Eduardo Souza

Editor Sênior de Brands & Materials no ArchDaily. Arquiteto e Mestre pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Explorando o impacto do Technowood em diferentes tipologias arquitetônicas

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A madeira é, indiscutivelmente, uma escolha elegante para projetos de arquitetura, oferecendo uma estética natural e acolhedora que valoriza qualquer espaço. No entanto, quando exposta às intempéries, essa mesma madeira exige um alto nível de manutenção. A ação do sol, da chuva e das variações de temperatura pode comprometer sua aparência e integridade ao longo do tempo, demandando cuidados regulares para preservar sua beleza original. Para muitos, esse é o preço a se pagar pela estética insubstituível do material, mas tem crescido a busca por alternativas que aliem beleza natural e durabilidade, permitindo desfrutar do charme da madeira com menos esforço.

Aprendendo com Copenhague

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Copenhague foi fundada por volta do século XI a partir de uma pequena vila de pescadores chamada "Havn" (porto), que servia como ponto estratégico para o comércio e a navegação. Ao longo do tempo, esse assentamento transformou-se em uma cidade industrial até se tornar a capital da Dinamarca. Apesar de sua dimensão reduzida, Copenhague exerce uma influência global significativa como modelo de vida urbana. Espalhada por duas ilhas, a cidade é reconhecida como uma das mais habitáveis do mundo, compensando sua escala modesta com um caráter marcante, refletido em sua vida urbana vibrante e em um horizonte pontuado por torres históricas, edifícios de baixa altura e uma mescla de arquitetura antiga e moderna.

Espaços sem limites: 4 projetos arquitetônicos que abraçam o exterior

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Em uma era em que passamos grande parte do tempo em espaços fechados, a arquitetura contemporânea oferece uma abordagem inovadora: dissolver as barreiras entre o interior e o exterior. Essa fusão, hoje uma característica marcante de muitos projetos atuais, reflete um desejo crescente de viver em sintonia com a natureza, promovendo uma harmonia que transcende as paredes e restaura a conexão humana com o entorno natural. Grandes aberturas que emolduram as paisagens e o uso de princípios do design biofílico diluem os limites entre o interior e o exterior, criando espaços flexíveis e banhados de luz, nos quais a natureza é incorporada ao espaço arquitetônico. Essa integração surge de decisões de projeto meticulosas, viabilizadas por avanços tecnológicos como vidros de alto desempenho e sistemas inteligentes, que permitem essa conexão sem sacrificar o conforto nem a eficiência energética.

Cinco décadas do SCI-Arc celebradas com um ano de programação pública

O SCI-Arc (Southern California Institute of Architecture) foi fundado em 1972 com base no conceito de uma "faculdade sem paredes". Seu nome original era New School, simbolizando uma mudança de paradigma no ensino de arquitetura, com foco em uma relação horizontal entre docentes e estudantes e na experimentação, tornando a instituição uma das poucas escolas de arquitetura independentes do mundo. Em 2022, a instituição completa 50 anos e planejou um calendário repleto de eventos e projetos que acontecerão ao longo do ano.

Design de Interiores na Educação: O Papel da Luz Natural em Jardins de Infância

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O ambiente em que vivemos influencia a forma como nos sentimos — algo que todos nós já vivenciamos. Para estudantes, é mais fácil estudar em um local iluminado; artistas buscam atmosferas inspiradoras; e o nosso humor pode melhorar com a paleta de cores certa. Esses aspectos também são fundamentais para creches, jardins de infância e escolas, já que um design voltado para as crianças pode estimular a curiosidade e a imaginação de forma lúdica. O design de um espaço apoia o aprendizado e a criatividade infantil. Sistemas de iluminação natural, por exemplo, inundam os ambientes de luz, fazendo com que pareçam mais amplos e acolhedores.

A’Design Award and Competition: Conheça os vencedores de 2021-2022

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“O bom design merece grande reconhecimento”. Essa premissa sintetiza o A'Design Award and Competition, uma premiação voltada a designers, mentes inovadoras e empresas que desejam se destacar e atrair a atenção da mídia, de editores/as e de compradores/as. Esses aspectos são especialmente importantes no universo do design, onde milhões de produtos e projetos são lançados diariamente e, frequentemente, acabam eclipsados, sem receber o devido prestígio. Diante disso, todos os anos são submetidos ao A' Design Award projetos focados em inovação, tecnologia, design e criatividade. A premiação oferece uma oportunidade única de reconhecimento, contando com a curadoria de um júri renomado e a possibilidade de um lançamento internacional bem-sucedido. O A'Design Award engloba uma série de serviços de relações públicas, publicidade e marketing para celebrar o sucesso de seus/suas vencedores/as. Além disso, diferentemente de outras premiações da área, a inscrição é totalmente gratuita.

