A população mundial está envelhecendo e uma das grandes questões que se abrem com essa nova composição etária, com mais idosos que crianças pequenas, é se os municípios estão adequados para que esses cidadãos possam usar os espaços urbanos com segurança e acessibilidade e sentirem-se incluídos na vida social e cívica de suas comunidades.
Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que o número de indivíduos com 65 anos ou mais deve duplicar até 2050, passando de 727 milhões (dado de 2020) para cerca de 1,5 bilhão — representando 16% do número total de pessoas no planeta.
https://www.archdaily.com.br/pt/981114/como-tornar-uma-cidade-amigavel-para-os-idososSomos Cidade
O escritório Equipo de Arquitectura foi fundado por Horacio Cherniavsky e Viviana Pozzoli em 2017. Do Paraguai, suas obras como Caixa de Terra ou Casa Intermediária traduzem a visão de uma arquitetura que aborda o primitivo e o essencial. De uma arquitetura que busca constantemente integrar o ambiente natural existente com o artifício, o construído. Em particular, uma prática que acredita na verdade material como uma ética de projeto.
O grupo foi escolhido pelo ArchDaily como um dos Novos Escritórios de 2021, e realizamos a seguinte entrevista para saber mais sobre todas as suas inspirações, motivações e formas de trabalho.
Verão, carnaval e aumento da passagem: o começo de ano no Brasil é geralmente quando as prefeituras e governos estaduais anunciam o aumento das tarifas de transporte público. Com a pandemia de coronavírus essas tarifas foram congeladas em 2021, porém muitas cidades voltaram a sofrer esse aumento agora em 2022. Entenda o impacto do aumento das tarifas de transporte público na nossa sociedade.
Ser quadrado não está com nada! Ao menos, é o que nos conta as tendências de 2022. O relatório realizado pelo Pinterest aponta o design curvo como o futuro da decoração, seja nos objetos ou até mesmo a partir da arquitetura. Por essa razão, buscamos por projetos residenciais brasileiros que traçam paredes curvas em seus desenhos. Os motivos são os mais variados e os resultados brindam uma composição única: como partido arquitetônico, para contrastar com a ortogonalidade de outras paredes ou para gerar espaços ímpares.
The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de assuntos é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para profissionais do design, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem Joe Fletcher, profissional de fotografia de arquitetura, para discutir sua transição da pintura para a fotografia; sua experiência com uma formação acadêmica em fotografia; como um/a fotógrafo/a de arquitetura pode influenciar profissionais da arquitetura e a própria arquitetura; seu processo de trabalho; a síntese da arquitetura através da fotografia; por que edifícios fotogênicos nem sempre são confortáveis para se habitar; e muito mais.
A arquitetura em seu sentido mais amplo se preocupa com a criação de estruturas que são permanentes, cimentando-se no contexto cultural e histórico maior de sua humanidade, porém, onde inserimos a criação de estruturas projetadas com a intenção de serem desmontadas. Qual o significado e valor podem ter estas estruturas, sabendo que nunca foram projetadas para durar, mas para simplesmente ocupar o espaço por um momento?
Com sede em Belo Horizonte, em Minas Gerais, o escritório de arquitetura Arquitetos Associados apresenta um modo dinâmico e variado de tratar cada projeto. A partir de uma organização de trabalho própria e específica para cada caso, que permite uma equipe variada incluindo colaboradores externos, a forma de trabalho do escritório reflete em seus projetos singulares.
A narrativa é, sem dúvida, uma das ferramentas informativas mais antigas; uma linguagem universal que transcendeu gerações e culturas e foi adaptada para diferentes mídias, como videogames, teatro e cinema. Independentemente da idade das narrativas, o sucesso dessas adaptações depende muito da produção - os elementos visuais e sonoros - e sua capacidade de permitir que os espectadores mergulhem totalmente no enredo. Neste artigo, exploramos o mundo mágico e cativante do Universo Cinematográfico Marvel e como a arquitetura desempenhou um papel importante na contribuição para as histórias notórias dos filmes.
Tanto profissionais de arquitetura e design, quanto de psicologia e sociologia, reconhecem que a estética e sua filosofia subjacente têm o poder de transformar a maneira como percebemos o mundo ao nosso redor. Portanto, uma compreensão mais profunda do que é belo traz consigo o grande poder de transformar a forma como as pessoas reagem ao seu entorno.
Explorar os diferentes significados da estética na arquitetura, desde 'a forma segue a função' até a estética do metaverso, pode nos ajudar a compreender o potencial de nossos ambientes físicos e virtuais no caminho rumo a um mundo melhor.
