As diversas atividades humanas das últimas décadas causaram graves danos ao meio ambiente. Atualmente, independentemente de nacionalidade, interesse ou profissão, pessoas de todo o mundo buscam soluções para recuperar a terra degradada, alertando para a urgência da crise ambiental.
Dirigido pelo cineasta Richard John Seymour — comissionado pelo BAFTA (British Academy of Film and Television Arts) — e produzido pelo escritório de design norueguês3RW arkitekter, o documentário Landscape Healing retrata a trajetória de pessoas que lideram pelo exemplo diante do maior desafio da humanidade: devolver a Terra a um patamar original de sustentabilidade.
Bivacco Bredy é o nome do projeto desenvolvido por Claudio Araya, Natalia Kogia, Iga Majorek e Maria Valese, uma jovem equipe de arquitetura que participou da última edição do curso de Arquitetura para a Paisagem da YACademy.
Seul é considerada uma das cidades mais densamente povoadas e com o mercado imobiliário mais caro do mundo, com o metro quadrado chegando a custar 80 mil dólares. Esse cenário urbano extremo força os/as arquitetos/as locais a refletirem sobre as problemáticas urbanas, as tradições e os contextos históricos ao projetarem, intervirem e construírem a cidade. Essa abordagem deu origem à “Condição Arquitetônica de Seul”, um arcabouço teórico publicado pelo laboratório multidisciplinar TCA Think Tank que reúne a perspectiva de 18 arquitetos/as coreanos/as inovadores/as. Nesta entrevista, Pier Alessio Rizzardi conversa com o excêntrico arquiteto Moon Hoon, que compartilha sua visão única sobre a arquitetura e explica de que maneira seu trabalho busca transportar as pessoas para uma nova dimensão. (Traduzido por Tian Shan Jiahui)
O A’ Design Award reconhece anualmente os/as principais designers do mundo em todas as disciplinas do design. Trata-se de uma premiação internacional com avaliação às cegas realizada por pares, cujo objetivo é oferecer uma vitrine para que esses/as profissionais apresentem seus trabalhos e produtos a um público global. A edição deste ano continua com inscrições abertas até o prazo final (Late Deadline) em 28 de fevereiro, e os/as vencedores/as serão anunciados/as em 15 de abril. Designers e projetistas podem registrar suas propostas aqui hoje mesmo!
Traçados sobrepostos de vários mapas publicados de santuários do EI com base em inteligência de fontes abertas (para detalhes, ver artigo original), por Azam Majooni
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" ("Urban Interactions"), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" na Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler a declaração curatorial da seção “Eyes of the City”, escrita por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Se a Guerra do Golfo de 1991 marcou o início da guerra de mídias eletrônicas, os recentes conflitos armados no Oriente Médio evidenciaram um papel igualmente central das redes sociais. Plataformas como Twitter e Facebook são usadas há muito tempo para mobilizar movimentos de protesto, organizar assembleias e disseminar informações. Ao longo da década que vai da Primavera Árabe à guerra civil na Síria, o papel das redes sociais cresceu de uma infraestrutura utilitária para o principal meio de conflito. A versão atual do “pornô de guerra” (war porn) de Jean Baudrillard surge na forma de filmagens de campos de batalha registradas por smartphones e drones, misturadas a mensagens de propaganda e referências da cultura pop a jogos de computador e memes da internet. Conforme documentado pelo jornalista Abdel Bari Atwan, grupos mercenários planejam operações militares de acordo com o impacto midiático esperado sobre seguidores, oponentes e financiadores estrangeiros. Às vezes, os combates são inteiramente encenados para capturar imagens persuasivas.
Abrir as portas dos escritórios de arquitetura (Open More Doors) é a nova série desenvolvida pelo ArchDaily em parceria com o MINI Clubman, que leva você a explorar os bastidores dos estúdios de design mais inovadores do mundo por meio de entrevistas em vídeo cativantes e ensaios fotográficos exclusivos.
Este mês, conversamos com o escritório norte-americano de arquitetura e desenho urbano Studio Gang para discutir como sua sede em Chicago promove a biodiversidade, fomenta a colaboração interdisciplinar e revela o potencial de edifícios históricos.
O design biofílico potencializa a conexão dos ocupantes com o ambiente natural e continua a influenciar a arquitetura comercial e o design de interiores. A biofilia — a ideia de que os seres humanos buscam intrinsecamente se conectar com a natureza — pode se refletir em uma ampla gama de elementos no projeto: iluminação natural, vistas para o exterior e o uso de padrões orgânicos são exemplos de como incluir o design biofílico em um espaço. Profissionais de design também podem incorporar o uso cuidadoso de materiais naturais, como produtos de madeira, pedras e couros. Os efeitos comprovados dessa estética de design no bem-estar dos ocupantes dos edifícios são evidentes na redução do estresse de funcionários em escritórios, na recuperação mais rápida de pacientes em hospitais e em melhores notas de estudantes em exames.
