Lembre-se da última vez que se reuniu com clientes para apresentar um projeto. Mesmo após preparar uma grande quantidade de documentos, diagramas, renderizações e desenhos técnicos, ainda parecia que algo faltava para uma apresentação verdadeiramente completa. Para piorar, os clientes às vezes se apegam a uma ou duas imagens renderizadas e não conseguem avançar.
Após apresentar "Architectural Classics", uma série de clássicos icônicos da arquitetura representados em perspectiva axonométrica, agora Diego Inzunza, o arquiteto e artista visual chileno por trás do Rosamente, compartilha conosco uma coleção de 22 desenhos criados durante 2021 em colaboração com 16 arquitetos e arquitetas de 5 países — entre os quais estão Cristian Danke, David Carcamo, Anita Catricura, Roberto Ibàñez, Rodrigo Ortiz, Charlotte Bazonnard, Javiera Muñoz, Sofía Montealegre, Juan Pablo Santamaría, Tom Gardner, Joel R, Sergio Pita, José Tello, Francisco Guerrero, José Tomás Infante e Camilo Carrascal.
O título desta nova série é “Abstract Architecture” e baseia-se em desenhos conceituais que giram em torno da arquitetura, da natureza e de outras narrativas gráficas.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio. A cada 15 dias, ele analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, além de livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80 que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.
Neste novo episódio, ele aborda o catálogo da exposição "Houses For Sale", publicado pela Rizzoli e por B.J. Archer em 1980. Na mostra, por meio da galeria de Leo Castelli, era possível adquirir os projetos de oito residências concebidas por profissionais de tempo da arquitetura (Emilio Ambasz, Peter Eisenman, Vittorio Gregotti, Arata Isozaki, Charles Moore, Cesar Pelli, Cedric Price, Oswald M. Ungers), invertendo a lógica tradicional na qual o/a cliente encomenda a um/a arquiteto/a a casa dos seus sonhos.
Open House por Framlab. Imagem cortesia de Framlab
O projeto residencial tornou-se um verdadeiro desafio. Seja pela crise habitacional e suas repercussões, pela crescente consciência ambiental ou pelo fato de as pessoas passarem mais tempo dentro de suas moradias, arquitetos e arquitetas agora se concentram no desenvolvimento de projetos que vão além da casa típica e que oferecem respostas a questões como: como profissionais de arquitetura podem oferecer privacidade e conforto aos moradores e, ao mesmo tempo, manter a conexão com o exterior? E de que forma esses espaços podem atender às necessidades espaciais e funcionais de todos os membros da família, especialmente quando as fronteiras entre trabalho, lazer e descanso se tornam difusas?
De um complexo habitacional inspirado em Matrix na Arábia Saudita à primeira estrutura de aço impressa em 3D do mundo para casas modulares na Sardenha, esta seleção de projetos residenciais não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas vêm reimaginando a tipologia residencial tradicional, investigando como essas estruturas podem atender aos usuários, ao local e ao meio ambiente. Esta seleção também inclui projetos nos Países Baixos, na Sibéria, na Suécia e na Itália.
O que há por trás de um nome? Bem, quando se trata de edifícios, a resposta é: muita coisa. Se por um lado algumas denominações são passageiras, mudando conforme o lance mais recente do melhor pagador, por outro, alguns nomes são indeléveis e deixam uma marca permanente no imaginário público. Nomes de clientes, cidades, corporações e ruas oferecem farto material de inspiração, mas alguns/as arquitetos/as adotam uma postura mais estratégica. Arquitetos/as como Peter Eisenman criaram séries numeradas (House I, House II, etc.), ao passo que os/as profissionais do escritório MOS adotam um sistema de nomenclatura genérico semelhante ao de compositores (House with 10 trees, House with 2 Chimneys). Para esses/as arquitetos/as, o nome situa cada edifício dentro de uma coleção mais ampla de projetos. Isso garante que as pessoas vejam cada ato de construir como parte de um plano maior. Por fim, às vezes, por mais que uma equipe de marketing se esforce, um edifício acaba recebendo um apelido do qual simplesmente não consegue se livrar... Gherkin. Este vídeo analisa todos esses aspectos ao explorar como os edifícios recebem seus nomes.
REDES é uma associação cuja atuação se concentra na região de Xochimilco e Milpa Alta, na Cidade do México; o grupo busca resolver situações e problemas ambientais para melhorar a qualidade de vida, bem como contribuir para a conservação da região. Nesta ocasião, conversamos com Elsa Valiente – diretora executiva e fundadora da REDES Restauración Ecológica y Desarrollo AC – sobre os esforços para a retomada da produção nas chinampas na Cidade do México e a conservação da água em Xochimilco.
