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Instruções para subir uma escada rolante: fotografia como elemento de análise da apropriação do corpo e suas relações históricas

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Escada x Escada Rolante. Até o começo do século XX, a circulação vertical era feita através da escada. Sem o aparato da eletricidade, a circulação vertical demandava esforço físico e atenção dos usuários, dependendo somente da força humana. A escada rolante surge “com o rush das invenções industriais junto aos desejos da ficção científica de 1800, apresentada em 1915 como objeto de entretenimento na grande exposição de Paris e de Coney Island” (KOOLHAAS, 2014, pg.1303). Logo depois, passa a ser usada como elemento funcional de circulação. A princípio, a sua utilização deveria substituir o uso da escada comum, entretanto, o novo aparato tecnológico não cumpriu essa função, passando a ser um elemento complementar e adquirindo um novo significado. Com degraus maiores para acomodar um corpo parado em pé, a escada rolante possibilita um fluxo de pessoas mais intenso, conectando espaços mais íngremes com uma menor área de incidência. Comparada a escada, ambas exigem ritmos, sensações e condicionamentos físicos diferentes daqueles que ali transitam. 

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Arquitetura no México: projetos para entender o território de Querétaro

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Querétaro é um estado mexicano localizado na região centro-norte do país, limitado geograficamente pelos estados de Guanajuato, San Luis Potosí, Hidalgo, Estado de México e Michoacán. Conta com uma área de 11.684 km² de superfície, sendo o quinto estado menos extenso do país. Sua capital, e cidade mais povoada, é Santiago de Querétaro, porém, há outras localidades importantes como Tequisquiapan, Cadereyta, Jalpan de Serra, San Joaquín e Bernal.

Um México mais ciclista que a Dinamarca: mapas exploram o uso da bicicleta no país

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As 20 cidades com mais de 500.000 habitantes com a maior porcentagem de domicílios que utilizam a bicicleta como meio de transporte. Imagem © Adrián Acevedo

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A bicicleta como meio de transporte permaneceu ao longo da história, evoluindo de diferentes formas. No entanto, nos últimos anos (e mesmo antes da pandemia de COVID-19), popularizou-se ainda mais, especialmente nas grandes cidades — uma vez que, nas áreas rurais, sempre foi um dos principais meios de transporte devido à falta de infraestrutura. No México, existem regiões que historicamente são muito ciclistas e, embora seu uso seja frequentemente associado a uma tendência ou moda, a realidade é que ele se concentra em grupos de baixa renda que compõem localidades, municípios e até estados. Infelizmente, o investimento destinado à infraestrutura cicloviária no México costuma ser muito baixo.

Do emergencial ao permanente: transformando a infraestrutura cicloviária para além da pandemia

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Quando a pandemia de Covid-19 estourou, a preocupação com a transmissão do vírus no transporte coletivo levou muitas pessoas a optarem por outras alternativas de mobilidade – principalmente pedalar. A bicicleta ganhou popularidade tanto para uso recreativo quanto como meio de transporte, uma tendência especialmente evidente nos Estados Unidos, no México, na Colômbia, na Alemanha e na França. Nos casos de França, Alemanha e Estados Unidos, a média semanal de uso da bicicleta aumentou respectivamente em 4%, 7% e 20% em relação aos números de 2019.

Outras formas de construir: a produção feminina no campo da arquitetura

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A Escola da Cidade, por meio da disciplina Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea, em conjunto com o Coletivo Feminista Carmen Portinho, recebeu sete mulheres para debater sobre a produção da arquitetura no contexto atual e como a temática de gênero incide sobre essa questão.

O direito à cidade: de Lefebvre à Constituição Mexicana

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Ao contrário do senso comum, é impossível separar o direito do urbanismo. Ambas as disciplinas têm servido como instrumento para instaurar as profundas desigualdades em que habitamos. Uma por meio da administração da força estatal, a outra pela acumulação do poder territorial. No entanto, em ambas também podem ser encontradas as chaves para construir cidades mais equitativas. A única possibilidade de construir um verdadeiro direito à cidade é por meio de um diálogo interdisciplinar, sobretudo agora que existe uma proposta de reforma para reconhecer esse direito na Constituição Política dos Estados Unidos Mexicanos. Este artigo propõe-se a ser um espaço de escuta mútua entre profissionais que se dedicam ao direito, à arquitetura e ao urbanismo.

