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A linguagem arquitetônica dos andaimes nas paisagens urbanas: explorando o impacto dessas estruturas temporárias

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Ao percorrer visualmente a cidade, é comum notar estruturas que rompem o ritmo das obras de arquitetura concluídas. São edifícios envoltos em tramas de metal ou madeira, por vezes cobertos por redes coloridas, que anunciam um momento de construção, reparo, reforma ou demolição. Conhecidos como sistemas de andaimes, essas estruturas temporárias são instaladas no espaço urbano para viabilizar a construção ou manutenção de edifícios. Contudo, com o tempo, passaram a expressar uma linguagem arquitetônica própria. Como o fazer urbano é um processo contínuo, os andaimes atuam como marcos visuais, antecipando silhuetas, alturas e formas de novas edificações. Eles avançam sobre as calçadas, servindo de sombra ou criando obstáculos ao fluxo de pedestres e veículos. Em contraposição à permanência da arquitetura, exibem uma noção de temporalidade que ajuda a registrar a passagem do tempo, o crescimento dos bairros e a evolução da própria cidade.

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Quanto mais gente, menos árvores?

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Diante da crise climática, ruas arborizadas, que já eram algo desejável, tornaram-se um atributo imprescindível para a qualidade de vida em São Paulo. O adensamento populacional no centro expandido, rico em infraestrutura, por sua vez, parece ser o caminho mais eficiente para o crescimento da capital. Será, contudo, que os dois objetivos são conflitantes, que adensamento populacional está correlacionado a mais concreto e menos árvores?

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Arquitetos e arquitetas devem resistir à “revolução” da IA

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Recentemente, decidi que não me deixaria arrastar pelos debates vazios sobre como o ChatGPT roubaria o emprego de todo/a arquiteto/a experiente no mundo antes de 2030, mas um artigo inteligente publicado neste site por Geethanjali Raman e Mohik Acharya me fez mudar de ideia. O que não está sendo enfatizado é que os algoritmos que analisam informações na internet são tão bons quanto a qualidade dessas próprias informações. A história da arquitetura sugere que toda novidade tem prazo de validade, desaparecendo rapidamente de vista após o esgotamento do frisson inicial. Apenas o que há de melhor resiste após um longo período de avaliação e crítica. Qualquer nova arquitetura amplamente elogiada e difundida desde o surgimento da internet provavelmente ainda não foi testada pelo tempo e, portanto, não serve como parâmetro de referência. E sejamos francos: alguns dos piores edifícios já projetados por seres humanos estão espalhados pelo ciberespaço, soterrando obras muito melhores que ainda não foram digitalizadas.

Design para a Inclusão no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

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O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite para arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reunirem em Copenhague, de 2 a 6 de julho, para explorar e debater como a arquitetura influencia todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Há mais de dois anos, o Eixo Científico e seu Comitê Científico internacional vêm analisando as diversas maneiras pelas quais a arquitetura responde aos ODS. O trabalho resultou na formulação de seis painéis científicos: design para Adaptação Climática, design para Repensar Recursos, design para Comunidades Resilientes, design para a Saúde, design para a Inclusão, e design para Parcerias por Mudança. Uma chamada internacional de trabalhos foi lançada em 2022 e 296 das mais de 750 propostas enviadas por 77 países foram selecionadas para apresentação no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 em Copenhague. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos relacionados aos seis temas, em preparação para a abertura do Congresso.

Nesta quinta matéria, conversamos com as copresidentes do painel design para a Inclusão: a arquiteta Magda Mostafa, professora de Design no Departamento de Arquitetura da Universidade Americana do Cairo, e a arquiteta Ruth Baumeister, professora associada de Teoria e História na Escola de Arquitetura de Aarhus.

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O maior empreendimento urbano em madeira do mundo começará a ser construído em 2025 em Estocolmo

A Atrium Ljungberg divulgou recentemente o projeto Stockholm Wood City, o maior empreendimento urbano em madeira do mundo. A construção está prevista para iniciar em 2025 e os primeiros edifícios devem ser concluídos em 2027. 

