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Arquitetos: Chris Briffa Architects
- Área: 480 m²
- Ano: 2020








Após quase uma década em construção, a usina de geração de energia a partir de resíduos CopenHill, imaginada pela primeira vez pelo Bjarke Ingels Group, foi finalmente inaugurada em Copenhague. O ArchDaily cobriu inicialmente o projeto do BIG em janeiro de 2011, mas a usina incluiria posteriormente ideias hedonísticas do primeiro gerador de anéis de vapor do mundo e o financiamento coletivo através do Kickstarter. Hoje, o projeto cumpriu muitas de suas promessas e a CopenHill permanece como um zeitgeist arquitetônico moderno, refletindo a própria evolução do BIG.

Após quase uma década de desenvolvimento, a nova usina de processamento de resíduos e geração de energia CopenHill, projetada pelo Bjarke Ingels Group, foi finalmente inaugurada em Copenhague. O ArchDaily já havia acompanhado o projeto em janeiro de 2011. Ao longo do desenvolvimento da proposta, a equipe de projeto buscou experimentar com a criação do primeiro gerador de anéis de vapor do mundo, lançando uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Kickstarter. Hoje, com a obra concluída, muitas das visões e promessas do projeto foram plenamente concretizadas. O CopenHill, de certa forma, resume o espírito da arquitetura contemporânea e reflete a evolução do próprio escritório BIG.

O arquiteto Bjarke Ingels aparece em um novo documentário sobre a usina de reciclagem Amager Bakke em Copenhague. Conhecida por sua pista de esqui na cobertura, a usina aquece 60 mil residências por ano a partir de resíduos gerados pela população da capital dinamarquesa, além de abastecer com energia elétrica mais de 30 mil lares.

Este é um novo documentário protagonizado por Bjarke Ingels sobre a usina de valorização energética de resíduos Amager Bakke, em Copenhague, projetada pelo BIG (Bjarke Ingels Group). O complexo, famoso por sua icônica pista de esqui na cobertura, gera energia a partir da incineração de resíduos, abastecendo anualmente 60 mil residências com aquecimento urbano e outras 30 mil com eletricidade na capital dinamarquesa.

O mais recente relatório especial da ONU sobre mudanças climáticas, publicado em outubro de 2018, trouxe um cenário sombrio — o que talvez não surpreenda após um ano marcado por recordes de temperatura, incêndios florestais, enchentes e tempestades. O documento, divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), reiterou a magnitude do impacto global do aquecimento do planeta, mas lançou nova luz sobre a profundidade e a urgência do problema. As mudanças climáticas representam uma catástrofe para o mundo como o conhecemos, ameaçando transformá-lo em algo completamente desconhecido. E nos restam apenas 12 anos para evitar esse desfecho.

A Comissão Européia e a Fundação Mies van der Rohe anunciaram as 40 obras pré-selecionadas que concorrerão ao Prêmio da União Européia de Arquitetura Contemporânea - Prêmio Mies van der Rohe de 2019. O Prêmio, do qual o ArchDaily é parceiro de mídia, partiu de 383 trabalhos nomeados pelo júri para uma seleção de 40 finalistas, celebrando as tendências e oportunidades da reutilização adaptativa, habitação e cultura em toda a Europa.