1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

O conhecimento como agente disruptivo na prática em rede do UNStudio

Acesso exclusivo | 

Após os primeiros anos de atuação no mercado, Ben van Berkel e Caroline Bos rebatizaram seu escritório de arquitetura como UNStudio. Abreviação de United Network Studio, a mudança de nome é emblemática da natureza colaborativa e baseada em conhecimento da empresa, que hoje se expandiu para seis escritórios em todo o mundo.

A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 

A diversidade de espaços cívicos em áreas urbanas e rurais tem demonstrado continuamente o quanto essas estruturas valorizam as conexões humanas, independentemente de programa, técnica construtiva, escala ou localização geográfica. Abrangendo desde instalações educacionais e museus até centros de arte, bibliotecas, templos religiosos e memoriais, esses projetos enriquecem a malha urbana com programas culturais que oferecem aos membros da comunidade espaços para aprender, entreter-se, criar e relaxar.

A seleção de Melhores Projetos Não Construídos desta semana destaca propostas de caráter cultural enviadas pela comunidade do ArchDaily de diversas partes do mundo. De um sistema de gestão hídrica voltado para crises ambientais no Egito a um memorial estruturalmente interligado nos Estados Unidos, esta compilação de projetos não construídos mostra como os/as profissionais da arquitetura responderam às necessidades contextuais e espaciais de suas propostas por meio de soluções inovadoras e locais. O artigo também inclui projetos na Itália, China, Uruguai, Polônia, Irã, Hungria, Rússia e Reino Unido.

A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Image 20 of 4A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Image 53 of 4A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Image 83 of 4A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Image 126 of 4A renovação de um templo na Hungria e um centro vinícola na China: 14 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 187

Um estádio de beisebol na Coreia do Sul e um centro aquático no Canadá: 8 instalações esportivas não construídas enviadas ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 

O esporte desempenha um papel fundamental na vida de qualquer cidade; no entanto, os edifícios que abrigam essas atividades impõem um conjunto específico de desafios para os/as arquitetos/as. Escala e dimensões precisam ser adaptadas para permitir movimentos livres, as alturas são ajustadas à força do arremesso dos/as atletas e a iluminação, as superfícies e os acabamentos exigem atenção minuciosa. A questão torna-se ainda mais complexa quando essas atividades passam a sediar eventos de grande escala. O fluxo de pessoas transforma-se em parte integrante do projeto, uma vez que diferentes perfis de usuários/as demandam rotas de circulação independentes.

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca o desenho de centros esportivos enviados pela comunidade do ArchDaily. De um estádio de tênis na Itália a um pavilhão de ioga nas falésias de Portugal, esta seleção apresenta propostas focadas no movimento, na prática, no acompanhamento e no aproveitamento dos esportes, seja tênis, beisebol, ioga ou futebol. O artigo reúne projetos de diversos países, como Coreia do Sul, Canadá, Portugal e Argentina.

Arquitetura, Memes e Influenciadores de Redes Sociais

Acesso exclusivo | 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Harris Poll/Lego com crianças nos Estados Unidos, Reino Unido e China, quase um terço das que têm entre oito e 12 anos deseja ser "YouTuber" quando crescer. Esse número é três vezes maior do que o de crianças que diziam querer ser astronautas há apenas uma década. As implicações de como essa geração de futuros/as influenciadores/as e criadores/as de conteúdo pode impactar significativamente o campo do design e da arquitetura nos levam a uma pergunta: estaríamos prestes a testemunhar a ascensão dos/as influenciadores/as de arquitetura?

Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas

Acesso exclusivo | 

Projetar um ambiente educacional é uma tarefa específica e delicada. Unir as demandas de segurança infantil e otimização do aprendizado a um apelo estético e a um conceito sólido pode dar origem a alguns dos projetos mais belos e singulares da arquitetura. Uma configuração comum é a escola elíptica ou circular. Um ambiente educacional circular, mais especificamente em forma de anel, pode sugerir uma sensação de proteção e segurança por meio de uma envoltória acolhedora. Trata-se também de uma configuração prática que envolve e conecta múltiplas funções, permitindo, assim, momentos de interação através do pátio central.

Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas - 1 的图像 4Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas - 2 的图像 4Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas - 3 的图像 4Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas - 4 的图像 4Círculos de aprendizagem: 12 projetos educacionais com plantas elípticas - Mais Imagens+ 42

Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind

Acesso exclusivo | 

O arquiteto, artista, professor e cenógrafo polonês-americano Daniel Libeskind, fundador do Studio Libeskind em 1989, acredita que os edifícios são concebidos com uma energia humana perceptível, construídos com o intuito de dialogar com o contexto cultural mais amplo no qual se inserem. Seu compromisso em expandir o escopo da arquitetura reflete seu profundo interesse e envolvimento com a filosofia, a arte, a literatura e a música.

