![Casa de praia / [H] arquitectos - Casas](https://images.adsttc.com/media/images/5af1/a41c/f197/cc61/1900/02dd/medium_jpg/847A0740.jpg?1525785602)
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Arquitetos: [H] arquitectos
- Área: 298 m²
- Ano: 2017
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Fabricantes: Dublock, Firenze, Llano de la Torre, Stonia
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A Architectural League de Nova York anunciou os destinatários dos prêmios 2018 Emerging Voices, destacando indivíduos e escritórios "com diferentes vozes de projeto e potencial para influenciar as disciplinas de arquitetura, paisagismo e urbanismo".



É inegável que arquitetos amam tijolos; não apenas pela atmosfera aconchegante que ajudam a criar, mas também pela diversidade de expressões que podem ser alcançadas quando são empregados de forma criativa. Dependendo da disposição dos blocos ou fiadas, é possível chegar a resultados originais e atraentes. Esta expressividade é o que fotógrafos como Hiroyuki Oki, Gustavo Sosa Pinilla e François Brix têm tentado registrar em suas imagens. Nelas, a luz é o elemento essencial da composição, permitindo controlar a intensidade de cor, contrastar os cheios e vazios e potencializar as impressionantes texturas dos tijolos.

Pelo terceiro ano consecutivo, em junho, pedimos a nossos leitores estudantes que enviassem projetos acadêmicos construídos em que trabalharam recentemente. E, pelo terceiro ano consecutivo, a resposta que recebemos foi excelente. Com centenas de inscrições para o ArchDaily, ArchDaily Brasil e os quatro sites ArchDaily en Español, em 2017 nossos leitores nos enviaram mais projetos do que nunca. A seguir, selecionamos os 34 melhores projetos de estudantes de todo o mundo.
Desde 2015 o Workshop Vertical: Projetos de Impacto Regenerativo (Departamento de Arquitetura da Universidade Iberoamericana), ministrado pelos professores Juan Casillas, Mariana Ordóñez e Jesica Amescua, opera como um espaço acadêmico e prático de ação-reflexão sobre o papel atual dos arquitetos na produção social do habitat.
O propósito principal da oficina é disparar um sentido de responsabilidade nos estudantes através da exploração do potencial da arquitetura participativa como uma ferramenta de mudança sócio-ambiental. Os projetos tratados nesse âmbito surgem necessariamente de demandas reais e são desenvolvidos por meio de processos participativos e de intercâmbio de saberes (técnicos e locais) que buscam construir um conhecimento comum. Para além dos objetivos arquitetônicos, os processos com as pessoas tornam-se o centro dos projetos em seus três momentos: diagnóstico, desenho e construção.