Jullia Joson

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Entrevista com o artista Not Vital: “Scarch é tanto escultura quanto arquitetura”

“Se você é pintor/a, precisa de uma tela. Se é escultor/a, precisa de mármore ou gesso. Se quer construir uma casa, precisa de um terreno.” Boas-vindas ao fascinante universo de Not Vital. Neste vídeo, o multifacetado artista suíço nos apresenta seu parque de esculturas, fundações e castelos.

O canal de televisão Louisiana Channel encontrou-se com Not Vital em seu ateliê em Sent, uma pequena comuna suíça onde cresceu e onde ainda reside hoje. Desde a infância, ele constrói abrigos: “Meu primeiro trabalho foi mais uma tentativa de construir uma casa ou um habitat. A primeira vez foi em 1951, quando eu tinha apenas três anos. Havia nevado tanto que meu irmão e eu construímos um túnel,” ele continua: “Acho que ali percebi pela primeira vez que gostava de construir meus próprios habitats. Embora fosse muito mais confortável morar dentro de casa, passei o dia no túnel. Lembro-me do cheiro do sol e da neve. Foi uma sensação maravilhosa.”

Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira

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Para documentar de forma abrangente um panorama sobre o estado das florestas francesas, a indústria da madeira e a pesquisa e desenvolvimento (P&D) florestal, François Leclercq e Paul Laigle, do escritório de arquitetura e urbanismo Leclercq Associés, colaboram com a editora de arquitetura Michèle Leloup e com o fotógrafo Cyrille Weiner.

The Wood That Makes Our Cities explora os desafios ambientais, econômicos, industriais e técnicos envolvidos no uso da madeira em grandes estruturas e na arquitetura urbana, além de avaliar o futuro da construção em madeira. A publicação resgata os vinte anos de experiência do escritório com a construção em madeira por meio de cinco de seus projetos, contando com contribuições de especialistas em história, pesquisa acadêmica, manufatura, produção madeireira e silvicultura.

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Plattform: Destaque para a arquitetura residencial modernista na Noruega

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A arquitetura modernista surgiu no início do século XX como uma resposta a transformações em grande escala na tecnologia, na construção e na sociedade, impulsionada principalmente pelo uso de vidro, aço e concreto armado. O estilo esteve tradicionalmente associado à função dos edifícios sob uma perspectiva analítica, ao uso racional dos materiais, à eliminação da ornamentação e à abertura para inovações estruturais.

Paul Tunge é um roteirista, diretor e diretor de fotografia norueguês especializado em cinema de arte, com atuação na produção cinematográfica desde o início dos anos 2000. Tendo escrito, dirigido, filmado e produzido quatro longas-metragens independentes e três documentários, seus projetos foram exibidos em importantes festivais de cinema em todos os continentes, além de galerias, salas de cinema e cinematecas nacionais.

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A influência de Le Corbusier na arquitetura através da produção em massa e da fabricação digital

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Os espaços digitais e a tecnologia de fabricação tornaram-se mais proeminentes do que nunca no cenário atual de nossa sociedade pós-pandemia, tornando-se cada vez mais acessíveis e permitindo processos rápidos e espontâneos de iteração e evolução. Essas tecnologias resultaram na capacidade de produzir em massa componentes de construção não padronizados e altamente diferenciados na mesma instalação de sua contraparte padronizada, transformando a maneira como os edifícios e seus respectivos componentes são concebidos, projetados e representados, bem como fabricados, montados e produzidos.

A beleza da fabricação digital está em sua capacidade de mesclar aspectos da produção em massa e artesanal a ponto de os custos praticamente desaparecerem. A capacidade da tecnologia de fabricar de maneira tão simples e quase contínua levanta questões sobre seu potencial de alterar significativamente nossa percepção atual da arquitetura, gerando o seguinte questionamento: a influência da produção em massa na arquitetura resultou na perda de intencionalidade no projeto?

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Como a tecnologia de realidade virtual está transformando a arquitetura?

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A importância do uso de tecnologias avançadas, como a realidade virtual (VR) no cenário arquitetônico, tornou-se cada vez mais evidente. Por mais bela que seja uma imagem renderizada, ela sempre carecerá da capacidade de transmitir plenamente a escala geral e a sensação de um projeto. Isso reforça ainda mais a necessidade de adotar essas tecnologias no campo profissional.

Arquitetos e arquitetas que optam por não utilizar a tecnologia de realidade virtual no processo de projeto acabam em desvantagem. Atualmente, a questão já não passa pela acessibilidade, uma vez que a VR está ao alcance de profissionais de todas as origens.