O Design:ED Podcast oferece um olhar por dentro do campo da arquitetura, sob a perspectiva de profissionais que lideram o setor. Esta série inspiradora proporciona uma visão única sobre a construção de uma carreira de sucesso no design, desde origens humildes até o reconhecimento global. A cada semana, os convidados compartilham os altos e baixos de suas trajetórias rumo ao sucesso, servindo de inspiração para profissionais de todos os níveis da área. Ouvir suas histórias traz um roteiro valioso para quem deseja impulsionar sua carreira e elevar seu trabalho a um novo patamar.
Neste episódio, o apresentador Aaron Prinz conversa com Carla Swickerath, sócia do Studio Daniel Libeskind, sobre como ela ajudou a liderar o desenvolvimento do projeto para o World Trade Center, o impacto da tecnologia no futuro da profissão e o que diferencia o Studio Libeskind de outros escritórios.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas", o ArchDaily está colaborando com a equipe de curadoria da seção "Eyes of the City" da Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o manifesto curatorial da seção "Eyes of the City", escrito por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
Quando a cidade tiver olhos para ver, ela se tornará matéria de pesadelos. A profecia do panóptico se tornará realidade. A democracia morrerá.
Os pretextos sob os quais milhares de mecanismos que nos espionam foram introduzidos nas cidades são três:
Diante da objeção de que uma cidade capaz de nos vigiar não nos permite esconder-nos, argumentou-se que as pessoas honestas não deveriam sentir necessidade de se ocultar, uma vez que esse tipo de transparência tecnológica simplesmente permite manifestar de forma imediata nossas necessidades e desejos.
Um Homem com uma Câmera (Dziga Vertov, URSS, 1929)
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily trabalha em conjunto com a equipe curatorial da seção "Olhos da Cidade" (Eyes of the City) da Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler a declaração curatorial da seção "Olhos da Cidade", escrita por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Desde que os irmãos Lumière apontaram sua câmera para a Place des Cordeliers em Lyon, em 1895, o cinema molda nosso imaginário urbano coletivo. Ao longo de 125 anos, o cinema tem registrado incansavelmente a vida e a morte não apenas de grandes cidades americanas, mas de todas as grandes – e não tão grandes – cidades do mundo. Cineastas observaram, expressaram, caracterizaram, interpretaram e retrataram centenas de milhares de ruas urbanas. Ao mapear a evolução das cidades desde o século XX até os dias atuais, os filmes são, por excelência, os Olhos sobre e da Cidade.
O laureado com o Prêmio Pritzker Tadao Ando afirma que, se existe uma busca constante em sua obra, esta é pela luz. A maestria com que o arquiteto manipula a iluminação permite que os/as visitantes experimentem transformações sutis ao longo de seu percurso. Em alguns momentos, as paredes aguardam serenamente o instante de revelar reflexos; em outros, a luz refletida pela água projeta-se sobre as superfícies da edificação, conferindo-lhes vida. Ao fundir o vocabulário da arquitetura tradicional japonesa com o modernismo, Ando deu uma contribuição fundamental ao regionalismo crítico. Suas obras respeitam o contexto de cada terreno, vinculando o conceito de identidade local ao espaço, aos materiais e à luz, o que se evidencia em projetos como a Igreja da Luz, a Casa Koshino e o Templo da Água Hompukuji. A luz difusa que atravessa as divisórias de papel shoji no Japão encontra uma interpretação muito distinta em outras culturas — como, por exemplo, no feixe de sol que despenca do óculo na cúpula do antigo Panteão de Roma. A rica imaginação de Ando resulta em sequências espaciais de luz e sombra, claramente expressas em seu projeto para a Fundação de Arte Contemporânea Pinault.
Kate Wagner cresceu na zona rural da Carolina do Norte. Sua mãe não tinha ensino superior e trabalhou desde jovem no setor de frios de uma mercearia, passando depois para uma creche. Seu pai era funcionário público, tinha um emprego estável e direito à aposentadoria; sua passagem pelo exército lhe garantiu recursos e benefícios para conquistar um diploma universitário. Wagner descreve laços financeiros de sua família como tendo "um pé na classe trabalhadora e outro na classe média, sempre oscilando entre as duas". Segundo ela, seus pais eram apenas "americanos comuns".
