Clásicos de Arquitectura: Árbol para Vivir / Fruto Vivas. Image Cortesía de IX BIAU
O arquiteto venezuelano José Fructoso Vivas, mais conhecido como Fruto Vivas, faleceu ontem na cidade de Caracas, na Venezuela.
Reconhecido pelo projeto da habitação social Árbol para Vivir, o Clube Táchira, a Igreja do Divino Redentor e a mais recente obra do Mausoléu dos Quatro Elementos onde se encontram os restos mortais de Hugo Chávez, Vivas sempre procurou integrar a vida do ser humano à natureza.
Neste dia 19 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Fotografia. Para homenagear a data, apresentamos os registros vencedores do recente concurso fotográfico "Interculturalidade e Patrimônio Habitado".
99+Imaginaris foi um convite a renomados/as arquitetos/as de diversas partes do mundo para especular sobre o futuro de Barcelona. No contexto do Festival Model, os/as curadores/as Eva Franch i Gilabert e Josep Maria Montaner, juntamente com o projeto, coordenação e montagem expográfica da Fundación Enric Miralles, deram origem a uma ampla série de esboços, ideias, visões e modelos: de uma Barcelona comestível de Areti Markopoulou a uma Barcelona com pontos de inflexão de Zaida Muxí.
O catálogo da exposição resultante é um arquivo diverso de manifestos desenhados — um documento que nos permite analisar e debater sobre os próximos modos possíveis de habitar a cidade. Apresentamos a seguir o texto curatorial de 99+Imaginaris, junto a cada uma das visões dos/as autores/as.
Embora a indústria da construção venha avançando há anos em novos campos, como biomateriais, nanotecnologia e impressão 3D, entre outros, ela continua sendo uma das mais atrasadas no que diz respeito ao uso da tecnologia. Muitas dessas inovações não passam de uma fase experimental. Como essa situação pode ser revertida?
Com o objetivo de promover a construção sustentável na América Latina, o Projeto CEELA, em conjunto com o Colegio de Arquitectos del Ecuador - Pichincha, desenvolveu o "Prêmio Habitat Social e Sustentabilidade" para projetos construídos e intervenções, no âmbito do Concurso Bienal da BAQ 2022.
Há um futuro para as nossas cidades se não adotarmos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a perspectiva das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.
Que novas formas de viver estamos experimentando com as diferentes transformações sociais, econômicas e ecológicas? Certamente precisamos colocar em pauta os diversos casos de referência que têm surgido em diferentes partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos nossas cidades.
Hoje, 11 de julho, é celebrado o Dia Mundial da População, um evento anual iniciado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em 1990 que visa aumentar a conscientização sobre questões demográficas globais. Uma questão ainda mais urgente hoje: não só seremos dez bilhões de pessoas em 2050, como também dois terços de nós viverão em cidades, segundo relatórios recentes da ONU-Habitat.
Anualmente, o World Population Review avalia o crescimento das cidades e o número de residentes que vivem em áreas metropolitanas para entender as tendências globais em transformação. Embora na lista das 20 cidades mais populosas do mundo encontremos muitas da Ásia, como Tóquio, Delhi e Xangai, ao mesmo tempo, diversas cidades latino-americanas, como São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires, também marcam presença. Decidimos, portanto, listar as dez cidades mais populosas da América Latina e, assim, entender seu crescimento e participação no contexto global.
Fotografías de la escenografía en la serie Gordita Chronicles. Image Cortesía de Amy Wheeler
Amy Lee Wheeler é a designer de produção de "As Crônicas de Cucu", uma série da HBO que conta a história de uma menina e sua família da República Dominicana que emigram para Miami em 1985 – apresentando uma realidade cotidiana marcada pela instabilidade política e econômica do país. Ao chegar, o "sonho americano" lhes traz uma surpresa desagradável ao se depararem com uma cidade materialista e obcecada pelo status social.
Como era o lar onde ela morava e a escola onde estudava? Como era o escritório onde seu pai trabalhava? Estes foram alguns dos espaços que ela teve que projetar e ambientar com móveis e cores em estilos icônicos de época, inspirando-se não apenas em filmes, livros e catálogos antigos, mas também em fotografias pessoais. A construção do set em Porto Rico e a pandemia trouxeram desafios únicos e sem precedentes. Por isso, entrevistamos Wheeler para conhecer os processos de trabalho por trás dos cenários onde a ação se desenvolve.
Laboqueria é um escritório de arquitetura em Barcelona que reflete a experiência de múltiplas colaborações locais e internacionais. Essa perspectiva global, multidisciplinar e participativa, segundo a equipe, permite ter uma visão renovada e diferente da arquitetura.
Com foco nos aspectos sociais, econômicos e ambientais, buscam abordar seus projetos de forma integral, aproximando as diferentes pessoas envolvidas no processo. Entre suas obras, destacam-se o edifício residencial La Balma, realizado em parceria com a cooperativa de arquitetura Lacol; a Reforma d’un local, com Marta Peinado Alós; e a Casa Ca's Bouer, em colaboração com Jordi Queralt.
O ArchDaily, interessado nos processos colaborativos e participativos por meio do tema Democratizar o Design, conversou com o escritório Laboqueria para conhecer suas principais inspirações, desafios e visões.
Existe um futuro para as nossas cidades se não tivermos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a ótica das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.
Que novas formas de viver estamos experimentando diante das diversas transformações sociais, econômicas e ecológicas? Sem dúvida, precisamos colocar em pauta os diferentes casos de referência que surgiram em diversas partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos as nossas cidades.