Dia Mundial da Água: reaproveitamento e sustentabilidade em projetos de arquitetura

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Hoje, 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água. Segundo dados da ONU, entidade responsável pela criação desta data comemorativa, até o ano de 2050, entre 3,5 bilhões e 4,4 bilhões de pessoas terão acesso limitado a esse recurso, cujo uso aumentou seis vezes no século passado e hoje apresenta um crescimento de cerca de 1% ao ano.

Diante de dados tão desfavoráveis, o conceito de sustentabilidade e a importância de soluções que visam a economia e reaproveitamento da água ganham ainda mais relevância.

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Cinema Nouveau: a arquitetura dos cinemas

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O Cinema espelha a arquitetura. Enquanto a pandemia de Covid-19 fecha os cinemas em todo o mundo por meses, a indústria olha para o futuro com o objetivo de repensar a experiência de ir ao cinema. Décadas atrás, em 1920, à medida que as multidões se aglomeravam no cinema após a pandemia de 1918, a indústria se transformava ao responder a novos modos de assistir a filmes juntos.

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Atos de dominação e violência patriarcal a partir da arquitetura

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"Atos de dominação e violência patriarcal a partir da arquitetura" é uma campanha realizada por Mariana Ordoñez e Jesica Amescua através de suas contas de Instagram e Twitter, junto com a colaboração de Ximena Ríos. Surge da necessidade de refletir de maneira autocrítica e profunda sobre as violências e os atos de dominação exercidos a partir da profissão da arquitetura.

Lições de arquitetura do LEGO

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O LEGO é um sistema universal de construção de mundos e uma popular porta de entrada para a arquitetura. Naturalmente, é possível construir quase tudo com ele — de carros a naves espaciais —, mas edifícios de todos os tipos, de delegacias de polícia a castelos, estão entre os temas mais populares. O que torna o LEGO tão atraente para arquitetos e arquitetas jovens — e outros não tão jovens assim? O que, especificamente, o torna uma boa analogia para o projeto de edifícios? Neste episódio, Stewart compra uma caixa de LEGO e a utiliza como ponto de partida para falar sobre o que aprendeu com esse sistema de blocos de montar. De lições sobre modularidade e proporção, passando por gramática e resolução, até as categorias compositivas de adição e subtração, o vídeo destrincha como esses conceitos fundamentais se aplicam tanto ao LEGO quanto à história e ao projeto de arquitetura.  

Do vermelho ao verde: a estética contraditória das fachadas oxidadas

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Para uma criança pequena, entender o conceito do tempo e a passagem dele é algo muito difícil. Isso justifica a impaciência por esperar algo ou a confusão para lembrar algo que ocorreu no passado. Elas vivem apenas o presente e essa noção do tempo é aprendida aos poucos. Mas aceitar a passagem do tempo e o envelhecer é algo que nos atormenta mesmo após adultos. As lucrativas indústrias de produtos cosméticos e cirurgias plásticas comprovam como a humanidade busca controlar ou negar a passagem do tempo, algo que nos corre pelas mãos e é implacável. 

Como as florestas garantem água para as cidades?

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A água é um recurso essencial à vida humana. Garantir saneamento básico e água potável para as pessoas é um dos maiores desafios da humanidade, nas áreas urbanas e rurais, o acesso à água é determinante para a saúde e bem estar das comunidades e para o sucesso das mais diversas atividades humanas.  

Por isso a crise hídrica é uma ameaça tão alarmante. O aumento das temperaturas no mundo e os desastres naturais associados às mudanças climáticas contribuem para este cenário. Estudos sugerem que em 2025, cerca de 1,8 bilhão de pessoas não terão água suficiente.

Roberta Brandes Gratz: "Joan Davidson mostrou o quão pouco às vezes era preciso para dar início a grandes coisas"

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Joan K. Davidson and the Fight for New York".

Com o aumento da desigualdade de renda nos últimos anos, o papel da filantropia tem sido questionado. As doações beneficentes de indivíduos ricos e corporações poderosas seriam sempre uma força positiva, ou essa ligação com a riqueza e o poder é uma concessão inevitável? A quem interessa, de fato, o investimento filantrópico: aos beneficiários ou aos doadores? Estas são questões complexas. No entanto, a filantropia genuinamente esclarecida é uma força transformadora. Ela pode não apenas financiar causas nobres, mas, se realizada no momento certo, semear as sementes da mudança social.

