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Seis estratégias para dividir espaços sem usar divisórias tradicionais

Funcionalidade, boa ventilação, iluminação confortável e acesso a vistas externas são algumas das importantes características necessárias para o conforto humano em um espaço habitado ou ocupado. No entanto, esses elementos estão se tornando cada vez mais difíceis com habitações e construções urbanas menores. Arquitetos e indivíduos, portanto, recorrem a soluções de design para criar configurações mais agradáveis e personalizadas.

Uma solução para abrir e ampliar espaços é reduzir a quantidade de divisórias ou paredes sólidas e substituí-las por meios alternativos de separação espacial.

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Nada a esconder: 19 projetos com o espírito voyeur

A arquitetura moderna nos ensinou um conjunto de lições que são apropriadas até os dias de hoje. Por esse viés, um dos cânones empregados neste movimento foi o uso de extensos panos de vidro sobre as fachadas, como elemento diluidor dos limites visuais entre interior e exterior. Assim, o que anteriormente baseava-se no mistério e resguardo, deu lugar a verdadeiros cubos envidraçados que revelavam a vida interior, a exemplo do Pavilhão de Barcelona e Casa Farnsworth de Mies Van Der Rohe, e Casa de Vidro de Lina Bo Bardi. No entanto, na contemporaneidade, com o boom causado pelas redes sociais, o espírito do voyeurismo parece despertar o desejo em observar a vida do outro e a arquitetura parece reinterpretar essa prática através de singelos detalhes projetuais, utilizando a transparência como elemento fundamental.

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7 escritórios de arquitetura emergentes que vale a pena conhecer

O New Generations é uma plataforma europeia que analisa as práticas emergentes mais inovadoras no cenário europeu, proporcionando um novo espaço para troca de conhecimento, debate, teoria e produção. Desde 2013, o New Generations envolveu mais de 300 escritórios em um programa diversificado de atividades culturais, como festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas em vídeo, workshops e formatos experimentais.

O New Generations lançou uma nova plataforma de mídia, oferecendo um espaço único onde arquitetos e arquitetas emergentes podem se encontrar, trocar ideias, buscar inspiração e colaborar. Projetos recentes, oportunidades de trabalho, análises, notícias e perfis serão publicados diariamente. A seção “perfis” oferece um espaço para quem deseja se integrar à rede de práticas emergentes e se apresentar à ampla comunidade de escritórios envolvidos na agenda cultural desenvolvida pelo New Generations.

O ArchDaily e o New Generations unem forças! A partir deste mês, o ArchDaily publica uma seleção de perfis de escritórios escolhidos na plataforma do New Generations.

O que significa construir sem preconceitos: questionando o papel do gênero na arquitetura

O que é mais masculino: um estádio ou uma enfermaria? Hannah Rozenberg, arquiteta recém graduada no Royal College of Art (Londres), afirma ser o primeiro e apresenta um algoritmo para comprovar sua opinião.

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Guia rápido de economia circular para arquitetos, engenheiros e construtores

O setor da construção civil é um dos que mais contribuem para a questão das mudanças climáticas, exaustão dos recursos naturais e geração de resíduos. Nessa ótica, é necessário que a forma de pensar as cidades, as edificações e seus diversos elementos sofra alterações. Para isso, é preciso que se mude a forma de pensamento linear para um modelo circular, em que se aumente a eficiência do uso de recursos e diminua a geração de resíduos e poluentes, tornando a cidade e suas construções mais inclusivas, socialmente mais justas e sustentáveis. 

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Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara

Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara - 1 的图像 4Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara - 2 的图像 4Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara - 3 的图像 4Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara - 4 的图像 4Casa Orozco: o projeto de Luis Barragán e José Clemente Orozco em Guadalajara - Mais Imagens

Este artigo faz parte de uma colaboração com o site coolhuntermx, e foi originalmente publicado com o título "Luis Barragán y José Clemente Orozco, la casa que proyectaron juntos", escrito e fotografado por David Lozano Díaz em colaboração com Lorena Darquea.

