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Maus exemplos diários dificultam as “cidades para pessoas”

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Viver, trabalhar e experimentar cidades com ruas, centros e parques vibrantes, passeios com dimensões adequadas, transporte público eficiente e um baixo nível de congestionamento são desejos de muitas pessoas ao redor do mundo. Atingir estas condições não é uma tarefa fácil, e cidades que possibilitam tais situações certamente não as obtiveram através de um planejamento orientado ao automóvel.

Frente a uma população que experimenta diariamente maus exemplos de como uma cidade deve operar, alguns paradigmas, fenômenos e medidas dificultam o planejamento e funcionamento de “cidades para pessoas”.

Lilly Reich: A Exposição de Barcelona de 1929

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Lilly Reich (Berlim, 1885-1957) foi uma mulher pioneira e de grande talento que finalmente desponta como uma figura autônoma na história da arquitetura moderna. Diversas pesquisas recentes trouxeram nova luz sobre a contribuição de Reich, durante o período entre guerras, no âmbito da arquitetura de interiores, do design de exposições e de mobiliário, aliado ao uso de novos materiais e novas tecnologias.

Arquitetos(as) paisagistas de cor sobre como combater o apagamento

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Ao longo de dois dias, aproximadamente 500 participantes online definiram a agenda em conjunto, formaram e dissolveram grupos de discussão e compartilharam conhecimentos e recursos. Com o auxílio de um/a facilitador/a de "espaço aberto", foi assim que se desenvolveu o Cut|Fill, uma "desconferência" virtual sobre arquitetura da paisagem.

Organizado pelo Urban Studio e pela Ink Landscape Architects, o Cut|Fill tinha como objetivo “levantar questões que todos nós queremos discutir”, explicou Andrew Sargeant, ASLA, um dos fundadores do Urban Studio. Uma dessas perguntas cruciais era: “como os/as arquitetos/as da paisagem podem projetar com empatia e acabar com atitudes desdenhosas em relação a pessoas de cor?”

A área mínima de habitação: quem determina os menores espaços permitidos na América Latina?

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Os costumes culturais podem variar infinitamente entre os países, mas a convivência familiar sempre traz suas celebrações e conflitos, independentemente de sua origem. Durante a pandemia, esses aspectos foram ampliados, especialmente os desafios de compartilhar os mesmos espaços por um período tão prolongado. Qual é a metragem quadrada mínima permitida nos países latino-americanos? Essa área é suficiente?

Caddies e Clubhouses: A Arquitetura do Golfe

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A arquitetura do golfe está diretamente atrelada à paisagem. Por ser um dos poucos esportes sem uma área de jogo padronizada, suas sedes e estruturas costumam ser únicas para cada campo. Ao priorizar as vistas e o acesso, a arquitetura desse esporte tende a ser exclusiva, especialmente pelo fato de muitos campos não serem abertos ao público. As sedes proporcionam espaços de encontro e socialização para praticantes e o público, permitindo contemplar o campo sob diversos ângulos.

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“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter

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Vladimir Belogolovsky conversa com a dupla de arquitetura Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, cofundadores/as do Atelier Alter, sobre a arquitetura em movimento, a crença na tabula rasa e o acelerado processo de urbanização na China.

“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter - Imagem 1 de 4“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter - Imagem 5 de 4“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter - Imagem 11 de 4“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter - Imagem 14 de 4“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter - Mais Imagens+ 13

8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país

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8 Casas na Croácia que renovam a arquitetura tradicional do país - Imagem de Destaque
© Bosnić+Dorotić

A Croácia é um encontro de culturas. Localizada ao longo do Mar Adriático, faz fronteira com cinco países e possui uma das mais ricas biodiversidades da Europa. O ambiente construído reflete influências da Europa Central e do Mediterrâneo, bem como dos Impérios Romano e Bizantino. Hoje, novos projetos residenciais reinterpretam o passado do país, ao passo que arquitetos e designers procuram reimaginar o que o futuro reserva.

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Erieta Attali e Philipp Valente exploram as sombras do passado industrial da Alemanha

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O passado industrial das cidades pode deixar marcas inquietantes no presente. Grandes estruturas abandonadas e amplas instalações esquecidas são um atrativo tanto para o voraz mercado imobiliário como para a imaginação daqueles que sonham acordados com um passado que já não promete nenhum futuro. Este é o caso do Vale do Ruhr, a região metropolitana mais populosa da Alemanha e maior zona industrial da Europa.

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As muitas faces do design arquitetônico premiado

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A competição internacional A' Design Award nasceu "do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos" de profissionais de design, arquitetura e inovação de todas as áreas do setor. A cada ano, as inscrições são avaliadas pelo júri do A' Design Award, composto por centenas de especialistas do mundo todo, incluindo profissionais do meio acadêmico, do mercado e da imprensa. Se o seu projeto for selecionado, você receberá uma série de prêmios e benefícios, além de prestígio e reconhecimento internacional. As inscrições estão abertas até 28 de fevereiro de 2021, e uma seleção de projetos vencedores será apresentada em uma publicação no ArchDaily após o anúncio oficial em 15 de abril. Por isso, inscreva seu projeto hoje mesmo para ter a chance de fazer parte da lista.