Luz direta ou indireta? Sistemas embutidos e perfis de alumínio potencializados pela tecnologia LED

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No universo do design de interiores e da arquitetura, a iluminação evoluiu de uma mera necessidade funcional para uma ferramenta poderosa na criação de ambientes agradáveis, no destaque de elementos de projeto e na definição da atmosfera para as pessoas que utilizam os espaços. Nesse sentido, os sistemas de iluminação embutida têm sido divisores de águas, especialmente quando combinados com a tecnologia LED, oferecendo inúmeras possibilidades de transformação dos espaços. As fitas de LED, em trabalho de destaque, revolucionaram a iluminação ao proporcionar eficiência energética, longevidade, versatilidade e uma personalização antes difícil de se alcançar com as lâmpadas tradicionais. Elas alteraram profundamente a forma como iluminamos residências, escritórios e estabelecimentos comerciais, inaugurando uma nova era na tecnologia luminotécnica.

Inovações em cimento e concreto que estão tornando a construção mais sustentável

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A necessidade de reduzir a pegada de carbono da indústria da construção e sua dependência de recursos naturais virgens é o desafio mais urgente enfrentado pelo setor. Portanto, é de extrema importância fomentar inovações que possam aprimorar os materiais de construção existentes e torná-los ecológicos, de modo a enfrentar com sucesso sua significativa pegada de carbono e fechar o ciclo dos materiais.

O concreto, por exemplo, é utilizado desde a época dos antigos romanos, tendo se mostrado um material de construção durável, resistente, acessível e versátil. Hoje, é o recurso manufaturado mais utilizado no mundo. Contudo, seus métodos de produção geram preocupações ambientais: em primeiro lugar, devido ao alto consumo de recursos naturais como areia e cascalho; e, em segundo lugar —e ainda mais importante— por conta das emissões de CO₂ associadas à produção de seu ingrediente principal: o cimento.

Vencedores do Troféu Internacional de Gesso da Saint-Gobain 2021

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Vencedores do Troféu Internacional de Gesso da Saint-Gobain 2021 - Imagem de Destaque
Cortesia de Saint-Gobain’s International Gypsum Trophy 2021

Atualmente, os sistemas de drywall e gesso estão presentes em quase todas as obras de arquitetura. Esses sistemas permitem revestir edificações com produtos que combinam, entre outros atributos, facilidade de construção, segurança contra incêndios e possibilidade de reciclagem, tanto em estruturas históricas quanto em construções completamente novas. Desde 1998, a Saint-Gobain — uma das maiores distribuidoras desse tipo de sistema — premia os projetos que melhor os aplicam em suas soluções, dividindo-os em 6 categorias (Forros, Gesso, Placas de Gesso, Inovação e Sustentabilidade, Residencial e Não Residencial). Os projetos apresentados visam demonstrar como os/as arquitetos/as conseguiram unir engenhosamente os produtos da empresa a soluções inovadoras para superar os desafios impostos pelas obras ou seus contextos.

Em sua 12ª edição, o prêmio contou com participantes de 30 países diferentes, que apresentaram 74 projetos. Conheça os 14 premiados a seguir:

Concursos de arquitetura como ferramenta para empoderar vozes emergentes

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Concursos abertos de arquitetura são, há muito tempo, considerados portas de entrada para novas ideias. Eles garantem condições equitativas ao propor uma chamada única, um conjunto de regras claro e uma avaliação baseada exclusivamente na qualidade do trabalho, realizada de forma anônima. Para os organizadores — sejam cidades, instituições ou empresas —, representam uma maneira de reunir propostas relevantes em um fórum público transparente, respaldado por um júri qualificado. Não por acaso, os concursos marcaram momentos decisivos na história da disciplina, como o concurso para o Centre Pompidou em Paris, que projetou Renzo Piano e Richard Rogers ao estrelato com seu "edifício do avesso", ou aquele para a nova capital do Brasil, vencido por Lúcio Costa com o Plano Piloto que sintetizou a cidade em dois eixos que se cruzam, interpretados ora como um avião, ora como uma cruz.

