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Paul Clemence registra o MFO Park em flor, projetado por Burckhardt & Partners em Zurique

O registro de Paul Clemence do MFO Park, em Zurique, é uma série fotográfica evocativa para o Archi-photo que demonstra a justaposição entre a casca metálica artificial e a natureza selvagem do próprio parque. Trepadeiras que se entrelaçam no esqueleto da estrutura criam um destino atraente, recuperando o terreno pós-industrial e substituindo-o por uma imagem renovada e cativante.

O MFO Park, em Zurique, é uma vibrante paisagem urbana na Suíça, implantada em um terreno utilizado por cerca de um século pela Oerlikon Machine Works (MFO). Saturado por entulho de construção e poluição durante um longo período de industrialização, o local foi transformado em um paraíso verde, complementado pelo vizinho e arborizado Oerliker Park, repleto de freixos. Oferecendo uma área diversificada de espaço aberto, o parque está disponível ao público para uma ampla gama de atividades e eventos, contando com a presença da 'Park House', um grande pavilhão aberto, e treliças envoltas por vegetação trepadeira.

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Como os/as arquitetos/as projetam para uma vida menos solitária

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Dados demonstram que o número de pessoas que moram sozinhas cresceu significativamente; no entanto, surpreendentemente, a vida solitária não corresponde de forma direta ao aumento no sentimento de solidão. Há séculos, a arquitetura vem evoluindo em direção à ampliação da privacidade e do espaço privado. Este vídeo analisa projetos arquitetônicos que buscam reverter essa tendência ao conceber cenários de moradia que incorporam mais oportunidades de interação pública. Entre eles, destaca-se o projeto City Hyde Park, do Studio Gang, em Chicago, com suas varandas anguladas. Contudo, o vídeo vai além, investigando exemplos que repensam radicalmente a arquitetura residencial, sua construção, seu desenho e a integração do espaço público.  

A tecnologia em tempo real mudará o mercado imobiliário para sempre?

O setor imobiliário avança rapidamente. Não faz muito tempo que potenciais compradores/as refinavam suas buscas dirigindo de um lado para o outro com um maço de anúncios impressos, e profissionais de design e construção dependiam de desenhos CAD e ilustrações artísticas para mostrar espaços ainda não construídos. Hoje em dia, os avanços na tecnologia gráfica nos trouxeram renderizações 3D interativas, facilitando para investidores/as, compradores/as e outras partes interessadas compreenderem de fato os projetos que estão visualizando.

Na esteira desses avanços, surgem também tecnologias capazes de entusiasmar e atrair compradores/as, como configuradores de vendas e tours interativos, nos quais visitantes podem escolher acabamentos e projetar seus próprios espaços bem diante de seus olhos; experiências de realidade virtual, em que arquitetos/as podem obter feedback de investidores/as sobre o projeto em etapas cruciais do processo; estudos de insolação, permitindo que potenciais ocupantes vejam como um espaço será afetado pela luz solar em diferentes momentos do dia; e gêmeos digitais, com os quais as cidades conseguem ter uma noção real do uso de um edifício, abrindo caminho para novas formas de otimizar a eficiência e projetar espaços melhores para os/as moradores/as.

2022, Aprimorando o Interior e o Exterior | Resoluções de Ano Novo do ArchDaily

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Ao olharmos para trás, em 2021, dois acontecimentos tiveram um impacto transformador no mundo da arquitetura e do design.

O primeiro deles foi o falecimento de Richard Rogers, pioneiro da arquitetura High-Tech. O historiador de arte alemão Hans Belting disse certa vez: “Quando as pessoas clamam por uma nova arte, são a arquitetura e o design que se posicionam como símbolos de uma nova sociedade, carregando a esperança de transformar o espaço habitável; e, enquanto as pessoas anseiam por essa transformação espacial, elas próprias também mudam”. Rogers foi um dos primeiros a se posicionar no final do século XX. Sua abordagem de design ousada, rebelde e subversiva abriu novos horizontes para a paisagem urbana. Tendo se aposentado apenas no ano passado, ele sempre nos mostrou, por meio da prática, a importância do direcionamento do design. Diante disso, não posso deixar de me perguntar: à medida que os heróis de nossa era partem gradualmente, seremos capazes de assumir a missão da arquitetura?

