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Viver e trabalhar juntos, reflexões sobre produtividade e empatia pós-pandemia

O tema deste mês no ArchDaily, como viveremos juntos, convida a refletirmos sobre a forma como habitamos os espaços com os outros. Este artigo se concentrará em tal questão a partir de dois conceitos que, ao coexistir em harmonia, podem resultar em um futuro viável para o desenvolvimento: viver e trabalhar.

Este aprofundamento faz parte do repensar do distanciamento social. Devemos realmente nos distanciar da socialização para mitigar a propagação da COVID-19? A pandemia nos desestabilizou, e talvez se as palavras escolhidas para a palavra de ordem emergente desta conjuntura fossem repensadas em um espírito mais otimista, poderíamos obter algo como: empatia a 2m de distância. Desta forma, o mesmo efeito é alcançado para o distanciamento como medida de precaução, com a diferença de pensar na entidade coletiva, construindo assim o tecido social que emerge nos espaços onde trabalhamos e vivemos.

Manual de moradia Guarani

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Entre janeiro e dezembro de 2018, atendendo as demandas de moradia de comunidades indígenas, o Grupo ][ Fresta iniciou um trabalho de consultoria técnica de arquitetura para as comunidades das etnias Guarani e Tupi, situadas no estado de São Paulo, nos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo, Mongaguá, Praia Grande e Itanhaém.

Este trabalho foi desenvolvido no âmbito de um Plano Básico Ambiental (PBA), pré-requisito para o licenciamento ambiental de um empreendimento situado em territórios indígenas. 

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Como os/as arquitetos/as expressam suas opiniões políticas?

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Quando grandes transformações sociais se aceleram e cresce o descontentamento com os processos de tomada de decisão, surgem movimentos de base, ativismo e experimentações ousadas contra a inércia política e administrativa. Diante de tantos exemplos de ativismo social, teriam os/as arquitetos/as uma forma própria de manifestar seu posicionamento? Seriam eles/as capazes de romper com as estruturas do *status quo*?

Arquitetura do leste europeu: cinemas de ficção científica

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Este artigo faz parte da série colaborativa “Arquitetura do Leste Europeu: 50 Edifícios que Definiram uma Era”, desenvolvida em parceria entre o The Calvert Journal e o ArchDaily. Celebrando alguns dos principais ícones da arquitetura do leste europeu, publicaremos periodicamente uma lista com cinco projetos construídos no então Bloco de Leste.

Por que ainda não chegou a hora de abandonar nossas cidades

Ao longo dos últimos meses, em razão da crise sanitária que está afetando a todos nós, fomos forçados a nos afastar uns dos outros e retroceder silenciosamente para dentro de nossas casas. Neste contexto, fomos bombardeados constantemente com uma enxurrada de diferentes narrativas, relatos íntimos de pessoas confinadas e preocupadas com o futuro de nossas cidades. Como uma resposta imediata, muitas delas fugiram para suas casas de praia, retiros no interior ou até para a casa dos pais — tudo por um pouquinho mais de espaço ao ar livre.

Mobilidade em Florianópolis: em direção à ressignificação das ruas

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Uma cidade é um espaço compartilhado onde cada indivíduo busca a realização de seus desejos e objetivos. As ruas, calçadas e espaços públicos permitem o encontro e o contato entre os diversos, fortalecendo o senso de comunidade. A mobilidade urbana tem papel fundamental no desenvolvimento social e econômico das cidades, especialmente na qualidade de vida dos cidadãos. Não se trata apenas de transporte, mas da forma pela qual as pessoas se deslocam na cidade, interferindo no tempo e energia utilizados pelos cidadãos e, também, na migração, na comunicação, na formação das redes sociais pessoais, nos fluxos de tráfego, na habitação, na saúde e na distribuição espacial dos mais diversos locais de interesse. Segundo Ole B. Jensen, “cidades e lugares contemporâneos são definidos pela mobilidade e por seus fluxos.”

Plano de ordenamento territorial em Rosário: Estratégias para a articulação de uma área metropolitana

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O ECOM Rosario (Ente de Coordenação Metropolitana) é uma associação voluntária de municípios e comunas, um espaço institucional de planejamento, coordenação e promoção de políticas públicas de impacto regional organizado com base na associação estratégica de 26 localidades. Trata-se, essencialmente, de um órgão impulsionador da elaboração, do desenvolvimento e da execução de projetos em escala metropolitana, criado com a perspectiva de alicerçar um desenvolvimento territorial equilibrado e integrado da Área Metropolitana de Rosário (AMR), Argentina.