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A influência dos games na digitalização do ambiente construído: entrevista com David Weir-McCall, da Epic Games

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A Epic Games gerencia um dos maiores jogos do mundo, o Fortnite, e também desenvolve o Unreal Engine, a ferramenta de criação 3D em tempo real mais avançada do mercado, que serve de base para o Fortnite e é utilizada em diversos outros setores além dos games. Nos últimos anos, cada vez mais profissionais de arquitetura e áreas afins têm recorrido ao Unreal Engine para dar vida a mundos fotorrealistas impressionantes.

Em entrevista exclusiva ao ArchDaily, David Weir-McCall, gerente de marketing para o setor de arquitetura na Epic Games, compartilha suas perspectivas sobre o uso de tecnologias digitais, como o Unreal Engine, para colaboração e co-design nas áreas de arquitetura, engenharia e construção.

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Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind

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O arquiteto, artista, professor e cenógrafo polonês-americano Daniel Libeskind, fundador do Studio Libeskind em 1989, acredita que os edifícios são concebidos com uma energia humana perceptível, construídos com o intuito de dialogar com o contexto cultural mais amplo no qual se inserem. Seu compromisso em expandir o escopo da arquitetura reflete seu profundo interesse e envolvimento com a filosofia, a arte, a literatura e a música.

Ele aborda a noção de que o desenho se assemelha a uma partitura, uma peça musical interpretada por uma comunidade em sintonia. Proporções, luz e materialidade estão todas implicadas no desenho e, da mesma forma, os edifícios também são chamados a apresentar espaço e atmosfera, iluminando a própria prática.

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"Se você constrói uma casa, precisa de um pedaço de terra": Em conversa com Not Vital

“Se você é pintor/a, precisa de uma tela. Se você é escultor/a, precisa de mármore ou gesso. E se você constrói uma casa, precisa de um pedaço de terra.” Boas-vindas ao maravilhoso mundo de Not Vital, onde o artista multifacetado suíço nos mostra seu parque de esculturas, fundação e castelo neste vídeo.

O Louisiana Channel encontra Not Vital em seu ateliê em Sent, a cidade na Suíça onde ele cresceu e um dos lugares onde ainda vive. Construir espaços para habitar o acompanha desde a infância: “Meu primeiro trabalho estava mais relacionado à tentativa de construir uma casa ou um habitat. O primeiro foi em 1951, quando eu tinha apenas três anos. Havia tanta neve que meu irmão e eu construímos um túnel”, diz ele, que continua: “Acho que foi a primeira vez que percebi que gosto de construir meu próprio habitat. Embora fosse muito mais confortável morar dentro de casa, eu passava o dia no túnel. Lembro-me da luz, do cheiro da neve. Eu me sentia muito bem.”

Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário?

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O co-living é um modelo de moradia comunitária residencial, que se refere a uma forma moderna de habitação coletiva que transformou significativamente a vida em Londres e no Reino Unido como um todo. O conceito de co-living popularizou-se ainda mais com a ascensão de startups do setor habitacional, muitas das quais oferecem moradia acessível em casas e apartamentos compartilhados por um grupo de moradores/as.

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O Futuro da Urbanização em Taiwan: Como a Arquitetura Pode Transformar um Lugar?

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Taiwan propõe que a arquitetura tem o poder de transformar um lugar e, para representar essa ideia, o trabalho de Sheng-Yuan Huang e seu escritório, o Fieldoffice, foram escolhidos para a Representação de Taiwan na La Biennale di Venezia em 2018, intitulada Living with Sky, Water, and Mountain: Making Places in Yilan. Sheng-Yuan e o Fieldoffice demonstraram que a noção de criar lugares vai além da construção de um espaço físico, tratando-se igualmente de estabelecer vínculos entre as pessoas, assim como entre as pessoas e seu ambiente.

Alessandro Martinelli analisa Sheng-Yuan e sua equipe no Fieldoffice como a vanguarda de um novo movimento arquitetônico em seu livro, The City Beyond Architecture, que busca produzir uma nova forma de vida coletiva sob a ótica do design e da cultura, tangenciando o que a cultura projetual da maior parte da futura urbanização poderia se tornar. A seguir, discutiremos o impacto de Sheng-Yuan na arquitetura taiwanesa, considerando como ele liderou o chamado para integrar e imaginar espaços públicos capazes de estruturar uma paisagem específica, proporcionando tanto espaços de socialização quanto um senso de identidade para as pessoas que os habitam.

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Como o Lehrer Architects está enfrentando a falta de moradia em Los Angeles

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A questão das pessoas em situação de rua é um problema persistente e alarmante, crescendo quase 17% em todo o país a cada ano. Diante do último censo de Los Angeles, que registrou um total de mais de 60.000 pessoas nessa situação — das quais quase 14.000 vivem nas ruas do centro da cidade —, uma intervenção urgente tornou-se necessária. O escritório Lehrer Architects, em parceria com a Secretaria de Engenharia de Los Angeles, desenvolveu um projeto comunitário inovador, transformando um lote urbano ocioso em microcasas (tiny homes) para a população local em situação de rua, utilizando abrigos modulares pré-fabricados (os chamados pallet shelters).

