
Embora as modalidades de trabalho, os horários e os espaços estejam cada vez mais diluídos, os edifícios de uso exclusivo para escritórios continuam presentes como um zoneamento dentro dos planos diretores da maioria das cidades.

Embora as modalidades de trabalho, os horários e os espaços estejam cada vez mais diluídos, os edifícios de uso exclusivo para escritórios continuam presentes como um zoneamento dentro dos planos diretores da maioria das cidades.

A Holanda é o segundo maior exportador mundial de produtos agrícolas. Isso é notável quando se considera que o único país que a ultrapassa são os Estados Unidos, 237 vezes maior em área terrestre. No entanto, a Holanda exportou quase US $ 100 bilhões em produtos agrícolas apenas em 2017, bem como US $ 10 bilhões em produtos relacionados com a agricultura. O segredo do sucesso da Holanda está no uso da inovação arquitetônica para reimaginar como uma paisagem agrícola pode ser.

Imagine que você está em uma baia localizada no meio de um andar corporativo. Seu escritório tem uma divisória de vidro, mas sua vista dá para outro escritório de plano aberto. Você não tem nenhuma janela real ou vista para o exterior, de modo que não consegue saber se está chovendo ou fazendo sol lá fora. Se tiver sorte e houver uma janela, ela é fixa, e sua vista dá para um escritório no edifício vizinho, a apenas cinco metros de distância.
A iluminação fluorescente sob a qual você passa oito horas diárias desregulou o ritmo circadiano natural do seu corpo. A ventilação é aceitável, mas a sonolência começa a bater por volta das 15h porque os níveis de dióxido de carbono no seu "cubículo" aumentaram. O ambiente pode até parecer um pouco abafado, independentemente de a porta estar aberta ou fechada. Como você não tem uma janela que possa ser aberta, passou o dia inteiro respirando ar reciclado. Ao sair e respirar fundo, você nota instantaneamente como o ar exterior é fresco.
Agora multiplique isso por cinco dias por semana, 48 semanas por ano. Talvez você ganhe um vaso de planta daqui a algumas semanas.
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Open More Doors é uma seção do ArchDaily, em parceria com o MINI Clubman, que leva você aos bastidores dos escritórios mais inovadores do mundo por meio de entrevistas dinâmicas em vídeo e de uma galeria de fotos exclusiva que apresenta o espaço de trabalho de cada estúdio.
Neste episódio da série, conversamos com Kai-Uwe Bergmann, sócio do Bjarke Ingels Group (BIG). Apesar do tamanho e da fama do escritório — que conta com cerca de 500 colaboradores/as e mantém sedes em Copenhague, Nova York, Barcelona e Londres —, ele destacou o companheirismo e a conexão como as características mais marcantes da empresa. Esses traços são duplamente reforçados pelo layout aberto e não hierárquico de seus espaços.

Rodolfo Lagos divide conosco uma série de fotografias sobre a arquitetura brutalista de Barcelona, que apresentamos em ordem cronológica para ajudar a entender como ocorreu sua evolução.

Ao conceber um projeto de arquitetura e iniciar uma obra, muitos são os pontos considerados para garantir qualidade e custo-benefício. Entre os pontos chave ponderados, a técnica construtiva a ser adotada é na maioria dos casos o primeiro item a ser avaliado, tanto por questões de execução ao materializar o desenho proposto, quanto ao processo decorrente deste – tempo, custo integral, mão de obra, acabamentos e qualidade final.

