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Arquitetos: Skidmore, Owings & Merrill
- Área: 24100 m²
- Ano: 2015



Em seu livro We Have Never Been Modern, o filósofo Bruno Latour conclui que a incapacidade de separar inerentemente a humanidade da natureza é uma das alegorias mais equivocadas do modernismo. Assim, designers contemporâneos que esperam citar ou ter uma continuidade com o modernismo devem compreender que arquitetura, mesmo quando estetizada, não está hermeticamente separada do mundo externo - e que, portanto, o modernismo não é um platô de projeto, mas outro acampamento na estrada do refinamento contínuo.
Em Chicago, a cidade onde o modernismo atingiu seu ápice tanto metafórico como físico, o Atelier 2B, uma equipe composta por Yewon Ji, Nicolas Lee e yan Otterson, foi recentemente premiada no concurso ChiDesign Competition, promovido pela Chicago Architecture Foundation, pelo seu projeto Soft in the Middle: The Collaborative Core. Em dívida com o legado de Mies e do Estilo Internacional, o Atelier 2B propôs uma Modernist-tower-redux composta por três volumes retangulares empilhados bisseccionados com terraços e afastados da rua por uma grande praça pública.

Apresentamos a seguir a proposta de Francisco Sampaio e Marcos Dornelles premiada com o segundo lugar do comitê do juri estudantil do concurso internacional para o novo CADE - Centro de Educação de Arquitetura e Design [Center for Architecture, Design and Education] em Chicago. Promovido pela Chicago Architecture Foundation - CAF, o concurso tinha como objetivo chamar a atenção para a importância de se repensar a educação urbana e a próxima geração de instituições culturais. Veja, a seguir, algumas imagens do projeto premiado e a descrição dos autores.

Com seu concurso Lakefront Kiosk, a Bienal de Arquitetura de Chicago espera criar um grande impacto e deixar um legado para a cidade. ROCK, uma proposta de NLÉ Architects em colaboração com a School of the Art Institute of Chicago, está proporcionando ao público a oportunidade de moldar este legado. Ao longo do evento, aberto no dia 3 de outubro, os visitantes são convidados a ir ao Millennium Park e "acrescentar valor" às rochas que constituirão o pavilhão, escavando-as, pintando suas superfícies, realizando performances e outros processos inimagináveis.

Até o dia 25 de julho a Graham Foundation apresenta uma exposição sobre a visão da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. Conhecida por sua abordagem social do modernismo e uso expressivo dos materiais, Lina Bo Bardi: Together explora o legado da arquiteta através de suas obras coletivas e do trabalho de outros artistas que lhe fazem homenagem. Com curadoria de Noemi Blager, a exposição conta com fotografias, filmes e objetos que refletem a diversidade do trabalho e a imersão de Lina na cultura brasileira.

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Uma composição de espaços públicos e privados distancia discretamente a casa da rua, sob uma série de planos horizontais. Ao criar esta sobreposição de planos, o espaço interior se expande ao exterior, ao mesmo tempo em que cria certo enclausuramento. Um enorme balanço sobre a varanda se estende três metros de seu ponto estrutural mais próximo.