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O valor de um endereço: como as cidades ao redor do mundo utilizam nomes de ruas e números de edifícios

Em cidades de todo os Estados Unidos, um endereço é mais do que apenas um nome de rua ou um número de edifício — trata-se de uma marca que se traduz diretamente em um símbolo de riqueza e prestígio. Tomemos como exemplo a torre residencial mais alta do país, o 432 Park Avenue em Nova York, que na verdade não fica exatamente na Park Avenue. Em vez disso, seu lote vizinho ao leste é que fica na Park Avenue, enquanto esta megaestrutura está voltada para a Avenida 56 — uma via significativamente menos icônica. No entanto, essa valorização inflacionada não ocorre em todos os lugares. Cidades em outros países não atribuem o mesmo peso a um endereço, referindo-se a edifícios ou locais como pontos de referência ou por sua aparência física, o que evita que o valor de mercado seja artificialmente inflado por um endereço ou por uma simples estratégia de marketing. Como diferentes lugares do mundo se distinguem na forma de promover e identificar edifícios e ruas em suas cidades, e o que isso revela sobre sua cultura urbana?

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A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia

Em junho deste ano, o programa Cidades Globais, da Universidade de São Paulo (USP), realizou a pesquisa Emoções Momentâneas para mensurar como a pandemia alterava a relação dos sujeitos com os espaços públicos em São Paulo. Entre os dados recolhidos, um chamou a atenção do coletivo pesquisador: 86% dos entrevistados tinham vontade de ocupar espaços verdes como parques e praças.

“A pesquisa aponta para um desejo de reconciliação com o espaço público”, explana a arquiteta Deize Sanches, uma das responsáveis pela pesquisa. “Um desejo de ver o potencial dos espaços verdes na melhora da qualidade de vida de um modo que antes da pandemia não estava acontecendo.”

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Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise

Incorporar a figura humana na fotografia de arquitetura é uma das formas mais eficazes de ajudar o espectador a decifrar a escala de uma obra. Com ela, não apenas é possível transmitir noções das medidas dos elementos fotografados, mas também criar interessantes relações que podem favorecer a composição de uma imagem. Com isso em mente, compilamos a seguir uma seleção de nossas fotografias favoritas que têm na escala humana seu principal elemento compositivo. 

Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 1 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 2 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 3 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 4 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Mais Imagens+ 20

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Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina

A série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy y Ernesto Philibert-Petit, sobre o estudo da habitação social na América Latina, nesta ocasião, os autores apresentam conselhos práticos para a realização de projetos que abordem novas soluções para o futuro da habitação social. 

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“Uma arquitetura bonita não é suficiente”: Em conversa com Anna Heringer

Em uma entrevista recente para o Louisiana Channel, a arquiteta alemã Anna Heringer fala sobre o recém-inaugurado Centro Anandaloy em Bangladesh, um espaço social que se tornou um catalisador para o desenvolvimento local. A arquiteta compartilha seu compromisso com a sustentabilidade e aborda a importância da transferência de conhecimento para as comunidades locais por meio de processos participativos de construção.

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O que o diário de uma favelada revela sobre a pobreza urbana no Brasil

No livro “Quarto de Despejo – Diário de Uma Favelada,” Carolina Maria de Jesus relata, em poética e dramática linguagem cotidiana, a dura realidade da vida como catadora de lixo morando na extinta favela do Canindé, em São Paulo, que, na época, tinha cerca de 50 mil moradores.

Publicado em 1960, seu texto foi considerado um dos marcos da escrita feminina e negra no Brasil e já foi traduzido para mais de treze idiomas. Os registros de Carolina trazem uma perspectiva única das condições de vida extremamente precárias de uma moradora de favela no final da década de 1950 no Brasil, uma narrativa até então ignorada ou simplesmente desconhecida do público em geral, quiçá dos gestores públicos.

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Webinars gratuitos para mergulhar em softwares, materiais e arquitetura

Se a quarentena trouxe algo de positivo para a vida de muitas pessoas ao redor do mundo, foi a oportunidade de mudar nossas rotinas diárias e mergulhar em novas atividades para as quais antes não tínhamos tempo ou energia. Aprender e aprofundar-se em temas de nosso interesse ou relacionados ao nosso trabalho é uma delas.