Existe um debate em torno da Casa Orozco sobre quem é o verdadeiro autor desta obra: Luis Barragán ou José Clemente Orozco. Embora saibamos que apenas um deles se dedicou formalmente à arquitetura, a resposta não é tão óbvia. Orozco retornou ao México em 1934, a convite do Governo da Cidade do México, após viver por sete anos em Nova York. A encomenda consistia em pintar um mural no interior do Palácio de Belas Artes. Em seguida, o Governo de Jalisco aderiu à iniciativa e solicitou ao artista o mesmo trabalho, mas para três edifícios públicos da cidade de Guadalajara.

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A pandemia, os hospitais e a cidade

A pandemia do COVID-19 caracteriza-se pela abrangência territorial de seu contágio. Não se trata de uma epidemia restrita a um local específico. O contágio ocorre por meio de uma rápida proliferação que se aproveita do mundo urbanizado em que vivemos. O vírus espalha-se pelas aglomerações nos espaços públicos e nos equipamentos privados de serviços, pelos terminais e estações de transporte, pelos assentamentos precários sem saneamento e, em última instância, pelo intenso fluxo nacional e internacional de pessoas e mercadorias que ocorre na rede de cidades que caracteriza o mundo urbano. A rede de aeroportos foi a grande entrada do vírus pelo mundo. Mas, a rede de trabalhadores informais que percorre as ruas da cidade entregando mercadorias em meio à pandemia e que não deixa o comércio parar parece ser uma das faces mais frágeis desse risco. Mas, se a vida urbana facilitou o contágio, alguns padrões de urbanização também podem ajudar a combatê-lo.

Combatendo doenças infecciosas: 9 unidades de saúde projetadas pelo MASS

Abordando o problema da saúde na África e outros países, o escritório MASS ajudou a definir estratégias de projeto para mitigar e reduzir questões médicas críticas. Com alguns projetos operacionais e outros em andamento, estas instalações ajudam a combater uma ampla gama de doenças.

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Estética, funcionalidade e preservação em 16 casas portuguesas de pedra

Conhecida por ser um material versátil, resistente, barato e longevo, a pedra vem sendo há muito tempo utilizada em sistemas construtivos tradicionais de diversas partes do mundo. Sua praticidade, neutralidade e disponibilidade em determinadas regiões são fatores diretamente relacionados a tais características e que, combinados ao seu apelo estético, influenciam no uso deste material em projetos arquitetônicos contemporâneos.

Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]

De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.

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Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus

Coletividade e o bem comum: como a habitação mudará após o coronavírus - Imagem de Destaque
Pixelate © Imagem Subliminal. Imagem Cortesia de ODA Architecture

A humanidade está enfrentando um novo desafio coletivo sem precedentes. O isolamento, impulsionado pela auto-quarentena, por um período desconhecido. É um experimento social sem resultado previsível, porém uma constante na equação é a arquitetura.

Com mais da metade da população mundial habitando em cidades ou áreas densamente povoadas, atualmente bilhões de pessoas residem em pequenos espaços, separadas uns dos outros por tijolos, concreto e aço. O experimento de habitação social dos anos 50 e 60 originou uma nova tipologia arquitetônica, composta pela construção social subjacente, impulsionada pelo capitalismo, que nos orientava a cuidar de nossos próprios negócios. De alguma forma, durante a era dos arranha-céus, a ideia de isolamento se transformou em um símbolo de status, já que coberturas particulares, acessadas por elevadores privativos, hoje flutuam sobre as ruas da cidade.