Com impressionantes 250 mil metros quadrados, o projeto estabelece um exemplo sustentável para o mercado imobiliário, o que é essencial já que o ambiente construído contribui com 40% das emissões mundiais de CO₂. Além disso, a Stockholm Wood City está prestes a se tornar um ponto de virada na arquitetura e planejamento urbano sustentável. Situada em Sickla, no sul de Estocolmo, este bairro inovador oferecerá mais de duas mil residências e sete mil espaços comerciais. Ao mesclar espaços de trabalho, residências, comunidades, estabelecimentos gastronômicos e espaços de varejo, o objetivo é criar um ambiente urbano vibrante e dinâmico.

Armário de cozinha: 20 projetos em casas e apartamentos brasileiros

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Não importa qual seja o tipo da sua cozinha, uma coisa é fato: a necessidade de armários. Pensar um projeto que seja funcional e possa incorporar todos os equipamentos, alimentos e ingredientes, pode ser uma difícil tarefa dependendo da área disponível. Além disso, muitas vezes, em conjunto com as bancadas e outros revestimentos, os armários são os responsáveis por dar o tom desse espaço, revelando a importância de um bom desenho. 

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Foodscapes: uma viagem às arquiteturas que alimentam o mundo

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Foodscapes: o Pavilhão da Espanha para a Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, com curadoria de Manuel Ocaña e Eduardo Castillo-Vinuesa, explora o contexto agroarquitetônico espanhol para abordar questões de alcance global. Analisa o passado e o presente dos sistemas alimentares e as arquiteturas que os constroem para olhar em direção ao futuro e indagar sobre outros modelos possíveis capazes de alimentar o mundo sem devorar o planeta.

Projetando para o futuro: a arquitetura focada em inovação de Henning Larsen

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O propósito da inovação é promover mudanças positivas e progresso em vários aspectos da vida. Isso envolve criar, desenvolver e implementar novas ideias, métodos, produtos ou processos que melhorem os existentes ou introduzam conceitos totalmente novos. A renomada empresa de arquitetura e design Henning Larsen, fundada em 1959 na Dinamarca, tem um sólido compromisso em abraçar a inovação como um elemento fundamental de sua obra. Com ênfase na excelência do design, sustentabilidade, colaboração e abordagens centradas no usuário, a inovação desempenha um papel fundamental em sua busca por criar marcos arquitetônicos icônicos e sustentáveis. Através de pesquisas e desenvolvimento dedicados, eles estão constantemente explorando novas ideias, materiais e tecnologias para melhorar a funcionalidade e elevar a experiência do usuário de seus edifícios. Para saber mais sobre essa abordagem visionária e seu impacto na eficiência arquitetônica, conversamos com Jakob Strømann-Andersen, que lidera um departamento especializado que combina inovação e sustentabilidade, destacando o compromisso da empresa em ultrapassar os limites da arquitetura sustentável.

Revestimento de fachada ventilada em ardósia natural: combinando paginações geométricas e design eficiente

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Ao projetar obras de arquitetura, a proteção das paredes de uma edificação é fundamental para garantir sua longevidade, durabilidade e resistência às intempéries, preservando, assim, seu apelo estético. Entre as medidas de proteção disponíveis, os sistemas de revestimento são coberturas externas que integram diferentes texturas, cores e acabamentos, permitindo a personalização e a expressão criativa, ao mesmo tempo em que proporcionam resistência às intempéries e desempenho térmico. 

Ao explorar materiais que vão além do revestimento tradicional de alvenaria ou dos sistemas comerciais de fachada-cortina, a Cupa Pizarras desenvolveu fachadas ventiladas de ardósia natural. De padrões lineares a colmeias, essas paginações geométricas de fachada atendem às exigências das tendências arquitetônicas atuais, que demandam edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes. A combinação de ardósia tectônica de alta durabilidade com técnicas inovadoras de fixação, além da eficiência da fachada ventilada, torna o CUPACLAD uma alternativa sustentável e esteticamente atraente para potencializar a certificação LEED dos projetos.

Com expografia de Vão Arquitetura, Bienal de São Paulo anuncia lista com 120 artistas participantes

A 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível, promovida pela Fundação Bienal de São Paulo e com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, apresenta a lista completa de artistas e coletivos participantes. O projeto expográfico desta edição é assinado pelo escritório paulistano Vão.

