânia, e foi colocado em prática com oito protótipos de residências. O projeto busca mostrar como o intercâmbio no design e arquitetura podem contribuir significativamente na solução de problemas para fins humanitários, não apenas melhorando a saúde e higiene, mas também o conforto e a felicidade dos usuários.

Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural - Image 1 of 4Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural - Image 2 of 4Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural - Image 3 of 4Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural - Image 4 of 4Como a combinação da arquitetura tradicional africana e asiática pode aumentar a qualidade de vida na Tanzânia rural - Mais Imagens+ 21

Fricções Culturais: para uma transferência das arquiteturas tradicionais à produção contemporânea

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Ensina-me a viver da sua maneira para eu poder ver o mundo através do seu entendimento.
Juan Downey, arquiteto e artista chileno.

A proposta Fricções Culturais: Para uma transferência das arquiteturas tradicionais à produção contemporânea, desenvolvida pelo arquiteto chileno Samuel Bravo Silva, tem como objetivo investigar as arquiteturas tradicionais em perigo de extinção ao longo das três principais bacias hidrográficas do mundo (Amazonas, Congo e Brahmaputra), como uma relação tanto física como significativa dos povos com a paisagem.

Olhando através de determinadas construções da paisagem, o autor pergunta-se como os povos se ocupam da fricção dos espaços tradicionais com a modernidade. Sua pesquisa indaga na experiência de Juan Downey, um arquiteto chileno que, nos anos setenta, aproximou-se do povo Yanomami no Amazonas; analisa sua própria obra construída no Deserto do Atacama e na Amazônia Peruana; e finalmente tira lições das arquiteturas tradicionais, desde os entornos típicos aos bairros periféricos.

Conheça em detalhe a proposta - finalista do Wheelwright Prize 2016 (Harvard GSD)-, a seguir.

Relatório Mundial das Cidades 2016: urbanização nos últimos 20 anos

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Há algumas semanas, foi apresentado em Nova Iorque o Relatório Mundial das Cidades 2016, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos, ONU-HABITAT.

Intitulado “Urbanização e Desenvolvimento: Futuros Emergentes”, este documento elabora uma análise global de como foi o processo de urbanização durante as últimas duas décadas, entre 1996 e 2016, que corresponde ao período entre cada Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, mais conhecido como HABITAT, que teve sua primeira edição em Vancouver, Canadá.

Em junho de 1996, em Istambul (Turquia), realizou-se o Habitat II, em em outubro deste ano será realizado o Habitat III em Quito (Equador).