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Na África, um protótipo de escola modular combina o prático e o utópico

O Banco Mundial acredita que a urbanização será “a transformação mais importante que o continente africano enfrentará neste século”, com a expectativa de que mais da metade da população viva em cidades até 2040. Isso se traduzirá em 40.000 pessoas migrando para as áreas urbanas todos os dias nos próximos 20 anos. Embora grande parte do debate arquitetônico sobre o futuro da África se concentre nas cidades, as áreas rurais costumam ser ignoradas. Essa, no entanto, tem sido a preocupação do arquiteto italiano Valentino Gareri, fundador do Valentino Gareri Architectural Atelier e designer sênior no Bjarke Ingels Group.

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6 visões sobre como a inteligência artificial transformará o projeto de arquitetura

Traduzido por Chen Yidong
O professor do MIT, Max Tegmark, escreve em seu livro Life 3.0: “Nós moldamos a era da inteligência artificial, por isso somos os guardiões do futuro.” A inteligência artificial tem sido uma caixa de Pandora repleta de oportunidades, podendo aumentar a segurança, a eficiência e a sustentabilidade das cidades, mas também ameaçando impactar o trabalho, a sociabilidade e a privacidade humana. A questão de como a inteligência artificial afetará o futuro das cidades também despertou o interesse de arquitetos/as e designers, tornando-se a pergunta central da Bienal de Arquitetura e Urbanismo de Shenzhen/Hong Kong de 2019 (UABB), a bienal de arquitetura mais visitada do mundo.

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Angola informal: um olhar sobre os musseques de Luanda

Este artigo é um exercício de observação e análise das diferentes formas de ocupação e uso do solo em tecidos urbanos informais ou autoproduzidos nos arredores de Luanda, e sua relação com o centro urbano consolidado da capital angolana.

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4 Exemplos de leis que moldaram a arquitetura e acabaram criando cartões postais

A capacidade das legislações urbanas em alcançar resultados completamente diferentes daqueles previstos é notória. Como é de costume, as diversas experiências frustradas registradas em cidades pelo mundo não são suficientes para impedir que novas leis e regulações sejam postas em prática.

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Chamada de projetos: Projete um módulo de casa na árvore no interior da França

YAC - Young Architects Competitions e Dartagnans lançam o Tree House Module, um concurso de ideias que visa projetar e construir um sistema de casas na árvore situado entre os oníricos castelos franceses de Vibrac, Mothe Chandeniers e Ebaupinay. Um prêmio em dinheiro de € 15.000 (além da execução do projeto vencedor) será concedido aos vencedores selecionados por um júri de destaque, composto por Espen Surnevik, Matthew Johnson (DS+R), Giulio Rigoni (BIG), Tue Hesselberg Foged (Effekt Architects), Peter Pichler e Patrick Lüth (Snøhetta).

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Universidade Nacional Autônoma do México disponibiliza gratuitamente série de publicações online

Como parte de um esforço da Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), a Livraria Carlos Obregón Santacilia disponibiliza gratuitamente algumas de suas publicações em formato digital. Esses textos abrangem publicações sobre temas como métodos de pesquisa, análise de processos administrativos relacionados ao campo da arquitetura, publicações teóricas, história da arquitetura em diferentes períodos e contextos, sistemas estruturais, eficiência energética, planejamento urbano, paisagem, patrimônio e reconstrução.

Como tornar as cidades mais inteligentes diante das mudanças climáticas e pandemias?

As cidades podem ser consideradas os grandes centros econômicos, sociais, tecnológicos e culturais da humanidade, tendo em vista as suas diversas funções e importância em termos de qualidade de vida de seus cidadãos. De acordo com dados das Nações Unidas (2017), atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades ou centros urbanizados e se espera que até 2050 esse número cresça para cerca de 70%. Ainda, no final de 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem alcançados por todos os países até 2030. Dada a importância das cidades, o ODS11 “Cidades e Comunidades Sustentáveis, é dedicado a esta agenda e busca essencialmente que as cidades e os assentamentos humanos procurem formas de serem inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

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Nunca sentimos tanta falta do espaço público

Confinados, alguns em mais metros quadrados do que outros. Me lembrei do filme Medianeras, aquele argentino onde a protagonista discorre sobre a solidão urbana falando de apartamentos “mono-ambientes” ou caixas de sapatos, mas também de encontros virtuais. Aquela realidade cinematográfica de 2011 é ainda mais real nesse momento, onde começamos a planejar happy-hours virtuais.

