
A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER combina padrões de acabamento para mobiliário, design de interiores e pisos para criar algo totalmente novo.

A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER combina padrões de acabamento para mobiliário, design de interiores e pisos para criar algo totalmente novo.
A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza convidou profissionais da arquitetura a refletir sobre a questão "Como viveremos juntos?", provocando uma variedade de respostas, leituras e interpretações. A Exposição Internacional, que acontece no Giardini, no Arsenale e no Forte Marghera, apresenta 112 participantes de 46 países, cujas contribuições estão organizadas em cinco escalas: Entre seres diversos, Como novas habitações, Como comunidades emergentes, Através de fronteiras e Como um único planeta. Para responder à pergunta "Como viveremos juntos como comunidade?", o escritório chileno ELEMENTAL propôs uma intervenção, e o ArchDaily se reuniu em Veneza com Alejandro Aravena para discutir a ideia por trás do projeto KOYAÜWE. A proposta cria um espaço que recupera a tradição dos "parlamentos" (diálogos e negociações históricas) como meio de abordar o histórico conflito chileno-mapuche.

Como recurso de projeto, os balanços podem existir por diversos motivos: como resultados racionais da concepção formal, feitos impressionantes de engenharia ou simplesmente como espetáculos desnecessários. De qualquer forma, frequentemente resultam em edifícios que parecem simultaneamente pesados e leves, apresentando situações de uma precariedade segura para seus/suas habitantes. O vídeo descreve o que são os balanços, bem como alguns dos princípios estruturais que regem seu projeto, como tração, compressão, momento e cisalhamento. Também analisa grandes exemplos de arquitetos/as e escritórios como MVRDV, Rem Koolhaas, Ensemble Studio e Richard Rogers. Por fim, conclui com um reconhecimento aos/às engenheiros/as estruturais e lista alguns/algumas dos/das profissionais responsáveis por alguns dos balanços mais ousados e delicados.
Este vídeo apresenta e define termos comuns da arquitetura de A a Z. Não é segredo para ninguém que a arquitetura está repleta de jargões. Isso pode ser motivo de piadas e memes, mas também gera confusão e frustração. Essa dependência de jargões é, até certo ponto, perdoável — afinal, a tarefa de traduzir princípios espaciais, geométricos e compositivos complexos em linguagem verbal é difícil. Ainda assim, isso significa que é preciso se dedicar a aprender essa linguagem para compreender plenamente a comunicação escrita e verbal sobre edifícios. Este vídeo ajuda nessa tarefa ao apresentar as definições de 26 termos arquitetônicos comuns em ordem alfabética. Entre os termos estão estética, contraforte, circulação, diagramático, enfilade, fenestração, geodésico, hierarquia, icônico, ombreira, kitsch, legibilidade, morfologia, nó, ornamento, programa, cunhal, rusticação, estereotomia, tectônica, urbanismo, yurt e zeitgeist. Com este vocabulário fundamental em mãos, você poderá acompanhar qualquer conversa sobre arquitetura.

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e discussões pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina discutem o processo típico de arquitetura e construção, abordando as fases e etapas da maioria dos projetos de edificação: o que esperar de cada etapa, por que as diferentes fases existem, seus processos habituais, os documentos entregues ao final de cada etapa e os resultados obtidos em cada uma delas.

Nossas vidas nos centros urbanos foram completamente transformadas ao longo dos últimos 16 meses. Ao olharmos para o futuro próximo e começarmos a vivenciar o retorno aos locais de trabalho e o despertar das cidades após um longo sono, não há dúvida de que a vida como a conhecíamos nunca mais será a mesma. Embora alguns mais extremistas venham se perguntando “será que ainda precisaremos de cidades?” (pergunta para a qual a resposta é um sim categórico), de que maneira as cidades mudarão se continuarmos a avançar nesta era digital de trabalho e vida que foi acelerada pela pandemia?

O sudoeste dos Estados Unidos é amplamente conhecido por seus projetos cívicos e monumentais. Essas propostas estabelecem expressões icônicas e contemporâneas que transcendem as tradições vernáculas. Localizados em diferentes regiões do Texas, Novo México e Arizona, os projetos são concebidos com uma estética moderna e novas ideias. Novas experiências espaciais e abordagens formais estão sendo exploradas por arquitetos/as locais e internacionais. Em contraste com os espaços íntimos e discretos da arquitetura residencial da região, esses edifícios se consolidam como marcos urbanos de destaque e pontos de convergência em suas respectivas cidades.

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.
Nesta reedição, Martin C. Pedersen conversa com John Englander, autor de Moving to Higher Ground: Rising Sea Level and the Path Forward, sobre o aumento “irrefreável” do nível do mar. O artigo explora a importância de se planejar para esse desafio imediatamente. De fato, "temos algum tempo, mas não todo o tempo do mundo", afirma John Englander.

