O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões aprofundadas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem Sarah Whiting, diretora e professora de arquitetura Josep Lluís Sert na Harvard University Graduate School of Design (GSD), além de cofundadora da WW Architecture, para discutir seu interesse inicial pela arquitetura, a comunicação do valor da arquitetura para o público em geral, a GSD, questões sociais e ambientais na arquitetura, o futuro da prática profissional, movimentos arquitetônicos e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134710/the-second-studio-podcast-entrevista-com-sarah-whitingThe Second Studio Podcast
A empresa MiQ Media utiliza uma divisória de correntes de alumínio suspensas da Kriskadecor para separar o espaço da recepção de uma passagem movimentada, criando ao mesmo tempo uma identidade de marca marcante. Imagem cortesia de Kriskadecor
A divisão de ambientes é muitas vezes desconsiderada como uma solução sem graça, voltada apenas para o isolamento acústico. No entanto, diversos projetos demonstram como é possível segmentar o espaço de forma artística, agregando cor, caráter e personalidade ao projeto.
Este vídeo investiga a ideia de compreender os edifícios como criaturas não humanas. Embora a premissa possa parecer absurda à primeira vista, o conceito tem uma longa história e desdobramentos práticos potencialmente muito positivos. Edifícios precisam ser cultivados como um jardim; eles demandam manutenção e cuidado. Se assumirmos que possuem vida, a necessidade desse cuidado torna-se mais evidente e intuitiva. Essa metáfora também nos instiga a criar empatia pelas pessoas que conceberam e construíram o edifício, tratando o trabalho humano envolvido em sua construção com admiração e reverência.
Banheiro CYO Metropolitan. Imagem cortesia de Dornbracht
À medida que as cidades se tornam mais densas e a pandemia continua a moldar os padrões de vida e de trabalho, as pessoas passaram a ter plena consciência de que o espaço que habitam influencia profundamente o seu bem-estar físico e mental. Diante disso, o design de interiores residencial passou a focar na promoção da sensibilidade, do conforto e da tranquilidade como uma forma de escapar das incertezas do mundo exterior. Por ser um espaço seguro onde praticamente começamos e terminamos cada dia, o banheiro moderno também se adaptou a essa realidade, assumindo um papel fundamental como um ambiente dedicado ao relaxamento e ao autocuidado. Assim, o que costumava ser uma zona puramente funcional é agora percebido como um refúgio pessoal revigorante e um espaço de convivência flexível que pode até adotar outras funções – de academia a spa privado.
A habitação acessível tornou-se um problema global cada vez mais urgente. Seja no aluguel ou na casa própria, a inacessibilidade à moradia tem aumentado continuamente. Dados do Censo dos EUA ilustram um declínio acentuado na aquisição da casa própria nas últimas décadas. Embora os millennials fossem a geração mais populosa em 2019, a taxa de propriedade imobiliária entre eles era de apenas 47,9%. Em contrapartida, a taxa da Geração X era de 69%, vindo logo atrás da geração silenciosa, com 77,8%. Essa tendência de declínio geracional no acesso à casa própria se reflete em outras partes do mundo, como no Reino Unido, onde as taxas caíram continuamente de 71% em 2003 para 64% em 2018. Grande parte de especialistas aponta a falta de acessibilidade financeira como o principal motivo para essa queda.
Nordic Structures. Imagem cortesia de Quebec Wood Export Bureau
A construção offsite é um setor em rápida expansão na indústria global da construção civil. Com esse crescimento, surgem diversos desafios para todas as partes envolvidas, especialmente para profissionais de arquitetura, que historicamente se mantiveram distantes dos meios e métodos de construção. Os desafios relacionados aos custos têm levado muitos escritórios a buscar entender melhor como otimizar os projetos para os métodos de viabilização offsite. Para ajudar a acelerar a transformação do setor, uma iniciativa cooperativa e de código aberto liderada pelo Quebec Wood Export Bureau vem desenvolvendo um conjunto de ferramentas colaborativas e sem fins lucrativos voltadas a arquitetos e arquitetas. Em www.offsitewood.org, a iniciativa oferece um plug-in gratuito para o Revit, pacotes de conteúdo detalhados e um estimador de carbono incorporado para fases iniciais de projeto integrado ao BIM, chamado Carbon Fixers.