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'Shofuso e o Modernismo' revisita um importante intercâmbio cultural entre Oriente e Ocidente de meados do século XX

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Em junho de 1954, um artigo publicado na revista House & Home dizia: “Os japoneses tiveram algumas de nossas melhores ideias — há 300 anos”. A matéria destacava três atributos principais da Vila Imperial de Katsura, em Kyoto, construída na década de 1620: a planta aberta estruturada em pilares e vigas, o uso de varandas para controle climático e sua modularidade baseada em esteiras de tatame e painéis shoji.

Quebec, Canadá: o coração da construção em madeira engenheirada

A construção moderna em madeira é simplesmente impressionante. Os arcos de madeira e as curvas singulares encantam até mesmo as mentes mais criativas da arquitetura. A escala e a percepção de um edifício de madeira fazem com que ele se integre ao cenário, sem deixar de ser notado. A inspiração e a viabilidade desse tipo de construção estão em ascensão, mas quem detém o conhecimento e a experiência técnica para viabilizar esses projetos? A resposta está na província de Quebec, líder mundial em construção com madeira engenheirada.

Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar

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Em 16 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Nesse mesmo dia, em 1945, foi criada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e desde 1981 a data é comemorada como forma de lançar luz sobre questões relativas ao acesso aos alimentos e à promoção de uma dieta saudável para todos.

Como forma de traçar um importante paralelo entre a arquitetura e urbanismo e questões relativas à alimentação, selecionamos uma série de artigos que mostram as possibilidades de promover, por meio de projetos arquitetônicos e urbanos, uma maior segurança alimentar para as pessoas. 

Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 1 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 4 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 8 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Imagem 9 de 4Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar - Mais Imagens+ 5

Afinal, por que ainda falamos sobre o modernismo?

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O modernismo deixou de existir como movimento da arquitetura e urbanismo desde, pelo menos, os anos 1980. Na arquitetura, movimentos como o metabolismo japonês e o desconstrutivismo ajudaram a superar os resquícios da arquitetura moderna. No urbanismo, nomes como Jane Jacobs e Christopher Alexander, ainda na década de 1960, contribuíram para sepultar as premissas do urbanismo moderno.

Ernesto N. Rogers e a "Preesistenza Ambientale" nas Escolas Nacionais de Arte de Havana

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Este artigo de María José Pizarro e Óscar Rueda foi publicado originalmente na edição nº 3 da revista rita com o título "Ernesto N. Rogers y la "Preesistenza Ambientale" en las Escuelas Nacionales de Arte de La Habana" e faz parte de uma colaboração conjunta de difusão. Este texto busca aprofundar a influência que o corpus teórico de Rogers deixou em três de seus alunos de destaque: Ricardo Porro, Vittorio Garatti e Roberto Gottardi, e como esse pensamento esteve presente na concepção de sua primeira e principal obra: as Escolas Nacionais de Arte de Havana.

Klaus Jan Philipp explora a história dos desenhos de arquitetura da Idade Média ao presente

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Ao longo da história, o desenho tem sido o meio essencial para transmitir ideias arquitetônicas, operando em múltiplos níveis, desde a aplicação prática de servir ao processo de construção até a qualidade mais artística de expressar uma visão e oferecer uma impressão de como será a arquitetura resultante. O livro Architecture – Drawn, From the Middle Ages to the Present, de autoria do Prof. Dr. Phil. Klaus Jan Philipp, da Universidade de Stuttgart, reconta o desenvolvimento histórico dos desenhos de arquitetura, explorando as diversas invenções, revoluções e continuidades que abrangem oito séculos de representação arquitetônica.

Uma nova política habitacional para São Paulo: Conjunto Residencial Santo Antônio

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Este empreendimento, concebido e iniciado no governo de João Goulart, pode ser considerado um exemplo de transição entre a antiga gestão do IAPB [Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários] e a nova política habitacional que começa a ser implementada em 1964.

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Desestacionando a cidade: precisamos rever os estacionamentos públicos

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O tema da mobilidade é inescapável quando se discute política urbana — ainda mais em ano eleitoral. Transporte coletivo, pedágio urbano, metrô, faixas exclusivas para ônibus e até o que fazer com os patinetes elétricos tomam conta do debate. Poucos prestam atenção, no entanto, para uma das políticas municipais mais relevantes para mobilidade urbana: o estacionamento público.

Combinando diagnóstico analítico com recomendações propositivas, o estudo “A Cidade Estacionada” direcionou sua lupa sobre a gestão do meio-fio na cidade de São Paulo. Ao analisar as discrepâncias entre os preços de estacionamentos públicos e privados, bem como ao comparar os valores com a evolução das tarifas de transportes coletivos, “A Cidade Estacionada” trouxe à luz as externalidades negativas — sociais e ambientais — de políticas públicas que privilegiam o transporte motorizado individual.

