YAC - Young Architects Competitions e Dartagnans lançam o Tree House Module, um concurso de ideias que visa projetar e construir um sistema de casas na árvore situado entre os oníricos castelos franceses de Vibrac, Mothe Chandeniers e Ebaupinay. Um prêmio em dinheiro de € 15.000 (além da execução do projeto vencedor) será concedido aos vencedores selecionados por um júri de destaque, composto por Espen Surnevik, Matthew Johnson (DS+R), Giulio Rigoni (BIG), Tue Hesselberg Foged (Effekt Architects), Peter Pichler e Patrick Lüth (Snøhetta).
Como parte de um esforço da Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), a Livraria Carlos Obregón Santacilia disponibiliza gratuitamente algumas de suas publicações em formato digital. Esses textos abrangem publicações sobre temas como métodos de pesquisa, análise de processos administrativos relacionados ao campo da arquitetura, publicações teóricas, história da arquitetura em diferentes períodos e contextos, sistemas estruturais, eficiência energética, planejamento urbano, paisagem, patrimônio e reconstrução.
Vista aérea da cidade de São Paulo - SP. Foto de Sergio Souza, via Unsplash
As cidades podem ser consideradas os grandes centros econômicos, sociais, tecnológicos e culturais da humanidade, tendo em vista as suas diversas funções e importância em termos de qualidade de vida de seus cidadãos. De acordo com dados das Nações Unidas (2017), atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades ou centros urbanizados e se espera que até 2050 esse número cresça para cerca de 70%. Ainda, no final de 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem alcançados por todos os países até 2030. Dada a importância das cidades, o ODS11 “Cidades e Comunidades Sustentáveis, é dedicado a esta agenda e busca essencialmente que as cidades e os assentamentos humanos procurem formas de serem inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/936764/como-tornar-as-cidades-mais-inteligentes-diante-das-mudancas-climaticas-e-pandemiasLucas Rosse Caldas, Andrea Santos e Luan Santos
Imagem cortesia de Instituto a Cidade Precisa de Você
Confinados, alguns em mais metros quadrados do que outros. Me lembrei do filme Medianeras, aquele argentino onde a protagonista discorre sobre a solidão urbana falando de apartamentos “mono-ambientes” ou caixas de sapatos, mas também de encontros virtuais. Aquela realidade cinematográfica de 2011 é ainda mais real nesse momento, onde começamos a planejar happy-hours virtuais.
Os megadados, também chamados de dados massivos, dados em grande escala ou simplesmente big data (terminologia usualmente utilizada em espanhol ou inglês) é um termo que faz referência aos conjuntos de dados que, por sua dimensão e complexidade, requerem aplicativos informáticos para seu processamento. Em relação ao urbanismo, a copilação e gestão de dados, junto ao desenvolvimento de novas plataformas e conjuntos de ferramentas para sua interpretação, deu início a uma nova era no que diz respeito à análise da forma urbana, habilitando novos recursos para compreender, avaliar, supervisionar e gestionar a morfologia e a evolução das cidades.
Em meio a um período de restrições e isolamento, não é apenas o aspecto social que fica submetido ao distanciamento. O hábito de visitar museus e exposições também teve de ser interrompido na vida dos brasileiros e, apesar da experiência física frente às obras sempre representar uma oportunidade inesgotável de apreensão do impacto da imagem, a possibilidade de conhecer mostras e edifícios de museus online representa uma forma de manter preenchido este espaço no cotidiano de todos. As visitas online também são interessantes por viabilizarem o acesso à arte e à cultura de forma mais ampla e facilitada, e podem ser um estímulo àqueles que não têm por hábito na vida este tipo de atividade, para que um possível interesse se desperte e, passado o período de fechamentos, fomente a participação ativa no circuito museológico e artístico disponível nas cidades.
The Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos/as profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais. Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para designers, enquanto outros apresentam revisões de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O The Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina respondem a perguntas de ouvintes sobre como encontrar um emprego quando se é muito mais velho/a que os/as colegas de turma, formar-se na faculdade sem experiência profissional, deixar a arquitetura ao final de um programa de mestrado, prestar o CSE e transferir-se de instituição de ensino por causa do IPAL. Se você tiver alguma dúvida, ligue ou envie uma mensagem de texto para o canal de atendimento no número 213-222-6950.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126158/sobre-encontrar-motivacao-para-continuar-exercendo-a-arquitetura-e-a-relevancia-da-idade-na-contratacaoThe Second Studio Podcast
O Peru, com suas diversas condições geográficas e sua grande variedade de recursos naturais, possui uma arquitetura particularmente comprometida com sua paisagem. Nas três principais regiões que compõem o país - a costa, as montanhas e a selva - as diferenças entre as temperaturas médias de inverno e verão não são consideráveis e, com exceção das porções mais altas das montanhas, os climas são definidos como tropical ou subtropical. Essa condição específica faz com que a temperatura oscile entre 15°C e 27°C, com situações extremas de calor ou frio sendo atípicas. Por esse motivo, a relação entre arquitetura e espaços exteriores adquiriu particular relevância.
Desde que as restrições de quarentena da COVID-19 foram impostas, as redes sociais foram inundadas por imagens de profissionais trabalhando em casa, estudantes migrando para o ensino remoto e amigos/as e familiares socializando por chamadas de Skype e reuniões no Zoom. Diante da enxurrada de conselhos sobre como trabalhar em casa e manter uma rotina organizada neste período atípico, surge um questionamento recorrente: como estruturar um planejamento de longo prazo para o ensino online de ateliê de projeto?
Este artigo busca oferecer algumas diretrizes práticas para escolas e estudantes em todo o mundo, com base em nossa experiência com o ensino online de ateliê de projeto no programa de Mestrado da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tsinghua, desde fevereiro.
https://www.archdaily.com.br/pt/1127081/dicas-para-o-ensino-em-atelies-de-projeto-na-era-da-covid-19Martijn de Geus
Em seu livro “Life 3.0”, o professor do Massachussets Institute of Technology, Max Tegmark, diz que “à medida que formos avançando na era da inteligência artificial, cada um de nós será um pouco mais responsável pelo futuro da vida no planeta.” Ainda hoje, a inteligência artificial muitas vezes é vista como uma espécie de caixa de pandora. Enquanto por um lado ela é encarada como uma ferramenta capaz de promover a segurança, a eficiência e a sustentabilidade nas cidades, por outro lado, ela é também representa uma ameaça aos seres humanos, algo que desencadeará um amplo processo de substituição da força humana de trabalho por máquinas gerando desemprego e isolamento social em massa. Neste contexto, a questão sobre como a Inteligência Artificial afetará as nossas cidades do futuro também tem chamado à atenção de arquitetos e designers do mundo todo, além de ter sido a questão central da Bi-City Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen 2019, atualmente o evento de arquitetura mais visitado do mundo.
https://www.archdaily.com.br/pt/936668/6-reflexoes-sobre-o-papel-da-inteligencia-artificial-no-futuro-das-cidadesNiall Patrick Walsh
Paraisópolis. Imagem de Vilar Rodrigo, sob licença CC BY-SA 3.0
Para a maioria dos moradores de São Paulo, favelas como Paraisópolis são um problema que deve ser enfrentado pela cidade. No entanto, quando se olha o processo de urbanização da cidade mais ao fundo, vemos que, apesar das dificuldades da região, ela tem muito a ensinar aos bairros nobres de São Paulo — como seu vizinho, o Morumbi.
Com o objetivo de conceber um espaço de imersão sensorial para interiores, a equipe de design do Aqua Creations desenvolveu a luminária Manta Ray. Trata-se de uma instalação de iluminação equipada com tecnologia LED RGB responsiva que, ao misturar tons de vermelho, verde e azul, é capaz de gerar mais de 16 milhões de cores distintas. A equipe predefiniu seu espectro cromático, permitindo ajustar a intensidade do brilho de 0,1% a 100%. O sistema possibilita, inclusive, o download de imagens e vídeos em sua memória interna, permitindo que os/as usuários/as adicionem cor e dinamismo a esse espaço expressivo, ou criem uma atmosfera calorosa e intimista para ambientes privados.
