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Villa Savoye. Foto de Fernando Leiva, via Flickr. Licença CC BY-NC-ND 2.0
Em mais um episódio sobre obras arquitetônicas, o Arquicast traz como tema central a icônica obra Villa Savoye, um marco na história da arquitetura modernista do século XX. O convidado, PC Lourenço, analisou profundamente esse ícone arquitetônico e seus paradigmas, proporcionando uma visão esclarecedora sobre sua importância e influência duradoura. O episódio também está disponível em vídeo, possibilitando acompanhar as descrições com fotos e desenhos técnicos da obra.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as devem ou não vender suas plantas baixas online. A dupla aborda os benefícios financeiros da venda de plantas, a democratização do acesso a boas plantas baixas, as desvantagens de vender serviços parciais, as preocupações com a qualidade, o futuro da profissão, a priorização da velocidade e da eficiência no projeto, os motivos pelos quais os/as arquitetos/as frequentemente não são contratados/as para os projetos, entre outros tópicos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138515/the-second-studio-podcast-arquitetos-as-devem-vender-plantas-baixas-onlineThe Second Studio Podcast
As cores têm desempenhado um papel essencial na história da arquitetura moderna — desde a teoria da policromia de Le Corbusier até as concepções estéticas da Bauhaus. No entanto, estamos no início de uma era em que a interpretação e implementação das cores na arquitetura estão passando por uma mudança a partir de seu impacto no ambiente construído.
Ao longo do mês de agosto, realizamos uma chamada aberta para ouvir de nossos leitores suas previsões e opiniões sobre o futuro das cores na arquitetura. Depois de revisar uma grande quantidade de comentários, foi uma surpresa encontrar reincidências em relação à importância de considerar a eficiência energética na escolha. Confira a seguir os principais pontos de vista.
A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. Especialmente durante e após a pandemia, ou seja, período atual, os índices de burnout estão aumentando. No entanto, pouco está sendo discutido sobre o tema. Tendo em vista o papel da concepção do espaço construído na vida dos colaboradores, como a neuroarquitetura pode auxiliar a qualidade de vida, mitigando o burnout?
Os círculos, como uma forma geométrica fundamental, possuem uma qualidade cativante e harmoniosa que foi integrada perfeitamente à arquitetura e ao design ao longo de várias épocas e estilos. De detalhes sutis a pontos focais ousados, o uso de curvas no design de interiores transcende a mera ornamentação, muitas vezes simbolizando continuidade, conexão e um ritmo visual relaxante. Com suas curvas infinitas e contínuas, eles oferecem uma sensação de unidade, movimento e equilíbrio que pode transformar espaços em ambientes convidativos e esteticamente agradáveis — um efeito especialmente útil para os projetos de interiores. A seguir, reunimos 27 projetos que empregam formas circulares em interiores ao redor do mundo.
Detalhe - Pavilhão para Casa de Chá / Grau Architects
O desenho exerce um papel fundamental no projeto arquitetônico. Principal condutor para a materialização das ideias, é através dele que se explica o que foi pensado para o espaço. Nas arquiteturas de madeira, são diversos os tipos de encaixes, junções, modos de compor com as texturas e conectar o material com outras estruturas. Ao desenhar, mais do que expressar os detalhes com precisão, é possível criar manuais didáticos sobre a montagem e construção da obra, que facilitam a compreensão da mão-de-obra e sua execução. Por isso, reunimos diferentes projetos que em demonstram distintas formas de representar o uso do material e suas possibilidades.
Subúrbios de Mumbai, na Índia, com telhados de metal nas casas. Uma análise do WRI Índia mostra que, embora a vegetação possa amenizar as temperaturas de superfície nas cidades, uma ampla parcela das residências de Mumbai possui telhados de metal, contribuindo para uma temperatura de superfície mais alta. Foto: KishoreJ/Shutterstock
O atual verão no Hemisfério Norte tem sido tão quente, com as temperaturas atingindo recordes – inclusive no mar –, que as discussões já giram em torno dos limites da sobrevivência humana. Mesmo na Antártida, o gelo marinho não tem conseguido se reconstituir, um desvio drástico em relação aos padrões normais para o inverno. Não é apenas impressão que eventos de calor extremo têm acontecido cada vez mais. Como resultado das mudanças climáticas, o número desses eventos aumentou – e deve piorar.
De fato, na maioria dos anos, o calor é o fenômeno mais letal, matando em média 490 mil pessoas no mundo e causando problemas graves de saúde para muitas outras. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as mortes em decorrência do calor devem aumentar em 50% até 2050. Mas esse impacto não é distribuído de forma equilibrada, tanto ao redor do mundo quanto dentro das comunidades: populações que já vivem em condições mais vulneráveis são as que enfrentam os maiores riscos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1006087/como-resfriar-as-cidades-com-o-planeta-cada-vez-mais-quenteEric Mackres, Gorka Zubicaray e Bina Shetty
Stockholm Wood City. Courtesy of Atrium Ljungberg | White Arkitekter
Diante de estudos que estimam que até 2050 quase 70% da população mundial será urbana, pensar num desenvolvimento mais sustentável e equilibrado das cidades torna-se um imperativo para as próximas décadas. Essa discussão perpassa, invariavelmente, uma escolha mais assertiva de materiais de construção que tragam melhores benefícios urbanos e ambientais. Nesse cenário, um material que vem ressurgindo como uma escolha mais sustentável para a infraestrutura urbana é a madeira, sobretudo quando aliada a novos recursos tecnológicos, que vem se reintroduzido nas paisagens das cidades devido às suas características versáteis e à sua capacidade de se alinhar às construções do amanhã.
Todos os dias, governos, instituições financeiras e corporações têm uma decisão a tomar: investir em ativos físicos que emitem gases do efeito estufa e prejudicam a natureza ou priorizar o desenvolvimento de soluções verdes que fomentam uma economia estável, resiliente e equitativa. À medida que as comunidades enfrentam os impactos severos das mudanças climáticas, a decisão de construir um futuro sustentável fica mais evidente.
https://www.archdaily.com.br/pt/1006690/6-mudancas-necessarias-para-o-sistema-financeiro-ajudar-a-promover-um-futuro-sustentavelAnderson Lee
Em 2018, as firmas Archi-Tectonics NYC e !Melk foram anunciadas como vencedoras de uma competição para desenvolver um masterplan para o Parque dos Jogos Asiáticos de Hangzhou 2022. Com uma área de 47 hectares, o projeto agora concluído inclui um amplo Eco Parque e sete edifícios. Embora seu propósito inicial fosse servir de sede para os Jogos Asiáticos de Hangzhou 2022, a equipe ampliou sua proposta para muito além do evento, traçando um novo caminho para o futuro ambiental da cidade.
O escritório sediado na Cidade do México LOCUS, em colaboração com o Studio Météores e Philippe Rahm Architectes, conquistou o quarto lugar no concurso internacional de etapa única para a renovação do Museu Nacional de Cartago com o projeto intitulado “Birsa, Topografias de um ato de reparação”. O Ministério dos Assuntos Culturais da República da Tunísia anunciou os resultados do concurso organizado pela UIA, pela OAT, pela UNESCO, pela Expertise France e pela Patrimoine 3000.
Pelo quarto ano consecutivo, o ArchDaily promove uma iniciativa global para identificar e destacar os profissionais que estão conduzindo a arquitetura em uma nova direção: o programa Novas Práticas ArchDaily 2024. Nossa equipe realiza uma pesquisa anual que engloba centenas de práticas de todo o mundo, de todos os tipos e escalas: arquitetas e arquitetos autônomos, escritórios, designers, startups de tecnologia da construção, curadores, designers de exposições, coletivos, designers de interiores, desenvolvedores de software, cientistas de materiais, plataformas de novas mídias, think tanks, empreendedores, críticos, ativistas, artistas, designers de mídia, arquitetos paisagistas e qualquer profissional cujo trabalho, em estágio inicial ou avançado de desenvolvimento, esteja no caminho para reformular a prática da arquitetura. Para esta chamada, "novo" não significa apenas jovem, mas inovador e orientado para o futuro.
Convidamos você colaborar com nossa iniciativa global indicando, pelo formulário a seguir, profissionais que tenham o potencial de fazer parte do programa Novas Práticas ArchDaily 2024. E não deixe de conferir os vencedores nas edições de 2020, 2021 e 2023.
Tomás Vodanovic, prefeito/a da comuna de Maipú, localizada em Santiago do Chile, anunciou a nova medida que proíbe as construções de grande altura nas vias principais, como Pajaritos, Américo Vespúcio e 5 de Abril, com foco no desenvolvimento estético e sustentável da comuna.
No vasto e implacável Deserto de Black Rock, em Nevada, uma cidade é reconstruída uma vez por ano. Milhares de pessoas se reúnem para criar uma metrópole temporária com um espírito coletivo. Em 2023, o Burning Man suprimiu todas as restrições à expressão, permitindo que formas surpreendentes fossem construídas. O tema deste ano, ANIMALIA, fez do Deserto de Black Rock uma tela em branco para a criatividade, um campo de jogos para a autoexploração e um refúgio para a expressão radical das individualidades.
“ANIMALIA” incentiva os participantes a embarcarem em uma jornada que borra a linha entre realidade e fantasia, e homenageia a diversidade do reino animal, desde os animais que habitam as áreas de transição do deserto até criaturas míticas e fictícias que aparecem em nossos sonhos. As instalações e pavilhões deste ano foram inspirados pelo mar, areia, céu e imaginação, variando de uma instalação de peixe representando águas doces a um pavilhão de tricô vivo que toma forma com tecidos, além de uma estrutura geométrica que explora o potencial de um cubo.
Fundada no século XII, Copenhague passou por inúmeras transformações até se consolidar como uma referência urbana do século XXI. Seu ambiente urbano dinâmico serve como exemplo da importância da arquitetura e de seu papel crucial na construção de um futuro sustentável para as cidades. Diante de desafios globais como mobilidade, desenvolvimento urbano e construção ecológica, a cidade se destaca como um modelo inspirador. Por esse motivo, em 2023, a capital dinamarquesa foi nomeada a Capital Mundial da Arquitetura pela UNESCO-UIA, posicionando-se como uma plataforma de debates sobre clima, soluções sustentáveis e habitabilidade.
Nesse contexto, nomes da arquitetura dinamarquesa, como Anders Lendager, foram convidados a compartilhar sua percepção e relação com seus locais favoritos na cidade, oferecendo uma perspectiva valiosa sobre o que torna Copenhague única. Lendager, CEO e fundador do Lendager Group, é a mente por trás de projetos de ecovilas, do Pavilhão Dinamarquês em Milão e de um arranha-céu construído com materiais reciclados. Juntos, esses projetos demonstram a capacidade de traduzir os princípios fundamentais das cidades sustentáveis em elementos concretos, priorizando o bem-estar humano e promovendo modelos de economia circular.
https://www.archdaily.com.br/pt/1137910/guia-do-a-arquiteto-a-para-copenhague-anders-lendager-e-a-essencia-da-cidade-sustentavelEnrique Tovar
Não estou me referindo a jovens designers, cantores/as, atores/atrizes, poetas ou artistas em início de carreira que trabalham como baristas ou bartenders para pagar as contas e agarram as oportunidades profissionais que surgem. Assim como ocorre com médicos/as, advogados/as e engenheiros/as que não exercem a profissão, a docência sempre foi uma forma de garantir a credibilidade do estilo de vida de um/a “arquiteto/a” sem o desgaste diário de realmente projetar e construir. Há um paradoxo evidente na figura dos/as arquitetos/as que não praticam a arte de construir. As escolas de arquitetura multiplicaram o número de especializações que não têm como foco profissional o projeto de edifícios: gestão de obras, planejamento, sustentabilidade, entre outras. Por dois séculos, a profissão de arquiteto/a refletiu as melhores aspirações da nossa sociedade manifestadas nos edifícios. No entanto, há muitas pessoas que não querem construir — elas apenas amam a identidade do título.
No contexto da Primeira Guerra Mundial, e para fazer frente ao enorme déficit habitacional decorrente do conflito, a estrutura modular Dom-Ino — uma das contribuições mais significativas do funcionalismo, projetada pelos projetistas suíços Le Corbusier e Max Dubois — estabeleceu premissas concretas para uma nova visão de um modelo estrutural leve que otimiza o processo construtivo. Graças ao uso de um sistema de lajes e pilares de concreto armado, a estrutura Dom-Ino permitiu a organização flexível dos elementos em planta e libertou a fachada das limitações impostas pelas paredes estruturais.
Essa condição impulsionou a criação de projetos arquitetônicos que integravam as janelas não apenas como elementos funcionais, mas também compositivos. Graças às inovações tecnológicas, alcançaram-se janelas com esquadrias mais esbeltas e vãos mais amplos, como exemplificado em obras como a Villa Savoye e a Casa Farnsworth. Embora essas propostas tenham redefinido a estética da arquitetura, as limitações tecnológicas da época apresentavam desafios. Hoje em dia, o desenvolvimento contínuo de janelas com características técnicas aprimoradas levou ao conceito de janela minimalista, o qual inspirou três princípios fundamentais derivados dessa ideia, concebida pela Vitrocsa. Esses princípios — transparência, variações funcionais e mecanismos avançados — incorporam inovações tecnológicas e, simultaneamente, diluem as fronteiras espaciais. Cada um deles desempenha um papel fundamental no projeto dos espaços e, juntos, redefinem significativamente a estética de edifícios e interiores.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138337/redesenhando-limites-os-tres-principios-das-janelas-minimalistasEnrique Tovar
Anji Culture and Art Center . Imagem Cortesia de MAD Architects
Liderado por Ma Yansong, o escritório MAD Architects divulgou o projeto para o Centro de Cultura e Arte de Anji, na província de Zhejiang, sudeste da China. O novo centro, que ocupa uma área de cerca de 149 mil metros quadrados, terá seis espaços para eventos: um Grande Teatro, um Centro de Conferências, um Centro de Lazer, um Centro Esportivo, um Centro de Atividades Juvenis e um Centro de Educação Artística. Todas as funções estão distribuídas sob coberturas cujas formas são inspiradas em folhas de bambu, fazendo referência à região de Anji, conhecida como a cidade do 'bambu e das plantações de chá branco". A construção do centro já começou e tem conclusão prevista para 2025.