A história da construção em madeira remonta ao período neolítico, ou potencialmente até mais cedo, quando os humanos começaram a usar madeira para construir abrigos a partir de pequenas peças. O surgimento das primeiras ferramentas de pedra polida, como facas e machados, tornou o manuseio da madeira mais eficiente e preciso, aumentando a espessura das seções de madeira e sua resistência. Ao longo das décadas, a aparência rústica dessas primeiras construções tornou-se cada vez mais ortogonal e limpa, como resultado da padronização, produção em massa e o surgimento de novos estilos e estéticas.
Hoje estamos vivendo outro momento seminal na evolução da madeira. Nutridas e fortalecidas pelos avanços tecnológicos, novos sistemas de pré-fabricação e uma série de processos que aumentam sua sustentabilidade, segurança e eficiência, as estruturas de madeira estão surgindo nos skylines das cidades e, por sua vez, estão reconectando nossos espaços interiores à natureza através do calor, textura e beleza da madeira. Para onde esse caminho nos levará? Abaixo, analisamos 7 tendências que sugerem que esse progresso deve continuar, aumentando as capacidades e a altura dos prédios de madeira nos próximos anos.
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O direito à moradia e a uma vida digna é um direito básico e inalienável e todos os seres humanos além de uma das principais qualidades de uma sociedade saudável e equitativa. Historicamente, em sociedades desiguais como a nossa, nem todas as pessoas têm acesso às mesmas condições e oportunidades, ocasionando um desequilíbrio entre aquelas comunidades que desfrutam de todos os seus direitos básicos e aquelas as quais lhes foi negado o direito à tudo aquilo é mais elementar na vida e um ser humano. Por isso, é dever do Estado tentar equilibrar a desigualdade que ele mesmo ajudou a criar, devolvendo o direito à moradia e a uma vida digna através da promoção de habitação pública ou social. Embora não exista uma única definição ou consenso sobre o que significa habitação social, ela geralmente envolve o projeto, a construção e a alocação de habitação pública ou social por autoridades governamentais ou organizações sem fins lucrativos.

A CODE - COmpetitions for DEsigners lançou o “Roversi Design Award”, um concurso de ideias que visa projetar espaços para a vida, o trabalho e o lazer na era da Indústria 4.0, marcada pela fluidez e desmaterialização. Um prêmio em dinheiro de € 10.000 será concedido às propostas vencedoras, que serão selecionadas por um júri internacional composto por Frans van Vuure (UNStudio), Peter Pichler, Nicholas Bewick (AMDL Circle), Livia Tani (Ateliers Jean Nouvel), Marco Costanzi e Massimo Iosa Ghini, entre outros nomes.

O tijolo se posiciona como um dos materiais mais próprios e identitários da cultura arquitetônica argentina e latino-americana. A diversidade e a versatilidade do bloco em nossa região deram origem a uma grande heterogeneidade em seus usos e aplicações: paredes estruturais, divisórias, fechamentos, elementos vazados, envoltórias, peles, coberturas, abóbadas, cúpulas e pisos revelam a grande adaptabilidade deste material para se adequar às exigências particulares de cada obra.

O projeto “Xico-Parque Sur 23”, do escritório mexicano All Arquitectura, surge a partir do sucesso de “Quadra La Doce”, projeto realizado em colaboração com a love.fútbol e com o patrocínio da Pincus Family Foundation. O processo de desenvolvimento e pesquisa baseou-se nas experiências acumuladas de intervenções anteriores no local, o que proporcionou um conhecimento prévio sobre as carências e potencialidades da região.

Reunimos a seguir uma lista com os nossos melhores artigos, notícias e projetos que tratam de um dos materiais mais usados na arquitetura contemporânea: o metal.

Todos já tivemos a infeliz surpresa de encontrar algum ponto de mofo em casa. Os indesejáveis pontinhos pretos e esverdeados, geralmente vistos em cantos escuros e úmidos, podem parecer inofensivos à primeira vista, mas representam um problema grande às edificações e aos ocupantes. Principalmente, pois sabemos que a tendência é de se espalharem cada vez mais, contaminando outros materiais e superfícies, causando um cheiro característico e contaminando o ar. Mas de que forma é possível controlá-los e, principalmente, evitar que surjam através do projeto arquitetônico?

Diante de dados que apontam uma crise climática que atinge todo o planeta há décadas, as perspectivas de reação podem parecer desanimadoras. Mas, ao mesmo tempo em que as notícias indicam um aumento das médias de temperatura globais, o foco político na crise climática também se intensifica, conforme relatório da ONU Meio Ambiente divulgado em 2019, o que se reflete não apenas na ocorrência de manifestações e protestos ao redor do mundo, mas também na expressão da chamada arte ativista.

