Delia Bayona

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia

Acesso exclusivo | 

Cidades inundáveis e escassez de água na Amazônia: contradições e problemas que se acentuam ainda mais com as mudanças climáticas. Embora o reassentamento populacional seja uma solução em si, geralmente tende à insustentabilidade, o que acaba gerando um problema ainda mais complexo. Isso se deve à falta de métodos adequados de subsistência e à pouca adaptação da infraestrutura arquitetônica e urbana às particularidades culturais, sociais e ambientais de contextos específicos. Como alcançar a sustentabilidade? CASA [Cidades Auto-Sustentáveis Amazônicas], como o próprio nome indica, é um programa cujo trabalho se concentra em populações amazônicas vulneráveis que buscam ser sustentáveis e se transformar em resilientes a partir de seus próprios processos.

CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia - 4 的图像 4CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia - 18 的图像 4CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia - 19 的图像 4CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia - 20 的图像 4CASA: planejando cidades sustentáveis e resilientes na Amazônia - Mais Imagens+ 22

Marianela Castro e José Orrego revelam detalhes do Pavilhão Peruano na Bienal de Veneza 2018

Acesso exclusivo | 

Neste sábado, 26 de maio, será inaugurado o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018, e as huacas de Lima não voltarão a ser vistas com os mesmos olhos – ou não deveriam –, graças à proposta curatorial “En Reserva”, de Marianela Castro de la Borda, Janeth Boza e Javier Lizarzaburu, que conseguem sintetizar 4.000 anos de arquitetura em um espaço de 250 metros quadrados.

Por meio de uma leitura poética, a equipe de curadoria nos conduz a uma Lima milenar e a suas huacas em conflito como uma “cidade-nó” para redescobrir suas infinitas possibilidades como “cidade viva”, que se desenvolve respeitando todas as suas camadas históricas. O objetivo da equipe de curadoria é destacar a existência de 447 huacas em estado de esquecimento e espera na capital peruana e, ao mesmo tempo, revelar seus atributos para se tornarem os espaços públicos tão desejados e necessários para a população de Lima.

Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França

Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - 4 的图像 4
Cortesía de YDEA

Pela primeira vez, uma equipe de arquitetura peruana ganha o primeiro prêmio no prestigiado concurso EUROPAN, cuja temática nesta sua 14ª edição foi “Cidades Produtivas” (Villes Productives), buscando a conexão entre habitat e produção no âmbito da sustentabilidade. O YDEA é o grupo nacional formado por Sebastián Morales, Johana Salazar, Elaine Sanchez e Diego Morales, que apresentou um projeto de regeneração urbana para o setor de Terres Saint-Lazare nas comunas de Grigny e Ris-Orangis, localizadas ao sul de Paris, na França.      

"Trata-se de uma proposta notável devido à compreensão real do local e de suas dificuldades. A proposta se alinha plenamente à temática do concurso (cidades produtivas) ao explorar como as pessoas podem se tornar agentes de seu entorno e produtoras de seus próprios serviços”, comenta o júri.

Além disso, foi a primeira vez que um grupo formado integralmente por profissionais de fora da Europa venceu este certame. O EUROPAN é um concurso bienal de projetos urbanos e um dos prêmios de arquitetura mais prestigiados do panorama emergente europeu, aberto a profissionais de arquitetura e urbanismo com menos de 40 anos. Desde 1971, lideranças municipais de diferentes cidades e comunas europeias propõem seus territórios para o desenvolvimento de propostas urbanas e arquitetônicas inovadoras. A seguir, apresentamos os detalhes do projeto.

Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - Imagem de DestaqueConheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - 1 的图像 4Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - 2 的图像 4Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - 3 的图像 4Conheça o projeto peruano vencedor do concurso Europan 14: Cidades Produtivas na França - Mais Imagens+ 3

Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018

Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Image 8 of 4
© EILETZ | ORTIGAS Architects

A próxima abertura da 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza – que acontecerá a partir de 26 de maio – é motivo suficiente para revelar as camadas daquela que será a exposição do pavilhão peruano. A mostra tem curadoria de Marianela Castro, Janeth Boza e Javier Lizarzaburu, que nesta publicação nos revelam novas imagens para nos aproximar de suas visões. Por sua vez, o comissário José Orrego, encarregado da participação peruana desde 2012, destaca o grande entusiasmo despertado pela originalidade da proposta vencedora do concurso nacional, que contou com a participação de 40 projetos.