Muitas organizações e empresas ligadas ao mundo da arquitetura e da construção estão ampliando sua presença digital por meio de webinars (ou "seminários online") que oferecem uma visão aprofundada de suas ferramentas e produtos, permitindo-lhes manter a conexão com as pessoas que os buscam e deles necessitam. Convidamos você a conferir uma lista de seminários gratuitos dos quais poderá participar nas próximas semanas. Esperamos que encontre algum que se alinhe ao seu projeto mais recente!

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Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo

Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 1 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 2 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 3 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 4 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Mais Imagens+ 18

Os pavimentos em madeira caracterizam-se pelo calor de sua aparência, pela sua textura rica ao tato e pelas tonalidades naturais que variam de acordo com a origem das suas peças, mudando com o clima e com o passar do tempo. No exterior, as superfícies de madeira são amplamente utilizadas para criar terraços e áreas de estar, aproveitando as suas qualidades para reunir confortavelmente as pessoas em pisos mais macios e acolhedores. Sendo construídos com peças modulares, os decks de madeira podem facilmente gerar topografias artificiais, moldando espaços públicos criativos e eficazes para descanso, esportes, brincadeiras e encontros coletivos.

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Casas colombianas: sombra, ventilação e natureza

Os limites entre o exterior e o interior das casas localizadas em climas frios são geralmente sólidos e definitivos, permitindo que os espaços residenciais possam ser encerrados quando as intempéries impedirem o conforto ambiental. Este não é o caso das casas localizadas em países como a Colômbia, por exemplo, onde as temperaturas em geral transitam acima da média adequada ao conforto térmico. 

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A Bauhaus Tapatia: como era a primeira escola de arquitetura em Guadalajara?

Este artigo faz parte de uma colaboração com o site coolhuntermx e foi publicado originalmente com o título "La Bauhaus Tapatía."

Uma espécie de Bauhaus: é assim que Mathias Goeritz, em poucas palavras, tenta convencer o arquiteto e teórico italiano Alberto Sartoris a vir para o México. Em 1950, por meio de cartas, ele o convida a ser professor no projeto pelo qual ele próprio se sentira atraído e que o entusiasmava bastante: a primeira Escola de Arquitetura de Guadalajara, fundada em 1948 por Ignacio Díaz Morales.

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A prática decolonial: outras formas de projetar são possíveis

Este artigo é fruto de uma colaboração com o site coolhuntermx, originalmente publicado sob o título "La práctica decolonial en el diseño".

Se você não leu “Descolonización del diseño, por una práctica incluyente” por Ashby Solano recomendo que vá primeiro ao artigo para entrar em uma discussão que está ganhando maior ressonância –embora não o suficiente– em diferentes núcleos do design. Mas o que é pensamento decolonial no design? Podemos acreditar na decolonização no México e na América Latina quando sua profissionalização caiu sob o dogma do pensamento eurocêntrico? Ou seja, eles nos ensinaram o que é design correto, o que é o bom design e o que deve ser profissionalizado.

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The Tragedies of Chateau Laurens Captured by Romain Veillon

Situated on the Mediterranean port of Agde, France, the eclectic Laurens castle holds a history as rich as its architecture. Emmanuel Laurens, owner and architect of the villa, gathered inspiration from countries all over the world to create his masterpiece. Photographer Romain Veillon visited the castle ahead of its renovation and captured the architectural collages present inside it.

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Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente

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Casa de los Árboles / Vo Trong Nghia Architects. Image

Embora o concreto seja um dos sistemas construtivos mais utilizados no mundo todo, seja por sua durabilidade, maleabilidade e/ou resistência às intempéries, não devemos esquecer que a industria do concreto é uma das maiores emissoras de CO2 relacionas à industria da construção civil. Por este motivo, ao longo dos últimos anos, muitos arquitetos e arquitetas passar a experimentar novas possibilidades para tratar de otimizar seu rendimento, apropriando-se de todas as suas vantagens técnicas e buscando resolver alguns de suas desvantagens ambientais. Como resultado disso, alguns projetistas passaram a explorar a possibilidade de substituir as tradicionais fôrmas de madeira por materiais mais sustentáveis como o bambu, uma planta que cresce em abundância em quase todas as partes do mundo e que, com um baixo impacto ambiental, permite obter acabamentos aparentes com texturas de grande qualidade.