A cidade é de todas as pessoas, é o reflexo de quem somos como sociedade; por isso, devemos cuidá-la, pois é nossa! Temos um compromisso cívico. (Cívico, do latim civis / Cidade, cidadão/ã, do latim civitas)
Como reflexo do comportamento humano, o espaço domiciliar não é apenas a personificação das convenções sociais e hábitos culturais de uma sociedade, mas fundamentalmente um espaço que transparece todas as nossas idiossincrasias. Desde o advento do modernismo, inúmeros arquitetos utilizaram o design de interiores como uma ferramenta para expressar suas principais teorias e conceitos em relação a arquitetura e o espaço. No projeto da Casa Vanna Venturi, Robert Venturi optou por inserir componentes super-dimensionados em uma casa relativamente pequena, criando uma relação complexa e contraditória entre os seus elementos e o espaço. Na Villa Mairea, Alvar Aalto construiu uma casa “imperfeita”, como uma maneira de subverter os rígidos padrões estéticos impostos pelo funcionalismo. A Casa 2 LDK, projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker de 2012, o arquiteto chinês Wang Shu conseguiu inserir um pátio dentro de uma projeção de apenas cinquenta metros quadrados.
Na China, como resultado do recente e voraz processo de urbanização que transformou o país ao longo das últimas décadas, a maioria dos cidadãos foram forçados à viverem empilhados em apartamentos modulares e estandardizados, estruturas repetitivas construídas às pressas para atender uma demanda cada dia maior. Edifícios assépticos, desprovidos de escala, estilo e completamente desconectados de seus contextos específicos. Felizmente, até mesmo em um mar de estruturas estéreis, arquitetos se mantiveram fiéis aos seus conceitos e teorias, combatendo a padronização com criatividade e sagacidade. A equipe do ArchDaily China entrevistou quatro arquitetos de alguns dos mais importantes escritórios de arquitetura do país, incluindo o Atelier FCJZ, o Qiuye Jin Studio, o Atelier tao + c e o maison h, na esperança de revelar uma sutil diferença entre o significado de “habitação” e “casa”, e como eles têm lidado com estas estruturas altamente padronizadas ao desenvolver projetos específicos de interiores para seus clientes ao redor do país.
https://www.archdaily.com.br/pt/936213/como-os-arquitetos-de-hoje-interpretam-o-design-de-interiores-na-china韩爽 - HAN Shuang
Como parte de uma iniciativa do Infonavit para impulsionar a recuperação de três parques de bairro localizados na cidade de Tuxtla Gutiérrez, Chiapas: “San Juan”, “Las Torres” e “Canteras”. Esses loteamentos carecem de uma infraestrutura eficiente, o que gera uma imagem urbana deteriorada, altos índices de insegurança e uma total falta de apropriação dos espaços públicos. Diante desse cenário, a T+E Arquitectos e a Fracciona Arquitectura uniram forças para transformar esses espaços, atendendo às demandas específicas de cada local.
Como um dos elementos arquitetônicos que com frequência promove a relação entre interior e exterior, a varanda também pode ser atribuída como o elemento intermediário entre a rua e os espaços interiores. No entanto, como elemento de destaque nas fachadas de edifícios - residenciais ou comerciais - estas podem promover certo desconforto térmico, dada a incidência direta da luz solar, ou no que se refere a privacidade, considerando sua posição em destaque e certo voyeurismo por aqueles que transitam no ambiente urbano. A partir disso, é no modernismo que arquitetos iniciam o processo de aplicação de brises de concreto e em alguns casos, cobogós, sobre a fachada de seus edifícios. Contudo, hoje em dia, com uma gama de materiais e possibilidades, profisisonais tem cada vez mais se apropriado de novas soluções em brises para proteger estes espaços das intempéries ao passo que garantem privacidade.