O segundo acontecimento envolveu o/a arquiteto/a Tao Lei, que, no programa de TV "Dream Home", gastou 1,32 milhão de yuans para construir uma casa de tijolos vermelhos para um idoso, o que desencadeou uma forte onda de ataques cibernéticos por parte do público. Este episódio refletiu diretamente o conflito entre a arquitetura, a estética e a vida cotidiana. Diante disso, também me pergunto: a estética perseguida pelos/as arquitetos/as é a mesma desejada pelas pessoas comuns? O projeto de arquitetura tem o poder de transformar a percepção estética? A classe social influencia o projeto arquitetônico? E, sem nunca ter vivenciado o espaço, é justo rejeitar uma obra com base apenas em manchetes fragmentadas e superficiais?

“O desespero é tão vão quanto a esperança”. A palavra-chave do ArchDaily para este ano é: Equilíbrio entre o Interno e o Externo.Internamente: o papel de plataforma, oferecendo ferramentas, inspiração e conhecimento vindos de todas as direções, superando obstáculos e impulsionando mudanças para construir um ecossistema de design ainda maior.Externamente: o papel de disseminação, saindo da zona de conforto do “meio arquitetônico”, fortalecendo a conexão com as necessidades do público, apresentando processos informativos mais claros e desenvolvendo curadorias de conteúdo de arquitetura mais criativas.

De espaços rígidos a flexíveis: redefinindo os limites dos interiores de escritórios modernos

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À medida que continuamos a lidar com as repercussões da pandemia, o futuro dos escritórios e espaços de trabalho tem sido amplamente debatido. No entanto, alguns efeitos imediatos já são evidentes: o modelo rígido, essencialmente presencial, foi rapidamente substituído pelo trabalho híbrido, no qual a adaptabilidade e o conforto se tornaram as principais prioridades. Assim, embora as consequências a longo prazo ainda não estejam totalmente claras, as empresas certamente precisarão buscar o equilíbrio ideal entre os métodos tradicionais e o trabalho remoto, visando promover a eficiência e o bem-estar das equipes. Sob a perspectiva do design e da arquitetura, a demanda se concentrará em ambientes de trabalho flexíveis que estimulem a criatividade, a produtividade e o conforto – além de responderem aos desafios tecnológicos, econômicos e de sustentabilidade associados.

O contínuo domínio asfixiante do grande setor imobiliário sobre Nova York

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Recentemente, o economista vencedor do Prêmio Nobel Paul Krugman escreveu no New York Times sobre as causas da crise de moradia inacessível em Nova York. Ele atribuiu o problema a alguns fatores, incluindo uma poderosa "monocultura" financeira na cidade, os NIMBYs (movimento "não no meu quintal") e o fato de a própria prefeitura bloquear novas construções. Esse último argumento, contudo — o de que o poder público municipal impede novas obras —, é um mito cada vez mais difundido e que precisa ser examinado.

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Esch 2022 celebra uma das transformações industriais mais impressionantes da Europa

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Para vistas pitorescas à beira-rio, fortificações históricas e castelos, o destino é Luxemburgo. Já para vestígios imponentes da indústria siderúrgica, a escolha é a segunda maior cidade do país, Esch-sur-Alzette. Tendo sofrido, até recentemente, com o êxodo da indústria siderúrgica na década de 1970, Esch — situada a cerca de 16 quilômetros a nordeste da fronteira com a França — está emergindo como um polo cultural inesperado, onde a infraestrutura industrial vem sendo amplamente convertida em espaços de cultura e aprendizado. Esse renascimento é impulsionado por um generoso aporte financeiro decorrente de sua nomeação como Esch2022: Esch-sur-Alzette Capital Europeia da Cultura 2022 (Kaunas, na Lituânia, e Novi Sad, na Sérvia, também nomeadas Capitais Europeias da Cultura este ano, compartilham o título em 2022). Para Esch, o título traz 54,8 milhões de dólares em recursos de fontes europeias, nacionais, locais e privadas.

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Nieto Sobejano e Richard Faure projetam o novo Museu de Belas Artes de Vannes Transmitir o projeto de Nieto Sobejano e Richard Faure para o novo Museu de Belas Artes de Vannes.

Recentemente, foi divulgado o veredicto do júri do concurso para o novo Museu de Belas Artes da cidade de Vannes, na Bretanha francesa, e o vencedor do primeiro prêmio foi o renomado escritório Nieto Sobejano (com sedes em Madri e Berlim), em colaboração com o arquiteto francês Richard Faure como associado.