Muito já se escreveu sobre o assunto, desde 'O belo e o justo na arquitetura', de Alberto Pérez-Gómez, até ‘O fracasso do belo’, de Pablo Caldera. Agora, no entanto, queremos abrir o debate para que nossos leitores e leitoras compartilhem suas visões sobre o que torna um edifício ou uma cidade belos.
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De 11 de abril a 30 de junho, acontece o Young Architects Festival (Festival de Arquitetura Jovem) desenvolvido pela Constructo no Parque e Museu Ruinas de Huanchaca em Antofagasta, Chile. Um espaço onde o escritório siglo22 arquitectos realizou uma instalação arquitetônica imersiva, ativada por diferentes eventos, entre os quais estão um ciclo de palestras internacionais e uma exposição com acesso gratuito ao público.
No País dos Arquitectos é um podcast criado por Sara Nunes, responsável também pela produtora de filmes de arquitetura Building Pictures, que tem como objetivo conhecer os profissionais, os projetos e as histórias por trás da arquitetura portuguesa contemporânea de referência. Com pouco mais de 10 milhões de habitantes, Portugal é um país muito instigante em relação a este campo profissional, e sua produção arquitetônica não faz jus à escala populacional ou territorial.
Neste episódio Sara conversa com Rui Dinis e Henrique Marques, do ateliê spaceworkers, sobre a Centro de Interpretação do Românico em Lousada. Ouça a entrevista completa e leia parte da transcrição da conversa, a seguir:
Florestas cobrem cerca de um terço do Planeta e desempenham papel fundamental para a vida. Segundo Peter Wohlleben, autor do livro “A vida secreta das árvores”, por meio de tramas de fungos, as espécimes de uma floresta podem se comunicar umas com as outras, inclusive trocando nutrientes, ajudando as mais fracas, e organizando estratégias de sobrevivência, o que é imprescindível para o crescimento saudável dos indivíduos. A preservação das florestas existentes e a criação de novas são imprescindíveis para a biodiversidade, recuperação natural e sequestro de carbono, mas também para atender à demanda pelo uso de madeira. Um relatório da WWF (World Wide Fund for Nature) estima que a quantidade de madeira retirada no mundo deverá triplicar até o ano de 2050, com o aumento da população e da renda nos países em desenvolvimento, além de ser estimado um maior uso da madeira para fabricar biocombustíveis, produtos farmacêuticos, plásticos, cosméticos, eletrônicos de consumo e têxteis. Buscar substitutos ao material pode ser um caminho inteligente para um futuro sustentável, sobretudo se estes utilizam-se dos resíduos gerados por alguma outra indústria. Pyrus, por exemplo, é um material de madeira sem petróleo produzido de forma sustentável com resíduos de celulose bacterianos reaproveitados da indústria de kombucha.
No Dia Internacional da Luz da UNESCO, o prêmio The Daylight Award anunciou as laureadas de 2022: Yvonne Farrell e Shelley McNamara, do escritório Grafton Architects (Irlanda), pelo uso da luz na arquitetura, e Anna Wirz-Justice (Suíça), por sua extensa pesquisa sobre a luz natural. Com o lançamento de vídeos que oferecem um vislumbre das obras vencedoras, a premiação destaca a excelência internacional na pesquisa e na prática da iluminação natural, além de uma abordagem humanista para celebrar a luz.
Em entrevista, Anna Wirz-Justice discute seu período de trabalho em uma clínica psiquiátrica, revelando conexões entre a exposição anormal à luz e o impacto que isso gera na saúde mental geral. Em conversa com Shelley McNamara e Yvonne Farrell, do Grafton Architects, as arquitetas compartilham insights sobre o uso da luz natural no processo de projeto como uma qualidade fundamental e intrínseca, capaz de influenciar diretamente a organização espacial.
Túnel Umberto I em Roma. Foto: Andrés Nieto Porras from Palma de Mallorca, España, CC BY-SA 2.0 , via Wikimedia Commons
As edificações inteligentes estão cada vez mais em pauta, para a elaboração delas, alguns materiais tem sido desenvolvidos para atender a objetivos específicos durante o seu uso sem a necessidade de serem operados por alguma pessoa ou equipamento. Auto-manutenção, limpeza do ar, trabalhar o conforto do espaço, eficiência energética, são apenas alguns dos benefícios que podem ser alcançados ao adotá-los.
As visualizações arquitetônicas alcançaram níveis inimagináveis, sendo uma grande fonte de inspiração e parte fundamental do processo de projeto na arquitetura. Por isso, temos o orgulho de anunciar a segunda edição do Prêmio ArchDaily de Visualização Arquitetônica, onde premiaremos os melhores do ano.
