
Chegando a sua sétima edição, o Prêmio Internacional de Arquitetura Sacra — organizado pela Fundação Frate Sole — é direcionado a todos os profissionais que tenham realizado projetos de igrejas cristãs ao longo dos últimos dez anos.
墨西哥ArchDaily的内容编辑。墨西哥国立大学的建筑师(2018)。她的兴趣集中在通过舞蹈探索身体和建筑之间的关系。她曾与不同的国际编舞家合作,探索舞蹈和建筑的事件。Twitter / Instagram: @monicarellano_

Chegando a sua sétima edição, o Prêmio Internacional de Arquitetura Sacra — organizado pela Fundação Frate Sole — é direcionado a todos os profissionais que tenham realizado projetos de igrejas cristãs ao longo dos últimos dez anos.

Um dos elementos de maior potencial escultórico da arquitetura é a circulação vertical – sejam rampas ou escadas. E apesar de serem frequentemente desenhadas a partir de uma abordagem puramente funcionalista, em alguns momentos tornam-se a peça fundamental do espaço.

Oaxaca é um dos trinta estados do México, conhecido por sua rica cultura que permitiu moldar um território que enaltece suas raízes. Localizado na região sudeste do país, é um dos territórios voltados para o Oceano Pacífico e é conhecido por seus povos indígenas, onde predominam as culturas zapoteca e mixteca. Além disso, Oaxaca abriga uma vibrante vida pública, onde as ruas, calçadões e praças servem de cenário para diversas atividades de caráter político, religioso e popular, o que tem despertado a atenção de diferentes projetos e pesquisas que buscam visibilizar essa efervescência.
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Apesar do reconhecimento pela UNESCO de locais específicos do patrimônio mundial, alguns estão em constante perigo de desaparecer devido a fenômenos naturais como terremotos, e fenômenos humanos como a urbanização. Por definição, estes marcos são relevantes na história da humanidade e têm características que refletem os valores mais humanos de várias civilizações. No entanto, muitos deles não foram experienciados pessoalmente por uma grande parte da população.

Ao longo da história da arquitetura, instalações efêmeras e pavilhões temporários têm se mostrado estruturas tão importantes quanto edifícios concebidos sem uma data de validade precisa. Estruturas leves, provisórias, recicláveis e fugazes, os pavilhões se tornaram uma importante ferramenta para se falar de arquitetura, extraordinários exemplos que materializam — ainda que por um pequeno intervalo de tempo — o espírito do seu tempo. Transcendendo a sua própria transitoriedade, algumas destas estruturas foram trazidas de volta à vida devido ao seu inestimável valor arquitetônico, como é o caso do famoso Pavilhão Barcelona concebido por Ludwig Mies van der Rohe e Lilly Reich durante a Exposição Internacional de Barcelona em 1929. Entretanto, a maioria destes protótipos permanecem apenas em sua imagens e fotografias, plantas e na experiência do espaço que felizmente, é tão arraigada à arquitetura quanto a sua própria materialidade concreta.

O desenho urbano é um campo do design intimamente relacionado ao planejamento urbano e à arquitetura paisagística; centra-se, em linhas gerais, na interpretação da forma e do espaço público sob critérios físico-estético-funcionais. Diferentes especialistas na área, como Jane Jacobs, Denise Scott Brown, Robert Venturi, Jaime Lerner, Jan Gehl, Kevin Lynch, dedicaram-se a estudar as necessidades das sociedades urbanas nos espaços comuns a fim de oferecer respostas adequadas às questões específicas de cada cidade. Essas questões se renovam de geração em geração, e o espaço público se transforma de acordo com os avanços tecnológicos e as novas formas de nos relacionarmos trazidas por eles; no entanto, o que sempre permanece é o sentimento de pertencimento a esses locais, que só alcançam o sucesso quando as pessoas usuárias os adotam como seus.

Durante as férias de inverno muitos arquitetos aproveitam para viajar e conhecer outras cidades e monumentos. Durante esta breve pausa, convidamos todos os arquitetos à repensar seus próximos destinos e visitar um dos mais incríveis projetos de arquitetura da América Latina. Ainda que seja importante para um arquiteto revisitar projetos clássicos, tenha em conta que explorar lugares desconhecidos pode surpreendê-lo de uma maneira como você nunca imaginou. Tendo isso em mente, decidimos fazer uma lista de importantes obras arquitetônicas pouco conhecidas, as quais chamamos de "pérolas ocultas da arquitetura latino-americana". Veja a seguir a lista completa, compilada especialmente para vocês.