Afinal, por que os concursos ainda são importantes para a arquitetura hoje? Para além de seu papel histórico na concepção de projetos icônicos, eles continuam a servir como campos de testes para novas ideias, talentos e inovações. Nas seções a seguir, exploramos os concursos sob três ângulos: as motivações que levam arquitetos e arquitetas a continuarem participando deles, as razões pelas quais os organizadores continuam a promovê-los e um roteiro prático de estratégias para ajudar você a abordar seu próximo concurso com clareza e propósito.

Seu projeto pode moldar a nave espacial do amanhã: explore o Projeto Hyperion

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A fascinação da humanidade pelo desconhecido é um impulso atemporal, enraizado na curiosidade e no desejo de expandir limites, desvendar mistérios e abrir portas para novas fronteiras. O que antes era representado por viagens e pela descoberta de novas ilhas e continentes, agora é buscado na vastidão do Universo. À medida que buscamos respostas, provocamos novas perguntas e abrimos portas para possibilidades infinitas, esse impulso continua a nos inspirar. Ele moldou inúmeras obras literárias e cinematográficas, transformando a exploração interestelar de um conceito de ficção científica em uma visão cada vez mais fundamentada na realidade.

Um desses projetos visionários é o Project Hyperion, liderado pela Initiative for Interstellar Studies (i4is), que desafia a humanidade a desenvolver soluções práticas para viagens interestelares por meio de um concurso de projeto. Ao conceber naves geracionais—habitats imensos e autossustentáveis capazes de abrigar sociedades multigeracionais em viagens de séculos—o projeto não apenas expande as fronteiras da tecnologia, mas também estimula a inovação social, ampliando os limites da nossa imaginação coletiva. Ainda há tempo para enviar sua proposta de projeto até 9 de março, com a Fase 2 iniciando em 4 de maio.

Sistemas de granilite pré-moldado: precisão, durabilidade e design modular

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O granilite há muito tempo se posiciona na interseção entre durabilidade, expressão artística e apelo atemporal. Originado na Itália como uma alternativa pragmática para reaproveitar fragmentos de mármore em pisos, o granilite tornou-se sinônimo de elegância e resistência na arquitetura. Tradicionalmente feito à mão com pedriscos e cal — e, posteriormente, cimento —, o material criava superfícies contínuas e sem emendas que celebravam tanto o trabalho artesanal quanto a durabilidade. Com o tempo, à medida que os métodos construtivos evoluíram e os projetos passaram a exigir maior eficiência, adaptabilidade e modularidade, o granilite expandiu-se para além de seus limites tradicionais. De sistemas moldados in loco a formulações modernas à base de epóxi, o material evoluiu para uma solução versátil que viabiliza espessuras menores, instalação mais rápida e uma gama mais ampla de cores e agregados. Hoje, o granilite pré-moldado complementa o método tradicional, abrindo caminho para novas aplicações — de escadas e revestimentos de parede a mobiliários e elementos de design sob medida — sem comprometer o desempenho ou a estética.

O/A Arquiteto/a como Mediador(a) de Materiais: Lições de Habitats Híbridos

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Com raízes profundas, troncos robustos e a capacidade de suportar temperaturas extremas, as tamareiras (Phoenix dactylifera) estão entre as espécies mais bem adaptadas ao ambiente árido do deserto. Não é por acaso que, em muitas culturas indígenas locais, são conhecidas como a "árvore da vida", já que seus frutos, folhas e troncos fornecem alimento, abrigo e materiais de construção há milhares de anos. Sem elas, grande parte do assentamento humano em regiões desérticas não teria sido possível. Hoje, amplamente cultivada em regiões áridas de todo o mundo, a espécie continua a sustentar práticas agrícolas tradicionais; no entanto, seu potencial pode ser ainda mais aprimorado e ampliado por meio dos esforços da pesquisa contemporânea.

Metal no topo: qual estilo de cobertura está liderando a mudança?

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As coberturas metálicas têm uma longa história que remonta às civilizações antigas, com exemplos remotos encontrados na arquitetura romana e bizantina, onde chapas de cobre e chumbo eram utilizadas por sua durabilidade e resistência às intempéries. Durante o século XIX, os avanços na fabricação industrial levaram à ampla adoção de coberturas de ferro e aço ondulados, que se tornaram populares por sua resistência, custo-benefício e facilidade de instalação. Hoje, os sistemas modernos de cobertura metálica utilizam materiais como alumínio, aço galvanizado e zinco, oferecendo desempenho superior contra condições climáticas extremas, resistência ao fogo e eficiência energética. Essas superfícies podem ser projetadas em vários perfis, incluindo junta alçada (standing seam), ondulado e telhas metálicas, permitindo flexibilidade estética e integridade estrutural. Além disso, revestimentos refletivos e opções de isolamento contribuem para a economia de energia, tornando as coberturas metálicas uma escolha preferencial para soluções construtivas sustentáveis e duradouras.