A lista anunciada consolida a extensa pesquisa realizada pelos curadores sobre questões urgentes do mundo contemporâneo, revelando uma diversidade de formas, movimentos e interpretações sob o tema "coreografias do impossível". Com 120 nomes confirmados, a lista abraça vozes das diásporas e dos povos originários, promovendo um diálogo local e internacional mais amplo.

Sem futuro para o 'business as usual': lançamento do programa experimental de habitação 'Living Places'

O mais recente relatório do painel do clima da ONU afirma que o setor da construção civil responde por 34% do consumo global de energia e por 37% das emissões globais de CO2. Conforme destacado no documento: "O setor de edifícios e construção não está no caminho para alcançar a descarbonização até 2050." Números dramáticos e notícias bastante desanimadoras. Diante dessa realidade, a fabricante dinamarquesa de janelas VELUX propôs-se recentemente a iniciar um projeto para demonstrar que, se o setor estiver disposto a mudar, aqui e agora, isso é possível. Em conjunto com seus parceiros — o escritório dinamarquês de arquitetura EFFEKT e a consultoria de engenharia Artelia —, a VELUX desenvolveu um programa habitacional experimental chamado Living Places, que exemplifica e comprova que, com as tecnologias e materiais de construção atuais, a transição para um modo de vida mais saudável e sustentável já está ao nosso alcance.

Exposição "Water Cities Rotterdam" de Kunlé Adeyemi é campo de testes para soluções de design voltadas à água

O Nieuwe Instituut em Rotterdam inaugurou o Water Cities Rotterdam. By Kunlé Adeyemi, um projeto cultural composto por exposições em vários pontões flutuantes e instalações artísticas que apresentam projetos do arquiteto Kunlé Adeyemi nos Países Baixos. A exposição traz um pavilhão de madeira flutuante com sete metros de altura no lago externo do instituto. Dentro do pavilhão, o arquiteto, paisagista e artista Thijs de Zeeuw criou uma obra de arte para permitir que os visitantes experienciem o pavilhão do ponto de vista da natureza enquanto contemplam as consequências que construir e viver na água trazem para a ecologia e biodiversidade circundantes. A mostra está em exibição no Nieuwe Instituut até 22 de outubro de 2023.

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Fugindo da cerâmica: ideias de revestimentos para banheiros

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Se por um lado os banheiros apresentam certa rigidez quando pensamos no layout e sua disposição espacial, é nos revestimentos de piso e de parede que essa lógica se inverte. Com a grande variedade de modelos e padrões disponíveis no mercado, os revestimentos cerâmicos e porcelanatos são muitas vezes utilizados para dar qualidade e identidade ao espaço. Ao mesmo tempo, a facilidade de acesso aos revestimentos cerâmicos e porcelanatos e também sua facilidade de instalação, acabam por condicionar nossas escolhas, dificultando pensar outras possibilidades de acabamentos para essas áreas.

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Cenografia teatral: equilíbrio entre estética e funcionalidade

O teatro é composto por múltiplos elementos que ajudam a complementar o conceito que se deseja transmitir. Um deles é a cenografia, integrada por diversos objetos e técnicas que auxiliam na criação de uma atmosfera condizente com o universo narrativo. Em entrevista realizada por Erika Malo, Jorge Ballina, cenógrafo mexicano, menciona que a ambientação não é apenas um recurso visual para o público, mas também ajuda o elenco a incorporar os personagens para transmitir a mensagem desejada de maneira eficaz.

Salvador Rueda: "Na cidade, o público e o privado devem trabalhar juntos"

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Com formação acadêmica em ciências biológicas, psicologia, engenharia ambiental e gestão energética, Salvador Rueda conversa com o ArchDaily na Costa Rica sobre mobilidade sustentável, planejamento urbano e a implementação das superquadras em Barcelona.

Arquitetura emocional: como soluções contextuais podem combater a "epidemia do tédio"

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Em seu mais recente TED Talk, Thomas Heatherwick lamenta uma condição que afeta áreas da cidade definidas por edifícios monótonos, ou o que ele chama de "epidemia de tédio". Reconhecendo a funcionalidade que impulsionou esses projetos, ele afirma que essa característica por si só não pode garantir que as estruturas se tornem partes ativas da vida urbana, pois muitas vezes não conseguem provocar uma resposta emocional nas pessoas. Heatherwick explica que, em sua opinião, essa função emocional, ou a capacidade dos edifícios de significar algo para seus usuários e visitantes, é essencial. Quando bem-sucedida, a arquitetura pode contribuir positivamente para a qualidade de vida e bem-estar de seus moradores, promover a coesão social e contribuir para um senso de identidade. Então, como a arquitetura pode provocar uma conexão emocional positiva e fornecer um pano de fundo agradável para as comunidades que atende?

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Além do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023: 9 eventos para explorar em julho em Copenhague

Este ano, o Congresso Mundial de Arquitetos da UIA reúne profissionais do setor da construção na capital dinamarquesa para discutir e promover formas mais sustentáveis de praticar a arquitetura. Esta edição do congresso, que acontece de 2 a 6 de julho, é centrada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sob o tema geral “Futuros Sustentáveis – Não Deixar Ninguém Para Trás”. O maior congresso de arquitetura do mundo oferece uma vasta programação de palestras magnas, novas descobertas apresentadas na vertente científica, sessões da Next Gen, workshops, exposições de novos materiais e debates políticos. A agenda repleta também inclui as palestras do Obel Award sobre o tema “Bem-estar Através da Arquitetura”, as Velux Daylight Talks e as Realdania Talks.

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Fortaleza recebe prêmio de US$ 1 milhão para investir em infraestrutura cicloviária

Para ajudar nas celebrações do Dia Mundial da Bicicleta, comemorado em 3 de junho, 10 cidades do mundo receberam um presente e tanto: foram selecionadas para receber um importante apoio na construção de infraestrutura cicloviária inovadora e opções de mobilidade sustentável para seus residentes. A iniciativa da Bloomberg Philanthropies ganhou o nome de BICI, abreviação do inglês para Bloomberg para Infraestrutura Cicloviária.

Fortaleza, no Brasil, vai receber um prêmio especial de US$ 1 milhão. Adis Abeba, na Etiópia; Bogotá, Colômbia; Lisboa, Portugal; Milão, Itália; Mombaça, Quênia; Pimpri-Chinchwad, Índia; Quelimane, Moçambique; Tirana, Albânia; e Wellington, na Nova Zelândia, receberão US$ 400 mil em financiamento.

“Como arquiteto/a, você projeta para o presente, com consciência do passado, para um futuro que é essencialmente desconhecido”: Sobre a obra e a evolução de Foster

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Este é um trecho editado por Philip Jodidio da próxima publicação da TASCHEN, Norman Foster.

Em uma conferência de 2007, Norman Foster declarou: “Como arquiteto/a, você projeta para o presente, consciente do passado, para um futuro que é essencialmente desconhecido”. Aquela palestra abordava a agenda verde, classificada por ele como a questão mais importante da atualidade, afirmando que ela “não se trata de moda, mas de sobrevivência”. É inegável que o aumento do interesse público pela arquitetura contemporânea após a criação do Prêmio Pritzker em 1979 (Foster foi o vencedor de 1999) concentrou-se mais em formas e personalidades do que no conteúdo. Philip Johnson, o primeiro laureado com o cobiçado prêmio, deixou clara a sua opinião: “A arquitetura é arte, nada mais”. Ensaios, revistas e livros deleitam-se com as excentricidades, verbais e de vestuário, de arquitetos/as célebres — os chapéus e os óculos de gênio. Evidentemente, figuras como Frank Lloyd Wright e Le Corbusier não precisaram de um prêmio para se tornarem famosas, e parece apropriado que o alter ego literário de Wright, Howard Roark, dissesse: “A arte é uma recriação seletiva da realidade de acordo com os julgamentos de valor metafísicos do/a artista”. O/A arquiteto/a-artista moderno/a como demiurgo, encarregado/a de moldar e manter o universo: “...na compreensão, quão semelhante a um anjo! na ação, quão semelhante a um deus!”

