Laurian Ghinitoiu

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"Circus, Circus" leva intervenções arquitetônicas à Bauhaus Dessau

No início do mês a Bauhaus Dessau foi animada pelo Bauhaus Festival. Intitulado "Circus, Circus – from Black to White", o evento tinha como objetivo proporcionar toda a diversão de uma feira, porém, com um toque monocromático -- em oposição às tradicionais cores vibrantes associadas aos circos. O evento também foi uma oportunidade de apresentar o legado de um dos maiores artistas que lecionou na Bauhaus, László Moholy-Nagy, cujos experimentos em filme e novas mídias se encaixam bem na natureza performática do circo. O fotógrafo Laurian Ghinitoiu viajou até o evento para registrar as festividades e a interação com o famoso edifício de Walter Gropius.

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Legado de Zaha Hadid: os escritórios do Porto de Antuérpia, fotografados por Laurian Ghinitoiu

Projetado pro Zaha Hadid Architects, e após uma década entre desenho e construção, os novos escritórios do porto de Antuérpia (Bélgica) abriram suas portas. Uma nova e monumental estrutura é colocada sobre uma estação de bombeiros remodelada, para se converter no escritório central do segundo maior porto da Europa, com capacidade para 500 funcionários.

O fotógrafo Laurian Ghinitoiu visitou o projeto para capturar a forma única do mais recente projeto completado pelo escritório de Zaha Hadid.

Legado de Zaha Hadid: os escritórios do Porto de Antuérpia, fotografados por Laurian Ghinitoiu  - Mais Imagens+ 37

Schaudepot de Herzog & de Meuron no Vitra Campus pelas lentes de Laurian Ghinitoiu

No início deste ano, o Vitra Schaudepot, localizado no Vitra Campus, foi oficialmente inaugurado. A mais recente de uma série de estruturas projetadas por arquitetos renomados ou emergentes, este espaço é o segundo projeto de Herzog & de Meuron neste campus. Concebido como "uma instalação de armazenamento" que apresenta um apanhado geral da extensa coleção de móveis e luminárias do Vitra Design Museum, os mais de 400 objetos oferecem "uma introdução compreensível da história do design de móveis". Com um café e uma nova entrada para os visitantes do museu, o edifício também pode receber exposições temporárias. Veja, a seguir, os registros fotográficos de Laurian Ghinitoiu dessa nova obra em Weil am Rhein.

Schaudepot de Herzog & de Meuron no Vitra Campus pelas lentes de Laurian Ghinitoiu - Mais Imagens+ 27

Pezo von Ellrichshausen fala sobre arquitetura para a escala humana

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Para Mauricio Pezo e Sofía Von Ellrichshausen, o papel do arquiteto vai muito além de lidar com problemas funcionais, bem como sociais, sustentáveis e de segurança. "É claro que a arquitetura em sua essência consiste em solucionar problemas, e os problemas mudam constantemente", diz von Ellrichshausen nesta entrevista com a The Architectural Review fora de seu Pavilhão Vara na Bienal de Veneza de 2016. “Mas provavelmente o que abrange a arquitetura é muitas vezes maior do que o problema abordado inicialmente. Portanto, pensamos na arquitetura em termos de sua grande abrangência, incorporando valores e não necessariamente propondo uma solução".

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Os melhores projetos de estudantes de 2016

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Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Image 183 of 4

Ano passado, convidamos estudantes de todo o mundo a compartilharem seus projetos que foram construídos como parte de seus estudos. As respostas foram tão impressionantes que resolvemos repetir o chamado este ano. Então, há dois meses, unimos forças com o ArchDaily e com as quatro páginas do ArchDaily en Español para lançar uma chamada de trabalhos, e mais uma vez as respostas ultrapassaram as expectativas. Com mais de 100 propostas enviadas, a qualidade dos projetos foi tão alta que tivemos que organizar uma publicação ainda mais extensa esse ano, reunindo 36 projetos de 20 países. Veja, a seguir, os melhores projetos de estudantes de 2016.

Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Image 4 of 4Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Image 59 of 4Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Image 98 of 4Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Image 111 of 4Os melhores projetos de estudantes de 2016 - Mais Imagens+ 179

Vídeo: Projetando através do tempo – Economia doméstica na Bienal de Veneza 2016

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Esta entrevista, apresentada em parceria com PLANE—SITE, Jack Self—cocurador do Pavilhão Britânico na Bienal de Veneza de 2016—revela como o "fronte" da arquitetura britânica hoje em dia não é apenas uma crise imobiliária, mas "uma crise do lar". Ao apresentar provocadoramente "o banal", Self revela porquê a participação britânica na Bienal de Veneza de 2016 propõe cinco novos modelos para a vida doméstica, cada um curado pelo tempo da ocupação doméstica.

"Incidental Space": Pavilhão da Suíça na Bienal de Veneza 2016

Como parte da cobertura do ArchDaily sobre a Bienal de Veneza 2016, apresentamos uma série de artigos escritos pelos curadores das exposições e instalações à mostra no evento.

Qualquer arquitetura é exibicionista. Exposições não são simplesmente locais para apresentação da arquitetura, são locais para a incubação de novas formas de arquitetura e novos meios de se pensar sobre arquitetura [1] – Beatriz Colomina

Uma bienal de arquitetura pode ser mais do que um local para apresentar e celebrar o status quo da produção arquitetônica. O estado de exceção da Bienal é sua distância espacial de onde as pessoas normalmente tentam abrir espaço para examinar e questionar criticamente as condições da produção e do trabalho cotidianos. Contudo, tecnologicamente falando, hoje em dia é possível mais do que nunca antes, no entanto, nos anos recentes, a latitude criativa dos arquitetos têm sido bastante refreada por uma enorme —e crescente—pressão de regulamentações e regras. Contra este cenário, a exposição arquitetônica tem se tornado cada vez mais um meio relevante para uma prática crítica da arquitetura. Compreendido nestes termos, uma exposição não é mais apenas um local para representar arquitetura ex post facto, como ainda é vista hoje em dia. Em vez disso, o fato de que a autonomia do espaço da exposição e sua distância do mundo “real” da arquitetura pública e privada, tem um potencial que está sendo cada vez mais reconhecido e utilizado. Exposições estão se tornando um local para pesquisar e produzir uma prática arquitetônica experimental e crítica: um local não para a apresentação de produtos finalizados, mas para a produção de conteúdo. As limitações e licenças simultâneas para se vivenciar, emprestados pela exposição focado no objeto de pesquisa, permitindo a emergência de novas ideias, interpretações e significados. Isto remete a se questionar o suposto limite entre arquitetura e exposição. Investigação se torna uma forma de apresentação.

"Our Amazon Frontline": Pavilhão do Peru na Bienal de Veneza 2016

Como parte da cobertura do ArchDaily Brasil na Bienal de Veneza 2016, estamos apresentando uma série de artigos escritos pelos curadores das exposições e instalações à mostra no evento.

A floresta amazônica é nossa fronteira: batalhas constantes estão sendo travadas para preservar a maior fonte de biodiversidade, produção de oxigênio e regulação climática do planeta.

A Amazônia é também o fronte de batalha entre a visão ancestral de seus habitantes e a visão moderna da sociedade ocidental em relação ao seu território. Se fossemos aprender com o conhecimento indígena, agora ameaçado pela hegemônica "civilização ocidental", daríamos vez a visões sem precedentes sobre medicina, nutrição e a produção sustentável da floresta tropical. A dissolução desta última fronteira teria implicações globais e poderia mudar o modo como vemos nosso mundo. 

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Kashef Chowdhury / Contribuição de URBANA para a Bienal de Veneza 2016

Como parte da cobertura do ArchDaily sobre a Bienal de Veneza 2016, apresentamos uma série de artigos escritos pelos curadores das exposições e instalações à mostra no evento.

O título "To Live Is To Be Slowly Born: Kashef Chowdhury" se relaciona com o processo da arquitetura, que pode se materializar lentamente e por isso também se refere à arquitetura, à paciência e à significativa existência dos edifícios em seus ambientes fragilizados.

A instalação é um labirinto de vidro que o visitante cruza para chegar a um ambiente interno. O vidro é transparente –portanto, uma abordagem alternativa à manifestação arquitetônica do "labirinto": espaço antigo de trama e descobrimento. Refere-se à ideia de que embora uma pessoa tenha uma visão clara de suas intenções, o caminho para se chegar  a isto talvez não seja direto, mas um tanto quanto "labiríntico", nas zonas econômicas e climáticas em que o arquiteto opera. Isto é, pode-se ver claramente, mas não progredir não é fácil. 