Inovação com impacto global: o poder transformador do A’ Design Award

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Disciplinas como arquitetura, design de interiores, design de produto e moda recorrem a premiações para celebrar a inovação, estabelecer referências para o setor e inspirar a excelência. Para além do simples reconhecimento, essas distinções validam conquistas criativas, fortalecem reputações e ampliam a visibilidade de ideias que desafiam convenções. Elas também fomentam a colaboração interdisciplinar, estimulam o crescimento profissional e destacam o impacto transformador do design no cotidiano. 

Entre as competições de design mais prestigiadas do mundo, o A' Design Awards & Competition está com inscrições abertas — uma oportunidade para profissionais de design, arquitetura e do campo criativo apresentarem seus trabalhos em um palco global. A conquista deste prêmio traz benefícios incomparáveis, incluindo exposições internacionais, visibilidade na mídia e uma posição de destaque no World Design Rankings. Profissionais premiados em edições anteriores tiveram suas obras exibidas globalmente, publicadas em veículos renomados e apresentadas em eventos do setor, conectando-os a lideranças influentes e ampliando seu alcance no competitivo mercado de design.

Refrações em movimento conforme as piscinas se tornam formas luminosas

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A trajetória do vidro na arquitetura reflete a evolução tecnológica da humanidade. Durante séculos, foi um material frágil e opaco, restrito a pequenas aberturas em igrejas ou residências aristocráticas, com dimensões limitadas, transparência irregular e um papel majoritariamente secundário. Com a Revolução Industrial e os avanços nos processos de fabricação, essa condição mudou drasticamente. Dos vitrais artesanais e imperfeitos, passamos a contar com uma ampla gama de aplicações arquitetônicas, desde fachadas de arranha-céus totalmente envidraçadas até passarelas de pedestres translúcidas, coberturas leves, divisórias inteligentes e elementos móveis. Um dos usos mais surpreendentes — outrora considerado inviável — é a interação direta do vidro com grandes volumes de água. Hoje, vemos piscinas com paredes ou fundos transparentes que se projetam para fora dos edifícios, flutuam sobre as ruas ou se fundem visualmente com o entorno, criando experiências sensoriais marcantes. Um feito notável, especialmente considerando que, por muito tempo, o vidro foi tido como frágil demais para ambientes submersos.

Um conto de dois estudantes: como as decisões de projeto em etapas iniciais moldam o sucesso educacional

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Dois estudantes sentam-se a uma carteira de distância. Um/a se destaca em ciências; o/a outro/a tem dificuldades. Um/a recebe elogios, o/a outro/a, críticas. Um/a ganha confiança, o/a outro/a a perde aos poucos. É fácil presumir que a diferença se deve ao esforço, à criação ou à habilidade natural. Mas e se o verdadeiro fator decisivo fosse a própria sala de aula? Imagine que o/a estudante que ficou para trás sentasse, todos os dias, em uma carteira ofuscada pelo brilho excessivo de janelas mal posicionadas. Com assentos fixos na sala, não era possível mudar de lugar. Com o tempo, essa distração pequena, mas constante, transformou-se em desinteresse, e o desinteresse minou sua confiança. Uma reação em cadeia desencadeada não pelo esforço, mas pelo design.

Como os sistemas de entrada estão se tornando a infraestrutura oculta dos edifícios inteligentes

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In Jacques Tati's Mon Oncle (1958), a própria arquitetura se torna uma personagem: portas de correr, uma fonte automática, portões que emitem sons mecânicos, dispositivos que ao mesmo tempo encantam e frustram os habitantes. A comédia surge justamente do fato de que esses sistemas aparentemente triviais moldam silenciosamente a vida cotidiana. Mais de seis décadas depois, a observação parece profética. Nos edifícios contemporâneos, inúmeros sistemas funcionam de maneira autônoma e discreta, passando despercebidos quando operam corretamente. Entre eles, as portas automáticas, tradicionalmente vistas como elementos secundários, despontam como parte de uma nova "infraestrutura invisível": sistemas conectados, eficientes e inteligentes que apoiam o conforto, a sustentabilidade e a resiliência operacional.