Atualmente, humanos e tecnologia formam um elo inseparável com profundas implicações para os ecossistemas da Terra, o que impulsiona o debate sobre uma nova era: a Antropológica. Nos últimos anos, a transição da arquitetura analógica para a digital materializou-se através da crescente disponibilidade de novos softwares e métodos de fabricação na arquitetura digital – ferramentas. A virada cognitiva e digital implica computação ubíqua, inteligência artificial, realidade aumentada e inteligência material, para citar apenas alguns exemplos. As estratégias de projeto resultantes sobrecarregam nossa disciplina, incentivando um repensar da arquitetura, do papel e da responsabilidade do/a arquiteto/a, bem como da educação arquitetônica. O desenvolvimento de tecnologias digitais intensifica a necessidade de desenvolver uma ética para este novo estado tecnológico, deslocando o foco da arquitetura computacional da tecnologia para os seres humanos.