Queremos que vocês, nosso público leitor, não apenas tomem a iniciativa de propor exemplos de coliving, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que considerem referência, mas que também compartilhem suas reflexões sobre o assunto no formulário abaixo. Os comentários serão selecionados e publicados em um próximo artigo.
No ArchDaily em Espanhol, estamos cientes da necessidade de manter contato permanente com estudantes de arquitetura, que serão os responsáveis por projetar e construir as cidades do futuro. Por esse motivo, abrimos periodicamente uma convocatória para integrar nossa equipe editorial por meio do programa de estágio.
Se você reside atualmente no Chile, esta pode ser sua oportunidade de contribuir com conteúdo local para a plataforma mais visitada do mundo, que inspira e informa centenas de milhares de arquitetos e arquitetas ao redor do globo. Se tiver interesse, continue lendo abaixo.
La Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo é um dos eventos mais aguardados do ano e o tema desta nova edição, Habitar às Margens, propõe um assunto mais do que pertinente para a América Latina e a Espanha: buscar propostas e experiências focadas na habitação e na habitabilidade humana. Lugares, práticas e habitantes que se situam às margens do comum, nos limites, bordas e fronteiras do sistema.
Há futuro para nossas cidades se não mudarmos para um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana adotou um ponto de vista mais a partir das mudanças climáticas do que de uma visão holística que incorpora a sociedade e a forma como vivemos em comunidade.
Que novas formas de habitar estamos vivenciando com as mudanças sociais, econômicas e ecológicas? Definitivamente, precisamos trazer à mesa exemplos que ocorreram em diferentes partes do mundo e entender as últimas tendências na maneira como vivemos em nossas cidades.
Queremos ouvir de você não apenas exemplos de co-living, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que você considere referência, mas também sua opinião sobre o assunto. Os comentários deixados no formulário a seguir serão selecionados e publicados em um próximo artigo.
Muitos concordam com Roman Mars, do 99% Invisible, quando ele diz que "tendemos a não notar as coisas bem desenhadas" — mas muitos também concordam que o design costuma ser considerado algo para poucos. Por isso, devemos nos perguntar o que é verdadeiramente democrático na questão do design — e, a partir daí, podemos ajudar a definir e a contribuir com nossa visão para uma sociedade mais justa.
Sob a perspectiva do design e da arquitetura, podemos analisar a democratização do design sob diferentes ângulos: debatendo desde como incluir soluções para as necessidades cotidianas até como projetar de maneira inclusiva. Na base de tudo isso está a busca por respostas para melhorar a acessibilidade e a habitabilidade em nossas vidas.
Afinal, é possível que o design seja para todas as pessoas? E, se for assim, como alcançamos isso? Perguntamos a vocês, nossos leitores e leitoras, por meio de uma chamada aberta, e, após ler uma quantidade imensa de comentários recebidos, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, foi uma surpresa encontrar pontos em comum: não apenas todos nós vivenciamos o design de forma direta ou indireta, mas também precisamos dele para romper estereótipos e paradigmas. Leia alguns dos comentários a seguir.
Florencia Rodríguez, a nova diretora da Escola de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura, Design e Artes. Foto de Pablo Gerson. Imagem via University of Illinois Chicago
A Escola de Arquitetura da Universidade de Illinois Chicago (UIC) nomeou Florencia Rodríguez, editora e curadora argentina, como nova diretora a partir de agosto de 2022.
Formada em arquitetura e fundadora das revistas PLOT e -NESS, dedicou sua carreira à edição, à escrita e à docência. Em sua trajetória, foi bolsista Loeb e professora de arquitetura na Harvard GSD. Por meio de seu trabalho, focado na difusão de novas narrativas e na exploração de formas alternativas de crítica de design, fomentou e fortaleceu o discurso arquitetônico nas Américas.
El proceso de HerCity usando la herramienta MethodKit en GoDown, Nairobi, Kenia. Image Cortesía de ONU-Habitat
Muitos de nós concordamos que o design ainda costuma ser considerado um privilégio de poucos. Por isso, devemos nos perguntar o que é verdadeiramente democrático no âmbito do design — e, a partir desse ponto de partida, podemos ajudar a definir e oferecer nossa visão para uma sociedade mais justa. Sob a perspectiva da arquitetura e do urbanismo, podemos olhar para essa democratização sob diferentes ângulos, incluindo as pessoas nos processos participativos, já que são elas que melhor conhecem suas necessidades diárias, e projetando nossas cidades de forma mais inclusiva. Na base de tudo isso está a busca urgente por respostas para melhorar a habitabilidade e a acessibilidade na vida das pessoas.
Cerca de cinco hectares tem a Plaza de Cataluña, um dos centros nevrálgicos de Barcelona. Um lugar de convergência para os diversos bairros e turistas de todas as culturas e origens. Aqui, o escritório de arquitetura MAIO projetou e construiu uma cozinha urbana para o Festival Model - um evento que durante dez dias no mês de maio tomou a cidade como um campo de experimentação e debate.
Enquanto caminhamos pela exibição da reconstrução nos jardins e na sala de exposições do Centro Cultural Las Condes neste ano de 2022, ele nos conta em detalhes cada um dos inovadores e particulares aspectos construtivos da obra demolida, projetada originalmente por Fabio Cruz Prieto, arquiteto e mestre fundador da Escola de Arquitetura e Design da Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso.