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O Museu M+ de Herzog & de Meuron fotografado pelas lentes de Kris Provoost

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O fotógrafo Kris Provoost registrou novas imagens do Museu M+, projetado pelo escritório Herzog & de Meuron em Hong Kong. Com foco na arte, no design, na arquitetura e na imagem em movimento dos séculos XX e XXI, o M+ será o elemento central do Distrito Cultural de West Kowloon, além de um espaço fundamental para promover o intercâmbio interdisciplinar entre as artes visuais e as artes cênicas na Ásia.

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Polias e engrenagens: projetos que usam mecanismos manuais para transformar os espaços

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Os sistemas mecânicos suportados por dispositivos como polias, engrenagens, bobinas, cabos e contrapesos podem ser muito úteis para impulsionar e transmitir forças, gerando o movimento ou deslocamento de certos elementos de uma maneira relativamente simples, sem a necessidade de envolver energia elétrica. A incorporação desses mecanismos em projetos arquitetônicos gera a possibilidade de alterar manualmente a disposição dos elementos que definem os espaços sob uma perspectiva didática e recreativa.

Yemail Arquitectura: Bibliotecas em espaços interiores na Colômbia

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Um dos elementos presentes em quase todo espaço interno, seja em residências, comércios, escritórios ou até mesmo pavilhões, são as bibliotecas. Yemail Arquitectura, escritório sediado em Bogotá, compartilha conosco sua exploração deste elemento que faz parte das configurações espaciais em seus projetos de diversos usos.

Fotografias aéreas mostram a desigualdade social refletida no espaço urbano

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Em todo o mundo, aglomerados urbanos apresentam, em maior ou menor grau, diferenças sociais e econômicas. Refletidos no espaço, esses desequilíbrios de renda e acesso à educação, saúde, saneamento e infraestrutura geram rupturas mais ou menos visíveis - embora drasticamente sentidas.

Realidade cotidiana para alguns, as desigualdades sócio-espacias podem passar despercebidas aos olhos de outros, sobretudo do nível do chão - do ponto de vista individual que, por definição, não abrange o todo. De cima, a partir de um olho imaginário que enxerga a totalidade das relações, ignorar essas desigualdades seria mais difícil - é isso que nos apresenta a série Unequal Scenes, do fotógrafo sul-africano Johnny Miller.

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Kristin Feireiss sobre os 40 anos da Aedes, empoderamento feminino e o futuro da arquitetura

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No auge do pós-modernismo, e em meio à emergência de conceitos como renovação urbana e participação pública, o Aedes Architecture Forum, a primeira galeria privada de arquitetura do mundo, abriu suas portas em Berlim, em 1980. Fundada pela jornalista Kristin Feireiss e por Helga Retzer — que na época não eram arquitetas nem atuavam regularmente no campo da arquitetura —, a Aedes tinha como propósito incentivar um diálogo internacional em torno de temas como ambiente urbano, espaço e sociedade.

Pouco tempo após sua criação, o centro tornou-se parte integrante da cena arquitetônica internacional contemporânea, promovendo debates, buscando novas ideias, apresentando a vanguarda e destacando jovens talentos. Ao oferecer a arquitetos e arquitetas um espaço estimulante para apresentar suas ideias arquitetônicas e urbanas, a Aedes sediou exposições de nomes como Zaha Hadid, Venturi Scott Brown, Cedric Price, John Hejduk, OMA (Office for Metropolitan Architecture), Peter e Alison Smithson, e Bernard Tschumi, para citar apenas alguns.

Comunicar ideias através da pré-visualização da realidade

A troca de ideias e conceitos é uma parte fundamental de qualquer grande projeto de construção moderno. Profissionais de arquitetura, investidores, construtoras e subempreiteiras utilizam diferentes ferramentas para formar imagens tanto mentais quanto modeladas do resultado final. Quando algumas partes dependem de renderizações ou animações virtuais (fly-throughs) e outras utilizam desenhos bidimensionais (2D), podem surgir falhas de comunicação. A Reynaers descobriu que, ao reunir profissionais de diferentes disciplinas em seu espaço Avalon, a névoa dos mal-entendidos se dissipa e decisões difíceis podem ser tomadas imediatamente.

Romênia reinventada: projetos culturais construídos para a modernidade

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A arquitetura moderna da Romênia funde perspectivas globais com tradições locais. Dos estilos pré-modernos ao trabalho pós-revolução que começou no início dos anos 90, o ambiente construído do país é incrivelmente diversificado. De cidades como Bucareste a Cluj-Napoca e Timisoara, projetos modernos estão sendo criados entre estruturas históricas.

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A imagem fala: ou, por que precisamos ir além dos renders

A arquitetura, do mesmo modo que qualquer outra profissão, necessita de ferramentas específicas para acontecer. Como o poeta usa a caneta e o carpinteiro o serrote, o arquiteto também usa alguns instrumentos para traduzir suas arquiteturas imaginárias em paredes, chão e teto. A complexidade, porém, da arquitetura exige mais que caneta e serrote, muito mais que régua e prancheta; atividade coletiva e realizada e múltiplas etapas, até que se faça a arquitetura propriamente dita – aquela concreta – há passos que devem ser seguidos e, para cada um deles, as ferramentas mais adequadas.

Na arquitetura não há quem não tenha fracassado. Dito de outro modo, não há arquiteto ou arquiteta que tenha conseguido, todas as vezes, transformar as ideias em espaço concreto, construído. Aliás, essa espécie de “fracasso” é muito recorrente na profissão; o longo e intrincado processo necessário para trazer uma ideia ao mundo das concretudes faz com que a maior parte de nossos projetos permaneça apenas projeto. Assim, lidamos boa parte do tempo com representações – ou apresentações, já que não existe um referencial concreto a ser re-apresentado.

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Como criar e gerenciar painéis de fachada com elementos BIM: tutoriais e inspiração

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Sistemas de fachadas moduladas em painéis são elementos de projeto exterior populares em múltiplos tipos de projetos na arquitetura contemporânea. Diferentes opções de materiais e cores criam exteriores únicos e completamente personalizados, com versatilidade suficiente para se adaptar a quase qualquer estilo de projeto. Garantir, contudo, que a visão de projeto ganhe vida exatamente como o imaginado pode ser uma tarefa exaustiva utilizando apenas as ferramentas nativas do Revit ou do Archicad. O demorado processo manual de especificação do desenho, modulação, cores e métodos de fabricação de uma fachada em painéis pode ser simplificado e tornado mais intuitivo com os elementos BIM da Steni.

Aquários contemporâneos, uma experiência mística da vida marinha

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Aquários são construções com um programa bastante específico que têm como objetivo oferecer aos visitantes uma experiência quase mística: observar de perto a vida marinha. Com uma programação diversificada, muitas vezes incluem instalações para reabilitação e conservação, bem como espaços educacionais para apoiar o aprendizado e a descoberta. Hoje, os aquários modernos oferecem vislumbres da vida aquática tanto acima quanto abaixo da água.

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A cidade que nos devemos no Peru

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As cidades são a síntese de milhares de anos de acordos, tão frágeis quanto nós, mas, ao mesmo tempo, maravilhosamente adaptáveis às mudanças. Por isso, continuam sendo o melhor ecossistema para o desenvolvimento de nossas vidas, já que, graças à densidade, nos permitem maximizar os benefícios dos equipamentos, serviços e espaços públicos que criamos como suporte para o bem-estar a que aspiramos.

Aparentemente, tudo isso está em crise hoje, em decorrência da pandemia causada pela disseminação da covid-19; no entanto, se analisarmos nossa história, encontraremos epidemias muito mais letais que nos deixaram como consequência melhorias substanciais na forma como vivemos.  

Após o coronavírus, o que será do paisagismo?

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A crise urbana traz muitos desafios, mas também apresenta oportunidades para os arquitetos paisagistas ajudarem a construir espaços verdes e cidades mais justas.

Como um morador de Los Angeles que não dirige, andar pela cidade a pé e de bicicleta sempre me fez sentir como se todos os lugares fossem meus.

Mas, nos últimos dois meses, os habitantes têm frequentado mais as ruas, como se todos tivessem descoberto pela primeira vez, que são capazes de explorar a cidade sem carro. Embora a maioria das praias e trilhas da cidade tenham sido fechadas, mesmo sendo reabertas, desde então, notei que o rio Los Angeles se tornou o novo "ponto de referência" da cidade, como um ponto de encontro, socialmente distante. Em uma cidade que não possui parques públicos adequados, as pessoas estão transformando qualquer pedaço de grama ou calçada - seja um pátio de uma escola, um canteiro central ou um trecho de concreto ao lado de um estacionamento - em um local de alívio da loucura.

Três fachadas de vidro com eficiência energética que funcionam

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Desde o momento em que o primeiro edifício inteiramente de vidro foi proposto por Mies van der Rohe, profissionais da arquitetura têm buscado a fachada perfeita. Um sistema de fachada bem projetado costuma ser a diferença entre uma impressão de projeto medíocre e uma espetacular. Restrições de orçamento, estética e desempenho exigem um equilíbrio cuidadoso. Embora cada projeto seja único, o desenvolvimento de uma estrutura de tomada de decisão simplifica consideravelmente o processo.

Os tijolos de vidro estão voltando, novamente, à arquitetura

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Em 1977, um artigo do The New York Times escrito por Carter B. Horsley proclamava “o auge dos glamorosos tijolos de vidro”: antes um material “de segunda categoria”, os tijolos de vidro começavam a ganhar aceitação entre arquitetos em projetos residenciais e de restaurantes por sua translucidez, privacidade, interesse visual e senso de ordem. Após o uso breve, mas generalizado, de tijolos de vidro, muitos agora associam o material a estilos arquitetônicos desatualizados dos anos 80, uma estética que poucos parecem interessados em reviver. No entanto, arquitetos contemporâneos pioneiros começaram a usar esse material exclusivo de maneiras novas e distintamente modernas, seja para banheiros elegantes e minimalistas, bares e restaurantes industriais, janelas residenciais vintage ou até fachadas urbanas experimentais. Como Horsley afirmou, parece que os tijolos de vidro glamourosos estão no auge - de novo.

Perdendo a escala: aeroportos vistos de cima

Perdendo a escala: aeroportos vistos de cima - Imagem de Destaque
Aeroporto Jandakot, Austrália. Imagem de Nearmap. Via Instagram

Em diversos momentos da história, a escala humana e a aproximação dos edifícios à dimensão sensível e vinculada ao corpo foram valores perseguidos pelos arquitetos e objeto de reflexão dentro da produção teórica do campo. Embora seja uma virtude que um espaço possa ser apreendido em uma relação direta entre pessoa e construção, existem situações, e mais do que isso, algumas escalas de projeto, que só podem ser percebidas a partir de um olhar mais distanciado. 

Os novos desafios para a preservação do patrimônio histórico em Havana

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Havana é um deleite para aqueles que romantizam a idéia de uma cidade que parece ter parado no tempo. O tecido urbano da capital cubana ostenta orgulhosamente as marcas de sua história, desde a sua fundação pelos espanhóis, a influência da arquitetura mourisca e posteriormente, soviética. Mas além deste imaginário kitsch que permeia este pequeno país insular no meio do Caribe, caracterizado por uma arquitetura colorida e veículos majoritariamente dos anos 50, o que fica evidente quando se visita Cuba por primeira vez, é a privação que o país experimentou ao longo de sua história.

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A Grande Baía: Integração, Diferenciação e Ecologias Regenerativas

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A relevância da Grande Área da Baía (Greater Bay Area) no cenário geopolítico internacional cresce de forma constante. Apoiando-se em projeções e observações de Li Shiqiao, Rem Koolhaas e Manuel Castells como bases principais para sua interpretação desse processo, Thomas Chung investiga a futura configuração que o projeto do presidente Xi Jinping delineará, envolvendo nove áreas urbanas do Delta do Rio das Pérolas e as duas Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau. Com o objetivo de traçar um panorama de futuros possíveis, o autor recupera criticamente as diversas inflexões políticas que afetaram o Delta do Rio das Pérolas desde a Política de Portas Abertas na década de 1980 até a consolidação de seu papel contemporâneo em escala global.

Para a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (21 de dezembro de 2019 a 8 de março de 2020), o ArchDaily está trabalhando em colaboração com a curadoria da seção "Eyes of the City" para estimular o debate sobre como as novas tecnologias podem impactar a arquitetura e a vida urbana. A contribuição a seguir faz parte de uma série de ensaios científicos selecionados por meio da chamada de trabalhos "Eyes of the City", lançada em preparação para as exposições: pesquisadores/as internacionais foram convidados/as a enviar suas reflexões em resposta ao manifesto da curadoria de Carlo Ratti Associati, Politecnico di Torino e SCUT, que você pode ler aqui.

O que torna a Dinamarca um modelo? Nova exposição explora o cotidiano no país europeu

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O que torna a Dinamarca um modelo e quais são os ingredientes do cobiçado estilo de vida dinamarquês? A nova exposição Hello Denmark, apresentada pelo Centro de Arquitetura Dinamarquês (DAC) em Copenhague, mostra as condições que contribuem para a alta qualidade de vida do país nórdico. Essa exploração do cotidiano cria uma maneira nova e única de compreender a arquitetura e o design.

Conheça alguns dos maiores estúdios de visualizações de arquitetura do mundo

Em um mundo dominado por imagens, nosso modo de fazer e consumir arquitetura está se tornando cada dia mais dependente do visual. Deste modo, ferramentas de representação estão passando a desempenhar um papel cada vez mais decisivo na forma como concebemos e desenvolvemos nossos projetos. Em muitos casos, escritórios de arquitetura se vem compelidos à buscar ajuda, voltando-se à experientes estúdios de modelagem e renderização 3D para poder retratar mais fidedignamente seus conceitos e ideias.