Ele aborda a noção de que o desenho se assemelha a uma partitura, uma peça musical interpretada por uma comunidade em sintonia. Proporções, luz e materialidade estão todas implicadas no desenho e, da mesma forma, os edifícios também são chamados a apresentar espaço e atmosfera, iluminando a própria prática.

Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind - Image 1 of 4Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind - Image 2 of 4Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind - Image 3 of 4Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind - Image 4 of 4Como a arquitetura comunica o contexto cultural mais amplo: 4 projetos do Studio Libeskind - Mais Imagens+ 23

Um conjunto inspirado nas gotas de vinho abriga o "Bloodlust Wine Bar" no Vale de Guadalupe, México

Acesso exclusivo | 

Com uma espetacular estrutura amorfa, Bloodlust Wine Bar está localizado no Ejido El Porvenir, no coração do Vale de Guadalupe, Baixa Califórnia, México. Suas origens remontam ao final de 2019, sob a idealização de Juliette Cheanne, Poncho Muriedas e Yuri Muriedas, três mentes extremamente criativas com uma única missão em comum: dar vida a um espaço gastronômico onde, além de contar com uma fachada arquitetônica inimitável concebida pelo ilustrador surrealista Jaime Zuverza, o local também oferecesse uma experiência sonora e visual a todos que o visitassem.

O que é uma ADU? Mais uma tendência ou o futuro da habitação?

Acesso exclusivo | 

Em uma época na qual os preços dos imóveis residenciais são inacessíveis e as pessoas buscam, mais do que nunca, reduzir o tamanho de suas moradias, surge o conceito de Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês). Essas residências de pequenas dimensões e altamente personalizáveis estão conquistando os quintais de todos os Estados Unidos, permitindo que proprietários/as construam em seus terrenos e as aluguem para inquilinos/as.

A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as

Acesso exclusivo | 

Existe um grupo de jovens arquitetos/as chineses/as que se define de forma única e apresenta ao público a “nova geração” de profissionais da área. Não se apegam a definições e rompem com as convenções. Pensam por si e agem de acordo com suas próprias crenças. Além de arquitetos/as, também são artistas, pintores/as, escultores/as e pesquisadores/as. A identidade já não é única entre a nova geração; sua forma de trabalhar é determinada por seus propósitos, e seguir o caminho que escolheram os/as guiará a uma nova direção e a uma nova vida.

A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as - Imagen 1 de 4A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as - Imagen 2 de 4A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as - Imagen 3 de 4A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as - Imagen 4 de 4A metodologia da nova geração: são arquitetos/as e não são arquitetos/as - Mais Imagens+ 34

Cuidado além da biopolítica

Acesso exclusivo | 

O que significaria projetar edifícios que transcendam a contabilidade econômica da biopolítica liberal, oferecendo, em vez disso, uma lógica inteiramente diferente para a promoção da saúde? Nos anos em que Michel Foucault conceituou o termo biopolítica, ele fazia parte de uma constelação de pesquisadores/as e arquitetos/as que desenvolveram práxis de cuidado que definiam o valor da vida e de sua manutenção por meio de um cálculo baseado no desejo. As instituições do Estado de bem-estar social da arquiteta Nicole Sonolet, em particular — hospitais psiquiátricos, conjuntos de habitação social e novas tipologias de aldeias construídas principalmente na França do pós-guerra e na Argélia pós-colonial, entre as décadas de 1950 e 1980 —, foram projetadas não apenas para apoiar, mas para centralizar as necessidades de pessoas frequentemente excluídas dos processos de projeto. Os centros de saúde mental de Sonolet para residentes do 13º arrondissement de Paris, em especial, foram projetos fundamentais para a descoberta de uma prática projetual vinculada à prestação do cuidado em si.

Cuidado além da biopolítica - Imagem 1 de 4Cuidado além da biopolítica - Imagem 2 de 4Cuidado além da biopolítica - Imagem 3 de 4Cuidado além da biopolítica - Imagem 4 de 4Cuidado além da biopolítica - Mais Imagens+ 3

Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana

Acesso exclusivo | 

Na década de 1960, Jane Jacobs criticou o planejamento urbano modernista sob a perspectiva da cidade integrada. Para ela, o objetivo da renovação urbana seria estabelecer uma relação mais integrada entre o espaço e as funções urbanas, reparando a lacuna existente entre ambos, em vez de apenas "embelezar" o ambiente urbano.

Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana - Imagem 1 de 4Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana - Imagem 2 de 4Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana - Imagem 3 de 4Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana - Imagem 4 de 4Para onde caminha a cidade? Do desenho urbano à vida urbana - Mais Imagens+ 14

Os 20 melhores vencedores do A' Design Award: Explorações formais para o bom design

O A' Design Awards — a principal competição internacional anual de design com júri do mundo — foi criado para promover e reconhecer os melhores trabalhos de design de todos os países e em todas as disciplinas criativas. A premiação conta com 100 categorias principais, incluindo Design de Arquitetura, Edificações e Estruturas, Design de Interiores e Exposições e Design de Mobiliário, além de outras relacionadas às áreas de Iluminação, Paisagismo, Materiais de Construção, entre muitas outras. A edição deste ano já está com inscrições abertas; profissionais de design podem inscrever seus projetos aqui.

Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário?

Acesso exclusivo | 

O co-living é um modelo de moradia comunitária residencial, que se refere a uma forma moderna de habitação coletiva que transformou significativamente a vida em Londres e no Reino Unido como um todo. O conceito de co-living popularizou-se ainda mais com a ascensão de startups do setor habitacional, muitas das quais oferecem moradia acessível em casas e apartamentos compartilhados por um grupo de moradores/as.

Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário? - Imagen 1 de 4Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário? - Imagen 2 de 4Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário? - Imagen 3 de 4Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário? - Imagen 4 de 4Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário? - Mais Imagens+ 34

Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência

Acesso exclusivo | 

As janelas desempenham múltiplas funções essenciais em qualquer projeto, desde emoldurar vistas até fornecer iluminação e ventilação naturais. À medida que as necessidades humanas mudaram e a tecnologia avançou significativamente ao longo dos anos, elas evoluíram em caráter, forma e uso de materiais. O que começou como pequenas seteiras usadas para defesa em fortificações medievais mais tarde se transformou em aberturas mais amplas que simbolizavam status e riqueza. Os romanos foram os primeiros a usar o vidro, mas este foi considerado um bem precioso por séculos. Painéis complexos de vitrais adornavam inúmeras igrejas e catedrais medievais, enquanto a maioria dos moradores de residências comuns tinha que se contentar em cobrir suas “janelas” com madeira, peles de animais e outros materiais.

Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência - Imagen 1 de 4Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência - Imagen 2 de 4Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência - Imagen 3 de 4Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência - Imagen 4 de 4Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência - Mais Imagens+ 15

Revestimento de fachada em correntes de alumínio com infinitas possibilidades criativas

A fachada é a única parte do edifício que pode ser vista do exterior, tendo a função de comunicar uma mensagem que deriva de seu projeto. Por isso, merece atenção especial em cada detalhe. Uma fachada bem proporcionada em termos de cores e materiais, que facilite a conexão entre o interior e o exterior, gera uma atração inicial para quem passa pela rua, convidando a entrar.

De uma pequena casa revestida de azulejos clássicos a grandes marcas como Apple ou Louis Vuitton, as fachadas são utilizadas como expressão arquitetônica para antecipar os primeiros elementos que encontraremos no interior do espaço. No design de interiores, o hall de entrada de uma residência concentra muitas pistas do que veremos a seguir. O efeito dessa primeira impressão seria ainda mais positivo se a fachada contasse com um projeto que instigue a curiosidade das pessoas.

Tendências de design: As novas reformas residenciais em Barcelona

Acesso exclusivo | 

Atualmente, a reforma completa de apartamentos em Barcelona é uma das atividades a que mais se dedicam tanto arquitetos/as autônomos/as quanto escritórios de arquitetura locais. Este dado não é surpreendente em se tratando de uma cidade com mais de 4.000 anos de história, onde há muitos edifícios construídos e pouco espaço para novas obras.

Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge

Há quatro anos, o vencedor do Prêmio Pritzker Tadao Ando converteu de forma espetacular um edifício residencial da década de 1920 no bairro de Lincoln Park, em Chicago, em espaços expositivos para uma galeria batizada — em referência ao seu endereço — de Wrightwood 659. Atualmente, a galeria apresenta uma engenhosa exposição sobre a construção em wood-frame, o método pelo qual mais de 90% das casas nos EUA são construídas. 

Raramente o wood-frame foi tema de uma exposição de arquitetura. É um assunto corriqueiro demais — ou pelo menos parecia ser, até que a dupla de docentes da Universidade de Illinois em Chicago, Paul Andersen e Paul Preissner, idealizasse a exposição American Framing para o Pavilhão dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021. Um ano depois de Veneza, a badalada exposição faz sua estreia em solo americano na Wrightwood 659.

Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos - Image 1 of 4Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos - Image 2 of 4Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos - Image 3 of 4Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos - Image 4 of 4Como a casa de estrutura de madeira se tornou a construção mais familiar dos Estados Unidos - Mais Imagens

Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Em uma era de e-books e publicações prioritariamente digitais, Louis Kahn: The Importance of a Drawing (Lars Müller Publishers) é um resgate audacioso: um livro suntuoso de mais de 500 páginas, um objeto perfeitamente condizente com seu tema, cujos edifícios possuíam um peso, tanto literal quanto figurativo, que constituía parte de seu poder e apelo. Concebido e editado por Michael Merrill, o livro constitui tanto um exame profundo do processo criativo de Kahn — narrado por meio do desenho à mão — quanto um retrato revelador do homem por trás dessas obras e ilustrações. Merrill é arquiteto e educador, atuando atualmente como diretor de pesquisa no Institute for Building Typology no Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha. Também é autor de dois livros anteriores sobre o mestre da arquitetura, Louis Kahn: Drawing to Find Out e Louis Kahn: On the Thoughtful Making of Spaces.

Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam - Image 1 of 4Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam - Image 2 of 4Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam - Image 3 of 4Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam - Image 4 of 4Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam - Mais Imagens+ 1

Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas vencedoras de concursos e menções honrosas enviadas pela comunidade ArchDaily. De desenvolvimentos urbanos em grande escala a pequenas intervenções e instalações, este artigo apresenta uma seleção de projetos que participaram de concursos internacionais ou nacionais e receberam o reconhecimento de seus júris.

De uma renovação de estação de metrô que destaca as cores de Belgrado a um parque memorial na costa de Miami, as propostas premiadas foram desenvolvidas por jovens arquitetos/as que reimaginaram projetos culturais, comerciais e urbanos, oferecendo soluções inovadoras que atendem à cidade e à comunidade. Esta seleção também inclui projetos no Paquistão, República Checa, Alemanha, Vietnã e Turquia. 

Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily - Image 29 of 4Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily - Image 34 of 4Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily - Image 48 of 4Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily - Image 77 of 4Um complexo de cinema no Irã e uma biblioteca imersiva na Índia: 9 projetos vencedores de concursos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 104

A dinâmica urbana em formato virtual: aplicações e o futuro do mapeamento digital no planejamento urbano

Acesso exclusivo | 

O surgimento do fenômeno do gêmeo digital (ou mapeamento digital) prenuncia uma enorme transformação no planejamento urbano. Em essência, ele consiste na representação virtual da dinâmica de uma cidade, garantindo que cada elemento — desde estruturas históricas e novas construções até o transporte público — seja refletido em um modelo tridimensional. Além de apresentar os elementos cruciais da paisagem, ele também incorpora condicionantes frequentemente negligenciados, como insolação, sombreamento, vegetação e a presença de árvores. Tudo isso contribui para uma melhor análise preliminar do local.

“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks

Acesso exclusivo | 

A arquiteta estabelecida em Londres Alison Brooks nasceu e cresceu no Canadá, onde estudou arquitetura na Universidade de Waterloo, em Waterloo, Ontário. Após se formar em 1988, partiu para Londres, onde, depois de trabalhar com o designer Ron Arad por sete anos, fundou o escritório Alison Brooks Architects em 1996. Suas obras mais representativas incluem o Accordia Brass Building em Cambridge (vencedor do Stirling Prize), o Cohen Quad do Exeter College em Oxford, o pavilhão The Smile para o London Design Festival de 2016 e diversas residências unifamiliares expressivas em Londres: VXO House, Fold House, Lens House, Mesh House e Windward House.

Entre os projetos atuais do escritório estão o The Passages em Surrey, no Canadá; o Homerton College em Cambridge, além de outros projetos residenciais e culturais no Reino Unido e na América do Norte. Este mês, a proposta do escritório foi selecionada para a lista de finalistas do LSE Firoz Lalji Global Hub e do Institute for Africa, em Londres. Junto ao escritório nigeriano Studio Contra, a equipe liderada pelo ABA foi uma das seis finalistas escolhidas entre 190 propostas internacionais.