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As luminárias pendentes modulares da Archilume incluem a esférica Aura que, configurada em grupo, cria um ponto focal marcante. Imagem cortesia de Archilume
Para arquitetos/as e designers de interiores, a iluminação ajuda a demarcar áreas de um espaço interno, ainda que de forma sutil, por meio do elemento intangível da luz. Como uma alternativa compacta a divisórias e paredes, ela pode subdividir informalmente ambientes integrados em zonas dedicadas a diferentes usos — como a área de um bar no lobby de um hotel, por exemplo, ou o setor da cozinha em uma sala de estar integrada.
A iluminação modular, em particular, atrai designers que buscam delimitar diferentes zonas, por ser altamente flexível. Como pode ser expandida com a adição de novos componentes ou reduzida pela remoção de alguns deles, ela permite que os ambientes sejam facilmente reconfigurados para atender a necessidades em constante mudança.
O Canadá não tem escassez de edifícios tipo flatiron, com exemplos históricos espalhados pelas províncias, de Toronto e Vancouver a Lacombe, em Alberta, e além. O país também goza do status de polo da construção em madeira engenheirada, com Quebec servindo como uma espécie de epicentro desse movimento. No entanto, essas duas frentes — a tipologia dos edifícios flatiron e o uso de madeira engenheirada — nunca haviam sido combinadas antes.
A Boss Design defende que o escritório não é mais um espaço de trabalho baseado na rotina, mas sim um espaço de destino impulsionado por um propósito. Imagem cortesia de Boss Design
As exigências e expectativas em relação ao ambiente de trabalho mudaram drasticamente nos últimos dois anos. O próprio propósito do escritório está sendo reescrito, e seu papel e função, redefinidos. Mark Barrell, Diretor de Design da fabricante global de mobiliário Boss Design, argumenta que o avanço do trabalho híbrido — modelo adotado por 80% dos clientes da Boss — significa que os escritórios devem se transformar em "espaços de destino", ou melhor, em uma série de diferentes espaços de destino.
Por mais de um século, uma feira de rua conhecida como "The Blue" foi o coração pulsante de Bermondsey, no sudeste de Londres. No passado, aos sábados, centenas de pessoas se dirigiam ao bairro histórico — uma região cujas raízes remontam ao século XI, quando servia de rota de peregrinação para a Abadia de Bermondsey. Os frequentadores costumavam comprar produtos de mais de 200 barracas conhecidas por vender de tudo. "É possível comprar qualquer coisa no The Blue" era o ditado popular local.
Marta Minujín, Parthenon of Books, Dokumenta 14, Kassel, Alemanha, 2017. Imagem de Anne-Catrin Schultz. Imagem cortesia de Real and Fake in Architecture–Close to the Original, Far from Authenticity?
O termo “fake” (falso) tem sido frequente na mídia no início do século XXI, referindo-se a manchetes e declarações fictícias que são percebidas como reais, influenciando a opinião e a ação pública. Substituindo o termo historicamente mais comum “propaganda”, as chamadas *fake news* visam à desinformação e buscam “prejudicar uma agência, entidade ou pessoa, e/ou obter ganhos financeiros ou políticos, muitas vezes usando manchetes sensacionalistas, desonestas ou totalmente fabricadas”. Rastrear notícias falsas, diferenciar informações “reais” de opiniões pessoais e identificar o engano intencional (ou não) pode ser complicado. Não menos complexo é decifrar a dualidade entre o falso e o real no ambiente construído. Com o intuito de explorar o contexto mais amplo das manifestações do falso na arquitetura e no projeto ambiental, faz-se necessário examinar a definição de falso e seus termos correlatos.
“Sempre me interessei bastante em acompanhar o que está acontecendo na área técnica”, afirma Nick Lawrence, diretor de projetos na A&Q Partnership, em Londres. O arquiteto, que estudou engenharia na graduação, lidera a frente de modelagem de informação da construção (BIM) na A&Q Partnership e conta que seus estudos influenciaram muito seu interesse pela modelagem de dados.
Esse interesse vai além do âmbito pessoal. A adoção da metodologia BIM tem sido fundamental para a A&Q Partnership, que desenvolve grandes projetos comerciais e residenciais compostos por múltiplos edifícios.