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A arte urbana do distanciamento social

Viver em isolamento despertou em muitos arquitetos e arquitetas uma centelha de criatividade levando-os a explorar meios e métodos não convencionais para conceber seus projetos e instalações. Ao invés de fecharem seus escritórios e colocarem todos os projetos em andamento em standby até que a vida voltasse ao normal, profissionais das áreas criativas se mantiveram ativos, buscando inspiração em outras disciplinas como as artes performáticas e o teatro, vencendo o desafio imposto pelas regras de distanciamento social para (re)aproximarem-se de seus clientes e espectadores.

Ashley Bigham e Erik Herrmann, sócios e fundadores do Outpost Office, utilizaram-se deste tempo de distanciamento físico do trabalho prático para repensar a questão da “mobilidade”, desenvolvendo uma série de desenhos em escala 1:1 durante seu retiro no campus Ragdale, Illinois. Apropriando-se de tecnologias de ultima geração, a dupla utilizou robôs de marcação de campo controlados por GPS para criar uma instalação em escala urbana que procura responder algumas das principais questões relacionadas aos espaços públicos. Como resultado, Bigham e Herrmann receberam o primeiro prêmio no concurso Ragdale Ring 2020.

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Caribe inexplorado: Estudantes sobre reciclagem arquitetônica e renovação urbana na Colômbia

A academia de arquitetura está cada vez mais consciente dos problemas contemporâneos e territoriais de cada localidade. A Universidad del Norte apresenta esta série de 6 trabalhos de conclusão de curso de seus/suas estudantes que exploram a região costeira do norte colombiano a partir da reciclagem arquitetônica, da regeneração e da renovação urbana. 

Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana

Ir além da escala humana não é novidade. Por séculos, construtores, engenheiros e arquitetos têm criado edifícios monumentais para marcar a espiritualidade ou o poder político. Palácios, edifícios governamentais ou templos sempre atraíram a admiração e reverência das pessoas, alimentando a ainda não totalmente compreensível obsessão por construções em grande escala.

Hoje em dia, algumas das maiores e mais impressionantes estruturas estão menos relacionadas a funções religiosas ou governamentais e parecem estar se voltando para programas mais culturais. Além disso, na maioria das vezes, as estruturas são abertamente releituras da natureza.

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A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono

A cidade abandonada é um típico cenário de suspense, um lugar de terror e degeneração, a estimulante mistura entre perigo e liberdade. Uma ambiência que incita, ambiguamente, repúdio e curiosidade. Um espaço sombrio, oculto e marginal que parece lamentar, no silêncio assustador, o vazio deixado por aqueles que ali viveram. Nos seus fragmentos espalhados pelo chão, o medo, a descoberta e a inevitável nostalgia de um passado que não é necessariamente seu recriam histórias de abandono. Espaços que tiveram nome, data, função, e agora decompõem-se lentamente na solidão do presente.

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Dicas para escolher espécies de árvores em ambientes urbanos

Nos primeiros anos da história moderna, os monges taoístas cultivavam Bonsais buscando trazer a beleza das árvores do exterior para o interior, considerando-as um elo entre o humano e o divino. No século XVIII, na periferia de algumas cidades europeias, surgiram diversos passeios ou avenidas arborizadas, gerando espaços de descanso e socialização até então inexistentes nas cidades da época.

Nas cidades modernas, as árvores são utilizadas como elementos essenciais nos processos de urbanização e as espécies vegetais são um contraponto insubstituível às construções e à harmonização dos espaços. A boa escolha das espécies de árvores e sua correta manutenção geram inúmeros benefícios, como isolamento acústico e visual, regulação da temperatura, geração de corredores biológicos e controle da velocidade do vento. O principal erro na escolha de uma espécie é não considerar que se trata de um ser vivo, que tem necessidades específicas e que possui externalidades.