Nas estações ferroviárias contemporâneas, costumam predominar as buscas arquitetônicas associadas à inovação e à modernidade. Geralmente, glorificamos os projetos com linhas limpas e os brilhantes edifícios de vidro que evidenciam os avanços da tecnologia e da engenharia. No entanto, o classicismo e os estilos que ainda resistem ao passar do tempo — com seus materiais sólidos e detalhes escultóricos — possuem um atrativo singular. Sob suas formas familiares, marcadas pela ordem e pela simetria, há algo que nos permite conectar com o passado.

Imaginemos que vivemos no ano de 2050: a essa altura, o México contará com mais de 150 milhões de habitantes. Agora perguntemo-nos se o México está preparado para tal crescimento urbano. Estamos planejando nossas cidades de forma a suportar, de maneira sustentável, outros 25 milhões de habitantes somados aos 125 milhões que atualmente vivem no país? Estamos preparados para passar de 384 cidades para 961 até o ano de 2030? (ONU-Habitat)

Há sentido em projetar parques verdes em cidades desérticas como Casablanca, Dubai ou Lima? A princípio sim, por que eles fornecem frescor e vegetação a seus cidadãos, no entanto, é necessário considerar o descarte dos ecossistemas característicos das regiões, além dos altos custos de manutenção e da constante luta pela disponibilidade hídrica.

O ambiente construído do Cazaquistão é definido por uma história complexa. Como uma república constitucional com um patrimônio cultural diversificado, a arquitetura do país inclui tradições contrastantes, desde a integração de edifícios com a paisagem até o contrário. Hoje, uma mistura de torres e monumentos futuristas fala de um legado arquitetônico atípico, e uma série de projetos modernos mostra como os arquitetos estão trabalhando para construir uma nova narrativa para o país.

A School of Architecture and Design da IE University expande as fronteiras da arquitetura e do design para oferecer respostas sustentáveis a um mundo em constante transformação. Localizada em Madri e Segóvia, na Espanha, essa escola inovadora merece atenção especial.

Os processos de globalização, com seus crescentes avanços tecnológicos e de conectividade, conseguiram, sem dúvida alguma, entrelaçar e vincular os mercados, as culturas, as economias e os territórios dos diversos países do mundo. Esse caráter do “global” também influenciou o campo da arquitetura e, hoje em dia, por exemplo, é mais do que frequente que os escritórios recebam encomendas internacionais, manifestando sua marca local em geografias que lhes são alheias.

1:1 Proyectos sobre los territorios del Perú é um livro de Peter Seinfeld e Felipe Ferrer que resume o trabalho desenvolvido por estudantes ao longo de mais de 7 anos.

Alexey Kozhenkov é um fotógrafo freelancer que atualmente reside na Rússia, com um grande interesse em urbanismo, arquitetura e estruturas artificiais. Kozhenkov nasceu em 1993 em Riga, Letônia e se tornou um fotógrafo autodidata depois de se graduar.

As mudanças climáticas são um tema que tem ganhado cada vez mais força nas mesas de debate nos últimos anos, devido à clara preocupação em investigar, documentar e reverter os danos com estratégias multidisciplinares que buscam sensibilizar a sociedade sobre a realidade atual. Organizações como a ONU fizeram um apelo universal para adotar medidas que ponham fim à pobreza, protejam o planeta e garantam que todas as pessoas desfrutem de paz e prosperidade.

O Photoshop é um dos programas mais universais, duradouros e valiosos para designers e arquitetos. Ferramenta essencial para estudantes e profissionais para edição, colagens e renderizações, a popularidade do Photoshop deu origem a inúmeros tutoriais, dicas e cursos on-line. Com nossa extensa biblioteca de 100 texturas do Photoshop, nossos leitores têm acesso a uma valiosa gama de recursos disponíveis online e gratuitamente.