Kickflips e slides: pistas de skate em contextos urbanos

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O skate é uma experiência urbana. Com espaços públicos interativos e superfícies táteis, as pistas de skate começaram lentamente a moldar a maneira como pensamos o desenho urbano. Além do limite dos parques, os skatistas observam a arquitetura do ambiente construído, e a transformam, por sua vez, repensando como nos reunimos, nos movemos e reimaginando o futuro da vida urbana.

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A arquitetura é uma profissão ingrata. O que podemos fazer para melhorar isso?

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A arquitetura é uma profissão das mais belas – há inegável romantismo em construir o lugar onde o ser humano habita. É, também, uma das mais antigas: se considerada como atividade que organiza o espaço, identificamos alguma espécie de pensamento arquitetônico desde, pelo menos, centenas de milhares de anos atrás. Sua beleza é, no entanto, parcialmente eclipsada por uma frustração generalizada no campo profissional no Brasil. Pouca consciência da importância à sociedade, dificuldade de fechar contratos, concorrência acirrada, poucas oportunidades em edificações públicas, empregos mal remunerados e disponibilidade de trabalhar sem honorários contribuem para a precarização da arquitetura e do urbanismo.

Estúdio Mangava projeta instalação de tijolos que explora a subjetividade do futuro

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“ONDE SE ENCONTRA?” é o título da instalação produzida pelo Estúdio Mangava para o feverestival 2020 (Festival Internacional de Teatro de Campinas) e ficou exposta na segunda semana de fevereiro, cerca de um mês antes do entrarmos em quarentena. O desafio proposto pela organização do festival ao Estúdio foi o de representar através de uma instalação interativa a temática da edição, que trouxe a proposta de reafirmar seu presente, revisitar o passado e projetar o futuro: o que queremos construir a partir daqui? O que desejamos reinventar? Qual projeto de mundo estamos buscando? Quais são os nossos futuros desejáveis?

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A sinuosa saga do restauro do Narkomfin, um ícone do construtivismo soviético

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Se você caminhasse pelo Novinsky Boulevard, no centro de Moscou, cinco anos atrás em busca do edifício Narkomfin, daria de cara com um cenário desolador. O Narkomfin, o símbolo máximo da arquitetura construtivista projetado por Moisey Ginzburg e Ignaty Milinis em 1928, vinha se deteriorando lentamente após passar 45 anos abandonado. Tinta descascando, concreto esfarelando e janelas quebradas — sem mencionar as inúmeras e confusas alterações feitas no bloco residencial, incluindo um pavimento térreo completamente descaracterizado.

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24 Projetos para entender o território de Guanajuato no México

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O estado de Guanajuato está localizado na região centro-norte do México, fazendo fronteira geográfica com os estados de Zacatecas, San Luis Potosí, Querétaro, Michoacán e Jalisco. Ele possui 30 607 km² de superfície e é uma das regiões mais populosas do país. Alguns de seus municípios mais importantes são León, Irapuato, Celaya, Salamanca e San Miguel de Allende, este último declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2008, que se caracteriza por sua arquitetura barroca e espanhola. Além disso, nesta cidade está a Paróquia de San Miguel Arcángel, construída em pedra rosada típica da região.

Permeabilidade e leveza nas fachadas metálicas perfuradas

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O escritório nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro (DS+R) chamou atenção mundial em 2002 com o Blur Building, para a Expo Suíça daquele ano. O volume era formado através de 35.000 bicos de alta pressão que expeliam a água do lago sobre o qual se localizava, criando uma enorme nuvem artificial. Sua forma, limites, cores e translucidez se alteravam com o sol e a força do vento e produziam uma experiência imersiva aos usuários, adentrando um volume completamente permeável. Dez anos depois, Carla Juaçaba e Bia Lessa projetaram o Humanidade2012 para a exposição Rio +20, em que diversos volumes programáticos foram dispostos em uma enorme estrutura de andaimes. Com mais vazios do que cheios, suas extremidades se desmaterializavam no céu e durante a noite os volumes pareciam flutuar. Segundo as arquitetas, “a própria movimentação das pessoas no edifício transformava os visitantes em objetos de exposição visto de longe.” Os dois projetos temporários, mesmo com diferenças de escala e contexto, se unem no êxito ao trabalhar com as noções de translucidez, leveza, dissolução de limites e o movimento.