O que considerar para escolhê-los corretamente?

Escala humana na cidade a partir de uma perspectiva feminista, transversal e política

Observar a realidade de nosso ambiente construído nos permite reconhecer que existem identidades que os modelos e escalas existentes não representam. Estas vozes, não por acaso, têm sido as grandes ausências nos processos de planejamento e construção das cidades e de sua arquitetura. Seus desejos e formas de ser e viver no mundo foram excluídos e tornados invisíveis. Isso nos faz repensar quais vozes são representadas nos debates sobre o urbano e para quem se projeta a cidade?

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Por que projetar espaços com móveis sobre rodas?

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Numa época em que o espaço se torna cada vez mais limitado e as pessoas passam mais tempo em casa, a flexibilidade apresenta-se como uma estratégia subutilizada nos projetos internos. Com móveis flexíveis, os residentes podem otimizar a metragem quadrada e remodelar facilmente as configurações de acordo com requisitos específicos e as necessidades de mudança. A seguir, discutimos os benefícios e variações dos móveis sobre rodas, encerrando com 7 projetos exemplificando sua aplicação prática e criativa.

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Arquitetura x Nigéria: 3 designers discutem seus projetos favoritos e como os criaram

O Parpend, um estúdio de design de Lagos, na Nigéria, entrevista anualmente um grupo de arquitetos/as para discutir seus projetos favoritos e como os criaram. Acreditando firmemente que o design deve ser uma fusão de função e expressão, os depoimentos são compilados em uma publicação que destaca o processo criativo dos/as profissionais para alcançar o bom design.

Intitulada “PERSPECTIVE”, esta edição do relatório, destinada tanto a designers quanto a não designers, examina quatro projetos de três profissionais: Seun Oduwole, designer principal na SI.SA, fala sobre o Centro JK Randle de História e Cultura Iorubá, na Ilha de Lagos; Tosin Oshinowo, diretora do cmDesign Atelier, discute um concurso para um templo Bahá'í e um espaço de arte para Victor Ehikhamenor, proeminente artista nigeriano. Além disso, James Inedu-George, chefe de design da HTL Africa, explora o concurso para uma mesquita.

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Praças, parques e clubes: Fotografias aéreas dos espaços verdes de Rosário

Com uma média de 12 metros quadrados de área verde por habitante, em um relatório publicado recentemente pela Iniciativa de Cidades Emergentes e Sustentáveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a cidade de Rosário foi declarada o enclave urbano "mais verde” da Argentina. O índice resultante é ideal em relação ao estabelecido pela OMS, que determina que deve haver entre 10 e 15 metros quadrados de espaço verde por pessoa para que todos os cidadãos e cidadãs possam desfrutar de uma qualidade de vida digna. A criação de novos parques nos últimos anos, somada à melhoria dos mais de 70 já existentes com a incorporação de equipamentos e tecnologia, deixa em evidência a relevância que os espaços verdes têm para os cidadãos e cidadãs de Rosário.

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"Parasita" e a arquitetura de interiores do cinema

O episódio mais recente do Arquicast trata do premiado e surpreendente filme sul-coreano Parasita (2019). O diretor Bong Joon-Ho nos convida a refletir sobre fatos e estigmas de uma realidade social que, apesar de focada numa determinada cultura, é representativa de contextos urbanos diversos, como o sul-americano. A luta de classes, afinal, é característica das sociedades modernas e se vê refletida nos espaços que abrigam essas sociedades. Neste sentido, Parasita é uma aula sobre como as desigualdades estruturais desenham a qualidade do ambiente onde vivemos.

O futuro das Habitações Sociais pode ser a impressão em 3D?

É tudo muito recente: faz menos de um ano que uma família francesa se tornou a primeira do mundo a morar em um casa impressa em 3D - aliás, há menos de 20 anos, casas impressas em 3D eram um sonho longínquo. Mas essa nova tecnologia vem sendo desenvolvida rapidamente e desponta como uma possível contribuição à crise habitacional em todo o mundo.

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