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Henning Larsen divulga projeto para terminal de balsas nas Ilhas Faroe

O escritório Henning Larsen acaba de divulgar o projeto da nova sede e terminal de balsas da Smyril Line em Torshavn, a capital das Ilhas Faroe. O edifício rende homenagem aos tradicionais barcos de pesca locais e ao histórico porto oriental, ao mesmo tempo em que envolve o pitoresco cenário natural. A nova sede terá três funções principais, sendo ao mesmo tempo um terminal de balsas, um edifício de escritórios e um centro logístico.

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Ocupando o quintal: diferentes tipos de coberturas para áreas externas

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Independentemente da região, a cultura brasileira preza por momentos ao ar livre. Seja para festas, refeições, conversas descontraídas, fazer exercícios ou simplesmente relaxar, o clima brasileiro em geral permite que os espaços externos façam parte da rotina das pessoas, que conseguem encaixar em seu dia a dia tempos de lazer, descanso ou até trabalho em ambientes externos. Para tanto, muitas casas planejam espaços exteriores com coberturas que tragam conforto para esses ambientes. 

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Estratégias de economia de água para os banheiros do futuro

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Como um dos grandes desafios atuais e futuros, a crise climática está definindo a maneira como a arquitetura se adapta e projeta o ambiente construído. As ações do presente são fundamentais para o desenvolvimento de um futuro sustentável e habitável, no qual precisamos ajustar nossos comportamentos enquanto respondemos às mudanças ambientais. As duas transformações mais críticas são a crise hídrica e as emissões de CO2, que têm gerado apelos pela conservação da água na tentativa de salvaguardar os recursos que ainda restam e reduzir o consumo de energia necessário para o seu aquecimento. No que diz respeito à arquitetura, o uso racional dos recursos naturais é parte essencial de uma estratégia de projeto verdadeiramente eficiente, podendo ser incorporado à criação de novos espaços e produtos inovadores em projetos de arquitetura.

Trabalhando no desenvolvimento de uma gestão sustentável da água para um futuro mais verde, o Grupo Hansgrohe desenvolveu diversas torneiras, chuveiros e acessórios que economizam recursos naturais no design de banheiros. Como os banheiros são uma das áreas de maior consumo de água em residências e hotéis, é fundamental encará-los como espaços estratégicos para os esforços de sustentabilidade.

Arquitetura para comunidades resilientes no Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2023

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O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite aos arquitetos de todo o mundo para se encontrarem em Copenhague de 2 a 6 de julho e explorar como a arquitetura influencia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Há mais de dois anos, a Science Track e seu Comitê Científico internacional analisam as várias formas pelas quais a arquitetura responde aos ODS. O trabalho resultou na formulação de seis painéis científicos: arquitetura para Adaptação Climática, arquitetura para Repensar Recursos, arquitetura para Comunidades Resilientes, arquitetura para Saúde, arquitetura para Inclusão e arquitetura para Parcerias e Mudanças.

Uma chamada internacional de trabalhos foi divulgada em 2022 e 296 das mais de 750 inscrições de 77 países foram convidadas a participar do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 em Copenhague. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos relacionados aos seis temas como preparação para a abertura do Congresso.

Neste terceiro artigo, nos reunimos com os co-presidentes do painel arquitetura para Comunidades Resilientes, Anna Rubbo, Pesquisadora Sênior, Centro de Desenvolvimento Urbano Sustentável (CSUD), The Climate School, Columbia University, e Juan Du, Professor e Reitor da John H. Daniels Faculty of Architecture, Landscape and Design Universidade de Toronto.

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5 Obstáculos ao converter escritórios em moradias

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A conversão de prédios de escritórios para o uso residencial é um tema importante entre os incorporadores e municípios que buscam trazer mais estoque de habitação para cidades com poucas moradias. E por um bom motivo: as taxas de ocupação dos escritórios ainda não se recuperaram dos declínios da era da pandemia, e muitos defensores argumentam que as cidades norte-americanas têm prédios de escritórios demais devido ao seu planejamento.

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