Uma cobertura verde ondulada cobre o projeto de resort de Sou Fujimoto na Ilha de Ishigaki, Japão

Sou Fujimoto apresentou o “Not a Hotel Ishigaki”, um novo projeto no sudoeste da Ilha de Ishigaki, em Okinawa, Japão. O singular hotel resort tropical fica sobre uma base circular aberta em todas as direções para a paisagem natural circundante. O grande destaque do edifício é sua cobertura ondulada coberta por vegetação. Sua forma permite o acesso a partir dos terraços do edifício, criando uma paisagem interna repleta de gramados, áreas de relaxamento e um espelho d'água que reflete o céu e a árvore singular em suas proximidades.

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Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily

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Uma das principais responsabilidades de urbanistas e designers é criar locais na cidade para encontros, manifestações, lazer e descanso. A seleção a seguir de espaços públicos não construídos apresenta projetos que expandem essas áreas para além de margens ou orlas fluviais, devolvem às comunidades locais espaços antes subutilizados e buscam otimizar áreas frequentemente negligenciadas. Intervenções desse tipo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população e tornar as cidades mais agradáveis de se viver.

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados próximos a um patrimônio mundial da UNESCO na Itália, sobre um lixão ilegal em Dallas, no Texas, ou em uma cidade medieval no norte da Espanha, os projetos reunidos nesta curadoria mostram como arquitetos/as e urbanistas reconhecem o potencial dos espaços urbanos.

Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 11 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 44 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 30 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 53 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 56

Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

A urgência para reduzir as emissões de gases de efeito estufa nunca foi tão grande, e alcançá-la exigirá medidas ousadas para edifícios, infraestrutura e comunidades. Reduções incrementais não são suficientes; precisamos focar na descarbonização total, o que significa eliminar as emissões de carbono causadas pelo nosso ambiente construído. 

Essas grandes mudanças na forma como a energia é gerada e consumida trarão questões importantes sobre quem se beneficia e quem arca com os custos. Programas de incentivo focados em tecnologia podem acabar deixando nossas comunidades mais vulneráveis para trás, exacerbando um legado de subinvestimento e disparidades de saúde, além de falharem em atingir as metas essenciais de uma transição energética completa. Em vez disso, precisamos de soluções holísticas que priorizem as comunidades desfavorecidas e promovam a transição de edifícios que, de outra forma, seriam deixados de fora, gerando uma transformação de mercado de baixo para cima que beneficie a todas as pessoas. 

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Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos

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Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022 começaram oficialmente em 4 de fevereiro de 2022. Esta edição dos Jogos de Inverno adotou uma abordagem ousada ao adicionar duas zonas de neve em Zhangjiakou e Yanqing à zona de gelo em Pequim, criando um sistema inédito de três zonas.

O Instituto de Pesquisa e Design Arquitetônico da Universidade de Tsinghua (THAD) liderou o planejamento e o projeto arquitetônico geral de todas as instalações na Zona de Zhangjiakou e da Arena Shougang na Zona de Pequim. O planejamento e o projeto das instalações da Zona de Yanqing foram elaborados pelo China Architectural Design & Research Group (CADG). Arquitetos e arquitetas chineses assumiram o protagonismo da criação, pautando-se pelo princípio do desenvolvimento sustentável e integrando de forma estreita as metodologias de planejamento urbano e projeto arquitetônico ao longo do ciclo de construção de aproximadamente seis anos. A equipe propôs a estrutura de projeto de "intervenção espacial em escala integral" baseada no "Plano Geral, Plano Regulatório, Desenho Urbano, Projeto de Arquitetura e Projeto de Sistemas de Equipamentos", consolidando a prática chinesa para uma Olimpíada de Inverno sustentável.

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A resposta biofílica à madeira: pode promover o bem-estar dos ocupantes de edifícios?

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Embora o termo possa parecer recente, o conceito de biofilia vem sendo utilizado há décadas na arquitetura e no design. O princípio orientador é bastante simples: conectar as pessoas no interior dos edifícios com a natureza para promover seu bem-estar e qualidade de vida. Com a consolidação das tendências de design decorrentes dessa abordagem, a demanda passou a se concentrar em materiais orgânicos que emulam ambientes externos. Entre todas as opções, a madeira destaca-se como um dos materiais mais populares para trazer a natureza para os ambientes internos, não apenas por sua funcionalidade, mas também por seus múltiplos benefícios fisiológicos e psicológicos.

Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia

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Todos os anos, o festival Concéntrico em Logroño, na Espanha, reúne arquitetos/as e designers de todo o mundo com o intuito de usar a criatividade para construir uma cidade melhor. Na edição deste ano, alguns temas transversais se destacaram como pontos de interesse fundamentais para os/as profissionais de arquitetura e design participantes. Diversas instalações urbanas buscaram ajudar os cidadãos a redescobrir pontos de interesse em suas cidades e arredores, enquanto outras desafiaram as ideias frequentemente engessadas sobre como uma casa deve se parecer e funcionar. Muitos/as designers viram oportunidades no conceito do brincar livre, uma vez que essa atividade exploratória pode ativar espaços públicos subutilizados e engajar pessoas de todas as idades.

Desde 2015, o festival Concéntrico já apresentou 91 instalações e pavilhões ao longo de suas sete edições. O festival é conhecido principalmente por reunir arquitetos/as e designers emergentes, que recebem total liberdade para experimentar em novas vertentes do design ambiental. O festival é organizado pela Fundação Cultural dos Arquitetos de La Rioja juntamente com Javier Peña Ibáñez, idealizador da iniciativa, em colaboração com a Prefeitura de Logroño, o Governo de La Rioja, a Garnica e as Bodegas LAN, além de outras 30 instituições de apoio.

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"Como pensam os designers": Vencedores do German Design Awards 2022

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A décima edição do German Design Awards foi apresentada pelo German Design Council. Os prêmios, de prestígio internacional, são concedidos a empresas cujos produtos e projetos inovadores se destacam nas categorias de “Excellent Product Design”, “Excellent Communications Design” e “Excellent Architecture”. Além das distinções “Winner” e “Special Mention”, o júri concedeu um total de 81 prêmios “Gold” — a honraria máxima da premiação.

Kengo Kuma experimenta com materiais em exposição no Museu Manggha, na Polônia

O Museu de Arte e Tecnologia Japonesa Manggha, em Cracóvia, Polônia, apresenta a exposição intitulada “Kengo Kuma, Experimenting with Materials”, que reúne uma seleção de projetos, maquetes e instalações do escritório Kengo Kuma & Associates enviados de sua sede em Tóquio. A mostra conta também com um grande pavilhão de madeira em formato de nuvem, projetado pela equipe de arquitetura em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Belas Artes da Universidade Andrzej Frycz Modrzewski de Cracóvia. A exposição fica aberta ao público até maio de 2022.

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A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa

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Os estudos sobre as mulheres começaram oficialmente na China no início da década de 1980. À medida que a sociedade se desenvolvia, as mulheres despertaram e passaram a assumir papéis de maior relevância. Embora já houvesse mulheres atuando na arquitetura há um século, Lin Huiyin só foi reconhecida como a primeira arquiteta do país na década de 1920, devido ao desenvolvimento tardio da profissão na China. Hoje, no entanto, cada vez mais arquitetas ocupam posições cruciais no setor.

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Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira

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Para documentar de forma abrangente um panorama sobre o estado das florestas francesas, a indústria da madeira e a pesquisa e desenvolvimento (P&D) florestal, François Leclercq e Paul Laigle, do escritório de arquitetura e urbanismo Leclercq Associés, colaboram com a editora de arquitetura Michèle Leloup e com o fotógrafo Cyrille Weiner.

The Wood That Makes Our Cities explora os desafios ambientais, econômicos, industriais e técnicos envolvidos no uso da madeira em grandes estruturas e na arquitetura urbana, além de avaliar o futuro da construção em madeira. A publicação resgata os vinte anos de experiência do escritório com a construção em madeira por meio de cinco de seus projetos, contando com contribuições de especialistas em história, pesquisa acadêmica, manufatura, produção madeireira e silvicultura.