O foco desta exposição internacional permite visibilizar temas que fazem parte da problemática arquitetônica local, abrindo caminho para que essas reflexões se transformem em propostas que enriquecem a compreensão de nossas cidades. Sob a direção curatorial de Yvonne Farrell e Shelley McNamara, o tema principal da Bienal de Arquitetura de Veneza é “Freespace”, definido como “a capacidade da arquitetura de encontrar generosidade adicional e inesperada em cada projeto”. Descubramos nesta compilação de imagens e ideias o que a equipe de curadoria revela sobre o assunto.

Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Image 1 of 4Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Image 2 of 4Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Image 3 of 4Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Image 4 of 4Reveladas as primeiras imagens do que será o pavilhão peruano na Bienal de Veneza 2018 - Mais Imagens+ 12

A importância do 'Pátio Comum' na escola: Primeiro Lugar do Concurso Projetos de Infraestrutura Social em Lima

O pátio de uma escola é comumente identificado como o local onde acontece o recreio. Quem nunca correu para sair ao pátio, bastando estar ali observando e sendo observado, com espaço suficiente para liberar o corpo por meio da interação e do brincar? Pode parecer óbvio que um pátio seja um espaço comum, mas nem sempre é assim; muitas vezes eles não apresentam as condições adequadas para serem aproveitados por todas as pessoas em seu máximo esplendor. E se o pátio for, além disso, o elo entre a escola e a comunidade?

Conheça os vencedores do Concurso Nacional Plaza Paz Soldán em Lima, Peru

Em uma cidade como Lima, onde os carros continuam ganhando terreno dos pedestres, é de se valorizar um concurso que busca reverter essa inércia, priorizando o uso peatonal dos espaços urbanos — para que as pessoas não apenas cruzem uma rotatória de veículos, mas permaneçam em uma praça, por exemplo. Basta olhar para cada uma das propostas que chegaram à etapa final para compreender os anseios em relação a isso, todas praças de grande qualidade arquitetônica e artística. Se somos capazes de imaginar, somos capazes de fazer. Para além dos resultados, cada projeto inspira e abre caminhos para novas formas de repensar e coabitar a cidade a partir do espaço público.

A rotatória Paz Soldán, um lugar icônico, central e um dos pontos mais movimentados do distrito de San Isidro, ganhará uma nova vida graças a uma transformação integral que a converterá em uma praça pública. O Concurso Nacional Plaza Paz Soldán, promovido pela Municipalidade de San Isidro e pelo Grupo Centenario, sob a direção do arquiteto Gary Leggett, convidou arquitetos/as e artistas a proporem juntos um espaço público como porta de entrada para a floresta El Olivar. A convocatória alcançou uma participação massiva, com a inscrição de 160 equipes e a apresentação de 60 projetos arquitetônicos.

‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima

Falemos repetidamente sobre o assunto até que realmente o escutemos: a cidade de Lima dá as costas para o rio Rímac, e este nos falou de forma caudalosa no ano passado, com seus transbordamentos e desastres após o fenômeno El Niño. Enquanto isso, surgiram ecos para melhorar a realidade em torno deste importante rio e fazer parte da reconstrução nacional. Assim, o necessário concurso de ideias ‘Parque Fluvial Rímac’, organizado pela incubadora de soluções urbanas Lima Design Network, promoveu diversas formas de salvaguardar os limites entre natureza e apropriação; a urgência de espaço público é iminente. Não será construído – não por enquanto –, mas por meio destas divulgações propomos agitar novamente as águas e con-mover com este tipo de projeto sensível e ideal para a cidade.

‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima - Imagen 1 de 4‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima - Imagen 2 de 4‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima - Imagen 3 de 4‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima - Imagen 4 de 4‘Sete Pontes para o Falador’: assim seria o Parque Fluvial Rímac em Lima - Mais Imagens+ 14

Destacadas arquitetas, urbanistas e historiadoras refletem sobre o futuro da arquitetura no Peru

Acesso exclusivo | 

"Tenho duas palavras para deixar com vocês: inclusão e brilho", disse McDormand ao finalizar seu discurso após obter o prêmio máximo de melhor atriz. Do drama para a vida, o que isso tem a ver com aquilo? Duas palavras que, a partir de outra disciplina, ecoam na arquitetura. Incluir e brilhar, a princípio, não têm relação direta, mas uma forma de interpretar (e conjugar) é que, ao nos incluirmos como sociedade, liberamos o brilho máximo de nossos potenciais. E essa é uma mensagem pequena, mas potente, para a forma de interagir no exercício da nossa profissão, alcançando maior relevância na busca pelo papel social.

Assim, esta publicação reúne mulheres de mentes brilhantes que exercem um papel importante no país, vinculando a arquitetura e o urbanismo a outras áreas. Elas contribuem sob diferentes ângulos: uma a partir da crítica, outra a partir da arte, uma da educação, outra do desenho, poucas da história... para enriquecer ainda mais esta profissão tão conectada às formas de viver. No mês da mulher, em homenagem à diversidade e à democracia, nós as reunimos para compartilhar uma reflexão sobre o futuro da arquitetura no Peru. Embora diferentes – algumas abrindo mentes, outras gerando conhecimento e outras construindo –, elas têm em comum esse brilho no olhar quando falam com propriedade sobre o que fazem; e é isso o que destacamos aqui.

'Institutos de Excelência': Uma nova oportunidade de melhorar a infraestrutura pública de ensino superior do Peru

Acesso exclusivo | 

O nível educacional de um país não se reflete apenas nos estudantes e professores, ou nas matrizes curriculares públicas, mas também na infraestrutura educativa como espaço de influência para o aprendizado e a experiência. Os institutos são uma opção importante no esquema educacional do país; no entanto, muitas dessas instituições não passaram por grandes transformações e melhorias de infraestrutura desde a sua criação. Como resposta a essa lacuna, surgem os "Institutos de Excelência", projetos que fazem parte de um plano estratégico maior que engloba tanto institutos quanto universidades dentro de um programa de investimento em infraestrutura do ensino superior público, proposto pelo Ministério da Educação (MINEDU) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O que mais chama nossa atenção é que esse atributo de "qualidade" raramente é associado à grande maioria dos institutos de ensino superior peruanos, aos quais não se costuma dar a devida importância. Com isso em mente, analisamos a proposta de um instituto protótipo representativo de um grupo de vários projetos que já estão viabilizados e prontos para iniciar o processo de execução. Para compreender como os sonhos de uma educação descentralizada melhor se transformam em arquitetura, a equipe de especialistas e de arquitetura liderada por Ana Carlín detalha as diretrizes e o escopo do programa e do projeto. Continue lendo para saber mais sobre essa boa prática.

Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru

Acesso exclusivo | 
Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - 51 的图像 4
Cortesía de Archivos T3 ALBORDE

Quantos estudantes de arquitetura sentam para ouvir as necessidades de uma comunidade para transformá-las em um projeto que será construído durante o semestre acadêmico? Poucos. Embora existam várias disciplinas participativas nas universidades, muitas vezes elas não passam de propostas — brilhantes, por sinal —, mas que não chegam a se materializar; ainda que, claro, nos sirvam de inspiração. Por outro lado, outros projetos que de fato são construídos não necessariamente passaram por um diálogo exaustivo com os habitantes do local da intervenção. Nos últimos anos, os/as estudantes das faculdades de arquitetura do Peru vêm se aproximando cada vez mais da realidade, reconhecendo que o país é um laboratório de experimentação ainda em processo de construção. E este projeto que apresentamos a seguir é o primeiro com tamanha complexidade a ser construído no âmbito de um ateliê universitário.

Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - 1 的图像 4Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - 2 的图像 4Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - 3 的图像 4Centro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - Imagem de DestaqueCentro Comunitário Nuevo Amanecer: do ateliê universitário a uma comunidade em Chosica, Peru - Mais Imagens+ 51

Arquitetura e Política: 1º Colóquio de Estudantes de Arquitetura da PUCP. Participe!

Estudiantes de arquitectura com maior engajamento não nos deixarão mentir: à medida que os anos de aprendizado passam, cresce internamente um sentimento rebelde de levantar a voz, de nos expressarmos e de nos mobilizarmos de diferentes formas para tornar realidade a arquitetura que aprendemos nas escolas. E essa faísca aumenta ainda mais em um país onde a construção está concentrada nas mãos de grupos com interesses privados, e não públicos; onde, acima de tudo, há muita desigualdade em meio a tanta diversidade em potencial. Há uma indignação crescente que se faz sentir cada vez mais em nossa atuação cidadã. Estamos saindo das salas de aula, buscando o diálogo, marchando com mais frequência e gerando novos caminhos para intervir e transformar a realidade social. Com isso, percebemos — ou melhor, retomamos — a noção natural do nosso papel político a partir da arquitetura.

Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz

Acesso exclusivo | 

O contato entre as mãos e as maquetes nunca deve ser perdido. Adentrar essa experiência evoca o silêncio, obrigando-nos a refletir sobre o cuidado depositado nas maquetes de concreto. Poucas palavras são necessárias, pois as maquetes costumam revelar tudo o que precisamos saber por meio da beleza e da simplicidade de sua criação e da importância do processo manual no trabalho do/a arquiteto/a. 

Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz - Imagem 11 de 4Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz - Imagem 29 de 4Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz - Imagem 5 de 4Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz - Imagem 28 de 4Experimentando com modelos de concreto: mais massa não significa menos luz - Mais Imagens+ 43

Convocatória: XV Oficina Social Latino-Americana de Estudantes de Arquitetura em Puno, Peru

Boas notícias: foram abertas novas vagas para o TSL PERU 2018! O XV Taller Social Latinoamericano de Estudiantes de Arquitectura será realizado em Chucuito, uma pequena cidade no interior de Puno, considerada a capital folclórica do Peru e das Américas. O evento contará com diversas atividades acadêmicas e socioculturais que integrarão estudantes de arquitetura latino-americanos às riquezas e necessidades da realidade local. Este interessante workshop ocorrerá de 22 de março a 2 de abril; as inscrições encerram-se em 31 de janeiro.

Mesa Preliminar I 1º Colóquio de Estudantes de Arquitetura da PUCP

O Colectivo Esteras, junto ao Centro Federado e à FAU PUCP, organiza o 1º Colóquio de Estudantes de Arquitetura 'CONFRONTACIONES'. O evento terá como tema a relação entre Arquitetura e Política, contando com três mesas de debate: gênero, participação e políticas públicas. As arquitetas palestrantes serão Elizabeth Añaños, Lucía Nogales e Anna Puigjaner, como convidada internacional.

Temos o prazer de convidar para a inauguração deste colóquio, cujo desenvolvimento acompanharemos de perto a partir desta plataforma. Acreditamos na capacidade dos/as estudantes de agitar o debate desde as salas de aula e gerar conhecimentos valiosos para difusão sobre temas atuais, nos quais a arquitetura desempenha um papel importante, nutrindo-se de outras áreas. Nesta segunda-feira, dia 27, às 19h, ocorre o primeiro compromisso inadiável. Imperdível.

‘Ideário’: Exposição de Projetos de Arquitetura da Universidade de Lima

O fato de uma universidade abrir suas portas ao público em geral para mostrar, em detalhes, o que está sendo desenvolvido é um privilégio que deve ser aproveitado. Ainda mais quando essa abertura contempla teses e projetos finais de curso, que exigem um alto nível de reflexão, esforço e originalidade, com uma dose maior de realismo próximo ao final da etapa de formação como arquiteto/a.