Em um artigo originalmente publicado na Metropolis, a autora Lauren Gallow destaca uma transformação urbana na Califórnia, liderada por um grupo de organizações locais e designers. O projeto "substitui um beco anteriormente perigoso por áreas de lazer, arte pública e vegetação nativa", revelando o potencial inexplorado desse espaço público frequentemente negligenciado.
_(1).jpg?1625088008&format=webp&width=640&height=580)
A pandemia de COVID-19 representa um momento de ruptura para o nosso mundo e promete impulsionar mudanças transformadoras no design, desde a maneira como vivenciamos nossas casas e escritórios até o planejamento de nossas cidades. A série de webcasts Design Disruption explora essas transformações — abordando também questões como as mudanças climáticas, a desigualdade e a crise habitacional — por meio de conversas com mentes visionárias da arquitetura, do design, do planejamento urbano e do pensamento contemporâneo, propondo soluções criativas e reimaginando o futuro do ambiente construído.

"Os deck parks estão cada vez mais em voga nos centros urbanos do sudoeste, mas não se adequam a El Paso", escreve o/a autor/a Sito Negron. Recentemente, diversas cidades ao redor do mundo têm repensado os espaços urbanos dedicados ao transporte, introduzindo áreas públicas sobre rodovias ao mesmo tempo em que expandem a malha viária. Nesta republicação do The Architect's Newspaper, explora-se os limites dessa tendência e questiona-se sua implementação em determinados casos.

Criar uma visualização atraente que comunique a intenção do projeto e conquiste o apoio das partes interessadas não é uma tarefa simples. Embora os/as designers tenham inúmeras ferramentas de visualização à disposição — de potentes motores de renderização à simplicidade do papel e caneta —, não existe uma fórmula única para a visualização. À medida que o projeto evolui, podem ser necessárias diversas renderizações com diferentes níveis de detalhamento.
Segundo Jim Kessler, diretor do Visual Media Group na Jacobs, "quando um projeto está em desenvolvimento e as conversas com os/as clientes estão em andamento, uma renderização fotorrealista transmite a ideia de que o trabalho está concluído e que alterações não são mais possíveis. Por outro lado, uma imagem não fotorrealista sugere fluidez e carrega um forte apelo artístico, algo que atrai os/as profissionais de arquitetura".

O processo de projeto e construção envolve muitas etapas e colaborações diversas. Para compreender melhor a dinâmica de cooperação, relacionamento e negócios entre escritórios e parceiros externos no ecossistema da arquitetura e da construção, realizamos uma pesquisa intitulada “Qual é a rede colaborativa por trás do processo de construção?” (What's the Collaborative Network Behind the Process of Building). Também conversamos com diversos/as arquitetos/as e profissionais sobre os aspectos mais importantes na seleção de parceiros, bem como sobre o processo de ser selecionado/a.

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pelos arquitetos David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe profissionais de diversas áreas criativas para conversas espontâneas, abrindo espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Com muita honestidade e bom humor, os episódios cobrem uma grande variedade de temas: desde entrevistas e dicas para profissionais de design até análises de edifícios e projetos, além de reflexões descontraídas sobre o dia a dia e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina conversam com Mike Ross, Diretor do Estúdio de Projeto Arquitetônico na Walt Disney Imagineering, para discutir o projeto e a construção de parques temáticos e seus edifícios, o processo de design da Disney, o impacto da tecnologia na construção, a criação de parques em outros países e muito mais.

A cópia acontece o tempo todo na arquitetura. Desde estudantes que copiam as lições de exemplos consagrados, passando pela repetição de casas-modelo e pela referência direta a elementos do passado, até a própria reprodução de desenhos técnicos, o ato de copiar é uma ferramenta importante para arquitetos e arquitetas. Raramente a cópia é vista como uma atividade genuinamente negativa ou proibida, como costuma ocorrer em outras disciplinas criativas. Este vídeo detalha como e por que profissionais de arquitetura copiam, abordando precedentes pós-modernos como a Sainsbury Wing, a Vanna Venturi House e a Villa Dall'Ava, de Rem Koolhaas, além de exemplos mais recentes, como o concurso para a Eyebeam e o processo judicial envolvendo David Childs. Todos esses casos servem para destacar o amplo espectro das cópias na arquitetura, que vão desde as criativas e inteligentes até as preguiçosas e mal-intencionadas.

Pessoas que vivem em cidades densas estão entre as menos felizes. Seus índices de depressão são 40% mais altos do que os de outras populações, e as taxas de ansiedade são 20% superiores. Por quê? Isso ocorre porque o ambiente construído está diretamente ligado à felicidade e ao bem-estar, e, com muita frequência, os ambientes urbanos falham em proporcionar tranquilidade às pessoas.

Chicago já abrigou uma enorme passarela elevada conhecida como “pedestrian highway”. Ela conectava edifícios no Campus Leste da Universidade de Illinois em Chicago, criando uma rede multinível de atividade humana. A estrutura foi projetada pelo arquiteto Walter Netsch, também responsável pelo campus da Academia da Força Aérea e sua famosa capela em Colorado Springs. A passarela era gigantesca e monumental, tendo servido inclusive de cenário para o filme de terror Candyman, do início dos anos 1990. Com o tempo, no entanto, ela se deteriorou, levando à decisão de demolir essa peça icônica da infraestrutura urbana.