Como a arquitetura de mídia está moldando nossas cidades – e, com ela, nossas vidas

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A Media Architecture Biennale 20 (MAB20) acontecerá em formato online de 28 de junho a 2 de julho de 2021. Esta edição irá deslocar o foco da arquitetura de mídia do espetáculo estético para o aprimoramento social. Como a arquitetura de mídia pode contribuir para cidades melhores, engajamento cívico e ecossistemas sustentáveis? O evento será encerrado com o MAB Awards, destacando projetos excepcionais neste campo emergente na interseção entre arquitetura, planejamento urbano, design de interação, arte e informática.

UIA2021RIO inaugura programação virtual com debates sobre arquitetura, periferia e inclusão social

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O 27º Congresso Mundial de Arquitetos deu início esta semana à sua programação online, que precede as atividades presenciais marcadas para acontecer entre 18 e 22 de julho. Inclusão social, periferia e intervenções arquitetônicas em favelas foram os temas dos debates que contaram com a participação de Fabienne Hoelzel, Maria Alice Rezende de Carvalho, Alfredo Brillembourg, Jorge Mário Jáuregui, Alejandro Echeverri e Adriana Levisky.

Arquitetura e cinema: iconografia do Metrô da Cidade do México

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A história do Metrô da Cidade do México remonta à década de 1960, um momento histórico no qual o Centro Histório colapsou devido aos congestionamentos de automóveis, aos ônibus superlotados e aos bondes ineficientes que foram superados pela crescente população do então Distrito Federal. Enquanto em outras grandes cidades da América Latina, como Buenos Aires, o sistema de transporte subterrâneo foi implantado desde o início do século XX, no México foi apenas em 1967 que se estabeleceu – por decreto presidencial e em cooperação com o governo da França – a criação de um Órgão Público Descentralizado denominado Sistema de Transporte Colectivo (STC).

O que acontece quando o código de obras determina a arquitetura?

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Em um mundo ideal, arquitetos teriam total liberdade para projetar tudo aquilo que fossem capaz de imaginar. Mas na realidade, não é bem assim que as coisas funcionam. Fato é que desenhar em uma folha em branco nem sempre significa ter todas as possibilidades do mundo à nossa disposição, a arquitetura, como uma profissão regulamentada, é regida por uma série de códigos e leis, quando não pelos desejos dos clientes, por limites orçamentários ou outros fatores ainda mais complexos. Em se tratando de códigos de obras, muitas vezes eles “engessam” a arquitetura, forjando novas tipologias, programas e formas—da famosa “torre-plataforma” ao onipresente “dois mais cinco”. O resultado disso, muitas vezes, culmina em edifícios repetitivos e uma estética urbana monótona e sem graça.

Casas brasileiras: 19 residências em terrenos estreitos

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Adensamento e a demanda pelo solo urbano resultaram, entre outras coisas, na redução das dimensões dos lotes nas cidades. Grandes porções de terra, outrora destinadas a residências unifamiliares, passaram a receber edifícios onde vivem muitas famílias e, dependendo da localização, que contam em seus térreos com serviços e estabelecimentos comerciais. Construir uma casa em grandes centros urbanos não é fácil, e um dos motivos é a ausência de lotes para isso ou, quando existem, suas reduzidas dimensões.

Uma casa de praia no Mar Egeu e um empreendimento residencial híbrido na Noruega: 12 projetos não construídos enviados ao ArchDaily

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Com foco nas diferentes tipologias residenciais, a seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca projetos conceituais enviados pela comunidade do ArchDaily. De empreendimentos urbanos a minicasas, o artigo explora o tema da arquitetura residencial e apresenta abordagens de várias partes do mundo.

Apresentando desde uma cabana em meio à floresta verdejante do norte do Irã, passando por um empreendimento na Geórgia que propõe uma proporção de 80% de espaço recreativo para 20% de habitação, até um projeto em Paris que questiona nossa realidade urbana e repensa as formas tradicionais de moradia, esta seleção aborda uma infinidade de escalas. Além disso, destaca-se uma série de casas de praia na Grécia, Itália, Argentina e Letônia, cada uma respondendo a uma paisagem e topografia distintas. Outras propostas em destaque incluem a renovação de conjuntos residenciais existentes em Moscou, a transformação de uso predominantemente residencial de uma antiga fábrica em Manchester e um conjunto de blocos agrupados em torno de um jardim comunitário elevado nos Países Baixos.

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Apresente facilmente seus projetos com o Visualizador 3D Colaborativo da Modelo

Lembre-se da última vez que se reuniu com um/a cliente. Preparar uma infinidade de materiais de apresentação — incluindo renderizações, diagramas, plantas, elevações e cortes — simplesmente não é suficiente. A parte difícil começa quando o/a cliente se apega a uma ou duas imagens realistas e simplesmente não quer abrir mão delas.