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Mobiliário de Escritório Sustentável: Promovendo o Design Circular no Ambiente de Trabalho

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Profissionais de arquitetura de interiores e de design costumam afirmar que um espaço de escritório bem projetado se traduz em maior produtividade, criatividade e satisfação no trabalho — contudo, o impacto é ainda maior do que a maioria costuma imaginar. Estudos recentes sugerem que o bom design impacta positivamente a cultura da empresa, fomenta o senso de comunidade e cria um ambiente saudável, feliz e motivador. De fato, ele influencia diretamente o recrutamento e a retenção de talentos: “o design do espaço de trabalho aumenta significativamente a atratividade das empresas empregadoras para profissionais em potencial”. Iluminação adequada, um layout flexível e recursos biofílicos são fatores importantes a serem considerados na fase de planejamento. No entanto, para atender plenamente ao conforto e ao bem-estar de quem utiliza o espaço, esses elementos devem ser combinados com um excelente design de mobiliário. Afinal, integrar peças ergonômicas de alta qualidade é uma maneira simples de elevar o ânimo, além de aprimorar a funcionalidade e a estética ao criar ou redecorar o espaço de trabalho.

O que fazer com as casas do império?

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Em junho de 2020, a estátua do traficante de escravizados do século XVII Edward Colston foi derrubada na cidade de Bristol, no sudoeste da Inglaterra. Antes disso, o monumento ficava sobre um pedestal em um proeminente parque público, até ser arrastado e jogado no porto de Bristol por manifestantes do movimento Black Lives Matter. O ato desencadeou um confronto com o passado há muito esperado no Reino Unido e em outras nações ocidentais — um debate que exige uma análise mais profunda sobre os monumentos que ocupam nossas cidades e sobre quão profundamente o imperialismo pode estar interligado a elementos do ambiente construído. Diante disso, a eterna questão que se coloca é: o que fazemos com esses edifícios?

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Grandeza Compacta: Como o Safdie Architects realiza megaprojetos sem um megaescritório

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O Safdie Architects é um escritório de arquitetura e desenho urbano focado em pesquisa, atuando em uma ampla variedade de tipologias, escalas e setores. A prática global do escritório é coordenada a partir de sua sede em Boston, Massachusetts, contando também com escritórios satélites em Jerusalém, Xangai e Singapura. Os projetos são concebidos, gerenciados e executados por uma equipe global de cerca de 65 pessoas! O escritório é estruturado como uma sociedade e opera sob o modelo de um estúdio de design intimista. A sociedade do escritório – na qual muitos membros ingressaram logo após a graduação – trabalha em conjunto há décadas.

Planos de reforma para a ala da National Gallery de Venturi Scott Brown são revisados após críticas generalizadas

O escritório Selldorf Architects divulgou uma versão revisada dos planos de reforma da National Gallery e da Sainsbury Wing, ambas classificadas como monumentos sob preservação histórica de Grau I. A Sainsbury Wing também foi premiada com o AIA Twenty-five Year Award de 2019. Os planos para a Sainsbury Wing, projetada por Robert Venturi e Denise Scott Brown e inaugurada em 1991, vêm enfrentando fortes críticas; o ex-editor do RIBA Journal, Hugh Pearman, por exemplo, classificou a proposta de reforma como “desnecessariamente destrutiva”. Os planos de intervenção foram revelados no início deste ano como parte do Projeto NG200, criado para celebrar o bicentenário da National Gallery em 2024. O projeto propõe a remodelação dos portões frontais da Sainsbury Wing, da sequência de entrada do térreo, do saguão e dos espaços do primeiro andar.

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RIBA revela os 22 projetos finalistas do RIBA East Architecture Awards 2022

RIBA revela os 22 projetos finalistas do RIBA East Architecture Awards 2022 - Imagem de Destaque
Friars, St Ives por Mole Architects. Imagem © David Butler

O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os projetos finalistas para o prêmio de arquitetura RIBA East 2022. A lista de 22 edifícios inclui obras que vão desde uma pequena ampliação residencial revestida de cobre em Cambridge até um novo espaço voltado para jovens e participação comunitária no Wolsey Theatre. Todos os projetos serão avaliados por um júri regional, e as propostas vencedoras serão anunciadas no final desta primavera. Posteriormente, os projetos premiados regionalmente concorrerão ao RIBA National Award.

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Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo

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O hotel de luxo, como tipologia arquitetônica, é singular. Com efeito, trata-se de uma comunidade autossuficiente, um edifício que submerge o/a visitante abastado/a em seu contexto local. Ainda que possam ser comunidades fechadas em si mesmas, esses hotéis também são receptáculos do caráter socioeconômico mais amplo de um lugar, onde a vida de luxo frequentemente convive lado a lado com assentamentos informais, nos exemplos mais extremos de desigualdade social.

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