A história dos espaços de cura e suas arquiteturas

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Assim como nós, as palavras têm uma história. Cura vem do latim e está ligada ao ato de cuidar. Esse mesmo radical dá origem à palavra curador, aquele que é responsável por um acervo ou instituição, por exemplo. Já cuidado, no sentido médico, talvez tenha sido descrito pela primeira vez por Celsus: In hoc casu medici cura esse debet, ut morbum mutet (Neste caso o cuidado médico é indicado para mudar o curso da doença) [1]. Hoje, quando pensamos em cura, parece que falamos de um ato isolado dentro de um tratamento qualquer. A cura da gripe. A cura do câncer. A cura do novo coronavírus. Uma linha de chegada que extingue um percurso. Porém é importante pensar na cura como um processo que depende de múltiplos fatores.

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Hashim Sarkis fala sobre “como viveremos juntos?”: explorando o tema da Bienal de Veneza 2021

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Prevista originalmente para ocorrer entre agosto e novembro de 2020, a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza foi adiada, como todos os outros eventos deste ano, e será realizada de 22 de maio a 21 de novembro de 2021. Questionando "como viveremos juntos?", a inquietação do curador Hashim Sarkis convida os arquitetos “a imaginar espaços em que podemos viver juntos generosamente”. De tremenda relevância, o tema da Bienal é, de fato, foco de interesse do cenário global.

Após conversar com Sarkis há mais de um ano, o ArchDaily teve a chance de abrir o debate mais uma vez e reexaminar a questão da Bienal de Arquitetura. Em uma entrevista dividida em duas partes, o arquiteto aborda o tema, a Bienal, a situação atual e o futuro.

Guiapé SP: você já pensou em andar a pé em São Paulo?

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Você já pensou em andar a pé? Essa é a pergunta que o GUIAPÉ SP – um guia apresentado aqui por meio de ensaio – faz ao leitor. Desde a capa, ele propõe andar pela cidade de São Paulo e faz isso por meio de um percurso que passa estrategicamente por lugares nos quais o mais interessante é chegar a pé, para que se veja os detalhes que nem sempre são vistos, as pessoas, a vida urbana. Esse guia não foi feito para visitar pontos turísticos e sim para levar seu leitor a um passeio. Nele, o percurso e as calçadas não são apenas os elementos que conduzem aos lugares deste guia, eles são parte da viagem.

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Lo-TEK: Desenho de indigenismo radical (recuperando técnicas indígenas de trabalho com a natureza)

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"As tecnologias indígenas não estão perdidas nem esquecidas, apenas escondidas pela sombra do progresso nos lugares mais remotos da Terra". Em seu livro Lo-TEK: Desenho Indígena Radical, Julia Watson propõe revalorizar as técnicas de construção, produção, cultivo e extração realizadas por várias populações remotas que, geração após geração, conseguiram manter vivas práticas culturais ancestrais integradas com a natureza, com um baixo custo ambiental e execução simples. Enquanto as sociedades modernas tentavam conquistar a Natureza em nome do progresso, estas culturas indígenas trabalhavam em colaboração com ela, compreendendo os ecossistemas e os ciclos das espécies para articular sua arquitetura em uma simbiose integrada e interconectada.

Vídeo de Laurian Ghinitoiu e Arata Mori explora o novo projeto do OMA em Toulouse

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Em seu vídeo mais recente, o fotógrafo Laurian Ghinitoiu e o cineasta Arata Mori levam os espectadores em um passeio virtual pelo Centro de Convenções e Exposições MEETT, o novo parque de exposições de grande escala de Toulouse, projetado pelo OMA. O filme constrói uma narrativa sobre este projeto que transita nos limites entre arquitetura, infraestrutura, masterplan e espaço público.

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Todas as cidades deveriam transformar seus elefantes brancos

Nem todas as obras arquitetônicas são um sucesso. Existe um termo temido, reservado apenas para os projetos mais inúteis: "Elefantes Brancos".

Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras

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Yuval Noah Harari aponta que, por volta de 300 mil anos atrás, os Homo erectus, os neandertais e os antepassados do Homo sapiens já utilizavam o fogo diariamente. Segundo o autor do best-seller internacional “Sapiens”, o fogo abriu a primeira brecha significativa entre o homem e outros animais. “Ao domesticar o fogo, os humanos ganharam controle de uma força obediente e potencialmente ilimitada.” Alguns estudiosos, inclusive, acreditam que há relação direta entre o advento do hábito de cozinhar os alimentos (possível por conta da domesticação do fogo), ao encurtamento do trato intestinal e o crescimento do cérebro humano, que permitiu que os seres humanos se desenvolvessem e criado tudo o que temos.

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