“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks - Imagem 1 de 4“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks - Imagem 2 de 4“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks - Imagem 3 de 4“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks - Imagem 4 de 4“Funcionalismo, racionalismo e conceitualismo não bastam”: Em conversa com Alison Brooks - Mais Imagens+ 16

Como os/as arquitetos/as usam arquitetos de inteligência artificial? (Inclui benefícios)

Acesso exclusivo | 

A palavra em inglês para arquiteto/a, architect, pode ser dividida em três partes: “Arch”, o arco arquitetônico que, em seus radicais de origem grega, representa o “máximo, mais forte, maior”; no centro, o “I” (“eu”, em inglês); e, por fim, “Tect”, que remete às “ferramentas técnicas”. Assim, a própria origem da identidade do/a arquiteto/a carrega a premissa de “utilizar o ‘eu’ como consciência subjetiva para realizar a melhor construção possível através de ferramentas técnicas”.

Ao longo do tempo, o “Arch” almejado pelo/a arquiteto/a, o “I” da perspectiva subjetiva e o “Tect” das ferramentas técnicas de viabilização transformaram-se de acordo com as mudanças das eras e do contexto social. No entanto, o significado essencial desses três elementos e sua relação de sinergia mútua não sofreram alterações substanciais.

Nas últimas duas ou três décadas, a aceleração das tecnologias de ponta impulsionou os/as arquitetos/as a tentar inventar e reconstruir novas ferramentas “técnicas” voltadas ao projeto e à construção, buscando acompanhar o ritmo da era da informação. Com a chegada de uma nova onda tecnológica liderada por inteligência artificial, Big Data e computação em nuvem, o mundo caminha decisivamente rumo à digitalização e à inteligência artificial. Como resultado, as definições e as relações entre “Arch”, “I” e “Tect” precisam mudar para que os/as profissionais de arquitetura possam realmente romper com as amarras das relações de produção tradicionais.

O “I” do/a arquiteto/a deixa de ser o único agente do projeto e da construção. Em vez disso, a fusão plena entre “I” e “Tect” gera uma consciência híbrida que une a inteligência humana à da máquina para moldar o nosso objetivo final, o “Arch”. A mentalidade de projeto e os fluxos de trabalho estão se transformando, e esse paradigma de colaboração coletiva inaugura novos modelos profissionais para a arquitetura.

Qual é a diferença fundamental nessa mudança de agente?
Trata-se da transição entre a tomada de decisão individual do/a arquiteto/a e a decisão compartilhada entre o ser humano e o computador.

Criando cenários residenciais dignos de ficção científica: o 'produto vencedor' da centenária marca alemã Gira

Acesso exclusivo | 

É comum ver em filmes de ficção científica residências ou escritórios futuristas repletos de tecnologia. Seja a casa do filme Ela (Her), como mostrado na imagem acima, onde a iluminação se acende automaticamente por sensores assim que o protagonista chega, sem que precise tocar em nada; seja Tony Stark em Homem de Ferro, que ao retornar para casa precisa apenas da voz para se conectar à internet ou preparar um café; ou ainda em Missão: Impossível, em que bastam comandos de voz para acender as luzes e ligar a TV. Com o avanço acelerado da tecnologia, o desenvolvimento da automação residencial transformou essas projeções de ficção científica em realidade. E a centenária marca alemã Gira, como referência absoluta no setor, desenvolveu sistemas de casa inteligente que trazem para a vida real cenários que antes pertenciam apenas às telas de cinema.

Embora a alta tecnologia traga conveniência, ela frequentemente vem acompanhada de complexidade operacional devido a barreiras de conhecimento técnico. A Gira, no entanto, busca conectar a tecnologia às necessidades de quem a utiliza, esforçando-se para oferecer designs confortáveis por meio de produtos práticos e fáceis de operar. Com uma trajetória de 117 anos — desde os primeiros interruptores de alavanca até os modernos sistemas de automação residencial e telas sensíveis ao toque —, a empresa soube aproveitar oportunidades e inovar continuamente. Ao integrar a tecnologia às demandas reais das pessoas usuárias, a Gira consolidou-se como uma das principais referências globais no setor de automação de ambientes, interruptores e tomadas, com presença em mais de 40 países e inúmeros prêmios de prestígio.

Torne-se líder em design de iluminação natural com o VELUX Daylight Visualizer

A luz natural molda a experiência de um espaço como nenhum outro elemento e é um aspecto fundamental para a concepção de edifícios saudáveis e sustentáveis. Um bom projeto de iluminação natural pode melhorar a saúde, o humor, as habilidades cognitivas e a produtividade de quem os ocupa — seja em casa, na escola ou no trabalho —, reduzindo ao mesmo tempo o consumo de energia dos edifícios. 

O Daylight Visualizer facilita a tomada de decisões fundamentadas sobre estratégias arquitetônicas e de iluminação natural em seus projetos, além de avaliar a conformidade com as exigências de desempenho lumínico em regulamentos de construção e sistemas de certificação ambiental.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.