Fazlur Rahman Khan foi pioneiro na engenharia estrutural de edifícios altos. Quando as edificações ultrapassam os sessenta pavimentos de altura, as cargas gravitacionais passam a representar uma proporção menor do peso estrutural em comparação com as forças do vento. Khan desenvolveu o sistema de tubos treliçados para enrijecer os edifícios em grandes alturas sem acrescentar peso significativo. Essa solução estrutural teve o efeito adicional de deslocar a estrutura para o perímetro externo da edificação, integrando-a à sua expressão arquitetônica. No entanto, a aceitação de treliças metálicas aparentes foi um processo lento, semelhante à aceitação de infraestruturas de engenharia — como pontes — enquanto produções estéticas. Este vídeo traça a evolução desse processo desde Eiffel — cujos projetos de pilares se assemelham muito à Hancock Tower — até os dias atuais.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela arquiteta Marina Bourderonnet e pelo arquiteto David Lee, o programa traz diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem o fotógrafo Iwan Baan para conversar sobre sua carreira, como ele se tornou um dos fotógrafos de arquitetura mais requisitados do mundo, a parceria com Rem Koolhaas, seu processo de trabalho, seu estilo fotográfico, a documentação de obras em fase de construção e após a conclusão, arquitetura vernacular e muito mais.
Caso tenha passado despercebido, nosso mundo continua, após dois anos, a sofrer espasmos culturais em resposta a agentes infecciosos invisíveis, implacáveis e mortais que seguem assolando populações inteiras, espalhando medo, doença e morte.
Os EUA também sofrem com uma praga arquitetônica mais silenciosa — porém igualmente invasiva —, que se espalha como metástase por todo o país. Esse contágio arquitetônico tem passado praticamente imune a críticas, mas, desde a popularização da raised ranch, nenhuma outra "tipologia" arquitetônica transformou comunidades de forma tão profunda. Na década de 1950, milhares de alusões simplórias ao estilo Prairie House varreram campos agrícolas suburbanos improdutivos como um incêndio florestal. Mais do que um estilo, o pavimento inferior semienterrado e os níveis intermediários (separados por apenas meio lance de escada) representavam uma nova maneira de explorar como os edifícios poderiam abrigar pessoas, especialmente em uma América em rápida suburbanização.
Sistemas de inteligência artificial buscam replicar ou simular a inteligência humana ao combinar conjuntos de dados com algoritmos de processamento iterativo para aprender a partir de padrões e experiências. De assistentes virtuais como Siri e Alexa a bots de conversação e filtros de spam de e-mail, o que antes parecia uma tecnologia de ficção científica tornou-se onipresente em nosso cotidiano.
Projeto vencedor para a Estação Central de Estocolmo por Foster + Partners. Imagem cortesia de Foster + Partners
A arquitetura é, por vocação, uma disciplina subjetiva, na qual as decisões de contratação costumam se basear no estilo e na filosofia de projeto. Raramente existe uma solução certa ou errada. Por isso, é fundamental compreender profundamente os valores de sua empresa antes de se candidatar a novos projetos. No escritório Simone de Gale Architects, os projetos são conquistados por meio de diversas modalidades de contratação e da oferta de uma ampla gama de serviços para potenciais clientes. Entrevistei Simone para entender melhor suas iniciativas de prospecção de clientes e desenvolvimento de negócios, uma vez que ela lidera um escritório menor, porém altamente bem-sucedido, em uma das regiões mais valorizadas de Londres: Belgravia. Simone também abordará esse tema específico no Disrupt Symposium, que acontecerá virtualmente nesta primavera [do hemisfério norte], de 1º a 5 de maio, às 19h CET. Você pode adquirir seus ingressos antecipados acessando o site do evento.
Render de design paramétrico feito pelo graduado da Oneistox, Alab Adviento. Imagem cortesia de Oneistox
Embora o design computacional, como técnica aplicada ao campo da arquitetura, já exista há duas décadas, as infinitas possibilidades que ele apresenta estão apenas começando a ser descobertas. Os horizontes do projeto que utiliza softwares de programação estão se expandindo paralelamente à crescente popularidade de ferramentas como o Rhino 3D e o Revit. O que futuros/as arquitetos/as devem ter em mente a partir de agora, ao se prepararem para o mercado de trabalho, é que os softwares de design computacional não devem ser tratados apenas como um “item pendente” a ser riscado da lista para preencher o currículo. Em vez disso, trata-se de uma oportunidade de aprofundar os próprios instintos criativos.
