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Arquitetos: Tadu Arquitetura
- Área: 197 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Alfatec, Biancogres, Celsius Leal Revestimentos Esculpidos, Coisas dCasa, Corp elevadores, +12







A 3ª Semana Acadêmica da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SemEA FAU UFRJ) é um evento gratuito, organizado completamente por estudantes com apoio da FAU UFRJ, coletivos e instituições acadêmicas, que busca ampliar o debate e a formação através de palestras, oficinas, exposições, debates e atividades culturais. Em sua terceira edição, o encontro acontece nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2025, no Edifício Jorge Machado Moreira, sede da FAU e da Escola de Belas Artes da UFRJ.


A cidade do Rio de Janeiro vai sediar o IV Seminário Canteiro Experimental em Arquitetura e Urbanismo e II Encontro Nacional de Canteiros Experimentais em Escolas de Arquitetura e Urbanismo. Os eventos acontecerão de 17 a 20 de novembro.


Coletivo poético realiza encontro no dia 28 de junho, com entrada gratuita

"Itália Brutalista: a arte do concreto"
Fotografias dos italianos Roberto Conte e Stefano Perego serão apresentadas no
Polo Cultural ItaliaNoRio, em exposição inédita no Brasil

Reunindo cerca de 160 obras de renomados artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos, a exposição "Ancestral: Afro-Américas" chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro a partir do dia 4 de junho de 2025. Com direção artística de Marcello Dantas e curadoria de Ana Beatriz Almeida, a mostra celebra as heranças e os vínculos compartilhados entre os povos afrodescendentes brasileiros e norte-americanos no campo das artes visuais, promovendo uma reflexão crítica sobre a diáspora africana. A mostra conta também com um conjunto de adornos comumente chamado de "joias de crioula", indumentária usada por mulheres negras que alcançavam a liberdade no período colonial brasileiro, especialmente na Bahia, como forma de expressar sua ancestralidade, e uma seleção de arte africana da Coleção Ivani e Jorge Yunes, com curadoria de Renato Araújo da Silva. Os segmentos buscam localizar, por um lado, as brechas em que a ancestralidade africana se fez presente durante o Brasil colonial, e, por outro, seus elementos na arte produzida em seu território de origem.