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Arquitetos: Butiá Arquitetura
- Área: 230 m²
- Ano: 2023



Ao projetar espaços de dimensões reduzidas, a adoção de uma configuração e distribuição eficientes é determinante para a experiência de seus/suas usuários/as e para o desenvolvimento fluido das atividades e tarefas a serem realizadas. No caso de bares e restaurantes, profissionais de arquitetura e de design de interiores buscam, diariamente, atender às necessidades de clientes, funcionários/as e proprietários/as, levando em consideração desde as instalações e tecnologias necessárias até os serviços, ambientações e mobiliário adequados ao tipo de gastronomia oferecido.



O espaço de escritório tradicional do século XX, com suas enormes estantes de arquivos, impressoras industriais e salas de reuniões de alta capacidade, já não é a única forma de fazer negócios. Com tecnologias como armazenamento em nuvem, videoconferência e inteligência artificial simplificando nossas vidas profissionais, tudo o que realmente precisamos é de uma superfície plana e a senha do wifi.
Num cenário comercial onde até as maiores empresas dedicam tanta atenção às suas contas de mídia social quanto ao valor de suas ações, nunca foi tão fácil para pequenos negócios competirem. No entanto, encontrar um espaço de escritório adequado para empresas com apenas alguns funcionários pode ser desafiador. Estes quatro locais de trabalho de pequena escala demonstram como, ao manter as coisas pequenas, é possível fazer mais com muito menos.


O layout dos espaços internos tem passado por uma evolução constante desde o primeiríssimo projeto residencial. Por muitos anos, a funcionalidade ditou sua organização; logo depois, contudo, mudanças culturais, sociais e econômicas influenciaram a maneira como as pessoas projetam seus espaços de vida, dando origem ao conceito amplo e versátil da planta integrada. Muito já se escreveu — e criticou — sobre a planta integrada: quem a introduziu, como se desenvolveu, seus benefícios e/ou a falta deles. Nas últimas décadas, as plantas integradas estiveram talvez entre os conceitos de design de interiores mais solicitados, mas, hoje, profissionais de arquitetura parecem inclinar-se para o oposto.




Independentemente da região, a cultura brasileira preza por momentos ao ar livre. Seja para festas, refeições, conversas descontraídas, fazer exercícios ou simplesmente relaxar, o clima brasileiro em geral permite que os espaços externos façam parte da rotina das pessoas, que conseguem encaixar em seu dia a dia tempos de lazer, descanso ou até trabalho em ambientes externos. Para tanto, muitas casas planejam espaços exteriores com coberturas que tragam conforto para esses ambientes.


Quando se trata de design de interiores com visão de futuro, adaptabilidade e atemporalidade são dois fatores-chave que podem garantir que uma casa pareça tão atual quanto no momento da sua construção. Ao emprestar elementos de vários estilos proeminentes e combiná-los em um todo harmônico, os interiores contemporâneos permanecem atuais mesmo com o avanço das tendências. Mas quais são os componentes que se mantém presentes mesmo com as frequentes mudanças? Exploramos sete elementos de design que resistem ao tempo e definem os interiores contemporâneos.

Qual é o papel do paisagismo na habitação contemporânea? De que maneiras a arquitetura e a paisagem podem se integrar em um todo? Conceber a incorporação da paisagem desde o início do projeto arquitetônico tornou-se, para muitos arquitetos e arquitetas, um aspecto definidor e até mesmo um desafio para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, além de contribuir para a proteção e o cuidado com o meio ambiente.
Em repetidas ocasiões e no contexto latino-americano, a natureza se apresenta como protagonista ou princípio fundador do partido arquitetônico proposto, envolvendo razões ligadas ao estímulo da relação com o entorno, à incorporação de espécies nativas do local e ao fortalecimento da conexão entre interior e exterior, entre outras. Embora existam diversas maneiras de planejar, ordenar e organizar a disposição dos ambientes na habitação contemporânea, o diálogo entre a arquitetura e a paisagem pode colaborar com os usos, atividades e circulações determinados em função das necessidades a serem atendidas ou dos/as usuários/as a serem acolhidos/as.