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Uma breve história da fotografia de arquitetura

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A partir dos primeiros experimentos realizados pelo francês Joseph Niépce em 1793, e de seu primeiro teste de maior sucesso em 1826, a fotografia tornou-se objeto de exploração e recurso de registro de momentos vividos e lugares do mundo. Dentro do amplo espectro da produção fotográfica ao longo da história, em vários casos a arquitetura desempenhou papel protagonista nos registros, seja pela perspectiva da fotografia enquanto arte, documento ou, como foi muitas vezes, instrumento de construção de cultural.

Com grande autonomia enquanto prática e debate particular dentro desse tema, a fotografia de arquitetura tem a capacidade de reiterar uma série de aspectos expressivos das obras retratadas, tensionar a relação das mesmas com seus entornos, propor leituras específicas ou genéricas dos edifícios, entre outras possibilidades de investigação.

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Tiny Houses como transição para moradores em situação de rua

A questão do déficit habitacional assola praticamente todos os países. Segundo um estudo da McKinsey Global Institute, 330 milhões de famílias urbanas em todo o mundo carecem de uma moradia decente ou os custos da moradia são tão pesados que elas precisam renunciar a outras necessidades básicas, incluindo alimentação, assistência médica e educação para os filhos. Segundo a WRI (World Resources Institute), estima-se que 1,6 bilhão de pessoas carecerão de habitação adequada até o ano de 2025.

Resolver esse problema é, compreensivelmente, complexo. Ter uma boa moradia significa muito mais do que simplesmente ter um teto sobre a cabeça. Uma boa moradia é essencial para a segurança física e financeira, a produtividade econômica e o bem-estar humano. Além do conforto adequado, é essencial que essas casas sejam integradas à cidade, empregos, infraestrutura e serviços urbanos. Para as pessoas que vivem na rua, essa questão é ainda mais delicada. Entre muitas outras necessidades, ter um lugar para estruturar uma vida é essencial para avançar e prosperar. Um projeto que enfrenta esse problema é o Emerald Village Eugene (EVE), uma comunidade de micro-habitações acessível com um modelo único de moradia estruturado para permitir que os moradores façam a transição das ruas.

Como a realidade aumentada e a realidade virtual melhorarão o futuro dos estádios

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Ao longo da história, pessoas de todas as origens com pouco em comum têm encontrado maneiras de se unir em parques de bairro e estádios lotados para deixar de lado essas diferenças em prol do amor ao esporte. O esporte e seus entusiastas são uma fonte de unidade global, e talvez existam poucos outros eventos no mundo capazes de gerar uma gama tão ampla de emoções quanto uma partida ao vivo.

Que tipo de cidade queremos e o que vamos fazer para alcançá-la?

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Este artigo sobre habitação no México tem como objetivo compreender a cidade em que vivemos. A orientação dos/as especialistas foi crucial para entender um pouco de sua complexidade. Agradecimentos especiais a Josefina McGregor, Andrés Sañudo e Rosalba Loyde pelos conhecimentos compartilhados para a realização deste artigo.

Quando o confinamento chegou às nossas vidas no México, em março, devido à COVID-19, a hashtag #YoMeQuedoEnCasa nunca se tornara tão relevante. No entanto, com o passar dos dias, o lema foi substituído por #ParaQuedarseEnCasaHayQueTenerUna após alguns veículos de imprensa e coletivos cidadãos denunciarem a tentativa de despejo de um idoso de seu apartamento no Edifício Trevi em plena quarentena. Esses despejos vêm ocorrendo de maneira gradual, como o do repórter Carlos Acuña em agosto de 2019.

Documentário mostra o fenômeno das sacadas improvisadas na Ucrânia

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Aproveitando-se da falta de regulamentação e fiscalização no país, muitos ucranianos desenvolveram formas criativas —e não menos ilegais— para lidar com o problema da falta de espaço em seus apartamentos, estruturas majoritariamente construídas em tempos de união soviética. Este é o plano de fundo do curta metragem Enter Through The Balcony, um documentário dirigido pelo diretor ucraniano Roman Blazhan que explora um dos principais fenômenos da arquitetura ucraniana nos dias de hoje, apresentando um panorama completo do atual contexto econômico, social e cultural da Ucrânia pós-soviética.

Além de revelar uma postura singular em relação ao espaço privado versus espaço público, a forma com que os ucranianos se apropriam destes espaços improvisados denuncia também os antagonismos de um projeto universalizante e a liberdade individual e de expressão, uma contrariedade que ainda hoje permeia a vida de muitas pessoas que habitam em estruturas similares em países do antigo bloco soviético.

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