O Midnight Charette é um podcast sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pela arquiteta Marina Bourderonnet e pelo arquiteto David Lee, o programa traz conversas longas e espontâneas com diversos profissionais criativos, compartilhando ideias inovadoras e perspectivas de cunho pessoal. Os temas são debatidos com honestidade e bom humor: alguns episódios oferecem conselhos práticos para profissionais de design, enquanto outros trazem análises de projetos, entrevistas ou reflexões sobre a vida cotidiana e a arquitetura. O Midnight Charette está disponível gratuitamente no iTunes, YouTube, Spotify e outras plataformas de streaming.
https://www.archdaily.com.br/pt/1070325/neil-denari-fala-sobre-o-high-line-desenho-urbano-e-musica-experimentalThe Second Studio Podcast
Além da tecnologia, a política é um fator crucial na definição do espaço público, e a sua evolução está intimamente ligada ao exercício dos direitos garantidos pela Primeira Emenda constitucional nesses locais. (Nota do/a Tradutor/a: A Primeira Emenda proíbe o Congresso dos EUA de legislar contra a liberdade de religião, de expressão, de imprensa e de associação, tendo sido ratificada em 15 de dezembro de 1791 como parte da Carta de Direitos). Grandes espaços públicos funcionam como refúgios naturais. No entanto, a maioria das áreas que as pessoas consideram públicas — como aeroportos, por exemplo — pertence, na verdade, a corporações privadas ou foi concedida a elas. O verdadeiro valor social do espaço público se manifesta quando ele se torna uma extensão física dos direitos individuais no mundo real.
Sendo assim, o que deve constituir um espaço público?
Os espaços públicos são amplamente reconhecidos como o elemento-chave para a construção de um senso de comunidade. Um espaço público bem-sucedido vai muito além do mero plantio de árvores e da instalação de alguns bancos (para ilustrar, basta conferir a hashtag #PlacesIDontWantToSit). Acredito que a construção comunitária reside no fortalecimento das relações interpessoais, no compartilhamento de identidades fluidas e comuns, no fomento do engajamento e do pertencimento, e na capacidade de acolher novos membros com confiança. Espaços públicos exemplares exigem uma investigação profunda, que deve ser integrada às futuras práticas de projeto.
Gerbert Rappaport. Diretor. Imagem do filme Cherry Town (Cheryomushki), 1963.
“Flying Panels: How Concrete Panels Changed the World” (Painéis Voadores: Como os Painéis de Concreto Mudaram o Mundo) é a mais recente exposição do ArkDes, com expografia projetada pelo escritório sueco Note Design Studio. A curadoria é assinada conjuntamente por Pedro Ignacio Alonso e Hugo Palmarola, autores da exposição Monolith Controversies, premiada com o Leão de Prata na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2014.
A mostra reúne um conjunto de maquetes e materiais — como cartazes, pinturas, filmes, brinquedos, desenhos animados e cenários de ópera — para refletir sobre como os painéis de concreto influenciaram a cultura e ajudaram a construir uma nova sociedade.
Situado em uma localização privilegiada na cidade de Taipé, o valioso e amplo espaço aberto do Laboratório de Cultura Contemporânea de Taiwan (C-LAB) possui grande relevância histórica, tendo abrigado o Instituto de Pesquisa Industrial do Gabinete do Governador-Geral de Taiwan e também o Quartel-General do Comando da Força Aérea, subordinado ao Ministério da Defesa Nacional. Desde que o Ministério da Cultura assumiu suas operações em 2018, o C-LAB transformou-se em um espaço de experimentação artística e cultural. Nele, são iniciadas diversas ações e eventos participativos, além de serem projetadas reflexões e imaginações sobre o espaço urbano contemporâneo e o estilo de vida atual.
Uma onda de prestadores de serviços e clínicas vem utilizando uma identidade de marca atraente e design de interiores para atrair pacientes frustrados com as instituições médicas tradicionais. Mas será que a crescente mercantilização da saúde é a resposta?
Alguns anos atrás, contratei o plano de saúde Oscar. Cofundado em 2012 por Joshua Kushner e com sede em Nova York, era o plano de saúde que a maioria dos meus colegas freelancers usava. Além disso, para quem morava no Brooklyn, como eu na época, era muito fácil visitar o Oscar Center, um espaço de cuidados primários em um loft de galpão que também abrigava escritórios de revistas literárias. Fui fazer um check-up, sentindo-me um pouco tenso, como ocorre em qualquer consulta médica, mas me surpreendi ao abrir a porta e me deparar com um consultório amplo, minimalista, com piso de madeira, cores primárias, divisórias de vidro e espadas-de-são-jorge. Havia até uma sala de ioga decorada com o adesivo de parede “Let the Healing Begin” (Que comece a cura).
A pré-fabricação não é um conceito novo para arquitetos/as, mas seu uso está claramente em ascensão. Diante da atual limitação de espaço e da necessidade de otimização de custos, a estratégia industrial de produção arquitetônica migrou para uma abordagem de eficiência integral, permitindo, em alguns casos, a montagem de projetos em questão de dias ou semanas [1][2].