A teoria dos miasmas estava errada, mas levou ao saneamento inteligente

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O engenheiro de saneamento estadunidense do século XIX George E. Waring, Jr. era um miasmatista. Ele acreditava na teoria dos miasmas, segundo a qual vapores tóxicos viajavam através do solo úmido, da vegetação em decomposição e de poças de água parada. Entendia-se que esses vapores tóxicos emanavam da Terra, interagiam com a atmosfera e causavam doenças nas cidades americanas.

De acordo com Catherine Seavitt Nordenson, ASLA, professora de arquitetura da paisagem na Bernard & Anne Spitzer School of Architecture do City College de Nova York, Waring era uma “figura marginal”, mas tinha ideias interessantes sobre como “modificar o clima para melhorar a saúde”. Em uma palestra virtual promovida pela Harvard Graduate School of Design, Seavitt Nordenson afirmou que Waring estava equivocado sobre os mecanismos de propagação de doenças — ele não compreendia o conceito de vetores, como os mosquitos —, mas suas soluções de drenagem e saneamento foram “surpreendentemente bem-sucedidas”. Um ano após o início da pandemia de coronavírus, vale a pena revisitar as ideias de Waring sobre as conexões entre a Terra, a atmosfera, as doenças e a manutenção dos espaços públicos.

Estratégias de organização dos cômodos de Louis Kahn

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Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa a estratégia de projeto em planta de Louis Kahn (1901-1974), especificamente como sua obra articula e organiza os espaços servidos e servidores. Após a Segunda Guerra Mundial, o lado sombrio da tecnologia tornou-se evidente, de modo que a concepção da arquitetura como uma "máquina de morar" passou a soar equivocada ou mesmo desumana. Em contraposição à planta livre e fluida do período anterior à guerra, Kahn explorou novas possibilidades para a organização dos ambientes, fundamentado na crença de que a privacidade e o confinamento de cada cômodo poderiam coexistir de forma integrada, funcionando como uma "sociedade" de espaços. Partindo de uma análise detalhada dos Vestiários de Trenton, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução dessa abordagem espacial através de projetos como as residências Adler e Esherick e a Biblioteca de Exeter.

O que é arquitetura? A perspectiva de quatro arquitetos/as renomados/as

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De forma simples, mas de substância complexa, "o que é arquitetura?" continua sendo uma questão instigante para muitos estudantes de arquitetura e jovens profissionais da área. Com o objetivo de definir essa questão em constante evolução e apresentar diferentes pontos de vista, a série especial WIA – What is architecture? adota o formato de curtas-metragens de entrevistas para propor quatro perguntas diretas a arquitetos/as e teóricos/as de destaque global: "O que é arquitetura? O que a arquitetura pode fazer? Qual é o seu posicionamento em relação à arquitetura? Qual é o seu método de projeto?", revelando suas visões sobre a essência e o potencial da disciplina.

Em uma colaboração entre o ArchDaily e a WIA, publicamos quatro vídeos curtos por semana, convidando o público a aceitar o desafio de responder a essas mesmas perguntas. Este artigo destaca as reflexões e visões sobre essas quatro questões trazidas por Odile Decq (Studio Decq), Kjetil Thorsen (Snøhetta), Florencia Pita e Jackilin Hah Bloom (do escritório de arquitetura Pita & Bloom, de Los Angeles) e pelo crítico e teórico de arquitetura norte-americano Jeffrey Kipnis.

Arquitetura no México: projetos para entender o território de Querétaro

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O estado de Querétaro está localizado na região centro-norte do México, fazendo fronteira geográfica com os estados de San Luis Potosí, Guanajuato, Hidalgo, o Estado do México e Michoacán. Possui 11 684 km² de superfície sendo uma das regiões mais extensas do país. Sua capital é Santiago de Querétaro, sendo a área mais populosa do estado. No entanto, algumas das cidades mágicas mais populares são Bernal, Tequisquiapan, Jalpan de Serra, Cadereyta de Montes, San Joaquín e Amenealco de Bonfil. Da mesma forma, este estado possui quatro sítios que fazem parte da lista de Patrimônio Cultural da Humanidade e um que se enquadra na categoria de Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO, que são a Zona de Monumentos Históricos de Santiago de Querétaro, As Missões Franciscanas da Serra Gorda, as Capelas Otomí e as tradições vivas da cultura Otomí-Chichimeca, respectivamente.

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