Fora da China, as projeções arquitetônicas costumam se comportar como individualistas orgulhosas, competindo pela atenção da noite. Na China, no entanto, é comum encontrar em diversas áreas metropolitanas conjuntos de projeções de fachadas que transmitem uma mensagem unificada. Essas projeções integram visualmente múltiplos arranha-céus em uma entidade panorâmica única. Mas por que esse fenômeno ocorre especificamente na China? E como ele começou? A Bienal de Arquitetura de Mídia conecta política e cultura para oferecer respostas sobre a emergência dessa paisagem digital chinesa.
No dia 9 de márço, celebra-se o nascimento de um dos arquitetos mexicanos mais importantes do mundo, pioneiro do Movimento Moderno no México e cuja obra transcendeu as fronteiras geográficas para ser estudada por diferentes gerações de arquitetos e arquitetas, que reescreveram seus ensinamentos para torná-los seus. Luis Barragán, arquiteto tapatio e vencedor do Prêmio Pritzker de 1980, deixou um legado atemporal que continua abrindo caminho para novas investigações e descobertas.
O tarot é frequentemente descrito como um espelho da alma. Assim como nos espaços que habitamos, podemos olhar para os símbolos contidos no baralho de 72 cartas e enxergar reflexos de nós mesmos e de nossos sistemas de crenças. O objeto e a própria prática contêm diversas associações arquitetônicas: não é incomum que termos como “estruturas”, “fundações” e “lar” surjam em uma leitura de tarot. Cartas tradicionais retratam torres, castelos e igrejas. Às vezes, as cartas são descritas como chaves; outras vezes, como portais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130743/a-arquitetura-fantastica-de-niki-de-saint-phalleLeilah Stone
O conforto acústico é afetado pelos níveis e pela natureza do som vivenciado em um espaço interno, medido em decibéis. A funcionalidade e a estética dos espaços residenciais e de trabalho costumam ser o foco principal de quem projeta; no entanto, com frequência excessiva, negligenciam-se os fatores que contribuem para a produtividade de colaboradores/as ou para o conforto de moradores/as. Proporcionar um ambiente acústico confortável contribui significativamente para o bem-estar geral e a saúde das pessoas que nele atuam.
É uma crença comum entre o público leigo (e até mesmo entre alguns/as arquitetos/as) que os telhados de duas águas são inerentemente superiores aos planos. O argumento geralmente é de que a cobertura em duas águas demonstra uma sensibilidade de “a forma segue a função”, escoando facilmente a água e a neve por meio da geometria e da gravidade. Sendo assim, os telhados planos seriam propensos a infiltrações. Embora isso seja verdade, este vídeo desmistifica o assunto ao analisar mais detalhadamente alguns pontos que podem fazer você mudar de ideia. Isso inclui o motivo original de Louis Sullivan para escrever a frase “a forma sempre segue a função”, bem como a capacidade das coberturas planas de oferecer espaços públicos ao ar livre, receber telhados verdes, proporcionar simplicidade estrutural e apresentar melhor comportamento em relação ao vento, entre muitos outros fatores. Há também outra razão funcional e formal concorrente pela qual uma cobertura com pouca inclinação pode ser mais prudente do que uma inclinação mais acentuada, mesmo em áreas com ocorrência de neve, como Chicago.
O National Provincial Bank em Plymouth, sudoeste da Inglaterra, concluído em 1959 e projetado pelo departamento de arquitetura do banco, com BC Sherren como arquiteto-chefe. Imagem cortesia de Elain Harwood
O termo “mid-century modern” evoca imagens de um elegante Don Draper, armários esguios de teca e cadeiras escandinavas sofisticadas. Essa é, pelo menos, uma das perspectivas desse movimento de design, uma visão que remete muito mais aos escritórios de Manhattan nos anos 1950 do que a qualquer outra coisa. No entanto, na Grã-Bretanha, esse estilo manifestou-se de forma ligeiramente diferente, expressando-se em escolas, catedrais, habitações e em um festival que definiu a época — tudo isso eloquentemente descrito e ilustrado pela prolífica historiadora da arquitetura Elain Harwood em Mid-Century Britain: Modern Architecture 1938-1963.
Durante a semana de seleção final dos Prêmios Obra do Ano 2021 do ArchDaily China, recebemos um total de 75.000 votos, graças a leitores e leitoras de todo o mundo. O ArchDaily China se empenha em trazer mais escritórios chineses para a onda de intercâmbios globais e apresentar a arquitetura chinesa ao mundo.
Este ano, o escritório CCTN Design, com o Museu do Alto-Forno Nº 3 de Shougang, foi selecionado para o primeiro lugar, adotando a estratégia de projeto de “selar o antigo, desmontar o excedente e reabastecer o novo”, transformando as ruínas industriais de Pequim em um espaço urbano acolhedor. O MAD Architects, com o Jardim de Infância YueCheng Courtyard, conquistou o segundo lugar ao desmontar e expandir uma tradicional casa com pátio. Já o escritório gad, com o Mountain & Sea Art Museum, ficou com o terceiro lugar ao solucionar o desafio da construção em encostas montanhosas e moldar a forma escultórica do museu de arte.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130608/entrevista-com-os-vencedores-do-premio-archdaily-china-obra-do-ano-2021韩爽 - HAN Shuang
#Chapas de alumínio anodizado Nos últimos anos, as chapas de alumínio anodizado vêm se consolidando como um material emergente, amplamente aplicado em projetos de interiores e exteriores na arquitetura contemporânea chinesa. O alumínio anodizado apresenta as seguintes características principais: 1. Aparência metálica, com a película de anodização transparente que protege o material, preservando plenamente a textura metálica natural e suave do alumínio; 2. Maleabilidade, apresentando excelente usinabilidade, com ótimas propriedades de moldagem e dobra; 3. Consistência superficial, mantendo uma tonalidade uniforme independentemente da volumetria e complexidade do edifício; 4. Resistência à corrosão, graças ao processo de anodização que cria uma camada de óxido densa na superfície metálica, proporcionando alta resistência à corrosão e aumentando a dureza e a resistência estrutural da edificação; 5. Alta resistência intempérica, com uma superfície eletrostaticamente neutra que repele a poeira, facilitando a limpeza e mantendo o brilho original mesmo após sucessivas lavagens, o que garante fachadas duradouras — projetos executados há 40 anos com chapas de alumínio anodizado mantêm-se hoje com a mesma aparência original; 6. Sustentabilidade, tratando-se de um material ecologicamente correto, classificado com nível A de incombustibilidade.
#Chapas de alumínio anodizado Almeco A Almeco, especialista global em alumínio com tratamento de pré-superfície, oferece uma ampla gama de produtos inovadores de alumínio anodizado para fachadas e decorações internas e externas. Sua textura metálica incomparável, variedade de cores e excelente trabalhabilidade conferem uma nova vitalidade e expressão artística à arquitetura, transformando cada edifício em uma obra de arte singular. Por essas qualidades, a marca tornou-se a escolha de arquitetos/as de renome internacional, como Jean Nouvel, Thom Mayne, MAD e UNStudio.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 finalmente abriu suas portas ao público no dia 22 de maio, apesar de todas as adversidades e após dois adiamentos. Ao apresentar 115 respostas diferentes para "Como viveremos juntos?", a exposição de arquitetura reuniu propostas inovadoras de todo o mundo, todas nascidas de uma determinação comum de transformar o status quo. Ao aproximar pessoas que enfrentam os mesmos desafios para participar de uma troca essencial de ideias, esta 17ª edição ampliou o papel e a relevância da Bienal como a maior plataforma voltada à arquitetura.
Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Hashim Sarkis para discutir mais uma vez a crescente relevância da bienal, as diferentes escalas e áreas que se sobrepõem, os aspectos recorrentes e a linguagem global da arquitetura. Na expectativa de que “as pessoas saiam da bienal acreditando ainda mais na arquitetura como um meio capaz de fazer a diferença”, Sarkis fala, nesta sua terceira entrevista, sobre um imaginário coletivo que pode inspirar novos pactos espaciais.
# Red Dot Design Award 2020 - Product Design # Longlist Archiproducts 2019 # Exposto no ADI DESIGN INDEX 2020
Quando Mies van der Rohe nos incentivou a reduzir as quatro paredes ao seu estado mais essencial com a célebre frase "menos é mais", ele talvez não imaginasse que acabaríamos nos cansando de caixas perfeitamente uniformes. Embora o minimalismo continue sendo uma vertente estética dominante em todo o mundo, há um desejo crescente de ir além da simplicidade pura, introduzindo detalhes engenhosos que quebrem a monotonia e tragam calor e refinamento estético. É dessa busca que nasce o Eclisse 40.
O batente da série Eclisse 40 não representa apenas uma inovação técnica, mas também uma releitura da estética do marco como elemento decorativo e de design. Seu perfil inclinado esculpe o volume e dialoga com a luz para criar um efeito cenográfico único. Um elemento estrutural que outrora era puramente invisível — o batente — assume o protagonismo do design, transformando a porta em uma presença marcante e altamente expressiva no design de interiores.
"Under The Zhengyangmen". Imagem cortesia de DRAWING ARCHITECTURE STUDIO
A arquitetura nunca se limitou a edifícios e construções; alguns arquitetos e arquitetas notáveis contribuíram com inúmeras obras fantásticas para os campos da moda, do mobiliário, da joalheria e de outras vertentes do design. Os nomes de jovens profissionais da arquitetura atuantes na indústria da construção civil chinesa aparecem em diversos setores. Por meio de intersecções, extensões e explorações, essa nova geração busca atuar além das fronteiras da arquitetura.