Durante cinco dias, adentramos o Rio Turbio de Barquisimeto, seu vale e suas margens, para vivenciar um trabalho de campo que culmina na construção de intervenções na paisagem. Éramos 70 estudantes e 30 professores/as, convidados/as e colaboradores/as, em uma Escola de Verão organizada pela Dislocal em conjunto com a Faculdade de Arquitectura y Urbanismo da Universidad Central de Venezuela e sua Unidad Docente Extramuros na cidade de Barquisimeto.
Primeiro Prêmio Compartilhado. 1. Autor: MONOBLOCK. 2. Autores: Juan M. Urgell, Enrique Lynch, Gustavo Vago, Juan P. Rodriguez. Image
Organizado pela Sociedad Central de Arquitectos, foi lançada a convocatória para o Concurso Nacional de Ideias para o Distrito Saldías, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Governo da Cidade de Buenos Aires e com o apoio da Federação Argentina de Entidades de Arquitetos (FADEA). Promovido pela Autopistas Urbanas S.A., o concurso busca obter propostas urbanísticas para transformar e renovar o terreno localizado no trecho desativado da Autopista Illia, junto ao seu entorno urbano imediato.
O planejamento urbanístico da cidade deve andar junto com a natureza. Foto: Daniel Costa, via Unsplash
A capacidade das árvores de climatizar naturalmente as cidades é um dos benefícios de promover os plantios em áreas urbanas. No Distrito Federal, a questão da arborização tem sido objeto de estudo para promover o uso sustentável dos recursos naturais como políticas públicas. Estudante de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Júlia Almeida mensurou as influências da microclimática da vegetação na escala residencial de Brasília, comprovando o poder da vegetação na qualidade de vida.
Arquitetura futurista do cove.tool projetada por inteligência artificial, aperfeiçoada pela criatividade humana. Imagem cortesia de cove.tool
A inteligência artificial (IA) está prestes a moldar o futuro da arquitetura. À medida que o setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção) evolui rapidamente, a IA acompanha esse ritmo. Diante dessas evoluções simultâneas, surge uma questão crucial: os/as arquitetos/as continuarão sendo os/as principais criadores/as de nosso ambiente construído ou a IA dominará?
Com mais de três milênios de história e uma das maiores concentrações de arquitetura do mundo, Roma exerce uma influência transcendental na cultura global. Frequentemente chamada de “A Cidade Eterna”, a cidade se desenvolveu como capital e sede do poder do Império Romano, sendo considerada por muitos a primeira cidade imperial e uma das primeiras metrópoles da Antiguidade. Como uma cidade continuamente ocupada por mais de 28 séculos, Roma preservou suas inúmeras camadas históricas para se tornar uma representação perfeita de como o antigo se encontra com o novo. Rica em história, vida acadêmica e arte, a capital italiana é hoje uma das cidades mais visitadas do mundo.
O centro histórico de Roma, que se estende da Piazza del Popolo à Piazza Venezia e da margem leste do Tibre até a Piazza di Spagna, é classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO. Além de sua importância histórica, a atuação de renomados profissionais da arquitetura e do design contemporâneo tornou Roma um influente destino de design. Em 2019, foi a 14ª cidade mais visitada do mundo, recebendo mais de 8,6 milhões de turistas que buscavam descobrir as formas como a história dos antigos romanos se mistura à vida contemporânea, o que a tornou a terceira cidade mais visitada da Europa e o destino turístico mais popular da Itália.
A metodologia BIM (Building Information Modeling) está revolucionando o setor da construção e, com ela, o papel do/a BIM Manager. Este/a profissional é responsável por gerenciar o processo construtivo com BIM, desde os primeiros esboços até o fim da obra.
A trajetória de carreira de um/a BIM Manager pode variar em função de sua formação, experiência e objetivos. No entanto, de modo geral, esses/as profissionais costumam seguir um caminho profissional semelhante.