Uma homenagem ao arquiteto Julio de la Peña, peça-chave na construção de Guadalajara

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Este artigo faz parte de uma parceria com o site coolhuntermx e foi originalmente publicado com o título "Julio de la Peña, o arquiteto que construiu metade de Guadalajara."

O jargão de “ter construído metade da cidade” às vezes costuma ser um exagero quando falamos de profissionais da arquitetura que realizaram uma grande quantidade de obras. No caso de Julio de la Peña, a expressão não é nenhum absurdo — não apenas pela quantidade de projetos, mas pelo caráter emblemático que eles têm para Guadalajara.

A experiência cooperativista de habitação no Uruguai: um breve panorama histórico

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Time 10 e as 3 pioneiras: Primeira Geração – O cooperativismo habitacional no Uruguai é hoje a modalidade de cooperativismo mais expressiva de todas, porém não é a única. Esse sistema transcende a questão da habitação e torna-se especialmente relevante na primeira metade do século XX: a empresa de transporte de ônibus de Montevidéu (CUTCSA) por exemplo, inicia seus trabalhos em 1937 como uma cooperativa. Em termos específicos, em 1989 foram registradas 843 cooperativas e, em 2017, este número sobe para 3.665 cooperativas em diversas áreas.

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O que o projeto integrado significa para a arquitetura?

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Estudos recentes apontam para a falta de crescimento na produtividade e na inovação no setor da construção civil. Ficando rapidamente para trás em relação a outros setores, essa estagnação costuma resultar em projetos que extrapolam o orçamento, o prazo (ou ambos). Parte dessa ineficiência poderia ser combatida com uma coordenação mais eficaz entre a equipe de arquitetura e os diversos consultores durante a fase de projeto. Atualmente, estima-se que 30% do tempo de um projeto seja dedicado a tarefas de coordenação dentro da equipe. Uma nova ferramenta de Projeto Integrado (Integrated Design) visa tornar a colaboração mais fluida, resultando em uma comunicação mais eficiente e, em última análise, em edifícios melhores. 

10 Dicas para projetar edificações mais saudáveis

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Os seres humanos passam a maior parte de suas vidas no interior de uma edificação, seja para morar, trabalhar ou lazer. A COVID-19 evidenciou ainda mais esta questão durante o período de isolamento mostrando a necessidade de pensarmos projetos de edificações mais saudáveis e confortáveis.

Neste artigo são apresentadas algumas dicas para pensar projetos mais saudáveis, ressaltando a importância de ter um pensamento sistêmico que considere diferentes disciplinas, como a própria arquitetura, engenharia, ciência dos materiais, mecânica, fisiologia, psicologia, entre outros. 

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Máquina Verde: protótipo de habitação social modular adaptável

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A experiência acadêmica em arquitetura deve preparar os futuros profissionais para as demandas urbanas, sociais e comunitárias às quais aplicarão seus conhecimentos. A Pontificia Universidad Javeriana, por meio de seu Programa de Experiências Internacionais (Pei), permite que estudantes coloquem em prática a teoria da habitação social.

Apresentamos aqui o Máquina Verde, um protótipo modular adaptável desenvolvido para a Ciénaga de la Virgen, na costa atlântica colombiana. A seguir, conheça o projeto em detalhes.

Sem solo disponível, futuro dos cemitérios asiáticos precisa ser repensado

Em algumas das cidades mais densas do mundo, está se tornando um desafio cada vez maior encontrar um espaço confortável para morar - e o mesmo fato se aplica para sepultar. Estima-se que 55 milhões de pessoas morrem a cada ano e, para cada pessoa viva, há 15 vezes o número de mortos. No entanto, urbanistas e arquitetos estão mais interessados em lidar com os vivos do que se envolver com a morte. Como resultado, é criada uma tensão entre os dois mundos paralelos - e com o passar do tempo, mais questões estão sendo levantadas sobre como abordamos o espaço público de forma que ele seja projetado para que os vivos e os mortos possam coexistir.

