A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas por escritórios consagrados. De centros comerciais à beira-rio a torres de uso misto, este artigo explora programas comerciais e residenciais desenvolvidos por escritórios globais de arquitetura que estão em fase conceitual, venceram concursos de projeto ou já se encontram em fase de execução.
Apresentando desde uma ponte de pedestres desenvolvida pelo Grimshaw Architects na França até um arranha-céu no distrito financeiro apelidado de "Farol do Século XXI" pelo escritório Ronald Lu & Partners, este compilado explora como escritórios consolidados projetaram edifícios que atendem às necessidades espaciais e ambientais de seus usuários e suas respectivas funções. A seleção também traz propostas de SOM, IMPLMNT, Gensler e Aedas, entre outras equipes de arquitetura de destaque.
#Chapas de alumínio anodizado Nos últimos anos, as chapas de alumínio anodizado vêm se consolidando como um material emergente, amplamente aplicado em projetos de interiores e exteriores na arquitetura contemporânea chinesa. O alumínio anodizado apresenta as seguintes características principais: 1. Aparência metálica, com a película de anodização transparente que protege o material, preservando plenamente a textura metálica natural e suave do alumínio; 2. Maleabilidade, apresentando excelente usinabilidade, com ótimas propriedades de moldagem e dobra; 3. Consistência superficial, mantendo uma tonalidade uniforme independentemente da volumetria e complexidade do edifício; 4. Resistência à corrosão, graças ao processo de anodização que cria uma camada de óxido densa na superfície metálica, proporcionando alta resistência à corrosão e aumentando a dureza e a resistência estrutural da edificação; 5. Alta resistência intempérica, com uma superfície eletrostaticamente neutra que repele a poeira, facilitando a limpeza e mantendo o brilho original mesmo após sucessivas lavagens, o que garante fachadas duradouras — projetos executados há 40 anos com chapas de alumínio anodizado mantêm-se hoje com a mesma aparência original; 6. Sustentabilidade, tratando-se de um material ecologicamente correto, classificado com nível A de incombustibilidade.
#Chapas de alumínio anodizado Almeco A Almeco, especialista global em alumínio com tratamento de pré-superfície, oferece uma ampla gama de produtos inovadores de alumínio anodizado para fachadas e decorações internas e externas. Sua textura metálica incomparável, variedade de cores e excelente trabalhabilidade conferem uma nova vitalidade e expressão artística à arquitetura, transformando cada edifício em uma obra de arte singular. Por essas qualidades, a marca tornou-se a escolha de arquitetos/as de renome internacional, como Jean Nouvel, Thom Mayne, MAD e UNStudio.
"E se o ambiente construído pudesse ser uma solução para a crise climática, em vez de parte do problema? E se os edifícios pudessem agir como árvores – capturando carbono, purificando o ar e regenerando o meio ambiente?" Em resposta a essas questões, Skidmore, Owings & Merrill (SOM) propôs o Urban Sequoia, um conceito arquitetônico inspirado no ecossistema, apresentado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 2021 em Glasgow - COP26. O projeto propõe “florestas de edifícios" que sequestram carbono e produzem biomateriais, criando um novo ambiente urbano ecológico e resiliente.
Nesta reedição, o autor Mark Alan Hewitt discute as maquetes e sua relevância. "Para quem teve a sorte de crescer nas décadas de 1950 e 1960, as maquetes eram a grande sensação — e não apenas as do tipo que essa expressão costuma sugerir", afirma ele. Recuperando a trajetória das maquetes realistas dos anos 1970, semelhantes às renderizações virtuais atuais, este ensaio reconstitui a sua história e a dos artistas que as produziram.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130703/o-fascinio-e-a-importancia-das-maquetesMark Alan Hewitt
Sob o título Available City / Cidade Disponível, a Bienal de Arquitetura de Chicago acontecerá de 17 de setembro a 18 de dezembro em mais de 10 locais da cidade, com o intuito de destacar o potencial das áreas urbanas vazias como espaços coletivos por meio de intervenções desenvolvidas em estreita colaboração com a comunidade local. Por isso, a bienal também anunciou que os parceiros culturais desta nova edição apresentarão um programa em forma de conferências, painéis, workshops ou performances: SOM, Studio Gang e Museu de Arte Contemporânea são alguns dos mais de 100 museus, estúdios de arquitetura e organizações comunitárias participantes do evento.
O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o escritório SOM sobre projetos de Desenvolvimento Orientado ao Transporte (TOD). O SOM possui ampla atuação em planejamento, projeto e engenharia voltados a diversos meios de transporte, sendo o TOD, sem dúvida, uma das principais especialidades de sua equipe. Nesta entrevista, abordaremos as estratégias de projeto e suas transformações ao longo dos anos, os desafios e as novas frentes de foco desse modelo e, acima de tudo, a estratégia projetual para o desenvolvimento de TODs na China — país onde o escritório participou de inúmeros projetos, incluindo o Portal Sul do Eixo Central de Guangzhou, a Baía de Pearl Nansha em Guangzhou e o Planejamento do Distrito de Xiong'an.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130627/transformar-a-cidade-em-um-sistema-de-quadras-altamente-complexo-som-sobre-projetos-de-tod韩爽 - HAN Shuang
Após concurso internacional envolvendo 71 escritórios de arquitetura de 9 países diferentes, os arquitetos da Skidmore, Owings & Merrill foram selecionados para projetar a Vila Olímpica para os jogos de Milão Cortina 2026. O projeto faz parte do masterplan do Pátio Ferroviário de Porta Romana e criará um novo centro de atividades na região, buscando o mínimo impacto ambiental. O projeto autossuficiente contará com espaços residenciais, comerciais e públicos, que mudam de configuração a partir do evento olímpico.