Um dos fatores mais importantes ao projetar é o clima específico do local. Isso pode representar uma dificuldade quando se trata de climas extremos, em que é necessário utilizar materiais isolantes que se adaptem a condições variáveis. No entanto, quando se fala do México e de seu clima privilegiado, esse aspecto atua a favor dos/as arquitetos/as, permitindo criar microclimas e espaços que se fundem na transição entre o interior e o exterior.
Os pátios se tornaram um elemento tradicional de projeto, e os efeitos psicológicos que produzem são fundamentais para serem retomados em propostas futuras, pois constituem o ponto de encontro entre o interior e o exterior, o comum e o privado. É uma forma de trazer o sol e a chuva para o interior da casa, abrindo espaço para o acaso de outras trajetórias e vivências que não ocorrem plenamente nos espaços internos. A seguir, apresentamos uma seleção de projetos no México que utilizam o pátio como recurso principal de projeto.
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Durante muitos anos, a Cidade do México tem sido o que muitos autores e autoras chamam de "um organismo vivo", que se constrói dia a dia e se coreografa de diferentes formas. Nos últimos anos, o trabalho do fotógrafo mexicano Santiago Arau tem retratado uma cidade onde o tempo passa, uma cidade que se constrói por meio de seus habitantes, passando de tomadas aéreas até o olhar cotidiano de quem utiliza o transporte público. No entanto, o que aconteceu nesses últimos meses em que a pandemia de COVID-19 assolou o mundo inteiro?

O bambu é um material construtivo utilizado desde a antiguidade em diferentes edificações que demonstraram sua superioridade em relação a materiais totalmente inovadores, como o plástico e o aço, devido a uma infinidade de benefícios, sem esquecer o incomparável fator estético que o consagrou como uma das maiores tendências arquitetônicas do momento.

Um dos fatores mais importantes ao projetar é o clima específico do local, o que pode representar um desafio em climas extremos, exigindo o uso de materiais isolantes que se adaptem às constantes mudanças de condições. No entanto, tratando-se do México e de seu clima privilegiado, essa condição joga a favor dos/as arquitetos/as, permitindo a criação de microclimas e espaços que diluem a transição entre o interior e o exterior.

O Taller de Arquitectura Carmelina&Aurelio, de Tuxtla Gutiérrez no México, lançou um livro com ilustrações de obras famosas da arquitetura para colorir. Devido ao sucesso da primeira edição, o estúdio acaba de publicar o segundo volume da série, com ilustrações de obras de Zaha Hadid, Kengo Kuma, Rozana Montiel, BIG e Eileen Gray. O livro digital em formato PFD está disponível gratuitamente no website do estúdio.

Nesta entrevista exclusiva para o ArchDaily, Ingrid Moye e Christoph Zeller, fundadores do escritório Zeller & Moye, com sede na Cidade do México e em Berlim, falam sobre a história do estúdio, bem como sobre a sua evolução ao longo dos anos em relação aos seus interesses pessoais e profissionais na sua forma de habitar e fazer arquitetura.

O Arizona localiza-se na região oeste dos Estados Unidos. O estado faz fronteira com Utah, Colorado e Novo México, além de limitar-se com Sonora, no México. O território também abrange parte da Sierra Madre Ocidental e abriga um trecho do Rio Colorado, bem como o Grand Canyon. Integrante da Aridoamérica, a paisagem do Arizona é majoritariamente composta por cactáceas e espécies desérticas.

No ArchDaily, sempre foi fundamental nos aproximarmos de arquitetos e arquitetas em conversas que revelam formas de trabalhar, histórias e reflexões –tanto pessoais quanto coletivas com as equipes que integram, bem como com a classe profissional com a qual se relacionam– a fim de levar conhecimento não apenas aos profissionais que constroem o mundo que habitamos, mas também para que as futuras gerações tenham acesso a todas essas ferramentas e experiências ao ingressarem no mercado de trabalho, mantendo sempre um olhar crítico em relação ao fazer arquitetônico.

O estado do Novo México está localizado na região oeste dos Estados Unidos, limitando-se geograficamente com o Colorado, Oklahoma e Texas (nos Estados Unidos) e Chihuahua (no México). O estado possui a maior porcentagem de população de língua espanhola dos Estados Unidos. Por integrar a Aridoamérica, sua paisagem é predominantemente composta por cactáceas e espécies desérticas.

A história da representação na arquitetura passou por inúmeras transformações ao longo dos séculos. Sua relação com o objeto construído vai muito além da mera e simples reprodução de sua imagem objetiva, atuando principalmente, como uma ferramenta de expressão e crítica que, tem influenciado diretamente a forma como percebemos, nos relacionamos e até mesmo, como concebemos e construímos nossos edifícios e cidades.

O estúdio de design sediado na Cidade do México, fundado por Manu Bañó, Age Salajõe e Héctor Esrawe em 2017, lança sua nova peça intitulada “Aura”, um dispositivo de iluminação que dá continuidade à sua exploração sobre os elementos religiosos, objetos e locais de culto da cultura mexicana. Nessa mesma linha, surge uma aura construída a partir de quatro formas geométricas de meia-lua, que aludem ao arco dos altares e das igrejas do período colonial.