Divisórias e corrediças: mecanismos móveis para aproveitar espaços pequenos

Na Bienal de Veneza de 2014, o célebre curador Rem Koolhaas escolheu um caminho pouco usual. No lugar de explorar as grandes questões que assolam a profissão e a sociedade, o tema do evento, "Fundamentals" e sua exposição principal, "Elements of Architecture", examinou em detalhes todos os fundamentos dos edifícios, usados por qualquer arquiteto, em qualquer lugar, a qualquer hora. Segundo Koolhaas, “Arquitetura é uma profissão treinada para juntar as coisas, não para desmontá-las. Somente olhando os elementos da arquitetura sob um microscópio podemos reconhecer as preferências culturais, avanços tecnológicos, mudanças desencadeadas pela intensificação do intercâmbio global, adaptações climáticas, normas locais e, em algum lugar na mistura, as ideias do arquiteto que constituem a prática da arquitetura hoje.”

Novas tecnologias de acesso mudarão o movimento das pessoas pelos edifícios

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A tecnologia utilizada no reconhecimento facial de smartphones ou em chaves digitais de automóveis tem o potencial de revolucionar a maneira como as pessoas acessam e se movimentam pelos edifícios. Muitos aspectos comuns dos sistemas de controle de acesso atuais parecem ultrapassados em comparação com os avanços tecnológicos em outras áreas de nossas vidas: teclados numéricos para senhas (PIN), crachás de segurança, cartões magnéticos e até mesmo fechaduras e chaves físicas. No entanto, já existem tecnologias capazes de tornar o acesso aos edifícios simultaneamente mais fluido e mais seguro.

Documentário 'A Cidade das Colunas': a exploração da padronização das residências tradicionais japonesas em Osaka

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O curta-metragem "The Capital of Columns", concebido por Norihito Nakatani, especialista em história da arquitetura japonesa, explora a singular cultura de moradia das nagayas no Japão. A nagaya é uma tipologia de habitação popular no início do período moderno japonês. O filme retrata um dos últimos quarteirões remanescentes de nagayas em Osaka, revelando em detalhes o pensamento de padronização intrínseco a essa forma de moradia, ao mesmo tempo em que registra a transição de elementos arquitetônicos em diferentes configurações espaciais.

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Tombamento da maquete de Salvador: o “modelo reduzido” de Assis Reis

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No dia 20 de agosto teve início o processo de tombamento da maquete de Salvador, que se encontra em exposição na Associação Comercial da Bahia, na capital baiana [1]. A maquete, que estará aberta à visitação por meio de agendamento até 18 de setembro de 2020 [2], começou a ser idealizada no começo da década de 70 pelo arquiteto Assis Reis. Desde então, continua a ser atualizada por uma equipe de artesãos da Prefeitura Municipal de Salvador com o objetivo de representar as mudanças urbanas na cidade, mantendo, assim, a ideia original da sua criação.

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Estratégias para melhorar os espaços de estudo em casa

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Com o início do isolamento social, no início de 2020, publicamos diversos artigos com o objetivo de ajudar nossos leitores a aumentarem a produtividade e o conforto em seus home-offices. Após todo esse tempo nessa nova rotina, pesquisas apontam que mais de oitenta por cento dos profissionais desejam continuar trabalhando desde suas casas mesmo depois que a quarentena terminar. Além disso, boa parte das empresas também está satisfeita, mostrando uma alta tendência de empresas adotarem esta prática como definitiva pois a maioria observou que o trabalho remoto pode ser tão (ou mais) produtivo quanto o trabalho presencial.

No entanto, no que se refere às crianças e ao estudo em casa durante a pandemia, o resultado não foi tão positivo. Talvez a maior razão seja o fato de ser muito complicado fazer com que crianças se concentrem e se motivem por muito tempo diante das telas. A falta de interação física com outras crianças também é considerada prejudicial, por muitos estudos. Por isso, apesar da grande ansiedade pela volta por parte de alunos e de professores, enquanto as adaptações ideais, e seguras a todos não forem estabelecidas, a volta às escolas será adiada. Dessa forma, resolvemos compartilhar neste artigo estratégias eficientes que podem transformar os espaços de estudo em casa em aliados do aprendizado das crianças.

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