Kashef Chowdhury / Contribuição de URBANA para a Bienal de Veneza 2016 - Mais Imagens+ 9

"Making Heimat": Por dentro do Pavilhão da Alemanha na Bienal de Veneza 2016

"Making Heimat. Germany, Arrival Country" [Construindo um lar. Alemanha, país de chegada] é uma resposta à chegada de mais de um milhão de refugiados na Alemanha em 2015. As expectativas para 2016 são similares. A necessidade de habitação é urgente, mas urgente também é a necessidade de novas ideias e abordagens confiáveis para a integração. Portanto, a exposição é composta por três partes: a primeira parte investiga os abrigos físicos dos refugiados - as soluções reais que foram construídas para lidar com a necessidades urgentes. A segunda parte busca definir as condições que devem estar presentes numa "cidade de chegada" a fim de transformar refugiados em imigrantes. A terceira parte da exposição é o conceito de design espacial do pavilhão alemão, que abordará a situação política contemporânea. O grupo "Something Fantastic" planejou e organizou a apresentação de arquitetura e design gráfico.

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Vídeo: Subindo o zigurate do Pavilhão Nórdico na Bienal de Veneza 2016

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Neste vídeo, Jesús Granada visita o Pavilhão Nórdico e a exposição "In Therapy" na Bienal de Veneza deste ano. O vídeo apresenta uma série de imagens estáticas que mostram a instalação central da exposição - uma pirâmide escalonada, ou zigurate - e sua série de "ambientes sem paredes" para a reflexão. O pavilhão em si, construído em 1969, foi projetado por Sverre Fehn para refletir e concretizar algumas ideias sobre a sociedade Nórdica e sua arquitetura - inclusive mostrando um certo sentido de abertura. Este ano, portanto, o pavilhão foi organizado como uma extensão do espaço público do Giardini.

Modern[o] como metáfora: O lugar do Tate em um mundo pós-Brexit

Os arquitetos no Reino Unido foram submetidos a um mês de altos e baixos monumentais. O Tate Modern, extensão de Herzog & de Meuron, (conhecido como Switch House) abriu suas portas na sexta-feira, 17 junho. Seis dias depois, na quinta-feira seguinte, 23 de junho, o país proclamou seu desejo (mal-planejado) de sair da União Europeia. Seria fácil ver os dois eventos em separado, sem sobreposição óbvia. Mas na verdade o Tate parece ter uma simbiose estranha com a decisão Brexit - promovendo inclusive uma visão enfática contra ela.

Participantes do Pavilhão do Brasil falam sobre a Bienal de Veneza

A participação brasileira na Bienal de Veneza deste ano - JUNTOS - consiste na reunião de quinze projetos realizados em diversas regiões do país e que abrangem uma grande gama de abordagens do tema da Biennale: Reporting from the Front. Perguntamos a alguns dos idealizadores dos projetos que fazem parte de Juntos suas opiniões acerca do pavilhão do Brasil e da contribuição de seus projetos ao pavilhão e à própria Bienal, veja suas respostas, a seguir:

Pavilhão flutuante de madeira atrai a atenção no Manifesta 11 em Zurique

No último dia 11, a Bienal Europeia de Arte Contemporânea, também conhecida como Manifesta, deu início aos seus cem dias de duração na cidade de Zurique, Suíça. O elemento central do festival é uma plataforma flutuante de madeira no Lago Zurique, conhecida como Pavilhão das Reflexões. A estrutura temporária foi projetada e construída pelo Studio Tom Emerson e uma equipe de trinta estudantes do ETH Zurich. Christian Jankowski, curador do Manifesta 11, descreveu a exposição como "uma plataforma flutuante multi-funcional com uma gigantesca tela de LED, um apoio para os espectadores, uma piscina e um bar."

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Bienal de Veneza 2016: "Reporting from Chile" (ou, do Chile para o Mundo)

Bienal de Veneza 2016: "Reporting from Chile" (ou, do Chile para o Mundo) - Imagem de Destaque
Grupo Talca. Imagem © Laurian Ghinitoiu

No início do mês de março, no Palácio de Governo do Chile, foi organizado um evento inédito para a arquitetura chilena: membros do governo, autoridades do governo e a imprensa se reuniram para participar, da primeira conferência de imprensa em espanhol realizada pela Bienal de Veneza.