Na reedição desta semana da Metropolis, o autor Avinash Rajagopal "lança um olhar amplo sobre o design americano, investigando a prática da arquitetura, o ressurgimento do fazer artesanal, as formas construtivas quintessenciais e a infraestrutura em decadência". Ao propor questionamentos como "quais valores prezamos? Que danos causamos e quem se beneficia do trabalho que realizamos?", profissionais de arquitetura e design em todos os Estados Unidos exploram as consequências contextuais dos desafios globais.

A fabricante de tecnologia 2N está diversificando sua gama de produtos ao oferecer especificações A&E, tecnologia BIM e outras estratégias para arquitetos/as e designers.
Sediada em Praga, a 2N atua no desenvolvimento e fabricação de produtos na área de intercomunicadores IP e sistemas de controle de acesso. De acordo com um relatório da IHS de 2016, a 2N é a maior fabricante global de intercomunicadores IP, além de uma importante inovadora no campo de sistemas de acesso IP, áudio IP e comunicadores IP para elevadores. A empresa foi fundada em 1991 na República Tcheca, onde sua sede permanece até hoje.

Após uma longa busca, a cidade californiana de Riverside e seu Departamento de Parques, Recreação e Serviços Comunitários selecionaram o Studio-MLA como o escritório responsável pelo projeto do River-Side Gateway Project Suite, uma sequência de nove áreas ao longo de um trecho de 11 quilômetros (sete milhas) do Rio Santa Ana. Financiado pela California Coastal Conservancy, o comitê de seleção buscava uma equipe de projeto capaz de revitalizar, da melhor forma possível, os espaços abertos e trilhas ao longo da margem norte de Riverside, a maior cidade da região de Inland Empire, na Califórnia, com uma população de mais de 300 mil habitantes.

A Casa Resor foi um projeto crucial para Mies van der Rohe, tanto em sua vida pessoal quanto em sua carreira. Foi sua primeira comissão nos Estados Unidos e, antes de se estabelecer em Chicago, ele viveu por dois meses no terreno da casa, perto de Jackson Hole, no Wyoming. O projeto era singular na trajetória de Mies por sua inserção na paisagem rural e pelas escolhas de materiais, principalmente o revestimento de madeira no exterior e no interior. Embora nunca tenha sido construída devido ao estouro do orçamento, os desenhos técnicos e as maquetes de estudo foram incorporados ao acervo do MoMA, em Nova York, onde a cliente, Helen Resor, fazia parte do Conselho de Administração. Este vídeo apresenta uma reconstrução digital da casa — realizada a partir desses documentos de arquivo — como ponto de partida para uma visita guiada e uma análise aprofundada da obra. Que tipo de descobertas nos aguardam no interior dessa obra-prima não construída?

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela arquiteta Marina Bourderonnet e pelo arquiteto David Lee, o programa recebe diferentes profissionais criativos em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina discutem os diferentes motivos para contratar um/a arquiteto/a e como estabelecer uma boa relação entre cliente e profissional: os prós e contras de contratar um/a designer de interiores ou empreiteiro/a em vez de um/a arquiteto/a, os serviços de design-build (concepção e construção), a diferença entre desenho técnico e projeto, a real necessidade de um/a arquiteto/a licenciado/a para determinados projetos, as estruturas de honorários mais comuns, como encontrar o/a profissional certo/a e o que procurar em um/a arquiteto/a, a importância da relação cliente-arquiteto/a para o sucesso do projeto e os problemas recorrentes que surgem quando não se contrata o/a profissional adequado/a, além de dicas para evitá-los.

Com a ascensão das casas compactas e das cidades densas, fomos forçados a abrir mão de uma quantidade significativa de espaço de armazenamento. Ironicamente, nossos hábitos de consumo não mudaram e, com poucos metros quadrados à disposição, arquitetos/as e designers tiveram que desenvolver soluções de armazenamento eficientes para aproveitar ao máximo o espaço limitado. Por outro lado, para quem tem a sorte de ocupar um espaço amplo e desobstruído com um orçamento generoso, as possibilidades de design são infinitas. Neste artigo, analisamos como profissionais da arquitetura e do design encontraram maneiras criativas de guardar pertences em espaços com diferentes funções, escalas e restrições espaciais, variando de armários completamente invisíveis a peças centrais escultóricas.

Quatro perfis de escritórios de arquitetura emergentes da Suíça, Alemanha e Espanha foram selecionados pela New Generations, uma plataforma europeia que analisa as práticas emergentes mais inovadoras no continente, proporcionando um novo espaço para intercâmbio de conhecimento, debate, teoria e produção. Desde 2013, a New Generations envolveu mais de 500 escritórios em um programa diversificado de atividades culturais, como festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas em vídeo, workshops e formatos experimentais.