O conjunto de ideias que caracteriza os/as arquitetos/as formados/as pela Universidad de Lima pode ser visto nesta diversa exposição de seus projetos de arquitetura. ‘Ideario’ é uma mostra organizada pela Facultad de Ingeniería y Arquitectura em conjunto com o Centro Cultural de la Universidad de Lima. São nove teses e 19 projetos de fim de curso que estarão em exibição até o dia 5 de maio na Galeria do Centro Cultural da mesma universidade. Imperdível, pois há muito o que ver e refletir a respeito.

Diálogos: Vínculos entre a crítica e o projeto arquitetônico

Um diálogo incomum no campo da arquitetura peruana, já que aqueles que se dedicam à teoria e à crítica nem sempre se dedicam à prática projetual; aliás, muitas vezes estão distantes ou afastados em suas formas de pensar e agir, e essa incomunicação impede uma maior colaboração e o benefício da união de ambas as partes importantes.

O formato consistirá em 4 arquitetos/as e 4 críticos/as de arquitetura frente a frente, "explorando os ¿vínculos? entre o projeto e a crítica arquitetônica". Este evento contará com a presença de Fredy Massad, autor do livro Crítica de Choque, que participará graças à colaboração da Bienal de Arquitetura de Quito.

Exposição PxFC: Projetos Experimentais de Conclusão de Curso da PUCP

Sempre resta aquela sensação ou receio de que, ao apresentar um projeto, ele fique apenas nos sonhos. O sentimento é maior no projeto final de curso, onde, por um lado, pode-se pensar que é a última oportunidade para experimentar; mas, ao mesmo tempo, a primeira oportunidade para que seja um projeto o mais real possível. Em que sentido? Embora seja parte de um exercício acadêmico que permite imaginar e explorar mais, ele pode ser elaborado com o desafio de enfrentar um problema real que envolva beneficiar a sociedade e o país. E, assim, finalizar o curso optando por sonhos construíveis para além do arquitetônico. 

Esta maravilhosa ambição e consciência social está presente em cada um destes diversos projetos experimentais de fim de curso (PxFC) dos arquitetos e arquitetas egressos da PUCP. Propostas que exploram os limites teórico-práticos da arquitetura e se integram a outros ramos —como a engenharia, agricultura, sociologia, política, arte, etc.—, por isso não resultam necessariamente em edifícios delimitados a programas específicos. Tomara que muitos, independentemente da instituição de ensino, possam comparecer, refletir e incorporar estes olhares críticos ao nosso exercício da profissão. A exposição vai até 11 de maio na galeria do Centro Cultural da universidade.

Descrição da exposição:

Rumo a um genérico específico / Workshop LIMAPOLIS 2018

Desde sua primeira edição, o workshop LIMAPOLIS tem se caracterizado como um ateliê de pesquisa e projeto de constante experimentação diante de temas relevantes da realidade arquitetônica de Lima, com o objetivo de sempre gerar debate e oferecer estratégias para criar uma arquitetura melhor. Nesta oitava edição, “rumo a um genérico específico” concentra-se em estudar as condições geoclimáticas de Lima, levando em conta a forma alheia com que a cidade respondeu a elas ao longo de sua história, para desta vez direcionar-se a uma arquitetura mais pertinente à realidade local. Tema proposto pelos organizadores Gary Leggett, Augusto Román e Paulo Dam, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCP, onde será realizado de 5 a 10 de março.

Com esse pensamento em comum, foram convidados os destacados arquitetos/as internacionais: Juan Ignacio Baixas (Baixas y del Río Arquitectos, Chile), Teodoro Fernández (Teodoro Fernández Arquitectos, Chile), Javier García Germán (Totem Arquitectos Asociados, Espanha), Renaud Haerlingen e Raphael Bach (Rotor, Bélgica); que, a partir de suas experiências e especialidades, conduzirão o pensamento sobre a cidade com base em quatro temas específicos: estrutura, paisagem, envoltória e luz/cor, respectivamente. A seguir, apresentamos detalhes deste evento aberto a estudantes e arquitetos/as nacionais e internacionais.