Nos últimos anos, assistimos a um maior reconhecimento do esforço coletivo que é a arquitetura e a crescente valorização das diferentes profissões que participam no processo de projeto. Dentro de cada edifício extraordinário, a engenharia estrutural desempenha um papel essencial na materialização da ideia arquitetônica. O artigo destaca as contribuições passadas e presentes da engenharia para o ambiente construído, personalidades que ficaram à sombra dos arquitetos apresentando suas intenções de projeto e a colaboração entre engenheiros e arquitetos hoje.
É inútil dizer que a arquitetura é uma profissão que flutua de acordo com a economia. Todos nós conhecemos histórias ou até sentimos na pele as consequências de um período de recessão. Para a industria da construção civil, a depressão econômica se traduz em um estado de espera, na escassez de novos projetos e portanto, em um impacto negativo considerável em termos de novos contratos e vínculos empregatícios—sem mencionar as terríveis consequências para a massa de trabalhadores informais, entre eles, arquitetos e arquitetas. É evidente que a economia opera em ciclos, ora com períodos de vacas magras, ora com momentos de vacas gordas. Quando no entanto, uma mal temporada coincide com uma situação de crise na qual a população global continua a crescer rapidamente e o valor da terra a atingir níveis exorbitantes, é inegável que a arquitetura não passará ilesa por tal momento. Ainda assim, existem aqueles que, ao invés de culpar a economia pelos altos e baixos da profissão da arquitetura e da industria da construção civil, afirmam que é ela a principal responsável pelas principias crises econômicas globais.
Na era moderna da arquitetura, onde os avanços em tecnologia e construção permitiram aos arquitetos construir melhor, mais rápido e mais alto, o céu é o limite. A cada mês, uma nova manchete exibe a torre residencial mais alta ou o prédio comercial recém-construído, que quebra mais um recorde por sua altura impressionante. Mas à medida que o tempo passa e novos projetos são concluídos, as tendências mostram que os Estados Unidos estão saindo dos holofotes em termos de poder reivindicar o título de detentor do edifício mais alto do mundo, e as pranchetas mostram que nenhuma cidade americana irá reivindicá-lo em breve.
Diante da pandemia, profissionais de arquitetura e design estão repensando e propondo soluções inovadoras para quase todos os nichos do setor, desde a hotelaria e restaurantes até a experiência no espaço de trabalho e a arquitetura paisagística. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 19% dos fatores que afetam nossa saúde e bem-estar estão diretamente relacionados ao ambiente construído, o que torna esses/as profissionais fundamentais para a proteção da saúde pública.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126812/arquitetos-as-e-designers-cobram-acoes-por-prioridades-politicas-mais-saudaveisLeilah Stone
O SOM revelou seu projeto para uma estrutura superalta recordista na província de Jiangsu, na China. Em construção desde 2017, o Greenland Int’l Finance Center se tornará a torre mais alta, com quase 500 metros de altura após sua conclusão, superando a Zifeng Tower de Nanjing, também projetada pelo SOM.
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Análises estruturais. Image Cortesia de Oliver Krieg
Quando falamos em visualização de arquitetura, logo imaginamos croquis, renderizações computacionais e desenhos. Isso porque quase sempre associamos o termo à graficação de ideias, a mostrar um projeto que ainda não está construído, seja para a validação de decisões estéticas e funcionais ou para entendimento do próprio cliente, muitas vezes não familiarizado com desenhos técnicos. Mas além além das camadas superficiais de materiais, planos, texturas e cores, ao concretizar um projeto o arquiteto precisa estar ciente de questões técnicas e invisíveis a olho nu, que poderão influenciar diretamente no projeto ou no uso futuro da edificação ocupada.
Para os/as estudantes que se formam este ano com a economia global em pausa, a “colação de grau” pode parecer mais com a entrada em um limbo. No entanto, embora a crise atual seja única, não é a primeira recessão de que se tem lembrança. Muitos/as arquitetos/as e designers do SOM já enfrentaram períodos de incerteza e, ao longo do caminho, aprenderam lições valiosas. Diante disso, a equipe decidiu compartilhar suas trajetórias.
Onde e como trabalhamos se transformou para muitos(as) designers após o surto de COVID-19. Com uma estimativa de 900 milhões de pessoas em todo o mundo em isolamento domiciliar, cada vez mais pessoas passaram a trabalhar remotamente para evitar a propagação do vírus. Como uma das maiores empresas de design, engenharia e planejamento do mundo, a SOM opera em diversos fusos horários e localidades. Nesta entrevista, a sócia-diretora Carrie Byles apresenta a abordagem da SOM e explica como outros(as) designers e escritórios podem aprimorar o trabalho remoto.
A empresa SOM (Skidmore, Owings & Merrill) assinou um memorando de colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA), de modo a aprofundar suas pesquisas existentes para a Comunidade Lunar. Assinado em Paris, por Colin Koop, parceiro de design da SOM, e Johann-Dietrich Wörner, diretor-geral da ESA, o anúncio foi feito no início deste mês.