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Espaços queer: por que eles são importantes na arquitetura e na esfera pública?

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As pessoas queer sempre estiveram presentes, encontrando formas de existir, se reunir e celebrar. Embora sua visibilidade nem sempre tenha sido destacada ao longo da história, por terem que se submeter estritamente à heteronormatividade no passado, não significa que antes não tinham espaços próprios para chamar de seus. Espaços queer, no passado e no presente, têm sido categorizados como locais fortes, vibrantes, vigorosos e dignos de ocuparem seu próprio lugar na história. São lugares seguros para identificação de individualidades, convivência, entretenimento e até oferta de moradia comunitária. Sendo assim, sempre haverá a necessidade de espaços queer.

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Novidade e familiaridade no metaverso: preferimos arquiteturas que já conhecemos?

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Vivemos em um mundo onde o vivenciado, o lembrado e o imaginado, assim como os diferentes momentos no espaço e no tempo relativos ao passado, presente e futuro, estão inseparavelmente misturados. Recentemente, estão sendo oferecidos vários meios para acessar outros planos de existência, utilizando tecnologias imersivas como realidade virtual e aumentada (VR e AR), criando um caminho para o metaverso no qual somos transportados para espaços que são capazes de ser mais ‘reais’ do que qualquer coisa que vivenciamos atualmente.

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Como as Filipinas estão usando materiais nativos e locais na arquitetura contemporânea

A história e a formação cultural das Filipinas estão refletidas na paisagem construída por todo o país, com suas estruturas e habitações que expressam várias influências das nações que ocupavam as ilhas.

Quando falamos sobre arquitetura e habitações filipinas, de modo geral, podemos pensar na primeira casa filipina conhecida: Bahay Kubo. A Bahay Kubo é uma pequena cabana composta por nipa, bambu e outros materiais regionais. Comumente, muitas pessoas ainda optam por adotar este tipo de habitação, que se modernizou com o passar do tempo e permanece como conceito em casas contemporâneas.

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O futuro da arquitetura: edifícios construídos a partir de materiais vivos

Você consegue imaginar um mundo em que o ambiente construído ao nosso redor seja impresso em 3D a partir de materiais vivos? Que os edifícios irão germinar, florescer, murchar, produzir novos tipos de materiais, e eventualmente retornar ao solo? To Grow a Building é um laboratório performativo que imprime em 3D - em tempo real - uma estrutura ao vivo. O projeto apresenta uma nova abordagem para integrar a flora no processo de arquitetura, desenvolvendo um novo material para impressão 3D, através do qual a semeadura é parte inseparável do processo de fabricação. Crescer um edifício é uma porta para um mundo futuro onde algumas pessoas constroem e outras cultivam os edifícios.

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Hôtel des Horlogers do BIG na Suíça, pelas lentes de Paul Clemence

Em uma recente série de fotos, Paul Clemence volta suas lentes para o Hôtel des Horlogers, projeto do Bjarke Ingels Group (BIG) em Le Brassus, na Suíça. BIG, um escritório internacional conhecido pela pela experimentação formal, desenhou uma estrutura compacta de cinco pavimentos com os quartos conectados por um percurso em zigue-zague. O projeto foi realizado em colaboração com a empresa de design suíça CCHE.

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Guia de arquitetura de Seul: 30 projetos para visitar no coração da Coreia do Sul

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A capital da Coreia do Sul, oficialmente conhecida como Cidade Especial de Seul, é a maior metrópole do país. De arranha-céus modernos, metrôs de alta tecnologia e expressões da cultura pop a templos, palácios e pagodes tradicionais, Seul é uma mistura cativante entre o antigo e o novo que consegue agradar a todos.

Se você está planejando visitar Seul e aproveitar ao máximo o que esta cidade cheia de vida oferece aos seus moradores e aos turistas, a lista a seguir apresenta 30 projetos únicos para você aproveitar e explorar, oferecendo um ponto de partida para suas idas à metrópole.

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Como o Japão usa os hotéis cápsula para combinar funcionalidade e sofisticação

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O hotel cápsula é tipicamente representativo quando se pensa no Japão, combinando o uso denso do espaço, engenhosidade técnica e uma vibração futurista. Os hotéis cápsula são um dos tipos de hospedagem mais conhecidos e exclusivos no país. Normalmente localizados em torno dos principais centros de transporte público em grandes cidades metropolitanas, eles têm como alvo indivíduos que procuram estadia de uma noite e de baixo custo.

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