Sabe-se que, desde a sua fundação, o mundo da arquitetura tem sido composto majoritariamente por homens cisgênero brancos que, até hoje, continuam ocupando alguns dos postos mais importantes tanto em escritórios de arquitetura quanto em algumas das premiações mais prestigiadas. Por esse e muitos outros motivos, a luta para visibilizar as mulheres na arquitetura sempre esteve latente, respondendo aos momentos específicos de seu tempo e vencendo batalhas cada vez mais significativas. Contudo, as condições ainda permanecem desiguais, tornando a profissão um desafio para as mulheres, e ainda mais para as mulheres negras, indígenas, latinas e em condições econômicas desfavoráveis.
The Ithaca Commons, um calçadão de pedestres no centro da cidade, fotografado em 2012.. Imagem via Paul Sableman/Flickr/CC BY 2.0
Na semana passada, a Câmara Municipal de Ithaca, no estado de Nova York, aprovou um plano de descarbonização inédito nos Estados Unidos. Pelo projeto, as cerca de 6.000 residências e edifícios localizados nessa cidade universitária à beira de um lago, notoriamente conhecida por seu perfil “progressista”, serão eletrificados para atingir as metas estabelecidas pelo impressionante e ambicioso plano Green New Deal (GND) do município. Esse plano de neutralidade de carbono até 2030 foi adotado por unanimidade pela Câmara em junho de 2019 com o objetivo de “enfrentar as mudanças climáticas, a desigualdade econômica e a injustiça racial”, segundo a prefeitura.
Origine por Davide Groppi. Imagem cortesia de Davide Groppi
A iluminação externa não apenas prolonga o uso dos espaços ao ar livre nos meses mais quentes, mas também pode destacar e transformar diferentes aspectos de seu desenho. Assim como a iluminação de interiores, os projetos luminotécnicos externos devem encontrar um equilíbrio entre diferentes categorias de iluminação. Atualmente, a proliferação de LEDs de luz quente permite que projetos de alta eficiência energética também ofereçam a tonalidade suave das tecnologias anteriores. Ao contrário de escritórios ou residências, os espaços externos não precisam de uma iluminação totalmente uniforme — sejam parques ou jardins privados, contrastes dramáticos de luz e sombra costumam valorizar o projeto.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que a cada 15 dias analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 60, 70 e 80 que trazem as histórias mais interessantes nos bastidores.
Neste décimo primeiro capítulo, intitulado "O Ovo", Carmelo fala sobre o livro escrito em 1978 por André Bruyère, intitulado "L'Oeuf". A obsessão por ovos leva o arquiteto francês a propor um arranha-céu com esse formato para Nova York e a escrever este livro que defende o ovoide como forma fundamental.
MAIO está construindo atualmente um edifício de cinco pavimentos com 40 habitações sociais em Sant Feliu de Llobregat, Barcelona. O projeto desenvolve uma série de estratégias sociais cujo objetivo se centra na conectividade urbana, na equidade social e na sustentabilidade. A proposta, vencedora do primeiro prêmio em um concurso de duas fases, abrigará espaços genéricos sem hierarquias, flexíveis e adaptáveis às mudanças nas necessidades de vida de seus/suas habitantes.
Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa as estratégias de planta baixa de Louis Kahn (1901-1974), observando como elas tratam e organizam os ambientes em configurações de espaços servidores e servidos. Após a Segunda Guerra Mundial ter revelado a face sombria da tecnologia, a arquitetura que nos legou as “máquinas de morar” passou a parecer equivocada e desumanizadora. Em contraposição às plantas livres e abertas do período anterior à guerra, Louis Kahn vislumbrou novas possibilidades para os cômodos, acreditando que sua privacidade e fechamento poderiam coexistir harmonicamente em uma “sociedade de salas”. A partir de uma análise detalhada da Trenton Bath House, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução do espaço por meio de projetos como a Adler House, a Esherick House e a Biblioteca de Exeter — esta última, uma sala monumental de memória cultural.
O escritório HANNAH, fundado por Leslie Lok e Sasa Zivkovic, é um estúdio de arquitetura e pesquisa baseado nos Estados Unidos que vem experimentando técnicas de projeto e fabricação digital nos mais variados tipos de projeto, que vão do mobiliário ao urbanismo. Ambos docentes na Cornell University College of Architecture, Art, and Planning, Leslie e Sasa lideram um estúdio focado em design inovador, onde a tecnologia desempenha um papel crucial, combinada com uma investigação rigorosa de materiais, novas aplicações e técnicas construtivas, resultando em projetos altamente criativos.