À medida que as cidades crescem e as realidades diárias modificam-se, as pessoas recorrem a novas maneiras de manter seu bem-estar. Embora o incentivo de estilos de vida ativos tenha sido o foco de muitos arquitetos e urbanistas, com o intuito de estimular o conforto e a saúde humana, os últimos tempos mostraram que essas instalações cobiçadas publicamente, nem sempre são acessíveis
Após as primeiras lições Pensar a traço e Riscar o mundo, a OSS (Office for Strategic Space), junto ao professor Justo Isasi, catedrático de Projetos Arquitetônicos na ETSAM (Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid, UPM), nos apresenta a terceira aula desenhada: Histórias a traço.
Museus são organizações complexas: curadores, arquitetos de exposições, restauradores, editores e profissionais de marketing precisam trabalhar juntos para garantir que as obras de arte em galerias e exposições sejam exibidas adequadamente ao público. Para esse processo, é fundamental o uso de vitrines eficazes, as quais devem proteger a arte e destacá-la esteticamente. Abaixo, delineamos algumas dessas considerações visuais e práticas com exemplos fotográficos da Goppion, dando algumas indicações de como alguém deve escolher quais casos de exibição usar.
Uma das cidades mais famosas do mundo - e a mais populosas dos Estados Unidos -, Nova Iorque apresenta uma grande mistura de culturas e história que foram moldadas ao longo dos séculos, com a arte e a arquitetura desempenhando um papel fundamental neste desenvolvimento.
Enquanto o mundo está em pausa e todos nós estamos aprendendo a trabalhar em casa, tentando manter os níveis habituais de produtividade e combatendo a falta de foco, nós, do ArchDaily, queremos ajudar nosso público leitor a manter a mente ativa durante este desafio. Uma das maneiras de não se deixar absorver pela rotina diária é garantir estímulos mentais todos os dias, e temos a proposta ideal para você!
Com muitos projetos suspensos no momento e profissionais de arquitetura enfrentando dificuldades para encontrar novos trabalhos, buscamos algo para manter sua mente ocupada nesse ínterim — participar de um concurso ajudará a manter a produtividade e a superar desafios enquanto a maior parte dos planos está adiada. Continue lendo para conhecer uma lista de 7 concursos dos quais você pode participar agora mesmo.
Originados por volta de 7500 aC, os tijolos fazem parte da estética tradicional de muitas cidades ao redor do mundo. Ao longo de sua história, no entanto, a indústria de tijolos mudou e modernizou para permanecer relevante em termos de arquitetura. As inovações na fabricação de tijolos continuam a oferecer novas oportunidades de design, combinando o calor e o caráter dos materiais naturais com a eficiência e a estética dos edifícios modernos.
Campo de produção de energia eólica em Mölsheim, Alemanha. Foto de Karsten Würth, via Unsplash
Um estudo divulgado pelo Projeto Drawdown mostra que neste exato momento temos acesso imediato a pelo menos 76 soluções para frear as mudanças climáticas. As soluções apresentadas são relativamente simples e o custo de colocá-las em prática é menor do que o custo de não adotar nenhuma medida.
Em 2020, o ArchDaily completa seu 12º ano de trajetória. Agradecemos por nos acompanhar ao longo de toda a década de 2010, crescendo conosco e contribuindo para o design arquitetônico. O site do ArchDaily China completa 5 anos este ano, período no qual inserimos a arquitetura chinesa no fluxo do debate global, apresentando-a ao mundo e, ao mesmo tempo, trazendo informações globais de arquitetura para o público chinês. Mantemos nosso compromisso original de ser uma plataforma aberta que beneficia a todos, tornando o campo da arquitetura mais inclusivo e igualitário.
Este ano, convidamos novamente nosso público leitor na China a participar da seleção do Prêmio ArchDaily Edifício do Ano 2020 na China. Ao votar de forma imparcial e sem restrições geográficas, você passa a fazer parte de um júri de grande escala, ajudando a selecionar os projetos arquitetônicos mais representativos da atualidade. Nas próximas três semanas, entre mais de 600 projetos chineses, 10 finalistas serão indicados por vocês para compor a lista dos dez melhores edifícios do ArchDaily China, culminando na votação que definirá os três grandes vencedores.
Chegou a hora de apoiar os projetos de arquitetura que você mais admira. Acesse esta página para indicar o Edifício do Ano 2020 na China! Clique em “Leia mais” ao lado para conferir as diretrizes completas da premiação.