Componentes pré-fabricados de madeira, utilizados tanto em estruturas leves (wood frame) quanto em construções de madeira engenheirada (mass timber), têm ajudado a solucionar muitos desafios de projeto e engenharia. Além da eficiência de tempo e materiais, do desperdício reduzido e do controle de custos [1][2], os elementos de madeira pré-fabricados oferecem as vantagens de projetos passivos de alto desempenho e eficiência energética [3].
Planejado para ser construído em um dos pontos mais deslumbrantes de Alanya, na Turquia, o projeto Vertical Villa é uma complexa composição geométrica de vidro, concreto e paisagem, com vistas deslumbrantes para a verdejante cordilheira e a linha costeira distante.
A equipe de arquitetura desenvolveu o projeto a partir de uma análise da interação social e da atmosfera da cidade de Alanya. A equipe combinou diferentes unidades individuais e aplicou o sistema de telhados inclinados típico da arquitetura residencial da cidade.
A arquitetura e o design influenciam não apenas a estética dos edifícios e de outros ambientes físicos, mas também a maneira como as pessoas percebem e realizam suas atividades cotidianas. A arquitetura contemporânea considera e molda o comportamento das pessoas, seja em casa, no trabalho ou em momentos de lazer. Nesse sentido, ela incorpora cada vez mais materiais diversos, com qualidades diferentes e únicas, a fim de criar ambientes que facilitem o comportamento pretendido e espontâneo de visitantes e de quem frequenta o espaço no dia a dia. Dessa forma, arquitetos e arquitetas criam espaços que permitem às pessoas realizar suas tarefas diárias e uma série de atividades sociais cotidianas. Contudo, esses/as profissionais também desempenham um papel vital em garantir a manutenção futura dos edifícios recém-projetados, assegurando a preservação contínua desses espaços físicos.
Kimbell Art Museum / Louis Kahn. Imagem cortesia de Xavier de Jauréguiberry
(Traduzido por Sun Cong) A seção AD Classics apresenta as maiores obras arquitetônicas do passado, aquelas que influenciaram e moldaram a arquitetura de hoje. Ao longo dos 11 anos de história do ArchDaily, apresentamos mais de 200 clássicos e, nesta edição, reunimos as 20 obras mais populares da coluna AD Classics até o momento.
Até 2050, projeta-se que a população mundial ultrapasse os 10 bilhões de pessoas, tornando as cidades superpopulosas um dos desafios mais urgentes da atualidade. A análise de dados, o aprendizado de máquina, a evolução dos transportes e o rápido avanço de novas tecnologias sociais estão transformando progressivamente as necessidades das pessoas e das comunidades. Isso terá um impacto cada vez mais direto sobre a superpopulação e o nosso ambiente construído.
Nos últimos anos, o interesse por um movimento que remonta ao século passado voltou a crescer — uma vertente introduzida inicialmente entre as décadas de 1940 e 1950 por meio das obras de Le Corbusier e de Alison e Peter Smithson. Com estruturas monolíticas, formas modulares e volumetria imponente, o Brutalismo destaca a integridade arquitetônica. Este movimento caracteriza-se marcantemente por superfícies ásperas, brutas e puras que evidenciam a essência dos próprios materiais. Disseminado pelo mundo, profissionais da arquitetura adotaram e desenvolveram suas próprias visões desse movimento moderno, criando variações contextuais.
Em meio ao caos que atualmente assola a cidade de Beirute, voltamos nossa atenção para as joias brutalistas escondidas da capital libanesa. Com o objetivo de lançar luz sobre um movimento muitas vezes negligenciado e esquecido, o arquiteto Hadi Mroue criou uma série de imagens que destacam o brutalismo libanês e sua evolução como parte fundamental do patrimônio moderno do país.
Diagrama do Falcon FS 420C da Falcon Lift. Imagem cortesia de Falcon Lift
Para empresas ou locadores proprietários de grandes edifícios, a manutenção predial pode parecer desafiadora, onerosa ou até mesmo supérflua, especialmente quando o funcionamento do edifício parece ocorrer sem problemas. No entanto, uma manutenção predial adequada e consistente é imperativa por diversos motivos. Os edifícios perdem eficiência naturalmente ao longo do tempo devido a fatores como o clima, o uso diário por parte de seus ocupantes, a obsolescência mecânica, entre outros. Se não forem resolvidos, esses problemas podem prejudicar a experiência dos usuários e usuárias, criar ambientes perigosos e insalubres e, inclusive, gerar custos mais altos e imprevistos do que aqueles de uma manutenção regular.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071143/por-que-a-manutencao-predial-e-importanteLilly Cao