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Big Data e urbanismo: como sintetizar informações complexas para aplicação prática?

Os megadados, também chamados de dados massivos, dados em grande escala ou simplesmente big data (terminologia usualmente utilizada em espanhol ou inglês) é um termo que faz referência aos conjuntos de dados que, por sua dimensão e complexidade, requerem aplicativos informáticos para seu processamento. Em relação ao urbanismo, a copilação e gestão de dados, junto ao desenvolvimento de novas plataformas e conjuntos de ferramentas para sua interpretação, deu início a uma nova era no que diz respeito à análise da forma urbana, habilitando novos recursos para compreender, avaliar, supervisionar e gestionar a morfologia e a evolução das cidades.

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6 Museus brasileiros com visitas online para conhecer sem sair de casa

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Pinacoteca do Estado de São Paulo. Imagem: © Nelson Kon

Em meio a um período de restrições e isolamento, não é apenas o aspecto social que fica submetido ao distanciamento. O hábito de visitar museus e exposições também teve de ser interrompido na vida dos brasileiros e, apesar da experiência física frente às obras sempre representar uma oportunidade inesgotável de apreensão do impacto da imagem, a possibilidade de conhecer mostras e edifícios de museus online representa uma forma de manter preenchido este espaço no cotidiano de todos. As visitas online também são interessantes por viabilizarem o acesso à arte e à cultura de forma mais ampla e facilitada, e podem ser um estímulo àqueles que não têm por hábito na vida este tipo de atividade, para que um possível interesse se desperte e, passado o período de fechamentos, fomente a participação ativa no circuito museológico e artístico disponível nas cidades.

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Sobre encontrar motivação para continuar exercendo a arquitetura e a relevância da idade na contratação

The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos/as profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais. Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para designers, enquanto outros apresentam revisões de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O The Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina respondem a perguntas de ouvintes sobre como encontrar um emprego quando se é muito mais velho/a que os/as colegas de turma, formar-se na faculdade sem experiência profissional, deixar a arquitetura ao final de um programa de mestrado, prestar o CSE e transferir-se de instituição de ensino por causa do IPAL. Se você tiver alguma dúvida, ligue ou envie uma mensagem de texto para o canal de atendimento no número 213-222-6950.

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10 Residências peruanas contemporâneas que diluem os limites entre interior e exterior

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O Peru, com suas diversas condições geográficas e sua grande variedade de recursos naturais, possui uma arquitetura particularmente comprometida com sua paisagem. Nas três principais regiões que compõem o país - a costa, as montanhas e a selva - as diferenças entre as temperaturas médias de inverno e verão não são consideráveis e, com exceção das porções mais altas das montanhas, os climas são definidos como tropical ou subtropical. Essa condição específica faz com que a temperatura oscile entre 15°C e 27°C, com situações extremas de calor ou frio sendo atípicas. Por esse motivo, a relação entre arquitetura e espaços exteriores adquiriu particular relevância.

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Dicas para o ensino em ateliês de projeto na era da COVID-19

Desde que as restrições de quarentena da COVID-19 foram impostas, as redes sociais foram inundadas por imagens de profissionais trabalhando em casa, estudantes migrando para o ensino remoto e amigos/as e familiares socializando por chamadas de Skype e reuniões no Zoom. Diante da enxurrada de conselhos sobre como trabalhar em casa e manter uma rotina organizada neste período atípico, surge um questionamento recorrente: como estruturar um planejamento de longo prazo para o ensino online de ateliê de projeto?

Este artigo busca oferecer algumas diretrizes práticas para escolas e estudantes em todo o mundo, com base em nossa experiência com o ensino online de ateliê de projeto no programa de Mestrado da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tsinghua, desde fevereiro.

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