Embora publicado originalmente em 2019,este ensaio de Randy Nishimura, levemente atualizado, serve como uma espécie de réplica ao recente artigo de Duo Dickinson no Common Edge, “A Pandemia Arquitetônica do Edifício ‘Stick Frame sobre Base’”. Dickinson compara esse tipo de edificação a uma praga; Nishimura oferece uma perspectiva contrária.
Uma onda recente de artigos lamentando a proliferação de edifícios de apartamentos 5-over-1 me chamou a atenção. Veículos como Bloomberg, Common Edge, Crosscut e Curbed comentaram sobre essa tipologia construtiva, tendo como fio condutor a crítica à sua ubiquidade, uniformidade e construção de baixo custo. Algumas das críticas apontam, com razão, para a convergência de múltiplos fatores — códigos de obras em constante evolução, escassez de terrenos edificáveis, custos crescentes de construção e uma falta aguda de moradia acessível — que deram origem a inúmeros exemplos desse modelo em todo o país. A mesma dinâmica está em jogo aqui em minha cidade natal, Eugene, no Oregon, de modo que, naturalmente, temos nossa parcela de empreendimentos 5-over-1.
Jardim de infância “St. Severin”, Garching. Imagem cortesia de LAMILUX
O ambiente em que vivemos influencia a forma como nos sentimos — algo que todos nós já vivenciamos. Para estudantes, é mais fácil estudar em um local iluminado; artistas buscam atmosferas inspiradoras; e o nosso humor pode melhorar com a paleta de cores certa. Esses aspectos também são fundamentais para creches, jardins de infância e escolas, já que um design voltado para as crianças pode estimular a curiosidade e a imaginação de forma lúdica. O design de um espaço apoia o aprendizado e a criatividade infantil. Sistemas de iluminação natural, por exemplo, inundam os ambientes de luz, fazendo com que pareçam mais amplos e acolhedores.
Garantir que a equipe de construção de um projeto trabalhe com as informações mais atualizadas é fundamental para o seu sucesso; no entanto, essa não é uma tarefa simples. Os fluxos de trabalho de gestão de documentos costumam ser desconectados ou fragmentados devido a processos administrativos manuais e sistemas incompatíveis. Como consequência, uma gestão de documentos ineficiente pode acarretar atrasos no cronograma, problemas de qualidade, retrabalhos dispendiosos, estouros de orçamento e litígios.
O reposicionamento de escritórios é um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas globais hoje. Isso vale tanto para escritórios de arquitetura quanto para os clientes atendidos por suas soluções de projeto. Nos últimos 18 meses, ocorreram transformações profundas no setor de AEC e, sem dúvida, na maioria das indústrias — muitas das quais influenciaram e moldaram as decisões de negócios tomadas durante a pandemia. Pode-se dizer que a pandemia apenas acelerou as transformações que já começavam a se delinear. A maior e mais notável delas ocorreu na área de comunicação e conectividade. Manter-se conectado e fornecer aos colaboradores as ferramentas e plataformas necessárias para colaborar, inovar e manter a produtividade tornou-se prioridade máxima para todas as empresas.
O The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos profissionais de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais do campo criativo para conversas espontâneas, abrindo espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com franqueza e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
No episódio desta semana, David e Marina debatem a saúde mental e o burnout na arquitetura, abordando como o problema é percebido por diferentes gerações; por que olhar para outros/as colegas e profissões pode ser útil, mas também prejudicial; a paixão como solução e como problema; a complexidade inerente da arquitetura; a desvalorização dos/as profissionais de arquitetura; se o ensino acadêmico deve ou não mudar; a instabilidade de uma prática baseada em projetos; e as principais razões pelas quais a saúde mental fragilizada e o burnout persistem na arquitetura, bem como as maneiras de enfrentá-los.
https://www.archdaily.com.br/pt/1135272/the-second-studio-podcast-o-problema-da-saude-mental-e-do-burnout-na-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Projeto Bohem por Team Group. Imagem cortesia de Team Group
A seleção desta semana dos Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca projetos residenciais privados enviados pela comunidade do ArchDaily. De um bairro residencial composto por oito vilas urbanas a refúgios privados nos subúrbios de Hyderabad, na Índia, esta seleção de projetos não construídos demonstra como profissionais de arquitetura projetam espaços privados que combinam localidade e funcionalidade em estruturas que atendem ao estilo de vida e ao comportamento dos moradores. O artigo também inclui projetos do Irã, Estados Unidos, Tailândia e Grécia.