Neste contexto, um emocionado Alejandro Aravena, curador desta edição da Bienal de Veneza e primeiro sul-americano a desempenhar este papel, apresentava as últimas notícias acerca de "Reporting from the Front", a 15ª Mostra de Arquitetura que abriu suas portas ao público do dia 28 de maio:

Tanto a Bienal, quanto os arquitetos convidados, ou os que estão trabalhando na curadoria, não pretendem outra coisa senão abrir um debate que possibilite que a arquitetura e a cidade melhorem a qualidade de vida, e que os arquitetos possam compartilhar seu conhecimento para alcançar esse objetivo.

Não é a mesma coisa colocar estas questões em nossos espaços comuns de fala e colocar-las no Palácio Presidencial. De alguma forma, este evento transmite a mensagem de que estes temas são importantes. Por isso, muito obrigado pela oportunidade de estar aqui.

A presença da Presidente em um acontecimento como este é um símbolo que consolida um capítulo de avanços e conquistas da arquitetura chilena no mundo. Nas últimas décadas, a arquitetura chilena posicionou-se no mundo como uma das produções mais potentes, levando arquitetos nacionais a receber o reconhecimento que há alguns anos atrás não se podia imaginar.

A pior coisa da Bienal de Veneza de 2016 foi a reação mesquinha de alguns críticos

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Para muitos, pode parecer que os objetivos de Alejandro Aravena com a Bienal de Veneza de 2016 - como ele descreve, "entender quais ferramentas de projeto são necessárias para subverter as forças que privilegiam o ganho individual sobre o benefício coletivo"—são irrepreensíveis. Apesar destes objetivos, um grande número de comentadores surgiram, levados pelo talvez mais fervoroso Patrik Schumacher, criticando a Biennale. Neste artigo, originalmente publicado no site do The Architecture Foundation como "Holier than thou," Phineas Harper responde a estas críticas.

A virada mais surpreendente da Bienal de Veneza deste ano não foi a exposição em si, mas a reação de seus críticos. Poucas horas após sua inauguração, a internet estava repleta de murmúrios depreciativos sobre a exposição: "até que vale a pena," "moralizante," "mais santo que você," "careta," "sinalizador de virtudes," entre outros. Arquitetos ativos no Twitter não se impressionaram.

Mas o que exatamente eles estão odiando tanto? A Biennale exibiu princialmente algumas práticas que enxergaram o sofrimento no mundo e, através de seu trabalho, de alguma forma ou de outra, buscam diminuir isso. Como uma proposta tão cheia de compaixão gerou uma reação tão mesquinha? 

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"Reporting from the Front": Exposição no Arsenale

Passadas algumas semanas da abertura da 15ª Exposição Internacional de Arquitetura da Biennale di Venezia, o ArchDaily Brasil tem o prazer de mostrar uma prévia das exposições e instalações selecionadas por Alejandro Aravena e seu escritório Elemental. Separadas dos Pavilhões Nacionais, “Reporting from the Front” celebra trabalhos que “abordam problemas importantes para os quais a qualidade da arquitetura fez a diferença.”

Reporting from the Front: Exposição no Arsenale  - Mais Imagens+ 40

Pavilhão "The Hive" pelas lentes de Laurian Ghinitoiu

O pavilhão do Reino Unido para a Expo Milão 2015, intitulado The Hive e projetado por Wolfgang Buttress, foi relocado para o jardim botânico do centro de Londres. A impressionante (e fotogênica) colmeia metálica foi concebida para oferecer aos visitantes uma ideia da vida de uma abelha operária; seus 169.300 componentes de alumínio - que atingem 17 metros de altura e são iluminados por centenas de luzes LED - criam uma experiência que coloca em foco a importância deste inseto polinizador. Após a reconstrução da instalação, o fotógrafo Laurian Ghinitoiu voltou suas lentes para o pavilhão em seu novo contexto.

Pavilhão The Hive pelas lentes de Laurian Ghinitoiu - Mais Imagens+ 18