Liderados pelo sócio Jason Long, o OMA apresentou o projeto de uma torre residencial de 17 andares no bairro de Mid Beach, em Miami. Apelidado de The Perigon, o projeto é concebido como uma série de torres voltadas para orientar as vistas para longe dos vizinhos, e para o Oceano Atlântico e a Baía de Biscayne. As torres são unidas e elevadas cerca de 14 metros acima da no nível do mar para formar uma estrutura singular, que oferece vistas panorâmicas e libera o plano do solo.
Modelo e Fotografia. Imagem cortesia de Duo Dickinson
Lidamos com edifícios todos os dias. Nós dormimos neles, trabalhamos neles, vivemos nossas vidas usando suas acomodações. Mas como uma música ou uma pintura, uma pessoa geralmente ajuda a criá-los, juntamente com quem os usa e constrói. Mas antes de serem construídos, os edifícios são apenas ideias.
O Prêmio Nacional de Arquitetura do Chile é concedido pelo Colegio de Arquitectos como reconhecimento a "uma vida dedicada ao serviço da arquitetura", segundo a instituição. Sua primeira edição ocorreu em 1969, ano em que Juan Martínez foi o primeiro vencedor do Prêmio Nacional de Arquitetura do Chile, sendo autor de obras históricas como a Faculdade de Direito da Universidade do Chile e o Templo Votivo de Maipú.
Durante o período moderno observou-se a mudança do protagonismo dos edifícios que utilizavam os tradicionais telhados inclinados com telhas, escoando as águas o mais rápido possível, para dar lugar às conhecidas ‘lajes planas impermeabilizadas’. Ao mesmo tempo que essa solução proporciona uma estética limpa e austera ao projeto, proporcionando a utilização da última laje como um espaço de estar e contemplação, ela pode ser uma tremenda dor de cabeça aos futuros ocupantes da edificação, quando a execução e o detalhamento não forem cuidadosos. Não é por acaso que histórias de infiltrações em famosos edifícios modernos são conhecidas, como na Ville Savoye e na Casa Farnsworth, de grandes mestres da arquitetura. Atualmente, a indústria da construção civil já desenvolveu produtos e técnicas mais sofisticadas que reduzem drasticamente as possibilidades de infiltrações posteriores. Mas pode-se dizer que lajes planas impermeablizadas continuam sendo pontos frágeis nas edificações. O escritório Brasil Arquitetura aprimorou uma solução inventiva e muito simples para evitar infiltrações em lajes planas, muito usada na década de 70 por arquitetos como Paulo Mendes da Rocha, Vilanova Artigas e Ruy Ohtake, preenchendo-as com vegetação. Conversamos com eles para entender melhor o sistema.
Em 2019, no workshop do curso Architecture for Landscape da YACademy, um grupo de estudantes internacionais desenvolveu o projeto de um bivaque para a família Brédy. Hoje, graças a essa experiência, surge uma magnífica nova intervenção de arquitetura contemporânea nas montanhas do Vale de Aosta, assinada por Chiara Tessarollo, Skye Sturm e Facundo Arboit, ex-estudantes da prestigiada academia internacional.
O Camden Highline, um projeto londrino que planeja transformar um trecho desativado de viaduto ferroviário em um novo parque elevado e rota de pedestres, foi submetido para aprovação de planejamento urbano. O trajeto de 1,2 km de extensão, situado a 8 metros acima do solo, conectará Camden Gardens, a oeste, a York Way, a leste. O projeto foi concedido a uma equipe liderada pelo escritório James Corner Field Operations, responsável pelo High Line de Nova York, que trabalhará em parceria com o escritório vPPR Architects, sediado em Kentish Town, o artista londrino Hew Locke, a organização de consulta comunitária Street Space e o paisagista holandês Piet Oudolf, entre outros.
O novo painel digital NYC Climate Dashboard confirma que a cidade de Nova York não está fazendo o suficiente para atingir suas metas climáticas. Pior ainda, essas metas não estão à altura do desafio enfrentado por sua população. Um consenso crescente na comunidade científica aponta que o mundo tem apenas até o fim desta década para evitar mudanças climáticas catastróficas. Em Nova York, as maiores emissões de gases de efeito estufa vêm dos edifícios e do uso de automóveis. Como arquiteto e urbanista, John Massengale compartilha o que acredita estar fazendo falta no debate atual e sugere transformações significativas que podem ser feitas em prol das futuras gerações.
Stefano Boeri Architetti e SON Architects são anunciados os vencedores do concurso organizado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Albano-Americana de Desenvolvimento (AADF) para a conservação, apresentação, valorização e planejamento das escavações arqueológicas do Anfiteatro Romano, do Fórum Bizantino e das Termas Romanas no centro histórico de Durrës. Com uma visão a longo prazo para a cidade de Durrës, os vencedores também serão responsáveis pelo projeto de uma série de caminhos urbanos visando reconectar as principais atrações históricas com a orla marítima e o porto da cidade.